<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769</id><updated>2011-04-21T20:43:58.787-03:00</updated><title type='text'>A Penseira de Arwen Potter</title><subtitle type='html'>Aventuras de uma bruxinha aluna da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. </subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arwenpotter.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>95</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-4084209604471303822</id><published>2007-07-23T20:59:00.001-03:00</published><updated>2007-07-23T20:59:53.255-03:00</updated><title type='text'>A elfa e a vampira - final</title><content type='html'>Anna entrou na sala de DCAT alguns instantes antes do professor começar sua aula, que alguns consideravam desnecessariamente negra demais. Sentou-se em uma carteira sozinha. Os livros que tinha ocupavam o outro assento e insinuavam acertadamente que a sonserina não queria companhia naquela aula. Ignorando o fato de o professor ser o diretor de sua casa e estar falando sobre maldições e feitiços defensivos, a morena de olhos verdes começou a escrever algo aleatório no pergaminho. Como um poema, ou uma crônica talvez. Não tinha passado do primeiro parágrafo quando sentiu como se um fantasma tivesse passado por ela. Tremeu involuntariamente. Procurou entre os alunos alguém que talvez tivesse notado o que tinha acabado de acontecer. Foi quando deu de cara com uma morena da grifinória, de orbes castanhas que a observava pelo canto dos olhos, de maneira muito sutil e quase que incessantemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen Potter examinava à distância a garota pálida que julgava ser a causa do mal estar que sentia em todas as aulas conjugadas com a Sonserina. Fazia suas anotações sobre a matéria quase sem perceber, às vezes mal olhando para o pergaminho em sua carteira. Dentre muitas das coisas que achava ser fruto da sua imaginação deveras fértil, atribuir aquela sensação estranha à novata desconhecida não parecia ser mais um dos seus exageros. O anel de Lórien não deixava dúvidas sobre o pressentimento, queimando o dedo anular esquerdo da menina enquanto provocava rodopios leves em sua cabeça e um frio gélido ascendia pela espinha dorsal da semi-elfa. Quase hipnotizada, parou de mover sua pena e seus pensamentos voaram dali para o Madame Puddifoot, pairando exatamente no momento em que conversava com o professor Lupin e recebia os recortes antigos de jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela os tinha guardado com cautela, apesar de aparentemente haver desistido de bancar a Marota Holmes. De súbito, sentiu uma chacoalhada de leve trazendo-a de volta ao mundo real. Era Alexis, que percebera o "transe" da amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá tudo bem? - perguntou baixinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá. - respondeu monossilábica, ainda tentando juntar os fatos como num quebra-cabeças. O que o focinho tinha a ver com a tomada? Por que foi levada até aquela lembrança? Meneou a cabeça incrédula, ainda se sentindo estranha, e agora tentando evitar olhar a sonserina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna notou que a grifinória que a observava desviou o olhar dela e respondia algo a sua companheira de carteira. Estreitou os olhos esmeraldados. O que é que aquela garota tinha que a deixava tão receosa? Seria talvez algum poder superior? Saberia ela do segredo que Anna guardava? Meneou a cabeça negativamente afastando esses pensamentos para longe. Não era possível. Foi quando a voz pro professor Snape cortou seus devaneios ao dirigir-se a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Senhorita Beckinsale - ele chamou calmamente, mas com um olhar furioso - Não costumo ter que chamar a atenção de alunos da minha própria casa, entretanto terei que fazê-lo se não me responder corretamente à pergunta que lhe farei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna nada retrucou. Fitava o professor calmamente. Sentia vários olhares em si. Professor Snape repreendendo alguém da sua própria casa? Não, isso definitivamente não era normal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Eu acabei de falar que não existe maldição que possa ressuscitar os mortos. Entretanto há uma exceção a regra. A senhorita saberia nos dizer qual é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Sim - ela respondeu com uma frieza e calma que chegavam a ser penetrantes. - Entretanto não creio que se deva referir-se a isso como uma "maldição que possa ressuscitar os mortos". Eles se tornam zumbis. Nada mais que fantoches comandados por aqueles que conseguem executar o inferi com perfeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sala ficou em silêncio aguardando a resposta do professor. Ele curvou o lábio no que acreditaram ser um meio-sorriso e prosseguiu sua aula. Todos então voltaram a suas anotações habituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Inferi? - Arwen murmurou baixinho para Alexis ao seu lado - Ele não falou nada sobre isso. Como ela sabia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai saber...  - a outra respondeu no mesmo tom baixo, mas ainda assim displicente - Ela é muito estranha. Viu como é pálida? Tá precisando tomar um solzinho hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olha só quem fala! - retrucou Potter com os cabelos negros formando uma cortina sobre seu rosto - A nua maldizendo a pelada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um resmungo baixo e ininteligível da srta. Dumbledore e de umas poucas risadas abafadas não contidas vindas de si mesma, a grifinória de orelhas pontudas descortinou o rosto, ajeitando as madeixas negras atrás das orelhas. Fingia anotar a aula, mas seus pensamentos voavam outra vez. Mas não para o passado, nem para algum lugar distante. Estava ali mesmo, nas masmorras do morcego Snape, fixo na garota estranha. Não a encarava mais, porém não conseguia desviar a mente dali. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Conhece bem artes das trevas, pelo que vejo... Quem será e de onde ela vem?"&lt;/span&gt; - pensava, enquanto rabiscava arabescos e bolinhas no pergaminho. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Muito estranho... mas não tenho nada com isso, a vida alheia não é da minha conta."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;"Claro que é! A dela é sim!”&lt;/span&gt; - respondia uma vozinha lá dentro da sua cabeça - &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Se não fosse, o anel não arderia em sua mão, sua tola!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suspirando fundo, tentando se conter, olhou novamente de esguelha para a menina mais adiante. Prosseguiu seu debate consigo mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Nem tudo o que reluz é ouro e nem tudo o que arde no meu dedo é coisa do anel ou seja lá do que for de magia élfica. Se fosse assim, quantas outras vezes meu dedo teria queimado? Estou ficando louca, definitivamente, estou discutindo comigo mesma! Que absurdo!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pois então, srta. Potter, menos 20 pontos para a Grifinória por estar falando sozinha. Não consegue segurar a língua dentro da boca nem para conversar com seus botões?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela se ajeitou na carteira, olhando sem graça para o professor diante dela e da amiga. Alexis olhava para o lado contrário, para não piorar ainda mais a situação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já que está tão bem no assunto que pode se dar ao luxo de conversar sozinha, a senhorita poderia me dizer o que pode como se defender de um inferi? Se é que sabe do que estamos falando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouviu um soar de risos da platéia sonserina, menos de duas pessoas ali presentes: Selina Grant e Anna Beckinsale permaneciam sérias, observando a grifinória à distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen de fato não fazia a menor idéia de como se defender daquelas criaturas horrendas. Sabia o que eram por alto, já que eram repetidamente mencionados nos panfletos e cartazes do Ministério da Magia. O que aconteceu em seqüência foi tão súbito quanto o mal estar e quanto a discussão consigo mesma. Respondeu segura, como se dominasse o assunto. Ouvia claramente uma voz melodiosa soprando a resposta em sua singela orelhinha. Encheu-se de si mesma e respondeu ousadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fogo, professor. - e sentiu os olhos amarelados da marota amiga ao seu lado, encarando-a com ar bestificado - Basta atear fogo em algum lugar para que os mortos-vivos se afastem e nos deixem em paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respirou aliviada, mas sem saber de onde saíra aquilo. Não tinha dúvidas de que não havia errado a resposta. Fixou os olhos vítreos cor-de-mel nos escuros e estreitos do professor, quase com ar de desafio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Menos 5 pontos para a Grifinória pela petulância de responder algo à frente da matéria dada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis abriu a boca para protestar, mas Arwen a beliscou por debaixo da mesa, fazendo com que a companheira se calasse antes de falar. Melhor deixar como estava, perder mais pontos só atiçaria a ira de sua casa contra elas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna estreitou os olhos pela segunda vez na aula. Era por isso então, em grande parte, o motivo da rivalidade entre sonserinos e grifinórios. A sonserina deu ombros para os próprios pensamentos. Era tolice discutir consigo mesma, aquela era uma aluna que não parecia ter nada de excepcional além da inteligência e da beleza. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"E das orelhas pontudas"&lt;/span&gt; - uma vozinha na sua mente falou suavemente. Anna mordeu o lábio inferior com força quase fazendo-o sangrar. Tinha alguma coisa errada. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Você nunca realmente deu bola pra esses instintos vampíricos antes Anna, não vá dar agora e arranjar confusão logo de cara na escola nova"&lt;/span&gt; - ela repreendia-se mentalmente. Enquanto travava uma luta particular em sua mente não notou que os lábios já tinham começado a sangrar e que o som da voz do professor parecia estar se afastando cada vez mais. Piscou repetidamente. Via vultos pelo canto dos olhos. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"E essa agora..."&lt;/span&gt; Logo os vultos começaram a se multiplicar e quando, finalmente uma gota de sangue pingou no pergaminho ela parecia ter sido engolfada pela escuridão. Tinha perdido a noção do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhou ao seu redor. Novamente os olhares da sala estavam em si. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Senhorita Beckinsale, a senhorita está bem? - o professor perguntou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna acenou afirmativamente com a cabeça. Não sabia o que tinha acontecido. Via alguns pingos de sangue no pergaminho que deveriam ser as anotações da aula. Passou a mão nos lábios limpando o restante do sangue. Professor Snape pigarreou e todos se voltaram para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Agora, já que a senhorita Beckinsale pôde voltar a si podemos dar prosseguimento à aula - ele falou em um tom desafiador. Ninguém ousou protestar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, Anna fez uma anotação mental, de perguntar a Selina que diabos havia acontecido com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis deu um cutucão em Arwen, que agora encarava explicitamente a garota estranhamente bela da casa "rival".  A cena de minutos antes se repetia em sua frente inúmeras vezes - Beckinsale escorregando pela carteira, com os braços pendidos, pescoço amolecido, porém virado para diante, olhos verde-esmeralda muito vivos, mas distantes, perdidos em algum lugar longínquo, fora de si... A pele pálida da garota se transformando em porcelana alva e fria, o sangue sumindo das veias enquanto os dentes dilaceravam o lábio inferior da menina e pintava de vermelho o rosto, as vestes e o material da garota.  Um novo arrepio gélido percorreu a espinha da grifinória, que outra vez sentiu o mundo girar, mas conteve-se. Não daria mais motivos para descontos na pontuação da sua casa, nem mais shows para os expectadores de ambas as turmas.  Entretanto, a pouca concentração que possuía se esvaiu. A visão da sonserina fora de si se repetia infinitas vezes, como uma tortura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Zoreia??? Tá me ouvindo? Acorda, filha de Merlim sem calças, a aula acabou, você vai ficar aí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis a despertara do seu sono profundo ainda que ela tivesse consciência de que se mantivera acordada o tempo todo. Quanto tempo se passou, não soube avaliar de imediato. Irritadinha a olhava cabreira, enquanto Arwen verificava se a sonserina novata estava bem. Viu Beckinsale sentada ainda em sua carteira, recolhendo muito devagar seu material. Teve ímpeto de se levantar e dirigir-se até a garota, mas repreendeu-se de novo. Precisava sair das masmorras o mais rápido possível, precisava de ar, precisava de sol, luz, calor... Necessitava urgentemente respirar. Mas os dias sombrios que pairavam sobre todos não permitiriam nada além de oxigênio para restaurar a vitalidade da grifinória, que mais uma vez sentia o peso do anel herdado de sua mãe. Saiu em passos apressados, quase correndo do subsolo da escola, deixando Alexis para trás. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por Arwen e Anna Valerious.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-4084209604471303822?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/4084209604471303822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/4084209604471303822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2007/07/elfa-e-vampira-final.html' title='A elfa e a vampira - final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-7792080398046869927</id><published>2007-07-17T20:58:00.000-03:00</published><updated>2007-07-23T20:59:25.405-03:00</updated><title type='text'>A elfa e a vampira - parte 1</title><content type='html'>As corujas sobrevoavam as mesas no salão principal da escola. Era o primeiro dia de aula após o fim de semana friorento que brindou os alunos de Hogwarts. Uma certo pesar incomodava a grifinória de orelhas pontudas, sentada na mesa da sua casa, mal ousando beliscar um pãozinho. Era aula de DCAT. Nas últimas semanas todas as aulas em conjunto com a Sonserina haviam sido uma tortura para a garota, e mesmo não dizendo nada a ninguém, suas amigas notavam que havia algo errado. Alexis principalmente, que dividia a carteira com a amiga em todas as aulas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Zoreinha, num vai comer nada não? - perguntou preocupada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou, eu acho... - respondeu evasivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hora de irmos! - Dumbledore se levantou recolhendo a mochila e puxando a amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caminho, conversavam banalidades e Arwen acabou se distraindo. Desceram as escadas escuras, frias, iluminadas pelos horripilantes archotes e chegaram nas masmorras. Acomodaram-se como sempre, pegaram o material escolar, depositando livros, pergaminhos e penas sobre a carteira. Tudo parecia muito bem, obrigada. Tudo muito normal, corriqueiro e cotidiano. E eis que a pequena grifinória de olhos cor-de-mel mais uma vez teve uma de suas vertigens. Começou como sempre, um arrepio gelado na espinha, o anel pesando e queimando sua mão e o calor subindo pelo seu braço esquerdo, deixando-o adormecido. A sala de aula então começava a girar e ela acabava abaixando a cabeça apoiando-a nos braços cruzados em cima da mesa. Respirava fundo, as paredes paravam de se mover lentamente e o foco voltava à sua visão. Às vezes era mais intenso, outras mais ameno, outras ainda muito rápido. Alexis e Daryl insistiam em levá-la até Madame Pompom para fazer uma avaliação geral, mas ela se recusava. Sabia que de nada adiantaria. Tinha certeza de que era algo ligado às suas faculdades (ou seriam dificuldades???), e as escassas pessoas que conheciam sua origem e seus talentos pouco comuns já lhe haviam advertido de que o socorro não seria fácil caso precisasse de ajuda: muito pouco se sabia sobre o povo élfico desaparecido do mundo há tantas eras. Logo, teria de se virar sozinha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que a deixava intrigada era a forma como aquilo começara. O que tinha demais em dividir aulas com a Sonserina??? Não era da turma do Malfoy e sua gangue, tinha bom relacionamento com alguns colegas da casa das serpentes... E de um momento para o outro as aulas com os discípulos de Slytherin começam a ser uma verdadeira sessão de tormento para a semi-elfa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estava refeita quando sentiu outra onda de frio tremer o corpo e tirar o ambiente de foco. A visão turva vislumbrou um vulto muito pálido, com uma sombra negra sobre a cabeça caindo pesadamente sobre os ombros e as costas, que ela julgava ser uma cabeleira lisa... E um par de faróis verdes faiscantes. A visão foi entrando novamente nos eixos e o vulto se mostrou uma garota muito pálida, de longos cabelos negros e lisos e olhos verde-esmeralda. Notou que a menina que acabara de entrar nas masmorras também tremia de frio. Abraçava o próprio corpo e olhava para os lados, como que procurando o vento frio que a atingira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde então, não se concentrava, mal ouvia as palavras do mestre de DCAT. Era a quarta aula consecutiva que isso acontecia, mas nunca ela havia identificado uma possível fonte para o mal-estar. Mas o que tinha a novata a ver com aquilo? Devia estar ficando louca, ela pensava. Naquela aula, em específico, passou quase todo o tempo analisando a estranha e vez ou outra, sentindo outros episódios mais discretos do inconveniente mal-estar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se isso durar o ano inteiro, vou precisar de reforço em DCAT, Poções e TCM" – pensava enquanto encarava a sonserina estranha – "Ainda bem que tenho vários amigos corvinais..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ajeitando-se novamente no assento, apoiou o queixo fino sobre os braços cruzados, enquanto tentava, mais uma vez, concentrar-se no conteúdo ministrado nas aulas. Depois tentaria descobrir o que havia de estranho acontecendo com ela. Não antes sem virar-se discretamente para trás para dar uma olhadela na sonserina novata, que inesperadamente, também a encarava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Continua...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por A. Potter e Anna Valerious&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-7792080398046869927?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/7792080398046869927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/7792080398046869927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2007/07/elfa-e-vampira-parte-1.html' title='A elfa e a vampira - parte 1'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-805660044208237881</id><published>2007-05-01T20:58:00.000-03:00</published><updated>2007-07-23T20:58:39.672-03:00</updated><title type='text'>Dois rapagões e uma pequena dama - final</title><content type='html'>Perdida em seus devaneios, a grifinória de orelhas pontudas continuava estática na beira do lago. Ou ela estava ficando louca ou estava despencando um ligeiro penhasco para o lufano quando acreditava estar interessada em outro rapaz, um corvinal criador de hipogrifos. O que não era de todo ruim, afinal, apesar de conhecer pouco Chris Storm ele parecia bem mais acessível e tão interessante quanto Belmont. Mas poderia ser que aquela demonstração de solidariedade que ele mostrara na festa da torre de astronomia fosse apenas o jeito cavalheiresco do rapaz. Não conhecia muitos ingleses criados na Grécia, mas o pouco que conhecia daquele país dizia que os rapazes que viviam lá deveriam ser bem gentis... Por outro lado, Josh era educado, reservado, não menos gentil, bonito, inteligente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oh dúvida cruel! - uma sonserina brincou ao ver a garota imersa em seu poço de dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen levantou os olhos e esboçou o que seria um meio-sorriso. Fora pega de surpresa, não imaginou que algum conhecido a pudesse encontrar matando aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ahn, oi, tudo bem, Selina?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Comigo tudo bem, mas ao ver a fumacinha que saía da sua cabeça, vim ver se estava bem. - A sonserina sentou ao lado da garota sem nenhuma cerimônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selina esperou um pouco para ver se a grifinória falaria algo. Ao vê-la olhando o lago novamente e suspirando várias vezes, teve que falar novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sua dúvida seria algo relacionado ao que falei na festa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que sim... - a grifinória respondeu - Pelo menos tem a ver comigo no meio daquilo, se é que realmente houve algo naquelas entrelinhas... Mas você é empata, deve saber como eu estou  me sentindo, não? - e tornou a olhar a moça de cabelos azuis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Saber o que está sentindo é muito complexo. Vejo claramente sua confusão, conta? Não foi difícil somar dois mais dois e entender sua dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ver a grifinória perdida em pensamentos Selina quis ajudá-la. A sonserina não sabia porque, mas sentia uma certa afinidade com Arwen. Esta, por sua vez, sorriu um pouco encabulada para a garota, desviando seu olhar para diante de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A duvida inicialmente não era minha, mas passou a ser. E quando passa a nos dizer respeito, o que parece óbvio de repente se mostra confuso e nada direto. O que eu quero dizer é que eu estava quase certa dos meus sentimentos ainda vacilantes, e agora não estou mais. Difícil entender isso? - Arwen estava sendo honesta, e não sabia dizer exatamente porque confiar em uma pessoa conhecida, mas não íntima, ainda mais sendo esta uma sonserina. Mas a verdade era que Selina Grant lhe inspirava algo mais do que os limites da boa educação, era-lhe fácil conversar com ela e simpatizar com aquele jeito meio louco de ser – que a Zoreia sabia, intimamente que era mais uma fachada do que qualquer outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não é tão difícil de entender, mas você está pensando demais e exatamente por isso está fundindo sua cuca. - A sonserina via o rosto normalmente risonho de Arwen triste e brincou um pouco. - Deve ser muito difícil ser disputada por um moreno corvinal lindo e um lufano grego maravilhoso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grifinória cedeu à gracinha e riu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claro, claro, e o que você me sugere? Que eu fique com os dois? Sério, eu acreditava estar me interessando pelo Josh, mas confesso que essa aparição repentina do Storm está mexendo com os meus brios. Não me pergunte porquê, é algo que olhando retrospectivamente, acontece desde a primeira vez que conversamos. Sabe, às vezes eu sinto algo familiar nele... Não sei... E eu, que achei que nunca fosse me interessar por alguém de novo, eis-me aqui tentando compreender os motivos que me levam a querer... Dois? Aff, eu estou ficando maluca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrindo um sorriso maroto, a sonserina não conseguiu não brincar mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se todas tivéssemos esses problemas na vida... Por que escolher quando se pode ter os dois? - Selina virou para a Arwen e falou um pouco mais sério. - Brincadeiras de caras gatos a parte, porque você simplesmente não faz nada a não ser observar suas próprias reações a eles? Você mesma vai se dar uma resposta com o tempo. E se não conseguir entender o que sente, me chama que eu vejo para você e te digo... Ou faça o test drive com os dois... Te garanto que não vai arrancar pedaço... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pode deixar, vou me lembrar disso quando estiver com dúvidas existenciais outra vez. - a grifinória respondeu esboçando um sorriso e continuou após uma pequena pausa - Sabe, tudo o que eu estava precisando agora era de um pouco de sossego, e talvez essa confusão seja gastar energia de maneira desnecessária. Minha vida virou de pernas para o ar, minha mãe morreu faz menos de 6 meses, terminei algo que não sei se poderia ser chamado de namoro logo em seguida e acho que eu preciso mesmo me dar um tempo pra me organizar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sonserina não sabia o que tinha acontecido ou não na vida de Arwen. Elas nunca conversaram sobre nada assim e ela não procurava saber algo do passado alheio a não ser que fosse necessário, o que não era o caso da grifinória. Selina sorriu levemente e ficou ali quieta ao lado da outra. Se ela precisasse falar mais alguma coisa, estava disposta a ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De qualquer forma, obrigada por tudo, Selina. Você tem sido uma pessoa paciente e maravilhosa comigo. Se precisar de alguma coisa... - a menina de orelhas pontudas tirou de um dos bolsos da veste um broche de pergaminho e o ofereceu à sonserina - é só chamar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Chamar com isso? - Ela olhou esperando a explicação de como funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, sim, com isso... Eu e as meninas, a Dani e a Alexis usamos para nos comunicarmos, quando precisar aponte a varinha para o pergaminho e pronuncie o feitiço &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Conectium Arwen&lt;/span&gt;. Se você olhar bem para o pergaminho ele vai te mostrar onde estou. E o meu vai acender, avisando que alguém me conectou. Engenhoso, não é? Dani Lupin é quase um gênio, às vezes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estou impressionada com a Lupin, não esperava algo tão engenhoso... Depois vou perguntar para ela como criou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen estava particularmente feliz em entregar um "comunicador instantâneo maroto" para Selina. Talvez ela ainda não tivesse notado, mas estava se tornando uma pessoa verdadeiramente importante na vida conturbada da Zoreiuda, contrariando os preconceitos básicos entre as casas de Hogwarts. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem, Sel, agora eu vou indo... Hora de voltar ao mundo real e encarar uma aula de Estudo dos Trouxas. Até mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu não estou com vontade de assistir aula nenhuma. Até...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto olhava a grifinória voltar para o castelo, Selina pensava no pequeno objeto que estava nas suas mãos. As duas garotas se conheceram em um choque de poderes e depois disso simplesmente se aceitaram sem problemas. A sonserina se perguntava se algo mais tinha acontecido naquele curto-circuito mental que houve entre elas ou se estava sendo algo espontâneo. Dando os ombros a sonserina não quis mais pensar no assunto, não poderia fazer mais nada agora. Iria aproveitar a nova amizade que estava surgindo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt; Por Arwen e Selina&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-805660044208237881?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/805660044208237881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/805660044208237881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2007/05/dois-rapages-e-uma-pequena-dama-final.html' title='Dois rapagões e uma pequena dama - final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-3317834928429707976</id><published>2007-04-22T20:56:00.000-03:00</published><updated>2007-07-23T20:57:23.644-03:00</updated><title type='text'>Dois rapagões e uma pequena dama - parte 2</title><content type='html'>&lt;i&gt;*** Continuando o flashback do post orelhudo anterior ***&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Pela estrada afora eu vou bem contente&lt;br /&gt;Levar esses doces para Irritadinha&lt;br /&gt;Ela está lá longe e o caminho é deserto&lt;br /&gt;E o Sebosão passou aqui por perto."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sério? Snape esteve por aqui? E ele nos viu? - Josh perguntou intrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, maneira de dizer, Belmont! - a marota retrucou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Snape? O que tem o Snape? - Chris olhava de um para o outro sem entender direito o que estava acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen respirou fundo e respondeu sorrindo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Santa inocência, você não percebeu ainda que o Snape é o sujeito mais engordurado de toda a Inglaterra? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Storm coçou a cabeça.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- Talvez seja esse o problema, eu cheguei em território inglês faz pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto cantarolava, nossa orelhuda de plantão caminhava aos pulinhos pelos corredores abandonados da escola de volta para a torre de astronomia, o novo "cerimonial" de Hogwarts, em companhia dos dois mancebos solícitos e prestativos que a seguiam abarrotados de cestas e sacolas. Após alguns poucos minutos de caminhada, o trio parou defronte a entrada da torre, finalmente dando as caras com a comida prometida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ótimo, já não era sem tempo, dona Orelha. - Alexis os recebeu na porta, se apropriando de algumas sacolas e, em seguida, observando o rapaz da Lufa-Lufa que germinou no solo da torre de astronomia - E esse moço aqui? É de comer também? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se puder entrar, sou de sabor texugo. - Chris sorriu para Alexis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zoreia riu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nah, esse é Chris Storm, estava perdido nas proximidades da cozinha e resolvi trazê-lo para a festa. Storm, essa é Alexis Dumbledore, minha amiga e irmã adotiva. Ei, aquela é a Dani? Lobinhaaaaaaaa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grifinória de orelhas pontudas se atirou nos braços da amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Finalmente você conseguiu escapar das garras do morsa! Storm, essa é a Dani Lupin. Dani, esse é Chris Storm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lufano anotou mentalmente o nome da outra amiga da Arwen, se continuasse assim não iria lembrar mais nenhum quando saisse da festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Muito prazer conhecê-lo. Bom, marotinha, que tal colocar as coisas naquela mesinha ali e... Ei, você poderia arrumar a mesa com os petiscos? Estou ocupada com a ambientação da reunião... Divirtam-se meninos. - E a Irritadinha virou-se para circular entre os convidados (ou não).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resignada, a marota de grandes e pontudas orelhas voltou-se para a mesa indicada pela amiga, cantarolando de novo, mas dessa vez uma nova canção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lerê lerê lerê lerê lerê...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chris observou silenciosamente a menina pegando algumas cestas para dispor seu conteúdo na mesa. Uma idéia atravessou rapidamente a sua cabeça e antes que pudesse pensar no que fazia, estava dividindo as cestas com a garota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deixe-me ajudá-la com isso... Além de carregar, o que mais posso fazer? - ele se ofereceu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dê-me aqui um pouco disso também. - Belmont tomou o que restava da carga que a menina carregava para si, dirigindo-se à mesa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, e eu? Só arrumo a mesa? - Arwen perguntou olhando de um para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como uma boa dama. - O lufano sorriu para a grifinória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pouquissimos minutos os dois rapazes arrumaram tudo para Arwen, que somente ficou vendo aquela cena única. Parecia que os dois queriam terminar um antes do outro. Antes que pudesse falar qualquer coisa, a grifinória sentiu seu braço sendo puxado e virou para ver quem era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que você vai precisar de uma ajuda. - Selina falou sorrindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mais uma? Eles já terminaram, não precisa se incomodar. Obrigada de qualquer forma - Arwen olhou confusa para a garota de cabelos azuis e sorriu sem graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vem comigo elfa inocente... - A sonserina sorriu marotamente para Arwen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que foi? Que houve? Selina... - A garota falava confusa enquanto era puxada para um lado mais afastado do pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao pararem na janela Selina virou para ver como estavam os dois rapazes que antes estavam auxiliando a grifinória de orelhas pontudas, os dois se olhavam discreta e seriamente. Arwen virou para onde a sonserina olhava e ficou tentando entender o que ela estava vendo, mas tudo o que via era Joss e Chris olhando rapidamente um para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você realmente não está vendo? Até para os seres "normais" está ficando óbvio. - A sonserina estava quase rindo da situação. - Desde o nosso pequenino choque eu tenho conseguido controlar melhor o que vejo, ainda não te agradeci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De nada, mas o que isso tem a ver comigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen, está bem claro que os dois estão disputando sua atenção. Está certo que eu consigo ver o que eles estão sentindo e está bem engraçado vê-los quase brigando um com o outro e sendo educados ao mesmo tempo, mas você estava me parecendo meio tonta naquele meio e quis te avisar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grifinória de olhos castanhos cor-de-mel fitou intrigada, a sonserina diante de si. Até fazia algum sentido o que ela estava dizendo, mas ao mesmo tempo aquilo lhe parecia tão surreal que nem de longe era fácil acreditar que fosse verdade. Lançou um olhar de esguelha para os dois rapazes, que continuavam seus "preparativos" e, virando-se novamente para Selina, disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Obrigada, Selina. Quanto ao tonta, faz parte do meu jeitinho pamonha de ser. Talvez eu consiga processar essa informação confusa e atravessada algum dia - Arwen meneou a cabeça - Bom, vou voltar para o preparo da mesa, eu até te convidaria pra me ajudar, se... Bem, e, você já viu até mais do que eu... – e finalizou dando os ombros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selina sorriu para a garota diante de si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se quiser conversar depois, quando estiver tudo mais claro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;************ fim do flashback ************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por Zoreia, Selina, Josh e Chris.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-3317834928429707976?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/3317834928429707976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/3317834928429707976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2007/04/dois-rapages-e-uma-pequena-dama-parte-2.html' title='Dois rapagões e uma pequena dama - parte 2'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-1189182620731971406</id><published>2007-04-12T20:55:00.000-03:00</published><updated>2007-07-23T20:56:13.750-03:00</updated><title type='text'>Dois rapagões e uma pequena dama - parte 1</title><content type='html'>Uma grifinória de cabelos longos e negros estava sentada à beira do lago numa tarde extraordinariamente fria. Enquanto Arwen Potter riscava a grama com um galho seco que encontrara nos arredores de onde estava, a garota aproveitava para tentar colocar os pensamentos em ordem. Dava graças a Merlin por ter um horário sem a companhia das suas amigas. Não que elas a incomodassem, mas naquele momento, a zoreiuda-mor de plantão precisava ficar sozinha para pensar. Estava num daqueles momentos "eu comigo mesma" que aproveitava para pensar na vida e tomar decisões, ora importantes, ora nem tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto em pauta na sua cabecinha ainda era a festa na torre de astronomia, a reunião clandestina para os barrados no baile do clube do Slug. É verdade que já se passara algum tempo desde o ocorrido, mas desde então tudo pareceu ficar ainda mais confuso do que já estava. Como se não bastassem todos os problemas e mistérios envolvendo sua família, suas origens, ela ainda tinha que arrumar mais sarnas para se coçar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ocasião do passeio a Hogsmeade, após a desagradável experiência de encher a cara de firewisky, Arwen acreditou estar ligeiramente interessada no amigo corvinal. Naquela circunstância isso não ficara claro para a garota, mas depois de alguns dias, pode enxergar isso de forma mais fácil. No entanto, quando tudo parece estar de um jeito, a mão do invisível pega o mundo e o vira de cabeça para baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;********* Flashback *********** &lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um rapaz da lufa-lufa voltava para o salão comunal da sua casa imaginando como estaria a festa que muito falaram que aconteceria. Não esperava ser convidado, não era só novo lá, mas seus pais e familiares não era famosos nem importantes. Não do modo que o professor de poções achava, para ele seu pais eram únicos.  Chris Storm saiu dos seus pensamentos ao ouvir uma voz conhecida à sua frente, mais exatamente perto da cozinha.  Sorrindo, ele foi ver se teria uma boa companhia para uma boa conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lufano ficou satisfeito ao reconhecer quem vira primeiro - a grifinória de orelhas pontudas que ele conhecera numa ocasião um pouco estabanada - a menina estava num dos corredores semanas atrás, esparramada no chão e o rapaz, distraído, tropeçou na moça, provocando um pequeno ataque de ira na grifinória. Depois disso, tornaram-se colegas amigáveis e ele realmente gostava da companhia engraçada da menina. Como havia chegado a pouco tempo na escola e, ainda por cima, contra a vontade dos pais, Chris não tinha ainda muitos amigos e se sentia sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen Potter estava na festa improvisada por Alexis na torre de astronomia no dia da reunião do Slug Club e em algum momento, notaram que não havia a segunda coisa mais importante numa festa: comida. Ato pensado, isso a Zoreia tinha certeza absoluta, Irritadinha a colocou pra fora da torre para procurar comida. De companhia e ajudante, convocou Josh Belmont para escoltar a marota-maria e ajudá-la a carregar as cestas enquanto Alexis recebia os convidados. Assim, os dois amigos caminharam em silêncio até o quadro da fruteira, no subsolo do castelo, na esperança de surrupiarem algumas guloseimas na cozinha. Foi durante a chegada da dupla na entrada do alvo que Arwen se sobressaltou de leve com a aparição repentina do garoto da Lufa-Lufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se tem algo que já aprendi na minha pequena estada em Hogwarts é que todos sabem o caminho da cozinha. - O lufano brincou, chamando a atenção do outro rapaz que acompanhava a zoreia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grifinória sorriu espontaneamente para o recém-chegado e Belmont o cumprimentou com um menear de cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você quase me mata do coração, Storm. E não sei se todos sabem o caminho da cozinha, mas a marotada com certeza conhece desde os primeiros dias por aqui... - a garota respondeu – Tudo bem com o senhor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem. Somente indo para meu salão e flagrando alguns ladrões de lanches... - O lufano sorriu em resposta ao comentário da grifinória e depois virou para Belmont, respondendo o cumprimentando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ver os dois sozinhos na sua frente Storm achou que estava atrapalhando algo. Na última vez tinha mais um outro rapaz na mesa da biblioteca, mas pelo horário e os dois estarem sozinhos, achou que poderia estar empatando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu... Não queria atrapalhar vocês dois, desculpa. Vou para a Lufa. Até. - Ao falar isso, o lufano não soube dizer por quê, mas algo dentro dele pedia para ficar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grifinória corou com o comentário do lufano e o corvinal, vendo que o rapaz estava interpretando as coisas de uma maneira equivocada, tratou de tentar consertar aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você não está atrapalhando de forma alguma, Storm. Fui designado por uma senhorita mandona a escoltar a jovem aqui durante o assalto, e isso é tudo. - Josh explicou sem muita empolgação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É, inclusive... Bom, você não está na festa do Slug e isso é um tanto óbvio... O que vai fazer nas próximas duas ou três horas? - Arwen sondou educadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deixa eu pensar... Provavelmente irei ficar lendo algo na minha cama. Por quê? - Chris ficou curioso com o comentário dos dois e feliz com a resposta que ouvira de Belmont.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota sorriu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, faz parte da tradição marota não nos enveredarmos pelo lodaçal do puxa-saquismo e não partilhar de reuniões do gênero... Bem, embora a Lupin não tenha conseguido cumprir o propósito. De qualquer forma, estamos angariando convidados para uma reuniãozinha secreta na torre de astronomia para os excluídos por pura e espontânea vontade da festinha do Slug. Tá afim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rapaz abriu um sorriso de orelha a orelha sem perceber. O convite da menina veio em hora providencial, era exatamente o que ele estava precisando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claro, estou dentro! Isso é, se eu não for atrapalhar, é claro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já dissemos que não atrapalha - Arwen deu os ombros - Além do que, é mais um braço robusto do sexo masculino para me ajudar a carregar as cestas. Com aquele monte de sonserinos instalados lá em cima, acho que vamos precisar de muitas provisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ótimo, então. Por onde eu começo? - o lufano perguntou ansioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que tal entrando na cozinha com a gente? - a marota respondeu com uma piscadela de olho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*Continua*&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Escrito por todo mundo aí em cima&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-1189182620731971406?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/1189182620731971406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/1189182620731971406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2007/04/dois-rapages-e-uma-pequena-dama-parte-1.html' title='Dois rapagões e uma pequena dama - parte 1'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-144876892495674652</id><published>2007-01-27T20:52:00.000-02:00</published><updated>2007-07-23T20:54:32.126-03:00</updated><title type='text'>Barrados no baile - Final</title><content type='html'>Eis que um broche em formato de uma miniatura de pergaminho nas vestes de Alexis Dumbledore reluziu pela segunda vez. Arwen entendeu o código. A grifinória de olhos de gato tomou a peça em suas mãos e a observou atentamente, estreitando os olhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Perfeito! - Alexis falou - Purple vai abandonar a festa do Super-Lesma-Ativar! e vem pra cá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem tempo para comemorar a bagunça que estavam prestes a fazer a garota de orelhas peculiares teve. Em seguida, o seu próprio broche também reluziu discretamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bill também vem. - Arwen sorriu - E pelo que conheço do nosso amigo, com certeza ele trará a mocinha da Lufa-Lufa, a Julianne... - a garota parou de falar por alguns segundos, colocando o dedo no queixo e virando os olhos para cima, pensativa. Continuou em seguida - Você não acha que aí tem coisa? Esses dois, sei não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis bufou irritada (pra variar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Zoreinha, não é hora de pensarmos em romances, mas em diversão. Eu hein, que coisa! Parece que todo mundo nesse castelo só vê corações voejando para todos os lados! Precisamos de mais ciência e menos &lt;em&gt;l'amour&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semi-elfa não aguentou e riu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ciência? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claro! - Irritadinha anuiu. - Ciência sim, ou você não viu que estamos na torre de astronomia? Parece que não sei, eu hein. Você hoje está mais tonta que a encomenda ou é impressão minha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen sacudiu as mãos e botou meio palmo de língua pra fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nah, você hoje está mais resmungona do que nunca. Pena que a Lobinha não pode estar aqui com a gente... Bom, eu acho que a nossa amiga Avoada não iria pra festa do Slug com o broche de convocação marota, mas não custa tentar né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota pegou sua "jóia" na mão, tentando localizar a Lobinha mais uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cima de uma das camas do dormitório das quintanistas da Corvinal, um pequeno broche piscava insistentemente, preso numa veste negra. Suze Pettigrew desviou o olhar assustada para o objeto reluzindo sobre o leito de Dani Lupin. Não contendo a curiosidade, pegou para ver mais de perto. Afinal, a "prima" era cheia das marotices e todas elas, ou pelo menos a maioria, eram divertidas... Numa noite monótona como aquela, seria bem-vindo rir um pouco de mais uma excentricidade marota. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Pettigrew pode enxergar, no entanto, lhe pareceu longe de ser uma coisa engraçada, mas era interessantíssima. Praticamente uma miniatura do desaparecido mapa do maroto, de acordo com o que lhe fora descrito pela Dani, que por sua vez nunca havia visto o mapa, mas seu progenitor adotivo havia descrito como era. E o tal "mapa" em miniatura piscava num ponto interessante do castelo: a torre de astronomia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocou de volta o broche onde estava. Passou a mão no seu casaco, e saiu do dormitório decidida. Era para lá que iria. Quem sabe não encontraria um pouco de diversão? Era tudo o que ela precisava enquanto alguns gatos pingados se divertiam na festinha de puxa-sacos do Slug e outros, pra variar, estudavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por todo mundo aí em cima.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-144876892495674652?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/144876892495674652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/144876892495674652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2007/01/barrados-no-baile-final.html' title='Barrados no baile - Final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-4989116920789880343</id><published>2007-01-04T20:45:00.000-02:00</published><updated>2007-07-23T20:52:13.920-03:00</updated><title type='text'>Barrados no Baile - parte1</title><content type='html'>- Ok, todo mundo indo praquela festa do Slug e nós vamos fazer o quê, posso saber? - Arwen estava irritada após saber que sua fiel escudeira-quase-clone, a Lobinha, acabara de trair-lhes a confiança e estava se debandando para a reuniãozinha de puxas do professor de Poções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você sabe muito bem minha opinião a respeito desse tipo de festinha, num sabe dona Zoreia? - Alexis retrucou - Afinal, não faz o meu tipo simpático anti-morsas ficar frequentando esse tipo de reunião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sei que não, mas achei que fôssemos fazer uma baguncinha básica, nós três... E olhe só, onde a Lobinha foi parar... - Arwen continuava resmungando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irritadinha deu um pulo do malão onde estava sentada. Enrolou-se no seu cachecol vermelho e dourado, e já estava caminhando rumo à porta quando voltou-se para trás, encarando uma Potter com cara de quem não estava entendendo patavinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai ficar aí parada ou vem comigo? Temos uma festa particular para provideciar. - a marota Dumbs interrogou a Zoreia com ar de impaciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quietinha, a grifinória de orelhas pontudas desceu de sua cama confortável, vestiu sua capa e também se enrolou num cachecol. Seguiu obediente a amiga Irritada até a...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Torre de Astronomia? Vamos fazer uma festa aqui? Ficou maluca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Elementar, minha cara Tonta. - Alexis já retirara a varinha das vestes e agitava no ar, conjurando alguns assentos e uma pequena fogueira. - Ninguém vai querer saber disso aqui num frio desses, com uma baladinha básica acontecendo no castelo, vai? Ah, estou me esquecendo! Temos que convidar os convidados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen arregalou os olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Convidados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, mocinha. - Alexis retrucou. - Ou você acha que está todo mundo naquela joça de festa? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grifinória de olhos amarelados consultou o relógio de pulso. Em seguida, disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, acho que só vamos ter o Josh como companhia pra nossa festa. O Purple também está na maldita reunião do morsa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-4989116920789880343?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/4989116920789880343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/4989116920789880343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2007/01/barrados-no-baile-parte1.html' title='Barrados no Baile - parte1'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-2849059628967184163</id><published>2006-08-19T20:42:00.000-03:00</published><updated>2007-07-23T20:44:22.857-03:00</updated><title type='text'>Enquanto isso, na sala de Justiça, ops, na Ala Hospitalar...</title><content type='html'>Um fiasco completo. Pleno domingo pós-Hogsmeade e Arwen dava voltas no mundo, vendo o globo girar. O fim social, &lt;em&gt;"maldito uísque de fogo!", &lt;/em&gt;resmungava a menina enquanto era carregada pelo arrastão de amigos rumo à sua redenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo seguia rumo à Ala Hospitalar para levar a marotinha tontinha da silva na tentativa de curar sua pequenina ressaca. Alexis segurava a zoreinha por um braço enquanto Dani agarrava o outro, para evitar qualquer acidente desagradável com a querida elfinha. Ou para evitar que se levantasse alguma suspeita maliciosa por parte dos fofoqueiros howartinianos de plantão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Uma marota incomoda muita gente.&lt;br /&gt;Duas marotas incomodam muito mais..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na retaguarda da marotada seguiam Belmont, Purple e Bittes, escoltando as moçoilas. Na realidade, eles chamavam ainda mais a atenção para o bizarro grupo. Afinal, não é todo dia que três lindas damas são resguardadas por três lindos rapazes como verdadeiras celebridades. Mas a trupe estava pouco se importando com os olhares curiosos. Queriam mesmo é ajudar a pobre Tonta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegarem na ala hospitalar, Madame Pompom ficou deveras assustada com o estado da Zoreiuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas o que você andou tomando, menina? - perguntou a enfermeira com as sobrancelhas meio erguidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uiis... Ai! - Arwen tentou falar, mas foi impedida por um solavanco de Alexis. Somado a um puxão de Dani Lupin, a marota não teve outra alternativa senão ficar quieta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hã? - Pompom parecia estar entendendo lhufas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ela misturou cerveja amanteigada com delícias gasosas e suco de abóbora espumante ontem à tarde, em Hogsmeade... - falou Alexis rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então deite-se. Vou até o armário buscar alguma coisa para sua ressaca. Onde já se viu misturar tudo quando é tipo de guloseimas de Hogsmeade! Essas crianças... - E querida madame Pompom saiu resmungando em busca do antídoto para nossa heroína bebum de plantão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen se acomodou na cama, mas olhou confusa para as meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por que vocês não me deixaram dizer a verdade? E se ela me trouxer um remédio que não sirva para o meu estado caótico de semi-coma alcoólico? E se eu ficar pior do que eu já estou? E se eu entrar em estado de mal acidótico diabético? E se...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sua Tonta! Nós só temos 15 aninhos! - Falou Miss Dumbledore - Não temos permissão para beber whisky de fogo. Acho que nem Vô Dumbie tem permissão para tomar isso. Se ela fica sabendo e decide contar para algum professor, além da bronca, você e o Josh ganham uma super detenção estilo Snape-chiquita-bacana!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E é bem capaz de proibirem a ida de vocês a Hosmeade. Vocês deveriam ter pensado antes de entornarem todas as garrafas de whisky de fogo da Madame Puddifoot goela abaixo. - zangou Dani, com cara brava para os dois arteiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim mamães! - Arwen virou a cabeça emburrada para as duas e a enfiou travesseiro adentro. Um puff abafado e penas de ganso voejavam no recinto, tamanha a fúria da garota ao socar as fuças no travesseiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belmont, silencioso, parecia um tanto atordoado com aquela situação. Porém, não podia negar, era extremamente curioso e deveras engraçado ver as bochechas rosadas da marota das orelhas afundando num mar de penas brancas. Como também estava envolvido no processo penal, sentiu-se na obrigação de tentar dizer ou fazer algo que pudesse amenizar a coisa. Estava prestes a abrir a boca quando a enfermeira retornou, trazendo um bule fumegante, uma xícara e alguma coisa gosmenta cheirando a azedo dentro do recipiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aqui está, mocinha. Beba tudo e durma um pouco. - Madame Pomfrey entornava a coisa gosmenta na xícara, fazendo Arwen se sentir ainda mais nauseada - E quanto a vocês, se não estiverem padecendo do mesmo mal, podem dar meia volta e chispando daqui. Ela precisa de repouso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- UHG! Depois disso, vou precisar mesmo é de um bom sal de frutas! Que nojo! O que tem aí dentro? Bosta de morcego cozida com repolho? - Potter esverdeada, virava a cara contra a xícara, colocando a mão livre na boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso é poção anti-ressaca juvenil. Beba tudo e fique quieta, ou serei obrigada a chamar a professora responsável pela sua casa, mocinha! - A enfermeira estava ligeiramente ruborizada e parecia um tanto brava. Diante disso, ninguém discutiu. Arwen bebeu a poção num só gole e imediatamente se enfurnou debaixo das cobertas - até mesmo para evitar mais um olhar curioso da turma. A galera, percebendo que a marota não estava para conversa, deixou a enfermaria aos sussurros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão logo se viu só, Arwen virou para o lado da cama e vomitou. Sentindo-se mais aliviada, se acomodou no colchão macio e pôs-se a pensar nos últimos acontecimentos. Uma suspeita de assassinato do pai... Uma boneca que fala... Um porre com Belmont...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe de se sentir mal com tudo isso, ao contrário - uma onda de curiosidade e uma necessidade imensa de bancar mais uma vez a investigadora de araque, a surtada anti-Chang e a companheira de bebedeira do Belmont a fez sorrir displicentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Merlim bem que podia me gracejar com mais fins de semana como esse..."&lt;/em&gt; - pensava a menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Escrito por Dani Lupin e Arwen Potter &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-2849059628967184163?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/2849059628967184163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/2849059628967184163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/08/enquanto-isso-na-sala-de-justia-ops-na.html' title='Enquanto isso, na sala de Justiça, ops, na Ala Hospitalar...'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-115143797064080342</id><published>2006-06-27T16:52:00.000-03:00</published><updated>2006-06-27T16:52:50.676-03:00</updated><title type='text'>Um dia daqueles...</title><content type='html'>O dia raiou ainda frio e escuro. Arwen se mexia um tanto nauseada debaixo das cobertas. Havia chegado relativamente tarde no dormitório das quintanistas da Grifinória e Alexis já estava dormindo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentiu então um peso repentino em cima dela, duas mãos pálidas revirando a cabeleira negra e puxando as cobertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- BOM DIA ZOREIAAAAAAAA! Vamos acordar? Ou você vai querer perder o café da manhã também? Afinal, ontem já perdeu o jantar... Uma pena Dani não estar aqui pra fazer montinho em você... - Alexis olhava para os lados como que procurando mais alguém para pentelhar Potter, mas o dormitório já estava vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen se sentou na cama e sua cabeça girava em ágeis rodopios. E sentia seu sangue latejar nas têmporas. Observando a cara de náusea da amiga, Dumbledore se preocupou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá se sentindo bem, Zoreinha? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que tô de ressaca... Que coisa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou a rever mentalmente o que acontecera desde o dia anterior. E a palidez fria do seu rosto delicado foi substituída gradativamente pelo rubor quando chegou ao ponto Chang no Madame Puddifoot e o que fizera. Só podia estar mesmo fora de si para fazer aquilo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis a observava curiosa, ainda com um risinho deveras sarcástico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai me contar onde esteve ou é proibido para menores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen bufou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Proibido para menores? Hunf! - resmungava a pequena grifinória - Vocês me deixam lá plantada no Madame Puddifoot, não voltam, quando eu resolvo tentar encontrar vocês estou tão tonta que não consigo dar dois passos e tenho que voltar pro castelo antes de todo mundo... E você me solta essa? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Elementar, minha cara Tonta. Voltamos depois para onde deixamos os pombinhos, mas infelizmente, eles já haviam voado. Cheguei aqui e você não estava. Fui para o Salão e também não a encontrei no jantar. Só estou enxergando sua ilustre figura diante de mim agora, às nove da manhã. O que você quer que eu pense? Que você esteve aqui o tempo todo do meu lado coberta com a capa da invisibilidade do Legume? Desembucha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aff, vocês me pagam! - chiou de novo a marota das orelhas pontudas - Tudo o que aconteceu foi que eu não sabia onde enfiar a minha cara, tomei uns uísques de fogo já que tudo bebível naquele lugar era estranho, conversei um bocado com o Belmont o que eu deveria estar conversando com VOCÊS, amigas desnaturadas que me abandonaram lá e depois... - Arwen fez uma pausa, avermelhando o rosto de novo - E depois a Chang chegou com aquele filhote de Cruz-Credo que anda com ela. O ar ficou irrespirável e saímos de lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, saíram de lá e foram direto para uma lareira quentinha, continuar as trocas de confidências... Tão fofo esse meu amigo, não é?  - Alexis zombava da amiga mais uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não senhora, íamos atrás da turma da Vassoura Mágica, que abandonou a gente lá no meio daqueles drinks pornográficos. Só não conseguimos porque eu realmente já estava com as pernas fora do meu controle. Então voltamos para o castelo e assaltamos a cozinha, já que eu não havia comido nada, esperando vocês aparecerem... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E? E o quê? Que ê coisa nenhuma! E eu vim embora quando estava melhor, você já estava dormindo e isso é tudo. Que coisa! Espero que Dani tenha tido juízo e tenha deixado você sozinha com o Purple no 3 Vassouras e partido para o Cabeça de Javali com o resto da galera!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a vez de Alexis perder o rebolado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso não aconteceu, não tem graça nenhuma e não sei do que a senhorita está falando! - corava a tez muito alva enquanto falava - Vamos mudar de assunto... Melhor, chega de falatório e vamos descer para o café. Você ainda tem que nos contar a conversinha básica com o Poderoso Lupão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen assentiu com a cabeça, sentindo uma nostalgia estranha tomar conta de si. Lançou um olhar melancólico para a boneca em cima do malão. Mais um dos seus tesouros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ok, lá embaixo conto pras duas. Mas já posso adiantar que não foi nada demais. Exageros da minha parte mais uma vez, alimentados pelas mentes adubadas com bosta de morcego das minhas amigas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caíram na gargalhada. Agasalharam-se e rumaram para o grande salão para o desjejum. A cabeça de Arwen ainda parecia querer explodir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Putisgrila, como dói a minha cabeça! - reclamou a garota - Acho que vou até madame Pompom depois do café...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caminhada da torre até a mesa da Grifinória pareceu à semi-elfa a verdadeira jornada em busca do fim do Um Anel(*). As escadas estariam realmente se movendo ou ela é quem estava enxergando demais? Ou as duas coisas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesa, enquanto Alexis se servia de muffins e panquecas com mel, Zoreia Potter sentiu uma onda de náusea e a dor de cabeça pareceu aumentar. Deitou a cabeça sobre os braços dobrados apoiados na toalha vermelha até seu estômago parar de revirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado do salão, um corvinal já refeito tomava seu café da manhã. Mais resistente que a amiga, parecia que nada havia bebido no dia anterior além de água e suco de abóbora. Enquanto mastigava, estava com o pensamento fixo na mesa vermelha e dourada. Arwen não parecia o tipo de menina que estava acostumada a beber vários uísques de fogo. Estaria ela de ressaca?  Divertiram-se bastante no dia anterior, mas àquela altura do metabolismo alcoólico, talvez a menina nem conseguisse sair da cama. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançou um olhar de relance para a mesa dos leões. Viu Alexis gesticulando e ao seu lado, Potter meio pálida. Estava curioso para saber o que havia acontecido com a semi-elfa. Porém sua boa educação o impediria de ser tão intrometido. Ou não? Começou a articular mil e uma desculpas esfarrapadas para ir até lá checar como estavam as coisas. Óbvio que seu motivo para visitar a mesa tumultuada da Grifinória naquela manhã de domingo seria falar alguma coisa com Alexis... Ouvira o zum-zum do povo comentando o acontecimento trágico com Katie Bell, uma grifinóira do sétimo ano. Seria uma boa ir lá verificar se ela sabia de alguma coisa. E, de quebra, aproveitava para checar a ressaca da companheira de manguaça do dia anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meio sem jeito, mas sem perder o porte, Belmont cumprimentou as meninas... Ou melhor, a menina. A grifinória de orelhas pontudas não conseguiu levantar a cabeça de cima dos braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Josh! Quanto tempo!!! O que faz por aqui??? - Alexis falou alto e entusiasmadamente, cumprimentando o amigo e olhando de esguelha para a marota das zoreias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi meninas. - e olhava curioso para Arwen - Soube do acontecido com a garota da casa de vocês ontem no povoado... Está tudo bem com ela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis mal continha o riso. "Que desculpa esfarrapada!", pensou, mas resolveu não falar nada. Conhecia bem o amigo e sabia que poderia atrapalhar ao invés de ajudar.&lt;br /&gt;Arwen, branca como cera, procurava focar os olhos em algum ponto fixo no jovem corvinal, mas parecia que ele também queria rodopiar diante dela. Ouviu alguma coisa sobre alguém da casa dela... Garota? Acontecido? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hein? O que aconteceu com quem? - interrogava a elfinha enquanto tirava a cabeleira negra de cima dos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Josh riu por dentro. Ela estava de ressaca. Alexis deu um tapa nas costas da amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos situar a mocinha perdida aqui. Acorda Alice! Katie Bell, não soube? Foi pra St. Mungus graças a um objeto sinistro que a atacou ontem enquanto voltava de Hogsmeade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Potter meneou a cabeça, segurando-a firmemente entre as palmas das mãos, para não cair de cima do pescoço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom diaaaaa! Nossa, reuniãozinha logo cedo! E aí, Zoreia, como foi seu passeio ontem? E que cara de fome é essa? - Dani Lupin chegara na mesa acompanhada do escudeiro Bittes - e do Purple, que sorriu gentilmente para as meninas, fazendo Alexis corar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nada não, fome nenhuma... Só fica parada num lugar pra eu poder te enxergar... Alguém pode mandar parar de rodar o castelo? Essa brincadeira já perdeu a graça faz tempo... - Arwen reclamava da onda de náusea e vertigem que se apoderava dela novamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hmmm... Mau sinal... Sinto cheiro de ressaca. Que tal levarmos nossa rainha da manguaça até Madame Pompom para curar essa... Bom, vocês estão vendo... - e deu uma piscadela de olho para Alexis - Acompanha a gente, Josh?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem opção e sem ter como recusar, acompanhou a trupe até a ala hospitalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(*) Referência à saga de J.R.R. Tolkien, em O Senhor dos Anéis.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-115143797064080342?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/115143797064080342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/115143797064080342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/06/um-dia-daqueles.html' title='Um dia daqueles...'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-114645470033572645</id><published>2006-05-01T00:38:00.000-03:00</published><updated>2006-05-01T11:43:48.390-03:00</updated><title type='text'>Muito barulho por nada - final</title><content type='html'>A grifinória de orelhas pontudas corou. Respirou fundo e chamou a garçonete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mais um uísque de fogo, por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moça que os servia olhou seriamente assustada para o rapaz, como que lhe cobrando alguma atitude que freasse a garota ou ela cairia ali dura, em coma alcoólico. Com um olhar de quem está reprovando o ato, ele disse sério para a garçonete:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resignada, a moça se retirou. Enquanto as bebidas não vinham, a menina de cabelos negros agora teimando em cair sobre os olhos respirou fundo e recomeçou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, reiniciemos então. - disse pausadamente - A história começa há muito tempo, quando eu ainda achava que era proveniente de uma família pacata e feliz. Minha mãe estudou em Hogwarts, conheceu meu pai, casaram-se e foram felizes até o dia em que ele morreu, quando eu ainda tinha míseros 10 aninhos de idade. Sempre achei tudo normal, uma vida normal, família normal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bebidas chegaram. Esses e ainda muitos outros copos de uísque de fogo vieram. Tantos quantos Arwen jamais vira na vida. Se bem que depois do segundo ela já estava vendo tudo dobrado, logo não saberia dizer ao certo quantos copos viu ao todo naquela tarde. Mesmo assim, resumida e pausadamente, contou ao corvinal que lhe emprestava a orelha amiga todo o drama familiar que se descortinara desde a morte de sua mãe, passando pelas férias em Lothlórien e finalmente, nas suspeitas e na conversa com o ex-professor Remus Lupin. Em contra-partida, Belmont, também mais à vontade, retribuiu a confiança da garota respondendo às perguntas dela sempre que possível sobre sua vida e peculiaridades em geral... E, quando o papo estava bem cabeça, eis que a porta da casa de chá se abriu mais uma vez, irrompendo por ela não só um vento gelado maldito, como também muito mal acompanhado: Marieta e Chang.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal empestiaram o recinto com suas presenças e já avistaram Arwen na mesa acompanhada do mais novo bom partido da escola. Se aproximaram como se fossem amigas há de eterno da pequena grifinória. A marota simplesmente as olhou, em especial a Chang. Cumprimentou-as cinicamente, levantando-se em seguida. Joseph olhava para a Potter sem entender direito o que estava acontecendo. Entendeu menos ainda quando ela o segurou pelo punho e o puxou suavemente, para que ele se levantasse. E ficou boquiaberto, sem saber o que pensar ou o que fazer quando ela simplesmente o enlaçou pelo braço, dizendo às meninas que já estavam de saída, ficou na ponta dos pés e lhe deu um beijo no rosto, dizendo &lt;i&gt;"Vamos agora né, querido?"&lt;/i&gt;. Deram as costas para a dupla de intrusas e logo estavam na gélida e dura realidade: um frio da peste, um vento de lascar e uma tontura incrível tomando conta da cabecinha da menina, que só parou de pé porque o amigo a segurara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem? - disse Belmont ainda sem saber o que fazer e sem entender patavinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que sim, só preciso que o mundo pare pra eu descer... Acho que comi de menos e bebi demais. Não se preocupe, vamos procurar o pessoal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen tentou seguir em direção ao 3 Vassouras, mas acabou dando um rodopio discreto. Mais uma vez foi amparada por Joseph, que decidiu sem pensar muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, está muito frio, já está tarde, você não está bem e é melhor voltarmos pro castelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passivamente ela se deixou conduzir. Outros alunos também voltavam mais cedo para o aconchego das lareiras quentes de suas salas comunais. Ainda não tinha se dado conta da insanidade do que fizera e do quanto o rapaz estava... pasmo. Caminharam em silêncio até a entrada do Salão Principal. A marota das zoreias se despedia de Joseph, quando ele interviu. Estava realmente intrigado com o comportamento anômalo da menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você não comeu nada, está tonta... quer que eu a acompanhe até a entrada da Grifinória?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hmmm... realmente, não comi nada. - e sentiu uma massa de ar que ela costumava chamar de Gollum se remexendo no seu abdome - Quanto ao tonta, já nasci assim, não é à toa que minhas amadas irmãs de marotice fazem questão que esse seja meu nome de guerra... Acho que vou até a cozinha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos então. - incluiu-se o corvinal na aventura pelo subsolo de Hogwarts.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegaram ao quadro da fruteira e Arwen fez cócegas na pêra. A porta da cozinha se abriu e o calor brando que vinha do ambiente era-lhe extremamente agradável e aconchegante. Foram recebidos com alegria e muitas guloseimas pelos elfos domésticos. Miss Potter se sentou no chão, como costumava fazer quando invadia a fonte da farta mesa da escola. Josh se acomodou do lado da garota, também no chão. Enquanto comia, mais desperta e menos zonza, a menina sinceramente agradeceu a companhia durante a tarde, o empréstimo das orelhas para o desabafo e se justificou, muito constrangida, pelos últimos acontecimentos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não gosto dela, é oportunista e fútil. E a tal da Marieta só tem olhos para o próprio umbigo, aquela traíra. Me perdoe, em condições normais de teor alcoólico eu não teria feito isso... - e mais uma vez, corava até a última pontinha de orelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversaram ainda mais algum tempo, agora sobre futilidades, brincavam com os elfos domésticos e comiam. Depois de fartos, Josh acompanhou sua mais nova amiga até o sétimo andar, entregando-a sã, salva e ainda bêbada ao quadro da Mulher Gorda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mais uma vez, obrigada por tudo. - agradeceu de novo a garota de olhos cor-de-mel e cabelos negros caindo sobre o rosto enrubrescido pelo frio, pelos uísques de fogo e um pouco pela companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Foi divertido. Boa noite senhorita Potter ... se precisar de qualquer coisa, sabe onde me encontrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim partiu o corvinal, tateando a parede. Por sorte não encontrou nenhuma platéia para apreciar seus leves tropeções em objetos invisíveis, durante sua jornada ao seus aposentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Escrito por Joseph Belmont e Arwen Potter&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-114645470033572645?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114645470033572645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114645470033572645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/05/muito-barulho-por-nada-final.html' title='Muito barulho por nada - final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-114622689260879328</id><published>2006-04-28T09:21:00.000-03:00</published><updated>2006-04-28T23:11:19.636-03:00</updated><title type='text'>Muito barulho por nada - parte 1</title><content type='html'>Joseph Belmont estava ligeiramente... constrangido. Arwen por sua vez, não percebeu de imediato o que havia acontecido. Estava muito perdida em suas conjecturas para notar qualquer outra coisa externa ao seu mundinho. Até que olhou para os lados. Os grupos maiores de alunos já haviam ido embora e apenas algumas "duplas" permaneciam ali. Enquanto isso, Josh observava o grande movimento do local onde estavam, com meia dúzia de casaizinhos se agarrando, &lt;em&gt;"talvez por causa do frio"&lt;/em&gt; - pensou o rapaz. E a grifinória pousou os olhos no corvinal de cabelos cinzentos parado diante de si. Completamente sem jeito, desconcertado. As orelhas avermelharam, e avaliar o ambiente local não foi uma das melhores coisas que ela poderia ter feito. O rapaz tentou começar uma conversa para melhorar o clima um tanto adverso que parecia pairar ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você não me parece muito bem... Aborrecida com alguma coisa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela arregalou os olhos. Num ato súbito, mexeu as mãos rapidamente procurando algo para segurar enquanto suas bochechas queimavam. Pegou um dos cardápios ainda na mesa e enfiou a cabeça nele. Josh, de onde estava, só podia enxergar uma pasta de couro aberta entre as mãos da garota, um cocoruto negro emergindo por cima dela e duas pontas de orelha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não é nada demais... - resmungou baixinho e tão rápido que mal se fez entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silêncio de novo. Ela arregalava cada vez mais os olhos na medida em que lia o cardápio do local. Cada drink com um nome mais... estranho que o outro! &lt;em&gt;"Love is in the air, Blue passion, Love story, Sex on the beach... SEX ON THE BEACH??? Merlim, onde vamos parar???"&lt;/em&gt; - ela lia mentalmente as bebidas disponíveis na casa e corava cada vez mais. Após alguns instantes, ouviu a voz do corvinal fazendo seu pedido à garçonete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Um uísque de fogo, por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- DOIS! - a marota se pronunciou rapidamente, ainda sem tirar a cara do menu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belmont estranhou, olhando Arwen de canto de olho, um tanto asssustado. Não sabia que menininhas comportadinhas bebiam uísque de fogo. Se bem que uma garota que recebe o apelido de Marota não deve ser lá tão comportada... Deve ter seus méritos... Mesmo assim, ela não tinha cara de quem era acostumada com uísque de fogo ou coisas do gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hmm... deve ter alguma coisa mais leve... - disse o garoto pegando um dos cardápios. Porém, ao ver o que havia neles, acabou desistindo da sugestão - Não, deixa pra lá. - completou um pouco encabulado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É, é melhor assim... Melhor mesmo... É sim, vou beber isso mesmo, enquanto o povo não volta. - respondeu enquanto recolhia rapidamente todos os cardápios da mesa e entregava de volta para a garçonete - Eles vão voltar né? - pausou olhando para a porta - Bebi muito chocolate quente, preciso de algo mais... sustante. - e arrematou com um sorrisinho cínico e forçado, enquanto cruzava os braços e apoiava-os na mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belmont olhava a menina. Ela agia de maneira tão estranha e tão incoerente com o pouco que ele já havia conhecido da personalidade dela que não pôde deixar de pensar no óbvio: havia algo errado acontecendo. Olhou curioso, quase intrigado para Arwen, o que a fez enrubrescer de novo. Logo a garçonete voltou trazendo as bebidas (&lt;i&gt;"Graças a Deus!!!"&lt;/i&gt;, pensou a marota encurralada). Joseph insistiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você está estranha... Tem certeza de que está tudo bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semi-elfa respirou fundo sem olhar para o rapaz e virou o copo de uma vez. Josh agora arregalou os olhos realmente assustado, quase descrente para a grifinória. Ela entretanto, sentia-se mais calma depois de um primeiro golinho no seu uísque. Um pouco (mais) tonta, talvez. Olhou para o rapaz sentado à sua frente. Decidiu por fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você tem razão... De fato... Não, não estou muito bem, mas são problemas muito... pessoais, se é que me entende, não acho que seriam interessantes para outras pessoas. Não vou te chatear com isso. E nem são problemas de verdade, é mais minha curiosidade que me faz... Ah, deixa pra lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se eu puder ajudar... Sou todo ouvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen pediu outro wisky de fogo. Olhava o copo vazio à sua frente e pensava se incomodaria o colega com suas bobagens ou não. Decidiu que precisava conversar com alguém. Na realidade, sentia uma vontade incrível de falar, e falar e falar até não agüentar mais, e já que o moçoilo se colocava tão à disposição... E disparou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então eu nasci em Londres numa tarde de primavera quase verão e minha mãe era medibruxa e meu pai era auror daí eu cresci e ele morreu quando eu tinha 10 anos e todo mundo achava que era acidente de trabalho já que ele trabalhava com vampiros mas daí minha mãe me criou eu vim pra Hogwarts e então Voldemort matou minha mãe e o Legume sumiu quando eu descobri que era herdeira de um reino escondido de gente orelhuda e hoje o tio Lupin me contou que meu pai era legal e minha mãe já foi peguete dele e então eu ganhei uma boneca que fala e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menina falava tão rápido que mal se entendia as palavras que pronunciava, quem dirá o que ela queria dizer. Joseph não se agüentou e desatou a rir. Ao ouvir as gargalhadas do corvinal, Arwen parou repentinamente seu falatório e olhou brava pra ele, com as mãos na cintura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá achando graça de que? Minha história é uma tragédia, você não percebeu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim, &lt;em&gt;"não"&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não percebi, oras. Pra falar a verdade nem entendi uma única palavra do que você disse. De repente, se você me contasse com mais calma eu poderia até me sensibilizar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* cara da Zoreia nesse momento: ¬¬*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Continua, lálálálá...&lt;br /&gt;Pelas risadas de Arwen Potter e Joseph Belmont&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-114622689260879328?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114622689260879328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114622689260879328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/04/muito-barulho-por-nada-parte-1.html' title='Muito barulho por nada - parte 1'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-114584240535080827</id><published>2006-04-23T22:33:00.000-03:00</published><updated>2006-04-23T22:33:25.366-03:00</updated><title type='text'>Uma cilada para Arwen Potter</title><content type='html'>Mal o professor Lupin se retirou do Madame Puddifoot se escondendo debaixo de uma grossa capa e a trupe recém-chegada já se acomodava onde a grifinória das zoreias estava. Foi necessário juntar algumas mesas para comportar o grupo. Enquanto as pessoas se agitavam puxando mesas e cadeiras, Arwen observou um elemento não anteriormente visualizado no bando. Era uma garota pequena, quase do tamanho de um malão tamanho único de Hogwarts, de longos cabelos castanhos e uma franja rebelde caindo na testa e imaginou logo quem seria. Quando todos estavam a postos, Bill tomou a dianteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Zoreia, esta é Julianne Saint-Clair, minha amiga da Lufa-Lufa.  Julianne, esta é Arwen das Zoreias Potter, marota por usocapião e quintanista da Grifinória. O resto eu já te apresentei lá fora, Ju.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen sorriu para a menina, estendendo a mão para um cumprimento. Dani Lupin tiritava ao lado de Tomas Bittes e batia os dentes enquanto agradecia a Merlin por estar novamente debaixo de um teto. Alexis tinha um sorriso estranho, sarcástico no rosto - mais sarcástico do que o habitual, por assim dizer. Deu um cutucão na amiga orelhuda que estava sentada ao seu lado, murmurando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então, vai contar o que rolou ou não vai?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agora não... - respondeu Arwen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pediram cardápios. O povo estava congelando e precisava de bebidas quentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos pareceram se remexer ao pegar os menus. A neve batia fortemente nas janelas do lugar, fazendo um barulho que se misturava ao ruído do vento. Mesmo dentro do aquecido pub, ainda era difícil lembrar que possuíam dedos nos pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bill, que estava ao lado de August, sentiu um tapa na cabeça. Olhou para August, que estava com os dois braços esticados tentando pegar o cardápio sem dobrá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Opa... Desculpa Bill, meu cotovelo congelou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;August esbarrou em mais algumas pessoas, até que finalmente conseguiu pôr os braços à frente do corpo, e levantar o cardápio com o auxílio de uma colher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não vai beber nada, Orelhudinha? - interrogou a Lupin, ao ver que sua amiga não escolhera nada no menu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agora não, estou com chocolate quente até as pontas das orelhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani olhou para Alexis. Alexis olhou pra Dani, que olhou para Purple. Que por sua vez, olhou pro restante do povo. Enquanto Arwen fuçava na boneca que ganhara, todos trocavam olhares engraçados enquanto liam o conteúdo do cardápio. August segurou algumas risadinhas abafadas e comentavou com Bill:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aew Bill... que tal experimentar um desses &lt;em&gt;"Calor de Cabo-a-Rabo"&lt;/em&gt;, para dar um jeito nesse frio? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho melhor aceitar a minha idéia de chupar cabelo congelado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olha o nome dos drinks, Dani! - falava Tom incrédulo olhando o cardápio - &lt;em&gt;Caldeirão da paixão&lt;/em&gt;. Mas diz aqui que só pode ser tomado por bruxos maiores de 17 anos. Vamos experimentar um dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tom, pelo nome do drink eu não quero nem imaginar quais são os efeitos colaterais. - Falava a corvinal assustada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lobinha mais uma vez encarou Alexis decidida, meneou a cabeça positivamente e se levantou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hmmm... Esse cardápio não me parece muito apropriado para um dia como hoje - dizia Lupin sorridente - Vamos procurar um lugar mais badalado? Acho que um pouco mais de calor humano vai nos fazer bem. Aqui tá meio... xoxo, e esse cardápio... - deu um puxão no noivo, levantando-o da cadeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis concordou e se levantou também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos cambada, de repente o 3 Vassouras está mais animado que aqui, e os drinks de lá pelo menos são mais conhecidos... Hmmm, cerveja amanteigada! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O restante do grupo concordou e também se levantou. A srta. Dumbledore, mais rápida que um hipogrifo com dor de barriga a procura de um lugar higiênico para afogar as mágoas, postou fortemente a mão no ombro de Joseph Belmont, impedindo-o de se levantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas eu não acho prudente irmos todos. Se não tiver lugar para todo mundo? Acho que a Zoreia deveria ficar aqui segurando as nossas mesas, não? - e riu soturnamente enquanto olhava para a amiga - E o Josh fica te fazendo companhia até decidirmos onde nos instalaremos. Assim que decidirmos, alguém vem buscá-los, OK?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dar tempo para as vítimas se manifestarem, saíram todos rapidamente da casa de chá, enfrentando novamente o vento frio a procura de mais badalação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Escrito por todo mundo aí em cima.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-114584240535080827?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114584240535080827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114584240535080827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/04/uma-cilada-para-arwen-potter.html' title='Uma cilada para Arwen Potter'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-114458723623796861</id><published>2006-04-09T09:52:00.000-03:00</published><updated>2006-04-09T09:53:57.256-03:00</updated><title type='text'>Marotas Kid - A Hora da Verdade - Final</title><content type='html'>Arwen corou com os últimos comentários do ex-professor de Defesa Contra a Arte das Trevas, Remus Lupin. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sei disso, professor... - respondeu baixinho a menina - Ela nunca teve esses orelhões, mas me alertou que um dia, eu poderia ter... Mas vamos direto ao assunto, por favor - a menina agora quase implorava - O que o senhor sabe? Por que tanto mistério? Ou sou eu que estou fazendo tempestade em copo de suco de abóbora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lupin encarou seriamente a garota um tanto aflita diante de si. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Comecemos então pelo lado mais fácil. O meu ponto de vista. Digamos que eu tenha chateado sua mãe com minhas limitações durante a escola. Por motivos próprios, preferi nunca tocar no assunto. A bem da verdade, preferi tentar esquecer tudo o que aconteceu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota agora olhava para o professor com cara de interrogação. Não estava entendendo bulhufas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ehrr... Desculpa, tio Lupin, mas... Tem como ser um pouco mais claro? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora foi a vez de Lupin corar um pouco. Mesmo assim, prosseguiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sua mãe era uma grande amiga. Digamos que por algum tempo, ela confundiu um pouco os sentimentos... E acabou me confundindo também. No fim das contas, eu nunca pude assumir nada com pessoa alguma e você, mocinha, sabe bem o porquê, e não contei à Liv os reais motivos que me levaram a afastar-me dela. Esse foi o grande erro. Ela ficou magoada, e com razão. Eu simplesmente me afastei. Ela saiu do time de quadribol, se afastou dos meus amigos e, graças a Merlin, seu pai entrou em Hogwarts para um intercâmbio algum tempo depois e acabou conquistando a visada Spellman. O resto você já sabe. Casaram e tiveram essa menina bonita que está aqui conversando comigo agora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen se sentia diferente. Era bom e ruim ouvir aquilo. Mas a balança do coraçãozinho da grifinória pendia mais para o lado bom de tudo e queria ouvir tudo que ele pudesse contar. Mesmo que fosse insignificante, mesmo que fosse irrelevante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Conte mais, professor. Como ela era?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, me espanto de que Liv nunca tenha contado nada sobre as artimanhas dela na escola pra você! - riu discretamente o ex-professor - Bom, vamos lá. Ela era impossível. Não tinha trava na língua, era altiva, exímia artilheira, boa amiga, companheira, divertida, estudiosíssima - nesse ponto, Lupin fez uma careta de reprovação para Arwen, como se ela fosse o oposto da mãe nesse ponto; o que não era de todo mentira - e esplendida e estonteantemente linda. Acho que não havia um só garoto na escola que pusesse os olhos nela e não levasse um susto, tamanha a beleza de sua mãe. Acho que isso faz parte da herança élfica de vocês... Ela e Lily Evans, mãe do seu... Legume, eram as garotas mais populares de Hogwarts. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen sorriu, satisfeita, e Lupin continuou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Era realmente linda e sabia disso. Gostava de ver os garotos babando por onde ela passava. Ela tinha habilidade para conquistar quem quisesse, pois não só era muito bonita como era consciente desse fato, o que fazia dela uma garota impressionantemente determinada. Acredito que a única bola fora de Liv tenha sido eu.&lt;br /&gt;Não podia contar a ela o que acontecia comigo. Acredito que ela só tenha tomado conhecimento da minha situação quando tudo veio à tona, aqui em Hogwats, há 3 anos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E ela era namoradeira, professor? - Arwen adotou um certo tom de reprovação na voz, nunca imaginou sua mãe na boca do povaréu em Hogwarts.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, não era. Tinha bons amigos, mas que eu saiba, teve dois namorados durante a escola. Um sonserino, Max Fierman, isso lá pelo quarto ano... E depois, seu pai. Mas isso não impediria que mais da metade dos garotos da escola tentassem sair com ela, não? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Falando em amigos... - Arwen se abaixava de novo para pegar um diário na mochila, tirando algumas fotos de dentro dele - O senhor então conheceu essas pessoas aqui, certo? - concluiu mostrando a bendita fotografia dos dois casais, onde a moça de olhos lilases e o rapaz de óculos acenava pra ela ao lado de seus pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lupin pegou a fotografia na mão e sorriu ternamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(Off: Clique &lt;a href="http://i24.photobucket.com/albums/c42/arwenlorienpotter/casaispast.gif" target="_blank"&gt;&lt;u&gt;AQUI&lt;/u&gt;&lt;/a&gt; para ver a foto.)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, querida, conheci. Callista Graham era a melhor amiga da sua mãe, artilheira do time de quadribol como ela. Inseparáveis. E Andrey Storm, praticamente um irmão adotivo da sua mãe. Eram namorados na época, ele e Graham. Depois se casaram e tiveram um filho. Sei pouco do que aconteceu após o término dos nossos dias em Hogwarts como estudantes - ele agora parecia etéreo, mais pensativo que nunca - Os tempos eram cada vez mais difíceis, o mal se disseminava com tanta rapidez que mal podíamos acreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O filho deles se parece com ela, tio Lupin? - indagou imediatamente se lembrando do sonserino Purple. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não sei, Arwen, não cheguei a conhecê-lo... Como eu lhe disse, sei de muito pouco depois que terminamos os estudos. Talvez o mesmo que todos que viveram aqueles dias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E o senhor sabe onde foram parar essas pessoas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Infelizmente, não. - respondeu tirando alguns recortes do Profeta Diário do bolso - Você nasceu numa época de paz. Mas mesmo durante os dias de paz, atrocidades aconteciam, porque os seguidores Dele não se conformavam com o seu desaparecimento. Durante anos ocorreram horrores eventuais, torturas, assassinatos... Bom, o que sei sobre Graham e Storm é isso - e estendeu os recortes para que Arwen pudesse pegá-los. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pequena semi-elfa lia o primeiro recorte. Uma casa inteira destruída, toda a família dentro, e desde então, o desaparecimento do casal de aurores. Fora um ataque terrorista, possivelmente vingança por algum comparsa morto durante os dias negros. Destruíram e queimaram a residência dos Graham num dia de festa. Os olhinhos élficos da marota de orelhas pontudas brilharam mais que o habitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eles morreram então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ninguém sabe. - disse Lupin sombiamente - Não estavam entre os corpos encontrados nos escombros, mas haviam certamente saído de casa para a festa familiar. Uma tragédia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim... - a vozinha quase sumida, um tanto abalada, retrucava o comentário. Enquanto isso, os dedinhos ágeis percorriam outros recortes e um em especial lhe chamou a atenção. Uma fotografia do seu pai na primeira página do Profeta Diário? Leu avidamente o pedaço de reportagem em suas mãos e em seguida, olhou incrédula para o professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Assassinado? Como assim? Minha mãe disse que... Bom, sim, ele foi assassinado, mas não desse jeito como colocaram aqui, não? Ele estava a serviço, era auror, lidava com vampiros, mas... uma armadilha? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mente da garota agora estava aos rodopios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, especularam muito sobre o assunto e na ausência de provas, ficou o dito pelo não dito. Sua mãe não mentiu pra você. O que ficou fechado no inquérito foi exatamente isso. Mas não me convenceu, nem a ninguém. Não havia sinais de rebelião em nenhum lugar do mundo quando seu pai foi convocado para apoiar a força americana anti-vampiros. Foi um chamado inesperado e muito estranho. E em seguida, a triste notícia. E somente ele morreu nessa missão. Nenhum outro auror sofreu sequer um arranhão. Nunca se soube exatamente o que aconteceu, quantas pessoas haviam, nem nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota calou-se, observando o pedaço de jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pode ficar com eles, se quiser. - Ofereceu Lupin - E eu trouxe uma coisa para você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirou de uma sacola uma boneca bonita, porém esquisita. Parecia ter vida. Entregou como se fosse um tesouro nas mãos de Arwen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Era de sua mãe, foi presente da Graham. É uma boneca-diário. Sua mãe conversava muito com ela... Acabou ficando comigo graças ao desentendimento que tivemos. Acho que ela agora é sua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen apertou a mão da boneca, que disparou como um gravador. A voz de Liv ecoava vindo de dentro do brinquedo, contando suas confidências sobre o assunto que, no final das contas, nem era tão escabroso assim. A grifinória fez a boneca se calar e a abraçou. Saudade da vida que tinha antes de tudo aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No íntimo, sentia raiva de si mesma. Descobriu muita coisa, mas realmente estava fazendo tempestade num copo d'água. Afinal, descobrira muito sobre sua mãe, mas os motivos que levaram a todo aquele suspense eram tão... comuns! Talvez o espírito Marota Holmes tivesse contagiado demais sua cabecinha de vento. Começou a sentir raiva de si mesma por ser tão abelhuda. Tanta apreensão para uma resposta tão... simples! E os amigos da sua mãe... Nem ao menos se sabia se estavam vivos. Provavelmente não. Sentia-se frustrada. No entanto, outra coisa agora a incomodava. O mistério envolvendo a morte do pai. Mas não seria ela quem descobriria nada, estava cansada de ser uma marota detetive. Todos os aurores do Ministério da Magia trabalharam em cima disso, definitivamente não seria ela quem salvaria o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quer perguntar mais alguma coisa? - Lupin interrompeu o devaneio da menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, professor. Muito obrigada pela sua paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Posso te pedir um favor? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claro, professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deixe-me ver o seu anel?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela delicadamente estendeu a mão esquerda, onde estava o anel de pedra azul clara. Lupin segurou a mão da menina, contemplando-o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele é mais útil a você do que foi pra ela... Lembro do dia que o guardei... Bom, vamos mudar de assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sua mãe jamais mencionara nada sobre poderes extraordinários do anel que usava, Arwen apenas balançou a cabeça concordando. E ela também preferia mudar de assunto. Sabia que Lupin havia encontrado o anel de Liv depois do seu assassinato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouviram ruídos, cochichos e sussuros do lado de fora da casa de chá, mesmo com o vento sibilando. Lupin então sorriu marotamente, e falou mais alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ok, vocês já podem entrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis e Dani entraram um tanto coradas por terem sido flagradas tentando ouvir a conversa com orelhas extensíveis, mas infelizmente chegaram já no final do papo-cabeça. Atrás delas um batalhão entrou na casa de chá: Tomas Bittes, Daryl Purple, Bill MacMillan, August Longbottom e Joseph Belmont. Remus Lupin se levantou, curvando o corpo cumprimentando a garota que continuava sentada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agora é hora de você ir se divertir também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despediu-se da filha de coração com um beijo na testa e saiu do Madame Puddifoot, deixando Arwen, a boneca e um punhado de amigos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-114458723623796861?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114458723623796861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114458723623796861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/04/marotas-kid-hora-da-verdade-final.html' title='Marotas Kid - A Hora da Verdade - Final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-114443485648735012</id><published>2006-04-07T15:32:00.000-03:00</published><updated>2006-04-07T15:34:16.493-03:00</updated><title type='text'>Marotas Kid - A Hora da Verdade - Parte 3</title><content type='html'>&lt;i&gt;No episódio anterior, as Trapalhonas, ops, as Marotas Alexis e Arwen estavam interessadíssimas em canetas que cospem fogo e afins enquanto a ex-de novo-lupina Dani conversava com seu ex-quase-futuro-adotivo-de coração papai, o poderoso Lupão. A confabulação familiar terminou, os dois se acertaram e viveram felizes para sempre, mas antes do happy end derradeiro, ele ainda tinha mais algumas explicações para uma certa marota orelhuda.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estavam entretidas com as maravilhosas canetas e pergaminhos perfumados &lt;i&gt;("aaatchiiiim! Droga de perfume, eu sou alérgica, lembra, dona Arwen???")&lt;/i&gt;, mas na realidade, com os pensamentos bem ali atrás delas, torcendo para que sua amiga deixasse de ser cabeça-dura e finalmente se entendesse com o pai adotivo. Logo, Arwen não se surpreendeu quando sentiu a aproximação dos dois em direção a elas e virou-se antes que eles chegassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aqui está dona Zoreia. Eu disse que você queria trocar umas idéias com ele... - Dani Lupin esticava a mão do pai para a amiga. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen sorriu para os dois. Silêncio. Ela olhava para os lados, e outra vez para o ex-professor, já não tão risonha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então, Zoreia??? - apressava Alexis - Desembucha, minha filha, o professor Lupin não deve ter o dia todo pra ficar olhando pra cara da gente, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grifinória de orelhas pontudas corou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos ter platéia, é? - resmungou baixinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que vocês já devem estar entediadas de ficarem aqui no meio dos pergaminhos, não? Por que não vamos a algum lugar tomar alguma coisa? - sugeriu Lupin - nesses dias, acho que o 3 Vassouras deve estar muito cheio... O Cabeça de Javali pode ser ruim para mim por motivos... pessoais. Que tal o Madame Puddifoot? Acho que deve ser o mais tranquilo do vilarejo. Assim conversamos com calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aff papis, você é mesmo um gênio, eu estou mesmo precisando de um chocolate quente e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vocês duas vão passear noutro lugar, depois nos encontram lá, não é, srta. Potter? - exclareceu o ex-professor, dando uma piscadela de olho para Arwen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- AAAAAAAHH NÃO! - Dani protestava - Não é justo!!! Nós também queremos xeretar, quer dizer, nós também queremos compartilhar a dor das lembranças da nossa amiga! E além disso, pô pai, pega mal pra caramba você sozinho no Madame Puddifoot com uma menininha que tem idade pra ser sua filha né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com o rosto magro e semblante cansado, Lupin não aguentou e deu uma gargalhada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não se preocupe, Lobinha, ninguém vai pensar nada demais e logo logo vocês já podem ir para lá também. Que tal passearem na Dedosdemel enquanto isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sairam da loja de pergaminhos e o vento cortava a pele como navalha, mesmo com todo o arsenal anti-frio das meninas. As garotas se despediram de Lupin e Arwen e rumaram em direção contrária a que eles iriam seguir. O lobo do bem estranhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ow, a Dedosdemel não fica desse lado? Achei que vocês fossem nos acompanhar na descida da rua... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nah, vamos primeiro à Zonkos ver se tem alguma novidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- SE ela estiver aberta... - riu o professor. - Não toma jeito mesmo essa Lobinha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;**************************&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a curta caminhada, enquanto o frio impedia a garota de dizer qualquer coisa, ela observava a quantidade de lojas fechadas. Haviam poucos alunos na rua, a maioria desses voltando para o castelo antes do almoço. Quando deu por si, chegaram à casa de chá. De fato, deveria ser a loja destinada a delícias comestíveis mais vazia do povoado de Hogsmeade naquela manhã gelada. Poucos casais se encontravam por ali, alguns poucos pequenos grupos de alunos mais reservados e só. Arwen acreditou que os namorados preferissem estar no aconchego do castelo junto às lareiras do que ali, no meio do gelo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentaram-se numa mesinha e pediram chocolate quente. Lupin olhava a menina diante de si, com um semblante amável e carinhoso. Arwen retribuiu o olhar, enigmática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então, mocinha? O que você tem de tão sério para tratar comigo? - ele começou a conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota não respondeu. Virou-se na cadeira, abaixando para pegar algo em sua mochila no chão. Retirou um livro de capa de veludo vermelho e letras douradas. Afastou sua xícara de chocolate para a direita, depositando o livro diante de si.&lt;br /&gt;Olhou de novo para o professor, mas estranhamente, a expressão no rosto dele ainda era a mesma - divertida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela abriu o livro - O Anuário de Hogwarts de 1978 - indo direto na página que se encontrava o nome de Liv Spellman, marcando-o com o auxílio de sua varinha com um acento luminoso no canto superior da página. E depois, mais para o meio do livro, encontrou o nome de Remus Lupin. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Professor... - começou ela corando, porque sabia que ele não gostava muito que usassem esse título para ele, mas não adiantava, pra ela Lupin era professor e ponto - Recebi faz pouco tempo meus pertences e encontrei isso. Não entendo, sempre fui muito ligada aos meus pais, mais ainda à minha mãe, mas de repente percebi que não sei nada sobre ela. Nem sobre meu pai. Nem sobre nada. Como o senhor foi um dos principais incentivadores para que eu começasse a busca sobre a minha verdadeira identidade, fiquei muito surpresa ao ver que minha mãe era sua colega de turma. E nenhum de vocês mencionou coisa alguma. Pra dizer a verdade, nem sobre os pais do Legume... - ela parou de chofre e engoliu seco, afinal Harry era um dos queridinhos do professor Lupin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Legume? - o lobisomem erguia as sobrancelhas de um jeito enigmático e engraçado, fazendo com que a grifinória ficasse mais escarlate que as listras do cachecol que estava no seu pescoço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ahn... Apelido carinhoso para ex-namorados insensíveis, professor, inclusive usado pela primeira vez pela sua filhota, mas isso não vem ao caso agora - ela contornou a situação, com uma dextreza que a surpreendeu - O caso é que, sabendo que o Leg... bom, Harry Potter era uma pessoa querida para mim, e que Dani é uma das minhas duas melhores amigas, por que ninguém me contou nada? Seria natural que minha mãe dissesse, "nossa, você é amiga da filha do Lupin! Estudei com ele em Hogwarts", ou o mesmo para os Potter, ou até mesmo quando eu reclamava do sebos... Hum, - fingiu uma tossezinha muito da fajuta - do professor Snape. Mas nem nada. Nem o senhor quando me conheceu. Muito estranho! Quero saber mais, e acho que o senhor pode me ajudar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lupin agora parecia mais sério, embora conservasse um certo ar de tranquilidade e nada surpreso com as indagações da garota. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já esperava por isso. - e adiantou-se ao ver a cara de espanto da menina - Afinal, tenho meus contatos com uma certa Inominável, que não foi auror por opção e que joga no mesmo time que a gente. Não sei se posso ajudar muito, mas responderei o que quiser, desde que esteja ao meu alcance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Marjorie McGonagall?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele concordou com a cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Suas orelhas estão mais pontudas do que da última vez que a vi, nas férias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hã? - Arwen interrogou preocupada, palpando as orelhas - Tá tão ruim assim? Vou virar um monstrinho, um Dobby talvez? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lupin riu da ingenuidade da menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não minha querida, suas orelhas estão mais pontudas, mas estão lindas. Aliás, desde que a conheci eu pude deduzir quem seriam seus pais... Afinal, você é extremamente parecida com ela... Exceto pela cor dos olhos... Parabéns srta. Potter, você está tão linda quanto era sua mãe na sua idade. E quanto às suas orelhas, não se preocupe com elas, você viu as da Senhora de Lothlórien. Achou ela feia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não! De jeito nenhum, muito pelo contrário... Ela é linda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então... - ele fez uma pausa - se suas orelhas continuarem mudando, o máximo de tamanho e forma que elas atingirão serão aqueles como os dela. Sua mãe não tinha essas orelhas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Continua...&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-114443485648735012?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114443485648735012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114443485648735012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/04/marotas-kid-hora-da-verdade-parte-3.html' title='Marotas Kid - A Hora da Verdade - Parte 3'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-114443473082222435</id><published>2006-04-07T15:31:00.000-03:00</published><updated>2006-04-07T15:32:10.840-03:00</updated><title type='text'>Marotas Kid - A Hora da Verdade - Parte 2</title><content type='html'>&lt;em&gt;Como vimos no post anterior, as três patetas, digo, as três marotas foram para o tão esperado passeio a Hogsmeade para comprar muitos doces e fazer muitas marotices. Mas antes da diversão, tinha a parte séria, e a marota Avoada encontrou Remo Lupin por entre as prateleiras da loja de penas e pergaminhos ...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E eu não ganho nem um abraço depois de tanto tempo longe da minha lobinha favorita?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani pareceu considerar um instante tal pergunta. Mas não podia negar que gostava muito dele e não iria contrariá-lo mesmo se sentindo um pouco confusa. Deu um abraço. Mas não era nem de longe semelhantes aos que ela costumava dar antes de saber a verdade. Era como se estivesse abraçando um...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Amigo? Você acha mesmo que esse abraço fajuto e muquirana está me convencendo? Depois de tantos meses sem ver minha pequena marota?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani largou do abraço e olhou séria para ele. Ele entendeu rapidamente e passou as mãos sobre a cabeça, como se estivesse nervoso e um pouco confuso sobre como iria começar a conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sei porque você está me olhando assim. Sei porque você está agindo assim. E você sabe que eu não podia contar nada sobre a profecia. Eu e a Joanna tememos muito que algo pudesse acontecer. Há muitos mitos em torno de profecias, por isso que tem inclusive uma sala só delas no ministério. Mas sempre te amamos muito, como nossa filha verdadeira. E você me fez acreditar muitas vezes que tinha herdado muito de mim. Inclusive suas marotices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani ainda olhava muito séria para Lupin. Ele segurou as mãos da menina e prosseguiu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas a realidade é que eu nunca quis ter um relacionamento com alguém por conta da minha condição lupina. Nunca quis que ninguém corresse riscos por ficar perto de mim, e que coisa o destino fez: colocou um bebê no meu caminho.Fiquei muito emocionado por você não ter se machucado e sempre quis ter uma filha. Lógico se eu não fosse assim... diferente. E preferiria ter morrido a ter te machucado. Coisa de pai, não acha?&lt;br /&gt;Dani assentiu com a cabeça, mas nada falou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai me dizer que o lobo comeu a sua língua? Estou ficando preocupado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu entendo. Só queria saber da história e dos motivos que o levou a seguir a profecia por você, pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ouvir as palavras da menina os olhos de Lupin (Lupin pai e Lupin filha postiçamente marota) se encheram de lágrimas. Eles se abraçaram mais uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pai, promete que você vai ficar bem com aqueles lobos carnívoros comedoras de crianças que fazem xixi na cama? Me preocupa bastante saber que você anda com esses lobos maus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É, eles não são tão amigáveis assim. Mas aparentam acreditar que eu realmente virei um lobo mal. Mas, não foi a Joanna que te contou isso foi?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não. Foi um certo roedor traidor de uma figa que é pai de uma de minhas amigas.&lt;br /&gt;Mas por favor não suma. Agora como uma boa menina que sou, vou pôr em prática uma das boas maneiras que você me ensinou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Qual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Compartilhar. Tenho uma amiga, uma de orelhas pontudas, com cara de elfa, um pouco Tonta. Ela está precisando conversar com você. Vamos até ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os dois seguiram de mãos dadas em direção as duas marotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Continua ... &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por Dani Lupin.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-114443473082222435?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114443473082222435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114443473082222435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/04/marotas-kid-hora-da-verdade-parte-2.html' title='Marotas Kid - A Hora da Verdade - Parte 2'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-114399143768975230</id><published>2006-04-02T12:23:00.000-03:00</published><updated>2006-04-02T12:23:57.690-03:00</updated><title type='text'>Marotas Kid - A Hora da Verdade - parte 1</title><content type='html'>Arwen penteava os cabelos enquanto ouvia o uivo sinistro do vento cortante do lado de fora da janela. Alexis ainda estava deitada, criando coragem para se levantar e se preparar para um passeio num dia como aquele, frio e cinzento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos logo, dona Irritada, temos que encontrar a Lobinha lá embaixo! - disse a grifinória de orelhas pontudas jogando um travesseiro de penas de ganso na amiga que ainda estava enroscada em suas cobertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem opção, Alexis acabou saindo do ninho quente e também se preparou para o café da manhã e para o passeio sinistro. Mas pelo menos estariam fora do castelo por algumas horas, o que seria muito bom, pois sempre há a possibilidade de distração e uma nova marotice - ainda que, bem sabia a garota, o começo do dia seria um pouco... tenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As amigas desceram as escadas, atravessaram o salão comunal dando um olhar desanimado para a lareira quente acesa e atravessaram o quadro da Gorda de cor-de-rosa, rumando para o desjejum no Grande Salão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto comiam, observavam Daryl Purple já a postos esperando pelas meninas. A Avoada estava de bolsa pink na mão, de pé na mesa da Corvinal e Tomas Bittes praticamente engolia inteiro um muffin enquanto a noiva o apressava. Deixou o rapaz entalado e foi até a mesa da Grifinória encontrar as inseparáveis amigas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom dia meninas. - disse Dani sem muito ânimo - Prontas para enfrentar o gelo lá fora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O gelo e algo mais... - Alexis retrucou entre um gole de suco de abóbora e outra abocanhada nas suas adoradas panquecas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As outras duas ficaram em silêncio. Sabiam o que as aguardava logo no começo do passeio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim juntaram-se ao amontoado de alunos que passavam pelo detector de artigos das trevas utilizado sabiamente pelo Sr. Filch enquanto sua gata &lt;em&gt;hororrrrrrosa&lt;/em&gt; rosnava para as pessoas que tentavam atravessar a blitz do zelador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meninos haviam combinado de passar na loja de artigos para quadribol enquanto as moças ficariam escolhendo as cores dos pergaminhos perfumados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sair do castelo, viram que o clima estava mais gélido do que imaginavam. Mesmo ultra-encasacadas, as meninas tremiam mais que bambu em ventania.A sensação era de que seus sapatos tinham se transformado em cubos de gelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alguém aí estaria interessado num delicioso picolé de limão? - falava Alexis batendo os dentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Porque, você vai se transformar em um? - Dani falou distraidamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, ninguém nega que um humor cítrico, você já tem. - afirmou Arwen se embrulhando mais no meio do cachecol, que de repente, parecia ser tão pequeno e fino...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E com esse vento gelado, até que a gente chegue na loja de pergaminhos já viramos todas picolés. - concluiu Dani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ou então chegaremos mais rápido que o tempo habitual... Já que o vento parece que quer nos carregar - resmungou a grifinória das Zoreias, enquanto caminhava contra o vento e a cabeleira negra tirava-lhe toda a visibilidade possível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma difícil caminhada, as meninas chegaram a loja de penas e pergaminhos. Ao entrarem, sentiram uma sensação de alívio como se estivessem entrado em uma banheira de água quente... definitivamente era ali que queriam ficar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após alguns passos dentro da loja, Dani se deparou com Remo Lupin. Percebendo o clima tenso entre os dois, Arwen viu-se na obrigação de fazer algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olha Alexis, chegaram as canetas que você queria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E prontamente, a marota das orelhas pontudas puxou a menina que ainda estava querendo saber qual era a pressa para umas prateleiras coloridas no fim da loja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- São as que cospem fogo quando a gente escreve? - perguntou Alexis ainda querendo saber onde era o incêndio. Mas logo percebeu ao olhar para trás sua amiga Avoada de cara com...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ixi é o tio Lupin! Vamos Orelhuda! Essas canetas de uma hora pra outra me parecem ser o ápice da moda bruxa... Não posso perdê-las por nada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enquanto isso, Dani olhava seriamente para Lupin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Continua...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por Arwen e Dani Lupin.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-114399143768975230?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114399143768975230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114399143768975230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/04/marotas-kid-hora-da-verdade-parte-1.html' title='Marotas Kid - A Hora da Verdade - parte 1'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-114399137990448344</id><published>2006-04-02T12:21:00.000-03:00</published><updated>2006-04-02T12:22:59.916-03:00</updated><title type='text'>O dia depois de amanhã</title><content type='html'>Mais um dia em Hoggy Hogwarts. Mais um dia de muito frio inclusive. Na torre de astronomia, os amigos sentados observavam flocos de neve caindo e conversavam. Todos estavam cheios de ficar horas e horas livres estudando. Haviam combinado de que pelo menos naquele domingo ficariam juntos conversando de qualquer coisa que não lembrasse pergaminhos e lições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Danizinha, onde você esteve ontem? Não te vi na biblioteca nem nos horários das refeições... - Arwen peguntava preocupada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente a aparência da Lupin não era a das melhores. Poderiam até jurar que Dani também era lobisomem e tinha se transformado durante a noite pela sua aparência. Olhos inchados e com olheiras, visivelmente cansada, rosto pálido. Nem o famoso sorriso maroto que estampava a face da garota quando estava com seus amigos aparecia. Todos haviam notado que algo estava diferente na menina. E agora todos olhavam preocupados para ela. Tom que estava ao lado da garota, segurava fortemente sua mão, como se quisesse passar toda a sua força para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu passei o dia inteiro no salão comunal. Não saí de lá. Preciso contar algo para vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de contar todo o seu melodrama familiar, Dani se sentia mais forte. Seus amigos davam a sustentação de verdadeiros pilares e naquele momento impedia que a menina desmoronasse em mil e um pedacinhos lupinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lobinha, sabe que se precisar é só chamar a gente né! Se precisar nós vamos até esse jardim e batemos um papinho com a dona Rô. - Alexis tentava animar a amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nem é preciso, Avoadinha. - interveio Arwen - Não é porque você não nasceu da barriga da tia Joana que você deixa de ser amada por ela e pelo professor Lupin. - a grifinória fez uma pausa, observando que ainda chamava Remus Lupin de professor. Mas era simplesmente impossível não fazê-lo. Para ela, o lobisomem do bem seria sempre o melhor professor de DCAT que já tivera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A corvinal permanecia em silêncio, enquanto continuava com a cabeça encostada no ombro do noivo. A marota da Zoreia prosseguiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E, pense bem, você ganhou mais uma família. Console-se Lobinha, você perdeu os pais antes que pudesse sentir falta deles e ganhou uma família nova, ainda que não seja bem... ahn... uma família com pai e mãe de verdade ou casados. O que importa é que eles fizeram o melhor que podiam, te amam e te transformaram nesse docinho de menina que você é. Eu perdi meu pai há 6 anos, minha mãe há pouco mais de 3 meses e ainda não tenho paradeiro para quando as próximas férias vierem... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Éééé! - concordava Alexis - E além disso você tem a nós! Não adotamos a Zoreia quando ela estava perdida??? Agora somos mais do que nunca, Marotas-Irmãs-Adotivas! E temos de concordar, mesmo não sendo filha do Poderoso Lupão, você herdou alguma coisa dele, ainda que não seja genética - completou piscando um dos olhos amarelos marotamente para a amiga - afinal, marotices não são pra qualquer um não, mon cher!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por falar nisso...  Dani, você tem notícia do professor Lupin? - Arwen perguntou de relance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim. Recebi uma carta da....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani fez uma pausa. Como iria chamá-la daqui para frente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ... da tia Joanna - completou Arwen vendo o ponto de interrogação no rosto da amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É. Ela disse que ele estará em Hogsmeade no dia do nosso passeio. Ele quer me ver. Ela está viajando de novo. Mais uma daquelas pesquisas malucas que o ministério a manda fazer. E só volta daqui a 2 meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Daniiiiiiiiiiiiiiiiiiii - Arwen agora saltitava alegre e feliz - Vou poder perguntá-lo sobre minha mãe! Nossa, eu nem acredito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen fazia movimentos frenéticos de felicidade. Mas rapidamente parou quando viu que Purple estava a observando com um grande sorriso nos lábios. A menina das orelhas pontudas ficou mais vermelha que tomate fresco e decidiu se sentar como os outros novamente. E mais uma vez, lembrou-se da foto e da moça amiga da sua mãe - de olhos tão parecidos com os de Daryl... Mas aquela não era hora de interrogá-lo, iriam animar a Lobinha a qualquer custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então dona Avoada, você vai ter a grande oportunidade de falar com o Poderoso Lupão - falava Alexis pensativa - e esclarecer de uma vez por toda essa história. E, de quebra, ainda vai resolver o problema da Zoreinha aqui. Vai matar dois morcegos com uma chinelada só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani ouviu o comentário da amiga. De fato essa conversa seria a peça chave para o quebra cabeça que sua cabeça estava formando. A hora de pôr as cartas na mesa se aproximava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;By Dani Avoada Lupin and Arwen Zoreia Potter&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-114399137990448344?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114399137990448344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114399137990448344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/04/o-dia-depois-de-amanh.html' title='O dia depois de amanhã'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-114312105787879393</id><published>2006-03-23T10:37:00.000-03:00</published><updated>2006-03-23T10:37:37.893-03:00</updated><title type='text'>Dona Zoreia e seus três amigos - final</title><content type='html'>Arwen subiu as escadas móveis do castelo pisando alto e forte. Estava furiosa!&lt;br /&gt;Cho Chang sua amiga? Desde quando?&lt;br /&gt;Interesseira, boba, falsa, o que ela tinha que xeretar na mesa dela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem reparou quando tentou passar pelo quadro da Mulher Gorda sem dizer a senha. &lt;br /&gt;- Alto lá, mocinha, a senha ou a senhorita não passa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen bufou, jogando os cabelos negros para trás. Disse a senha e passou como um foguete pela porta, subindo as escadarias que davam acesso ao dormitório das quintanistas. A sala comunal ainda estava cheia, mas ela queria sossego. E queria as orelhas da Alexis pra reclamar um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sorte a amiga estava na sua cama de colunas, lendo. Levantou os olhos do livro e observou o furacão élfico entrando no quarto e se jogando em cima da cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que foi Orelhudinha? Algum problema? Pisaram no seu pé? Comeram suas panquecas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meu problema se chama XÔ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen querida, achei que você já tinha superado isso há séculos. Ela nem tem mais nada com o legume... bom na verdade nem você tem mais nada com o legume então... Vamos direto ao assunto, o que ela fez?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grifinória de cabelos negros contou o despacho da intrusa na sua mesa na biblioteca, quando ela gentilmente dividia seu espaço com três amigos - Daryl Purple, Joseph Belmont e Chris Storm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Storm... sei, o bonitão da Lufa que você não apresentou pra suas amigas... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu mal conheço o garoto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não faz mal, mas o que te deixou com tanta raiva? Ciúmes de quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sangue da pequena semi-elfa ferveu. Ciúmes? Quem estava falando em ciúmes???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dona Irritadinha, ciúme não... É o descaramento que me irrita!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, mas ela com certeza foi atraída para a mesa por causa das suas companhias e não por causa das suas lindas orelhas, não acha? E aí, qual dos três?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ciúmes de quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aff, Alexis, pára com isso! - esbravejava Arwen - O Purple é só um amigo e você sabe bem disso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A srta. Dumbledore corou com a última frase da amiga. Depois deu a volta por cima e saiu pela tangente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Storm você disse que acabou de conhecer... então só sobra o Josh! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis deu um sorrisinho cínico e maroto. Arwen enrubresceu não só as bochechas, mas até as pontas das orelhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não sei de onde você tira essas coisas - bufou - vamos mudar de assunto. Onde anda a Lobinha? Não a vi hoje...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nem eu - respondeu a amiga, com ar intrigado - ela anda estranha... E você também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E você também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ainda bem que amanhã já é fim de semana... E semana que vem tem Hogsmeade. Animada? O que vamos aprontar por lá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não sei... algo me diz que esse passeio não será tão agradável como costuma ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah claro, esqueci do anel do Olho que Tudo Vê e Também Ouve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambas riram com o comentário, esquecendo-se da intrusa de horas atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen puxou as cobertas e dormiu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-114312105787879393?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114312105787879393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114312105787879393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/03/dona-zoreia-e-seus-trs-amigos-final.html' title='Dona Zoreia e seus três amigos - final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-114289141178224838</id><published>2006-03-20T18:49:00.000-03:00</published><updated>2006-03-20T18:50:11.816-03:00</updated><title type='text'>Dona Zoreia e seus três amigos</title><content type='html'>Alguns dias se passaram depois que Arwen conhecera Chris Storm. O lufano era um sujeito simpático e boa gente. Claro que não tão lindo quanto Daryl Purple nem tão... bom, melhor deixar pra lá, seja lá o que for que Arwen diria sobre o aprendiz de maroto Josh Belmont. Desde a volta do rapaz da viagem triste que fizera devido ao falecimento dos seus pais, o rapaz agora andava constantemente em companhia das meninas. A princípio ele era meio quieto. Agora parecia menos calado, embora ainda fosse o menos falante dos cinco amigos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhos violeta do Purple ainda intrigavam a menina por serem tão parecidos com os da garota da foto nos guardados de Liv Potter, mamãe Zoreia. Não tivera ainda a oportunidade de encontrar o poderoso Lupão, e nem tinha esperanças de que isso fosse acontecer tão cedo. Por outro lado, ainda se questionava se deveria perguntar o que fazer. Perguntaria ao rapaz Tudo de Bom se ele conhecia a moça? Comeria o mingau pelasa beiradas perguntando de maneira mais sutil sobre a família dele? Por que de repente tudo o que parecia tão calmo e tão quieto que era a sua família se desmoronara e virara um poço de interrogações? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fogo da lareira aquecia o corpo da menina, mas seus pensamentos estavam longe dali. Estava perdendo tempo sentada na poltrona. Alexis tomou mais um chá de sumiço e Dani Lupin estava muito ocupada com seu namorado. Pegou alguns livros e foi para a biblioteca ler alguma coisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andava em silêncio e sozinha pelos corredores e escadas que se movem. Numa delas encontrou o amigo corvinal Josh, também indo para a biblioteca preparar um trabalho de poções. O rapaz de cabelos negro-acinzentados e olhos escuros cumprimentou a menina e lhe fizera companhia até a biblioteca, enquanto conversavam amenidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entraram e escolheram uma mesa. Apesar de sábado a biblioteca de Hogwarts estava apinhada de alunos. Cada um pegou suas tarefas, trocando algumas informações de quando em vez. Foi quando ouviram suspiros na mesa ao lado - um grupo de garotas da Lufa-Lufa e outro bando de meninas da Sonserina na mesa atrás dessa olhavam estatalados para a porta - um par de olhos lilases e andar de príncipe acabara de adentrar o recinto, sorrindo linda e alegremente quando viu a marota da zoreia. Caminhou até sua mesa, cumprimentando algumas meninas que conhecia enquanto se acomodava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Espero que não haja problema em eu ficar aqui com vocês - falou o sonserino - a biblioteca está tão cheia! O que estão estudando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Feitiços - respondeu Arwen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Poções para tirar pessoas de armários - resmungou Joseph com um certo ar irônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Minha tarefa de História da Magia é de lascar qualquer um! - exclamou Purple. Também, 11 páginas de pergaminho sobre toda a história da fundação de Hogwarts...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Veja pelo lado bom, pelo menos você encontra tudo isso naquele livro que a Granger insiste em que todos leiam - Hogwarts, uma história - respondeu Belmont sem tirar os olhos do seu pergaminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuaram estudando. Arwen sentia falta das amigas nos fins de semana quando essas não podiam estar por perto o tempo todo. Mas pelo menos estava em boa companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra vez, ouviram ruídos nas mesas ao lado. Mas desta vez não foram suspiros, e sim cochichos e sussurros. Chris Storm acabara de entrar. Olhou para os lados aparentemente procurando um lugar para se acomodar. Avistou a mesa onde estava a grifinória de orelhas pontudas e se dirigiu para lá. Enquanto o rapaz se aproximava, ouviu algo como "como parece o Diggory!" vindo de uma das mesas. Realmente, lembrava e muito o rapaz que fora assassinado no Torneio Tribruxo, quando Arwen estava no terceiro ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá! Como tem passado, mocinha nervosa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não sou nervosa! - respondeu Arwen fazendo bico - eu só estava um pouco inquieta aquele dia. Ahn... não quer se sentar com a gente? Acho que a biblioteca está cheia... Se meus amigos não se importarem, é claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rapazes deram os ombros. Purple examinava o lufano recém-chegado. Na certa percebera que o rapaz também era novato na escola. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grifinória apresentou o recém-chegado aos dois colegas e continuaram estudando. De vez em quando um ou outro fazia algum comentário sobre algo vago. Ouvia-se ainda alguns cochichos das mesas vizinhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando o inesperado aconteceu. Uma garota levantou-se de onde estava e se dirigiu até o grupo pouco comum de se ver: uma grifinória, um corvinal, um sonserino e um lufano. Sentou-se na mesa sem ser convidada, abraçando Arwen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Querida, quanto tempo! Como você está? Você faz os NOMs esse ano, não é? E seus amigos também? - falava a intrusa - Legal, um grupo de estudos para os NOMs. Posso me juntar a vocês? Vou prestar os NIEMs este ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen continuou calada. Roxa. Vermelha. Púrpura. Até esqueceu sua boa educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A propósito, me chamo Chang. Cho Chang. Prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*continua*&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-114289141178224838?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114289141178224838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/114289141178224838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/03/dona-zoreia-e-seus-trs-amigos.html' title='Dona Zoreia e seus três amigos'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113845503057052482</id><published>2006-01-28T11:30:00.000-02:00</published><updated>2006-01-28T11:30:30.573-02:00</updated><title type='text'>Quando nem tudo está perdido...</title><content type='html'>Depois que Dani Lupin lhe mostrara a carta da tia Joana pedindo pelamordemerlin e por tudo quanto for mais sagrado para sua amada e única filha que não tentasse contato com seu papis, o poderoso Lupão, Arwen desanimou um pouco. Afinal, como iniciaria suas buscas ao passado nebuloso de sua mãe e de sua família sem a ajuda do Lupão? Ainda restava Severus Morceguets Snape, vulgo Capitão Gancho, mas ela se recusara a procurar a ajuda daquele ser que tanto lhe havia espizinhado por razões tolas. Nâo, definitivamente, ela não precisava dele. Voltou sua atenção para seu "caixotinho" de pertences paternos e maternos. Recolheu o diário de sua mãe, o Anuário de Hogwarts de 1979 e retirou-se do dormitório feminino das quintanistas da Grifinória. Fazia muito frio, mas nem mesmo o vento cortante e gélido, como que anunciasse uma nevasca a caminho impediu a garota de rumar sozinha para o lago. Chegando na porta principal, o primeiro uivo do vento denunciou que suas luvas, seu gorro e seu cachecol não seriam suficientes para conter o frio. Resolveu procurar um canto qualquer para sentar-se e ler suas preciosas informações. Acabou se acomodando ali mesmo no salão principal, sentada no chão, como gostava de fazer. Abriu o diário de sua mãe e olhou novamente para a fotografia de seus pais com aquele casal estranho que acenava e ria pra ela. Quem seriam? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando o que parecia óbvio percorreu sua mente como um relâmpago. A moça da foto aparentava ter a idade de sua mãe. Haviam outras fotos das duas juntas, possivelmente eram amigas. E aqueles olhos tão violetas e tão incomuns lembravam muito o de alguém que ela conhecera esse ano... Será possível que Daryl Purple teria algum parentesco com a moça? Enquanto pensava no assunto e se sentia feliz por uma luz no fim do túnel aparecia para o recomeço das suas investigações, sentiu uma dor alucinante na perna direita e não conteve uma exclamação irritada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ow, cuidado, olhe por onde anda! - reclamou a grifinória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nada disso teria acontecido se você não estivesse sentada no meio do caminho - foi a resposta que obteve. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhou para os lados e viu alguns livros, penas e pergaminhos espalhados e um garoto alto, de olhos cinzentos, cabelos castanhos claro, vestes da Lufa-Lufa, muito parecido com o finado Cedrico Diggory exceto pelos óculos de grau, juntava seus pertences em silêncio e dirigiu-se novamente a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não devia ficar sentada aí, outra pessoa pode não enxergar você tão pequena aí e tropeçar em você - completou estendendo a mão para que a garota se levantasse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meio corando, envergonhada pelo acesso de raiva súbita que lhe acometera, Arwen aceitou a ajuda do rapaz levantando-se do chão. Iria terminar suas investigações na sala comunal da grifinória, na frente da lareira quente e na sua poltrona favorita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desculpe a grosseria, eu estava distraída com minhas preocupações... começou a menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não tem problema, desculpe a minha distração. Sou novo na escola, ainda estou meio perdido... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, seja bem vindo então! Arwen Potter, quinto ano, Grifinória, prazer! - falou estendendo a mão para cumprimentar o rapaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Christopher Storm, sétimo, Lufa-Lufa. Pode me chamar de Chris, odeio meu nome. - respondeu o rapaz com um sorriso de matar qualquer garota solteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen avistou ao longe os amigos Alexis Dumbledore e Joseph Belmont. Despediu-se com um aceno de cabeça para o rapaz e correu em direção a eles.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113845503057052482?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113845503057052482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113845503057052482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/01/quando-nem-tudo-est-perdido.html' title='Quando nem tudo está perdido...'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113845491622740636</id><published>2006-01-28T11:28:00.000-02:00</published><updated>2006-01-28T11:28:36.243-02:00</updated><title type='text'>Bad Server - no donut for you</title><content type='html'>A princípio, ela não queria ir. Mas Alexis insistiu e Dani Lupin achou uma boa idéia para se distraírem. Depois de muita insistência, Arwen acabou cedendo. E lá foi o grupo de marotas acompanhadas dos seus aprendizes - Daryl Purple, Joseph Belmont e, não aprendiz, mas zelando pela integridade moral da noiva, Tomas Bittes, o namorado cão de guarda - rumo ao campo de quadribol. Era o último sábado do mês de setembro e finalmente haveria a escolha dos novos membros do time de quadribol da Grifinória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegarem no campo, subiam as arquibancadas com meio metro de queixo pendurado nas mandíbulas. Afinal, de onde saiu tanta gente? Lufanos, sonserinos, corvinais, muitos e muitos grifinórios mais novos e mais velhos... Quase tão cheio como em dia de jogo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gente, o que está acontecendo aqui? - interrogava Arwen - parece até dia de final de campeonato!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você está se esquecendo que nosso novo capitão é o senhor magnânimo Escolhido, Eleito, ou seja lá o que andam chamando Harry Potter por aí - respondeu ironicamente Alexis - desde então, ele é mais celebridade do que nunca e as menininhas que nunca acharam graça no Potter magricela exceto a minha amiga aqui de repente começaram a achar o rapazito muito interessante - afinal, ele agora é mais que o "famoso" Potter. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tem razão... se você observar bem - dizia Dani Lupin olhando sorridente ao redor - 3/4 da população de expectadores são constituídos por seres mamíferos da espécie humana contendo carga genética cromossômica XX - ou seja: MENINAS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rapazes riram do comentário bem observado da Lobinha enquanto Arwen apenas bufava, aborrecida. Alexis, na tentativa de consolar a amiga, dava-lhe tapinhas camaradas nos ombros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deixa estar, Marotinha das Zoreia, logo logo a gente resolve o seu problema!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nada não! - dizia Alexis olhando de novo pra Lupin. Daryl, Tomas e Josh apenas olhavam pra elas sem entender bulhufas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ainda não sei porque aceitei a idéia absurda de vir aqui assistir algo que me deixa tão triste. Eu queria tanto continuar jogando! - lamuriava-se Arwen, alisando uma mecha de cabelo caída sobre o ombro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, pense no quanto vamos nos divertir vendo aquela turma toda ali fazer papel de ridículos só pra estar pertinho do Deus Potter - disse Dani apontando umas meninas do terceiro ano da Lufa-Lufa, umas outras da Corvinal e até umas três da Sonserina - prontinhas para fazer os testes!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só então Arwen notou que nem todos os muitos candidatos eram grifinórios. Sorriu maliciosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É, definitivamente, será um bom espetáculo! Quero só ver a cara de fuinha do legume quando ele ver esse povo todo pra fazer os testes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manhã passou rápido. A seleção realmente foi divertida, com o nível dos candidatos tanto grifinórios como não-grifinórios, além da cara de espanto ao ver gente de outras casas tentando fazer os testes - o que fez o rapaz capitão perder a paciência e colocar todo mundo pra correr - e o certo ar de desânimo ao ver o que o aguardava enquanto time - definitivamente, já fora melhor. Arwen ainda contraía os lábios enquanto soltava um involuntário &lt;em&gt;"eu sabia!"&lt;/em&gt; - obóvio que Gina Barata Branca Weasley seria a escolhida do capitão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lá vem você de novo com essa história, Zoreia! Dá pra parar de ver coisa onde não tem? - zangava Alexis, novamente olhando suspeitosamente para Dani Lupin.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113845491622740636?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113845491622740636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113845491622740636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/01/bad-server-no-donut-for-you.html' title='Bad Server - no donut for you'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113680749940126312</id><published>2006-01-09T09:50:00.000-02:00</published><updated>2006-01-09T09:51:39.413-02:00</updated><title type='text'>O Aprendiz de Maroto - final</title><content type='html'>E lá estavam as 3 na biblioteca. Pouco depois que chegaram, apareceu o rapaz quintanista corvinal de cabelos cinzentos e olhos negros. Cumprimentou as meninas, enquanto puxava uma cadeira e se acomodava na mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Boa noite, meninas - cumprimentou Belmont - atrasado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As meninas responderam num coro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não Josh, nós chegamos mais cedo porque a traça aqui - dizendo isso, Alexis apontava a Lupin - nos fez chegar mais cedo para procurar uma &lt;em&gt;"boa mesa na biblioteca". &lt;/em&gt;Como se aqui fosse um restaurante trouxa! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, vocês gostam de pegar no meu pé! - resmungou a Lobinha - Quanto mais próximos das estantes, melhor pra nós. Podemos carregar mais livros de uma vez e caminhar menos com o peso nos braços!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que na realidade, torna a mesa ser melhor ou pior um ponto de vista - disse Arwen - porque se quisermos malhar um pouquinho, melhor seria se a mesa estivesse mais distante... Com o tamanho e o peso desses livros, dá pra definir os músculos em muito pouco tempo, no ritmo que você quer estudar. Agora que saí do time de quadribol, vou precisar de exercícios...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como se você precisasse disso - comentou o rapaz, fazendo a grifinória de orelhas pontudas corar um pouquinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Foi preciso - suspirou, meio desanimada - e todos precisamos de exercícios, mas arrumar algo que me substitua o quadribol será difícil...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis deu uma risadinha sinistra e olhou para Dani Lupin cumplicemente. Arwen não notou a troca marota de olhares perversos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belmont fitava as meninas com o semblante mais sereno e menos tenso que durante a aula. Afinal parecia uma boa idéia estudar com elas. Seria uma boa distração para diminuir um pouco sua dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, deixemos de papo e vamos ao que interessa - Dani Lupin continuava comandando - agora, vamos ver os horários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegaram os calendários de aulas, cada um com os seu e finalmente fizeram o esboço do bendito programa de estudos tão sonhado pela Lupin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- OK, agora que definimos os dias e horários que nos encontraremos (ainda acho que três vezes na semana é pouco), falta só fazermos o cronograma de matérias e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meninas, se me permitem uma intromissão - Joseph falava pouco, mas parecia estar mais à vontade - acho que o conteúdo diário pode ficar de acordo com a carga de deveres de casa que tivermos... o que acham? Assim vamos moldando o horário de acordo com a necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ótima idéia, Josh! - aplaudia Alexis - assim agora nos sobra algum tempo para futricar um pouco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Lupin apenas suspirou, Arwen e Josh riram e Alexis satisfeita, começava a contar o caso Daryl Purple sem calças e a tábua Lupin de salvação com seu feitiço prórprio super original, que transforma seres humanos (ou quase) em sprays quando madame Pince os olhou com ar de censura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Melhor irmos nos divertir em outro lugar - resumungou contrariada Alexis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto caminhavam rumo ao Salão Principal, as meninas contavam a Josh o ocorrido com Purple e por mais triste que o rapaz estivesse, não pode conter o riso em alguns (muitos) momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despediram-se, combinando de se encontrarem daí dois dias. As grifinórias seguiram para a sala comunal enquanto Lupin e Belmont seguiam em direção oeste. Dani Lupin agora falava do namorado para o Belmont, que infelizmente não pôde estar presente (na verdade não quis, pois sabe como são as meninas, mas isso não vem ao caso no momento), mas que com certeza iria acompanhá-los, agora que haviam mais corvinais no grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belmont sorriu. Afinal seria difícil ficar pra baixo durante muito tempo com essas figuras por perto. Convenceu-se finalmente de que seria um bom negócio para seu estado de ânimo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113680749940126312?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113680749940126312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113680749940126312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/01/o-aprendiz-de-maroto-final.html' title='O Aprendiz de Maroto - final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113646659056434973</id><published>2006-01-05T11:09:00.000-02:00</published><updated>2006-01-05T11:09:50.566-02:00</updated><title type='text'>O Aprendiz de Maroto - parte 1</title><content type='html'>&lt;i&gt;Quarta-feira, 13h - aula de História da Magia&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do tempo frio lá fora, o calor mordorento da sala de aula do professor Binns parecia ninar ainda mais os alunos quintanistas corvinais e grifinórios, recém-saídos das fartas mesas do Salão Principal de Hogwarts. Vivenciavam em sua maioria a magnânima experiência de viajar além do corpo estando acordados - ou quase - fenômeno que os medibruxos denominam "maré alcalina", nome chique dado à sonolência excessiva que deixa as pessoas às raias do sonambulismo após o almoço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase todos dormiam, cochilavam, jogavam a velha, forca, desenhavam, ou simplesmente olhavam as janelas e o céu escuro, nublado, enquanto o fantasminha camarada prosseguia com seu monólogo sobre a guerra dos trasgos contra os gigantes nas terras do norte. Mas a maioria esmagadora fazia a mesma coisa. Dormia. De olhos abertos ou escancaradamente, com a cara espremida na carteira, boca aberta e babando em cima do livro. Tal não se aplicava às três meninas que se sentavam mais no meio da sala - Daniela Lupin, Arwen Potter e Alexis Dumbledore. Não conversavam, pois poderiam acordar os colegas, e isso era definitivamente muito muito feio. Mas trocavam bilhetinhos e abafavam risinhos enquanto liam. Na certa estavam maldizendo algum colega babão &lt;i&gt;"Gente, olha a bochecha do Bill!!!"&lt;/i&gt; ou programando alguma traquinagem para animar a aula &lt;i&gt;"Onde está o August? Tomara que esteja dormindo de boca aberta pra gente acertar uma bolinha de papel..."&lt;/i&gt;. Entre bilhetinhos e risadas, Dani Lupin ainda assim, anotava TAMBÉM a aula ditada pelo professor (&lt;i&gt;"Zoreia, como ela consegue fazer isso?"&lt;/i&gt;). Alexis virou-se para trás procurando a boca de caçapa do Longbottom para acertar-lhe uma bola de papel e fazer uma cesta. No entanto, ele não estava dormindo. Encontrava-se sentado no fundo da sala, ao lado de Joseph Belmont. Fazia alguns dias que o garoto voltara do funeral dos pais. Ele olhava para o nada enquanto August riscava algumas coisas. Mas semblantes sérios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis cutucou as meninas apontando os dois. Arwen suspirou. Muito triste a situação em que o jovem Belmont se encontrava. Dani Lupin também sentiu o coraçãozinho de manteiga cortado com a cara de enterro dos dois colegas de sala e de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alívio geral. A aula terminara, mas parecia que somente os cinco seres acordados perceberam isso, uma vez que os demais encontravam-se felizes e saltitantes no mundo mágico de Morfeu. Só quando os poucos acordados começaram a juntar os materiais e praguejar contra o dever de casa de sete metros de pergaminhho sobre trasgos e gigantes os sonolentos despertaram do sono encantado e começaram a fazer o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Lupin tomou a dianteira. Ao invés de sair da sala, dirigiu-se para fundo. As amigas a seguiram, ainda sem saber o que ela iria fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi meninos! - disse sorrindo - Olá Belmont. Sinto muito muito mesmo pelo que aconteceu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Erhh, com licença - era August - preciso ir andando, estou um tantinho apertado, se é que me entendem. Só espero não encontrar a Murta no banheiro de novo. Ela anda tão... tarada ultimamente! Tchau!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despediu-se rapidamente de todos com um aceno de cabeça e saiu com as pernas meio imprensadas, andando rápido, rebolando um pouquinho, já que as coxas estavam praticamente pregadas umas nas outras. Os que ficaram não puderam conter o riso, até mesmo Belmont. Dani Lupin prosseguiu com seu propósito:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, estive pensando, você não quer estudar para os NOMs com a gente? É sempre bom mais alguns corvinais pra ver se a gente anima CERTAS PESSOAS que não páram um minuto sequer para combinarmos um horário decente para estudar. E de quebra, você se distrai um pouco...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As meninas olharam pra ela com cara de quem iria trucidá-la ali mesmo. Alexis apressou-se em se explicar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Josh, não estamos fazendo essa cara por você não viu? Vai ser muito legal se você vier aprontar... eh, quer dizer, estudar com a gente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rapaz deu um meio sorriso e encarou as meninas. Arwen apenas sorriu, confirmando com a cabeça, mas não disse uma única palavra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está certo então, aceito o convite de vocês. Quando começamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani exultou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- YES! Agora vocês duas vão TER que estudar! Bom, podemos começar nos reunindo depois do jantar para finalmente colocarmos nossos horários no papel e fazer uma planilha bem elaborada de estudos. O que acham?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os três concordaram, embora as duas grifinórias estivessem um pouco desmotivadas pela palavra "estudo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*Continua*&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113646659056434973?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113646659056434973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113646659056434973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/01/o-aprendiz-de-maroto-parte-1.html' title='O Aprendiz de Maroto - parte 1'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113646653915274330</id><published>2006-01-05T11:08:00.000-02:00</published><updated>2006-01-05T11:08:59.156-02:00</updated><title type='text'>Gabe Wars - As Marotas Contra-Atacam - final</title><content type='html'>&lt;b&gt;*voz de locutor de rádio ou de dublagem da narração de filme de ficção científica*&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;No episódio de ontem, Gabriel Lupos ganhou uma garrafa de hidromel de presente do Imperador do Mundo da Fantasia, encheu a cara e perdeu a noção do perigo, indo se engraçar com as Marotas. De cara cheia, deu em cima descaradamente da compromissada e arredia Daniela Lupin, levando um tabefe e enquanto o corpo permanecia estirado no chão, Gabe acariciava abobalhadamente o local do carinhoso bofetão e não se deu por vencido: partiu pra cima das outras. Levantou-se e sentou-se quase no colo da orelhuda Arwen Potter."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E então, orelhudinha? - As sobrancelhas continuavam se mexendo de forma estranha - Já te disse que suas orelhas são do tamanho do meu amor por você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gabe... - ela disse calmamente, apesar da cara mista de espanto e de quem estava achando aquilo tudo muito engraçado, enquanto Alexis ria sem parar ao fundo - Você não está passando bem. Não sabe o que quer dizer... - tentou contornar a situação, prendendo o riso. Não era possível, Gabe só poderia estar brincando! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, sei sim, sweetheart. Plenamente, você é a deusa dos meus sonhos... É a elfa que flechou meu coração!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhos de Alexis se arregalaram e ela estava ficando cada vez mais roxa de tanto gargalhar. Arwen não sabia se soltava as risadas também ou se deixava o amigo continuar brincando. Escolheu a segunda opção, enquanto Gabe retirava delicadamente os fios de cabelo do rosto da garota, embora o vento teimasse em deixá-los lá, voejando sobre a face da grifinória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gabe, você bebeu querido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah - disse teatralmente, levando a mão ao peito e fechando os olhos, fazendo um ar sonhador - sua doce voz me chamando pelo apelido... e completando minha felicidade, "querido"... - disse sentando ainda mais perto da menina de orelhas pontudas - soa como música nos meus ouvidos sensíveis e apaixonados. Repita isso, por favor, oh Galadriel das Ilhas Britânicas! Já te disse que estou apaixonado por você?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que ela pudesse responder, ele continuou, pegando as mãos da garota entre as suas e as beijava enquanto prosseguia seu discurso romântico-melódico-alcoolizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sou o lobo mais feliz do mundo desde que você mandou pro raio que o parta aquele sujeito metido a herói. Ele não te merecia, anjo supremo, rainha de todos as ninfas! Desde então, alimento meu desejo e minhas esperanças floresceram... Arwen, agora que você não é mais comprometida... Case comigo! Serei teu servo por toda a eternidade, rainha élfica dos meus anseios mais encantadores! Servir-te-ei como um dócil hobbit, caído aos teus pés, vivendo tão somente para lhe satisfazer as vontades!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele fixava os olhos cor-de-mel da menina, que já não estava mais achando tanta graça naquilo. Ele realmente parecia muito alterado... Arwen precisava de um passa fora urgente, já que agora ele se aproximava ameaçando dar-lhe um beijo a qualquer momento. Ela olhou para Alexis, que fingia ler alguma coisa no livro de História da Magia, mas podia perceber os olhos cerrados da menina, ainda vermelha (quse roxa), e os leves sacolejos de seu corpo por causa das risadas. E teve a idéia. Afinal, Gabe era seu amigo, embora vivessem discutindo, e mesmo bêbado, ela não queria ser indelicada com ele. Não conhecia ninguém melhor para despachar pessoas inoportunas (será que funcionaria com alcoolizados?) do que a marota sentada ali, Alexis Weiss Burghardt Dumbledore, A Irritada, que parecia achar muito engraçado o assédio que ela estava sofrendo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen levantou-se deixando Gabe no chão. Passava a mão delicada no rosto do menino enquanto dizia &lt;em&gt;"me espere aqui amorzinho, vou até a cozinha buscar algo para comermos".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E saiu cantarolando e saltitando, abanando os braços ao redor do corpo, não antes de dar uma piscadela para Alexis, que dizia aborrecida com os olhos &lt;em&gt;"ei, volte já aqui, não me deixe sozinha com esse maluco"&lt;/em&gt; - a situação agora já não parecia tão divertida, uma vez que a atenção fora voltada para ela. A garota baixou os olhos e tentou se distrair com um livro interessantíssimo sobre História da Magia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Volte logo, minha musa inspiradora, estarei aqui até o fim dos tempos, esperando você voltar! - ele revirou os olhos até encontrar os amarelados de Alexis Dumbledore - mas enquanto não volta... Que tal aproveitar comigo a manhã ensolarada, hein, minha tigresa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hum? Perdão, falou comigo, Robert? - a garota disse sem emoção e sequer tirou os olhos do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabe mostrou confusão, mas sua expressão logo foi substituída pelo ato súbito de arrancar o livro das mãos de Alexis e joga-lo à suas costas, se aproximando cada vez mais do rosto da garota e fazendo com que ela caísse para trás do tronco em que estava sentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Até o ponto em que me lembro, e isso é um mero detalhe, veja bem, meu nome ERA Gabriel. Mas você falando assim, tão doce e suave... gatinha... você pode me chamar do que quiser!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação estava ficando mais absurda a cada instante. Após se desvencilhar das tentativas de beijos do sonserino, Alexis tentou contornar a situação falando claro e lhe perguntando o que havia feito mais cedo, talvez assim pudesse entender melhor o motivo da embriaguês. E também se divertir um pouquinho mais com as falas enroladas de Gabe, que agora já parecia um tanto sonolento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, Alize e eu não eztamoz mai-zuntoz - o garoto fungou ruidosamente, abaixou a cabeça e começou a brincar com algumas folhas secas - Zabe, eu nem ligo. Eztou ótimo zem ela. Eztou zim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, então já superou? Que rápido, meus parabéns! - Alexis deu leves tapinhas no ombro de Gabe, mas este tomou sua mão antes que ela pudesse retirá-la. Ele a acariciou e a encostou sobre sua face.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não! Eu não zuperei, ainda eztou muito carente, prezizando de alguém ao meu lado nezte momento. Eu dize que eztou ótimo zem ela poiz azim podemoz ficar maiz a vontade... noz conhezermoz melhor, e tal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oh... é... Gabe? Eu não estou muito certa disso, mas suspeito que irei precisar da minha mão se eu quiser pegar meu livro, voltar para o castelo, enfim. Poderia devolvê-la para a sua dona, meu bem? - mas puxões não eram o bastante para que o garoto a soltasse, sendo arrastado de barriga por alguns metros até que Alexis conseguisse reunir seu material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fique aqui comigo, minha deuzza dos olhos de topázzzzzio! Voze eztá forte, anda malhando? - Gabe ficou feliz por não estar mais sendo arrastado, mas viu que Alexis estava quase perdendo a paciência - Não importa, eztá perfeita para mim! Falarei com seu fofô Dumbie ezta noite mezmo, vamoz noz casar aqui em Hogwartzzz! Dumbledzore gozta de mim, ele ficará feliz em ganhar um neto do meu eu, como porte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se vendo numa conversa sem fim com o sonserino embriagado e extremamente insistente, Alexis sacou sua varinha, &lt;em&gt;"é agora ou nunca", &lt;/em&gt;ela pensava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pela barra das vestes arrastando de Merlim! Robert Gabriel, o que é isso na sua testa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O quê? - o garoto se espantou e passou a tatear o próprio rosto em busca de algo incomum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esse... essa... ISSO AÍ bem aí na sua testa... é viscoso e tem... patas! Yárgh! Que nojento!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tira! Tira! - dando tapas em sua testa, o garoto parecia em pânico ? me ajude, Alexiz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É pra já: &lt;em&gt;ABICIO!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabe voou a alguns centímetros do chão ao ser atirado para longe pelo feitiço de Alexis. Era um dos mais fracos da lista de azarações e feitiços que a menina gostava de praticar, então sabia que não causaria nenhum mal, mas abateria o garoto. De qualquer forma ela caminhou devagar até ele, que permanecia imóvel deitado no gramado, olhando para o céu nublado. Agora sim ela poderia voltar para os seus afazeres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gatinha ártica! Vozê... vozê zalvou a minha vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O silêncio que antecedera aquela frase de Gabe era bom demais para ser verdade. Alexis, que já estava caminhando em direção ao castelo, olhou para trás e o viu correndo em seu encalço e tropeçando nos próprios pés, em meio a um sorriso frouxo e expressão abobalhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah... vozê me ama... eu zabia! - Gabe se atirara nos braços da menina - Vamoz noz casar ainda hoje! Quero ter 5 filhotinhoz, morar e Bagdá e podemoz comprar uma casinha de cachorro para az crianzaz! Zeremoz tão felizes, eu e vozê, vozê e zeu Robert!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oh, não! Já chega, Gabriel! Eu entendo que não é fácil superar o fim de um relacionamen... NEM PENSE EM DESCER ESSA MÃO! Enfim, não posso mais deixar essa situação se enrolar ainda mais! Fora que... EU SOU MUITO NOVA PRA CASAR, né!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Shhhh não diga nada, meu dozinho de figo criztalizado. Eu zei que vozê ze faz de dezentendida para afaztar os garotoz que te dão mole, já obzervei izo. Mas comigo eze joguinho não funziona... - e novamente Gabe voltava às tentativas de beijos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Joguinho? Eu não faço joguinho algum, Gabe, você está eng...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu te conhezo melhor do que vozê conheze a mim mesmo que conhezo a mim melhor do que vozê, dozura - o garoto fazia constantes acenos com a cabeça para tirar a franja caída em seus olhos desfocados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hum... então o senhor quer dizer que EU fico fazendo joguinhos? Então vejamos, gosta de brincar? Brincar de esconde-esconde, por exemplo? - enquanto tentava sair do abraço de Gabe, Alexis pensava seriamente em, num futuro bem próximo, presentear as amigas marotas com as meias suadas de seu tio Pafúncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claro! Joguinhoz zão divertidoz, com vozê então, deve zer uma maravilha, tigreza! - Gabe fez um ruído que Alexis suspeitou ser um rugido de tigre, falho por causa do arroto que veio logo em seguida .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então deite-se aí - a garota o fez cair no chão rapidamente, e virou-o de rosto para a grama - aproveite o dia &lt;em&gt;"ensolarado"&lt;/em&gt; que você disse fazer hoje. Vou me esconder, espere até eu gritar para você vir me procurar, ok? - e correu o mais rápido que pode para fugir dali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eza é a minha gatinha criztalizada de olhoz árticoz! Não... meu dozinho ártico de deuza do figo! Não ainda... bom, não intereza. Eu vou ficar aqui e ezperar até chegar a hora de eu me encontrar com ela. Mal pozo esperar, nóz vamos morar... numa... casa verde, e meu tio vai noz vizitar e... eu farei panquecas... no jantar... e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algum ponto entre frases desconexas e beijos no tronco ali perto, Gabe acabou pegando no sono. Alunos curiosos que assistiram boa parte da novela, tentaram acordar o sonserino, que se mantinha fortemente abraçado às folhas secas do chão, mas não houve resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Escrito por Gabe, Dani Lupin, Alexis e Arwen.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113646653915274330?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113646653915274330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113646653915274330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/01/gabe-wars-as-marotas-contra-atacam.html' title='Gabe Wars - As Marotas Contra-Atacam - final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113646649714470790</id><published>2006-01-05T11:07:00.000-02:00</published><updated>2006-01-05T11:08:17.163-02:00</updated><title type='text'>Gabe Wars - Episódios I e parte do II (ou IV e parte do V, vocês decidem)</title><content type='html'>&lt;b&gt;Gabe Wars - Episódio I (ou IV) - Uma nova esperança&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabriel acordou na manhã nublada de domingo, mas não quis se levantar. Virou-se e revirou-se na cama, despertou realmente apenas com o som do cachorro entrando pela porta do dormitório masculino do 5º ano sonserino, depositando alguns envelopes no chão e indo lamber sua mão, a essa hora, já jogada em qualquer canto da cama. O menino que estava deitado de bruços na cama se sentou e começou a acariciar o cachorro, agradecendo pelo bom trabalho que fez ao buscar as suas cartas no corujal logo de manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, após escovar os dentes e trocar de roupa, Gabriel pegou os envelopes do chão. Um continha o Profeta Diário, jornal que o garoto resolvera assinar na semana anterior, para se manter por dentro das notícias. O outro era mais gordinho e continha dois objetos: uma carta com o carimbo do Departamento de Verificação de Correspondência Exterior do Ministério da Magia, que o menino fez questão de abrir primeiro, e uma garrafa de vidro escuro e com uma etiqueta na tampa &lt;i&gt;"Ao senhor Gabriel Lupos".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carta, porém, era mais esclarecedora:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Caro senhor Gabriel Lupos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho por meio desta agradecer a ti e a minha recruta, Bolhinha, com esta garrafa de hidromel, que aparenta ser pouco comparado ao benefício que vossas senhorias nos trouxeram denunciando e prendendo o senhor Yhua Waldvogel, ex-secretário geral da Seção de Passagem entre o Mundo Real e o Mundo da Fantasia, no Mundo da Fantasia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, deste lado do mundo, desejamos toda a sorte para vossas senhorias nesta guerra que começa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ipeiepa de Burickal,&lt;br /&gt;Imperador do Mundo da Fantasia."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabriel pegou a garrafa e saiu pela porta, já estava prestes a dizer a senha da Sonserina à parede que guarda a passagem entre o Salão Comunal da casa da serpente e o corredor mais próximo, quando se lembrou que os planos que tinha para aquela garrafa e que lhe esperavam no jardim eram incertos. Ele havia terminado o namoro com Alice, e aquela garrafa teria de ser tomada sozinha. Sobre a mesa da Sonserina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gabe Wars - Episódio II (ou V) - As Marotas contra-atacam&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As meninas curtiam a manhã de domingo nublada embaixo do arvoredo defronte o lago pertencente aos terrenos da escola. Dani Lupin trazia na mão um pergaminho com seus horários corvinais, Arwen e Alexis, por sua vez, com os horários escolares da Grifinória. Estavam analisando as horas vagas em comum para organizarem finalmente um cronograma de estudos para os NOMs. Apesar de marota, Dani Lupin é nerd e não iria deixar as amigas em paz enquanto não estivessem devidamente organizadas para se prepararem para os exames dos Níves Ordinários em Magia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longe viram um ser... sim, porque andando daquele jeito, não parecia nada... humano... caminhando em direção ao recanto das meninas. O sujeito deu uma volta como quem quisesse despistar, mas as astutas já haviam sacado que o rapazinho estava tentando chegar até elas de alguma maneira. Continuaram agindo como se nada estivesse acontecendo. Perceberam quando o garoto se aproximou e ficou atrás da árvore onde estavam as meninas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://www.acciocerebro.com.br/img/gabe_marotas.gif" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Marotinha das Zoreia, deu pra perceber quem é o rapazito ali atrás? Seria um trasgo? Eu não consegui ver... - murmurava quase inaudivelmente Dani Lupin para Arwen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- G-a-b-e L-u-p-o-s - respondeu apenas com um movimento de lábios, sem emitir som algum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Lupin revirou os olhos, Alexis riu divertida. &lt;i&gt;"Esse menino, só arruma encrenca..."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ouvir as palavras da srta. Dumbledore, Gabriel Lupos saiu de trás da árvore, ajeitando a roupa e aprumando o peito como um pombo estufado. Mexia as sombrancelhas de um jeito engraçado, tentando parecer galã de novela trouxa. Caminhou empinado, indo se sentar sem ser convidado, junto das três amigas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom dia, moças lindas! - cumprimentou o rapaz com uma voz estranha - Maravilhoso dia para um passeio, não acham?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis olhou para o céu nublado, sem nenhuma ponta de azul. Dani Lupin bufou. Não conseguia acreditar. Ainda coçou os olhos fortemente para ter certeza que sua visão não estava embaçada ao ver delirante e estranho ser postado na frente das meninas. Afinal, o que o filhote de trasgo do Lupos tinha que aparecer para estragar sua manhã de domingo? E o pior, estragar sua rara oportunidade de ajeitar o horário dos NOMs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É, ERA um lindo dia, até você chegar, Lupos - disse juntando suas coisas - foi só você aparecer e cadê o sol? Ora ora, sumiu! Será que ele foi beber uma cerveja amanteigada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Danizinha, você já vai? Mas nós não íamos... - começou Arwen, interrogando a amiga que se levantava e tirava folhas secas do vestido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Combinei com Tom de me encontrar com ele depois que terminasse aqui com vocês... Precisamos estudar e namorar um pouquinho, sabe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Opa, opa! Ouvi a palavra namorar aqui? Isso é comigo mesmo! - Ele se levantou imitando a lobinha sobre as folhas secas. - Que tal comigo, Lupin?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani olhava com uma expressão mista de comédia e raiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lupos! Eu sou noiva! - E ela fez uma careta zangada - Como se eu precisasse lhe explicar alguma coisa! Hunf! Aliás, eu estou com todos os meus parafusos certinhos aqui e sob nenhuma hipótese poderíamos ter nada juntos. Ok!? Arranje outra corvinal bobona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem, Danizinha... Eu não sou ciumento! - Mas quando viu, ele já estava no chão com a bochecha direita ardendo e vermelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Lupin pegou os materiais num pulo e saiu pisando forte - "Vejo vocês mais tarde. O ambiente não está propício para nossa tarefa no momento. Hunf!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso me inclui, linda corvinal dona dos meus desejos mais secretos??? - gritava Lupos do chão, ainda acariciando o rosto, enquanto Dani se afastava sem olhar para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen caiu na gargalhada. Alexis também achou o episódio muito engraçado. Estavam achando que o Gabe havia ido até lá para perturbar a Lupin e só, já que os dois não se bicavam de jeito algum. Qual não foi a surpresa delas quando o garoto sentou-se bem próximo - quase no colo - da Potter. Prognóstico?  É... Elas agora podiam ter certeza: Ele estava bêbado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(Episódio continua amanhã)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Escrito (entre muitas gargalhadas) por Gabe, Dani Lupin, Arwen e Alexis.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;* Episódios I e II se considerarmos a trilogia de "Star Wars" em ordem cronológica de lançamento/estréia/exibição. Episódios VI e V se considerarmos as duas trilogias que foram filmadas até o momento (há quem diga que haverá uma terceira trilogia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Dolls (fabricação e montagem) por Alexis Dumbledore, a Irritada.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113646649714470790?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113646649714470790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113646649714470790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2006/01/gabe-wars-episdios-i-e-parte-do-ii-ou.html' title='Gabe Wars - Episódios I e parte do II (ou IV e parte do V, vocês decidem)'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113516415233016556</id><published>2005-12-21T09:21:00.000-02:00</published><updated>2005-12-21T09:22:32.343-02:00</updated><title type='text'>Pedido de demissão</title><content type='html'>Estava sentada numa das mesas na barulhenta sala comunal da Grifinória. Depois das ordens do toque de recolher, quando nenhum aluno poderia ficar saracoteando pelos corredores da escola após o jantar, a sala situada no sétimo andar de uma das torres do castelo ficava insuportavelmente cheia até um determinado horário X, que variava de acordo com a quantidade de deveres de casa, notícias bombásticas ou simplesmente, ao bel prazer do tédio de muitos, que procuravam o burburinho para distração. Arwen tentava fazer seu trabalho de DCAT, enquanto Alexis cochilava babando em cima do livro. Porém não conseguia se concentrar. Não sabia se pelo barulho demasiado do local ou se pela presença de algumas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gina Weasley estava noutra mesa, próxima à das meninas, com Dino Thomas. Nas poltronas e no chão próximo à lareira, encontravam-se o trio maravilha da Grifinória - Harry, Ron e Hermione. Arwen sentia-se indevida e estranhamente incomodada. Uma sensação esquisita lhe invadia a alma. Talvez aquela conjunção de pessoas dividindo o mesmo espaço. Algo estranho estava acontecendo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fixou os olhos castanhos cor-de-mel no rapaz de cabelos negros desgrenhados. Não deveria pensar nisso, afinal a decisão partira dela. Mas não podia ser indiferente. Se ela tivesse o poder de mudar as coisas, com certeza o faria... Não se arrependera do rompimento. Mas era inegável: ela ainda gostava dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto fitava o garoto conversando aos sussuros com os amigos, ela ouvia e sentia seus pensamentos... Antes não tivesse essas faculdades. Ele estava pensando numa das aulas de poções e no cheiro que sentiu quando foi apresentado à amortentia, a mais poderosa poção do amor. Um perfume floral, que significava o desejo mais íntimo do rapaz. E, abismada, olhou para seu lado instintivamente. O mesmo odor exalava suavemente da sua colega de turma e dormitório, Gina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobressaltou-se. Não podia ser! Deu um cutucão em Alexis, que acordou assustada. Contou em poucas palavras o que acabara de "presenciar". Estava com ciúmes. Irritadinha, por sua vez, achou que a amiga realmente estava exagerando. Definitivamente, Arwen estava ficando maluca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que idéia! De onde você tirou isso? Acho que você já está confundindo as coisas, mocinha, misturando seus sentimentos com suas facilidades para invadir mentes alheias... O que não é muito educado, às vezes... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que eu posso fazer? É mais forte que eu, não é controlável, não o faço quando quero, simplesmente acontece! - pausou pensativa - e eu não estou inventando coisas... Eu sei que não tenho direito algum de sentir seja lá o que for, mas mesmo assim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tonta, pelamordemerlin, a Gina tem namorado, você está vendo ali? E seu EX-legume sequer olhou nessa direção. Não vejo motivos para você se preocupar com isso. Primeiro porque VOCÊ terminou o namoro e logo, nenhum dos dois deve satisfação um ao outro. E outra, porque realmente, acho que você está exagerando. Vendo coisa onde não tem... Comeu direitinho na janta? Tem certeza de que não está com fome? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen calou-se. Entendia o que a amiga dizia e sentia-se confusa. Mas definitivamente, não acreditava que pudesse simplesmente estar inventando coisas em sua cabecinha fértil. Aumentando, talvez... De qualquer forma, já estava pensando num assunto fazia algum tempo. E repentinamente, deciciu-se. Levantou resoluta e caminhou até a lareira, mesmo sob os protestos de Alexis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi pessoal. - cumprimentou a quintanista o trio de amigos que agora a observavam - Harry, posso ter uma palavrinha com você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, Ron é melhor a gente procurar Bichento e... - Mione já dava um jeito de deixá-los à sós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não há necessidade de saírem, podem ficar... - continuou a grifinória de orelhas pontudas - eu só vim avisar o Harry que estou saindo do time.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que? - exclamou o garoto - mas nem fazer os testes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, não vou nem fazer os testes. Não fique bravo, mas eu realmente estou preocupada com os NOMs e acho que não serei uma boa jogadora enquanto estiver com a cabeça fixada em junho do ano que vem... o quinto ano mal começou e está sendo bem puxado. Decidi priorizar algumas coisas... Sinto muito, Harry. Mas tenho certeza de que você encontrará ótimos artilheiros, muito melhores que eu. Afinal, há tanta gente inscrita! Até mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E deu as costas aos amigos antes que alguém pudesse dizer alguma coisa. &lt;br /&gt;Decididamente, os NOMs pesaram na sua decisão. Mas tinha certeza de que Gina continuaria no time e isso pesou mais do que qualquer prova de magia. Não suportaria treinar e jogar sentindo odores florais exalando de duas vassouras enquanto o jogo seguia em frente...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113516415233016556?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113516415233016556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113516415233016556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/12/pedido-de-demisso.html' title='Pedido de demissão'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113439075159248370</id><published>2005-12-12T10:30:00.000-02:00</published><updated>2005-12-12T10:33:47.646-02:00</updated><title type='text'>Perdas e ganhos</title><content type='html'>&lt;em&gt;*Este post é continuação de um texto de Joseph Belmont. Para acessá-lo, clique &lt;a href="http://www.acciocerebro.com.br/accio/2005/11/tempestade.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.*&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen acordou olhando para os lados. Achou que tivesse despertado cedo demais, dada a escuridão que tomava o dormitório das quintanistas da Grifinória. Ainda sonolenta, sobressaltou-se com um clarão, seguido de um estrondo ensurdecedor. Compreendeu. &lt;em&gt;"Mais um domingo de chuva...",&lt;/em&gt; pensou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebeu a ausência de Alexis. Possivelmente já descera para tomar o desjejum e não quis acordá-la. Sentiu uma angústia estranha apertando-lhe a garganta. &lt;em&gt;"Sensação esquisita...",&lt;/em&gt; murmurou para si mesma enquanto se trocava para descer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhou pelos degraus até chegar na sala comunal, que abandonou através da porta escondida sob o retrato da Mulher Gorda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom diaaaa querida! - cumprimentou alegremente a senhora do quadro, cantarolando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom dia - respondeu a menina - AI! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anel queimava novamente em seu dedo. Sem saber exatamente para onde ia, começou a correr. O que era certo é que não estava indo em direção ao salão principal, definitivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"O que terá acontecido desta vez?"&lt;/em&gt; - resmungava enquanto corria, a cabeleira negra ondulada e sedosa esvoaçando nas costas no mesmo compasso que as vestes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando deu por si, estava galgando para a torre de astronomia. &lt;em&gt;"O que eu estou fazendo aqui?",&lt;/em&gt; pensava, enquanto terminava de subir as escadarias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua pergunta logo foi respondida, assim que alcançou o último patamar. A chuva cessara e o sol brilhava intensamente, o céu azul miosótis, sem nuvens. Lá estava Alexis, sentada no chão com os joelhos fletidos e os cotovelos apoiados neles, com expressão de pesar no rosto. Ao seu lado, sentado, Belmont fixava o céu sem nenhuma expressão no olhar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecia que nenhum dos dois percebera a sua chegada. Resolveu se aproximar. Ela sabia o que havia acontecido. De alguma maneira, sabia. A dor que sentia oprimindo o peito era muito similar à que sentiu no final do semestre, numa clareira na Floresta Proibida. Aproximou-se cautelosa e suavemente, ajoelhando-se diante do corvinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não sei como, mas sei o que houve. Sinto muito... - e encarou o chão como quem procura o invisível. Joseph continuou estático, olhos fixos no infinito. A garota ergueu de novo os olhos cor-de-mel para o rapaz - é um momento triste, e mal nos conhecemos... se desejar, vou-me embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de alguns segundos que pareceram horas, o corvinal finalmente descolou os olhos do firmamento, fixando-os dessa vez, no chão, com a mão na testa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Tudo bem, pode ficar ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis encarou a amiga, tentando sorrir complacente. Arwen, por sua vez, sentou-se defronte Belmont. Agora ela também encarava o chão, brincando displicentemente com algumas pequenas pedras que encontrou. O silêncio era pesado e o sol não parecia atingir aquele ponto do castelo. Estava tudo frio e escuro. Relembrou os momentos de angústia que passou. Definitivamente, entendia o que o rapaz estava sentindo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Belmont... Não há muito o que dizer nessas horas. Mas sei o que você está sentindo, juro que sei... - pausou mais uma vez, respirando fundo - há pouco mais de dois meses estive em situação semelhante... Não foi fácil, ainda não está sendo... Eu... sinto muito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pode me chamar de Joseph ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grifinória de orelhas pontudas sorriu, abaixando novamente a cabeça, concordando. Mais uma vez, o silêncio pairava. Alexis vez ou outra fazia algum ruído para mudar de posição. O sol já estava alto, devia ser próximo do meio-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O sol está incomodando ... vou entrar - o garoto se levantou, caminhando rumo à escada. Então parou subitamente, colocando as mãos nos bolsos e olhando para os degraus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como foi que você ficou sabendo? Alexis deve ter contado, eu suponho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alto lá, rapazinho! - protestou Dumbledore - eu não estava do seu lado o tempo todo? Como eu iria contar algo pra ela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joseph continuou encarando os degraus de pedra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sabia porque... - começou sem saber bem o que dizer - oras, porque eu sei de coisas que até eu desconheço. Meu dedo queimou, saí correndo sem desconfiar de onde estava indo, cheguei aqui e quando te vi, eu simplesmente sabia. Doía em mim como doeu em julho. E eu tive certeza... - concluiu Arwen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Um outro dia, num momento melhor, a gente te conta tudo, Josh... agora vamos descer e tentar comer alguma coisa? - tentava animar Alexis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que não ... estou sem fome - respondeu com uma voz alterada enquanto passava a manga do uniforme no rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pelo menos tente, Josh... - insistia a amiga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele continuou descendo a escada, as meninas nos seus calcanhares. Alexis desistiu, sabia que seria inútil insistir mais. Incrível como todos os seus amigos eram extremamente cabeças-duras!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminharam calados até o saguão. Alexis abraçou o amigo, que finalmente deixou as lágrimas escaparem e lavarem o rosto cansado. Após o consolo caloroso da amiga, Arwen ficou sem reação. Não sabia o que fazer... O que se faz numa hora dessas? Aperta a mão? Deixa pra lá? Afinal, mal conhecia o rapaz... Mas ainda assim, pensando na situação... Na dúvida, acabou optando por um abraço menos efusivo, ainda constrangida pela situação, enquanto o rapaz murmurava &lt;em&gt;"obrigado"&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vermelha como um pimentão, a garota observava o amigo de infância de Alexis se distanciar, enquanto a amiga também chorava baixinho. Arwen passou o braço nos ombros da marotinha, conduzindo-a para a torre da Grifinória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joseph subiu as escadarias até o salão comunal, que estava cheio de alunos estudando. Passou direto pela sala e foi para o dormitório, atirando-se na cama. O tempo parecia não passar. Algumas horas depois, que pareceram dias, um aluno entra no dormitório para avisar que Flitwick queria falar com ele. O garoto olha pela janela e vê que já escureceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já estou indo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Escrito por Arwen Potter e Joseph Belmont &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113439075159248370?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113439075159248370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113439075159248370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/12/perdas-e-ganhos.html' title='Perdas e ganhos'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113365503216239360</id><published>2005-12-03T22:10:00.000-02:00</published><updated>2005-12-12T10:28:23.996-02:00</updated><title type='text'>A herança - final</title><content type='html'>Já era hora do almoço e a barriga de Arwen demonstrava ter um ser extraterrestre vivo em seu interior, tamanho ronco que se ouvia do seu estômago faminto. Perdida entre tantas coisas diferentes contidas naquela enorme caixa de madeira, a jovem grifinória nem se deu conta de que o tempo passara. Seu pensamento, no entanto, ainda estava fixo naquele Anuário. Estava ansiosa para mostrá-lo às amigas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juntou suas coisas de volta no baú, pegou a mochila e desceu apressada. Na sala comunal, viu Romilda Vane conversando em alto, claro e bom tom que a melhor coisa que Harry Potter fez na vida foi ter dado um chute no traseiro da orelhuda do quinto ano...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Merlin, ainda não sei o que ele viu nela! - e caíam na risada, as meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, não falem assim da Potter! - reclamava um garoto miudinho, com uma voz fina, que Arwen reconheceu na hora: Denis Creevey - Ela é muito mais legal e bonita que vocês! Aliás, se vocês ainda não perceberam, ela e Ginny Weasley são as meninas mais bonitas da Grifinória!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen corou e sorriu. Jamais havia imaginado uma coisa dessas! Resolveu sentar-se na escada para assistir o bate-boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, Creevey, e o que você entende de garotas para dizer uma coisa dessas? - replicou Vane, se admirando num espelho de bolso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouviram então uma voz vinda do outro lado da sala, que a garota de orelhas pontiagudas sentada na escada não pode ver de quem era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, ele e mais da metade da população masculina sabem disso... O time das garotas mais visadas de Hogwarts: Weasley, Chang, Potter, Rain, e agora a Grant...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ninguém te dirigiu a palavra, sr. Finnegan - respondeu desgostosa e grosseiramente Romilda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menina na escada levantou-se, fingindo pigarrear, jogou os cabelos para trás displicentemente e saiu, sem olhar para os presentes, murmurando um "boa tarde, meninos", desaparecendo de suas vistas através da entrada da sala comunal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sem acreditar no que acabara de presenciar, Arwen caminhava a passos largos, quase correndo em direção ao salão principal. Até ficaria com raiva da Vane, mas diante de cena tão ridícula, não teve outra opção senão achar graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deu de cara com Alexis e Dani Lupin caminhando em direção à entrada da Grifinória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Há! Aqui está ela, a marota fujona e matona de aulas! - esbravejou Dani Lupin. Traíra, como pôde ficar fuçando no caixotinho sem esperar pela gente??? Eu tô TÃO CURIOSA pra saber o que tem lá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Anda logo, marota das Zoreia, desembucha, o que tem lá? - Alexis beliscava o braço da amiga enquanto falava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom... - começou Arwen - a princípio um monte de tranqueiras familiares... Uns objetos estranhos que acredito que foram do meu pai... Mas o importante está aqui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentou-se ali mesmo, no chão do corredor, abrindo a mochila. As amigas também se sentaram, esperando para ver o que ela iria mostrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Lupin e Alexis sorviam cada página daquele livro com os olhos cada vez mais arregalados. Parecia que eles lhes saltariam das órbitas a qualquer momento! Quando terminaram de folhear todo o livro, fecharam ainda sem entender bem a importância daquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estranho, não acham? - perguntou a pequena semi-elfa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Very strange... - comentou baixinho Dani, muito pensativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis mantinha-se com o queixo caído, não dizia nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você sabia de alguma coisa, Dani? Seu pai comentou alguma vez...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, não, tudo o que ele mencionou a esse respeito ele disse quando te conheceu, lembra? Achou estranho seu sobrenome, daí lembrou que conheceu seu pai... no Ministério. E só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Minha mãe também nunca foi de falar nada... Nunca soube nada além de ela ter sido da Grifinória. Mas uma vez que você é uma das minhas melhores amigas... e Lily Evans e James Potter, pais do... legume insensível Potter - e deram umas risadinhas, embora Arwen ainda sentisse um incômodo estranho ao tocar no assunto - era de se esperar que pelo menos alguém tivesse citado, nem que fosse de longe, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De fato, muito estranho - pronuciou-se, por fim, Alexis - mas também muito fácil de se resolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas ficaram olhando para ela com interrogações estampadas na testa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Elementar, minhas caras marotas - prosseguiu Dumbledore - é só a Dani falar com o pai dela. Perguntaremos diretamente ao Poderoso Lupão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, acho que não... - respondeu cabisbaixa, Lupin - pelo menos não agora. Papis tem andado tão... ocupado ultimamente! Acho que vai ser difícil conseguir falar com ele...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, tentamos quando der... enquanto isso, podemos investigar nós mesmas... Tem tanta tralha pra isso! Agora vamos, estou morta de fome! - finalizou Arwen levantando-se, e com a mente fixa agora não somente no Anuário, mas também no diário de Liv Potter.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113365503216239360?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113365503216239360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113365503216239360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/12/herana-final.html' title='A herança - final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113335546041718959</id><published>2005-11-30T10:57:00.000-02:00</published><updated>2005-11-30T10:57:40.430-02:00</updated><title type='text'>A Herança - parte 2</title><content type='html'>O salão estava lotado como sempre e os alunos tomavam seu café da manhã. As corujas faziam sua revoada costumeira, entregando as correspondências. Mais um dia e nada chegara para a grifinória de longos cabelos negros, olhos cor-de-mel, lábios bem torneados e orelhas pontudas. Arwen olhava para as corujas indo e vindo, com um visível ar de decepção estampado no rosto. Fazia alguns dias que Marjorie McGonagall havia saído em busca de seus pertences como sua procuradora mediante o Ministério da Magia e nem sinal de notícias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando nisso e tomando seu café da manhá com pouca vontade, eis que se sobressalta com todos os alunos se virando em direção à porta principal do salão. A garota imita o movimento dos colegas e abre um largo sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irrompia através da entrada principal uma jovem linda e loira, que seguia desfilando por entre as mesas. A delicada mão direita empunhava a varinha, apontando-a para diante. Seguia à frente, flutuando, uma enorme caixa de madeira, semelhante a um baú, que parecia não pesar mais que uma pluma. Alcançou a mesa da Grifinória, depositando no chão o baú, que caiu suavemente, mas ainda assim, provocando um baque surdo. Definitivamente, ele não pesava tanto quanto uma pluma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A srta. McGonagall sorriu para as meninas, que a olhavam com o mesmo ar de admiração de sempre - Arwen ainda mais satisfeita. Tinha uma noção bem definida do que seria aquela encomenda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom dia, garotas! - cumprimentou alegremente a jovem loira - Arwen, aqui estão alguns pertences pessoais de seus pais. E nesta pasta - dizendo isso, a moça deu uma sacudidela na varinha, fazendo surgir diante de si, uma pasta em couro marrom-escuro, que flutuou e pousou na mesa defronte Arwen - estão os documentos pessoais, escrituras dos imóveis e a chave do seu cofre em Gringotes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota sorriu, um tanto alegre e um tanto triste. Sua espera havia finalmente terminado. Mas as lembranças que advinham dali eram deveras doloridas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;McGonagall se despediu de Arwen e Alexis. Arwen agradeceu mais uma vez o favor que seu anjo da guarda fizera. Marjorie apenas sorriu, murmurando um &lt;em&gt;"não fiz mais que a minha obrigação, mocinha!"&lt;/em&gt;, dando uma piscadela de olho para a garota de orelhas pontudas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que a moça se distanciou da mesa, Arwen virou-se para Alexis, perguntando qual seria a próxima aula do dia. Dani Lupin já estava a postos, na mesa da Grifinória, para se inteirar do assunto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hum... Não temos horário vago esta manhã - dizia a pequena Dumbledore - e a primeira aula é de Trato das Criaturas Mágicas. Dois tempos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Será que Hagrid vai perceber minha ausência? - interrogou Arwen com o dedo indicador direito pousado no queixo, olhando fixamente para a caixa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Imagino o que você está pensando - sorriu marotamente Alexis - se ele sentir sua falta, digo que você está na Ala Hospitalar porque suas orelhas ficaram maiores que o habitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As três amigas riram. Dani Lupin apressou-se em recomendar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas marotinha das Zoreia, Tontinha querida do meu coração, você não acha que seu caixotinho - ênfase no &lt;em&gt;"caixotinho"&lt;/em&gt;, querendo dizer exatamente o contrário - não pode esperar até a hora do almoço? Nós já não estamos estudando direito para os NOMs, sequer fizemos nosso horário... E ainda vai matar aula? Fora que, puxa vida, eu e Alexis também queremos ver! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não senhoritas. Meu &lt;em&gt;"caixotinho"&lt;/em&gt; não pode esperar. Vocês vão para as aulas, depois Irritadinha me passa o que perdi. Vou aproveitar o dormitório vazio e explorar o meu... tesouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantou-se num salto, sacou a varinha do bolso da veste negra e murmurou um &lt;em&gt;Vingardium leviosa&lt;/em&gt;, apontando para o baú, que levantou-se do chão novamente como uma pluma. A grifinória de longos cabelos negros deixou as duas amigas no salão e saiu dando um &lt;em&gt;"até logo", &lt;/em&gt;enquanto se dirigia para a torre da Grifinória, no sétimo andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez no dormitório, Arwen abriu a caixa. Parecia à primeira vista um monte de tralhas. Havia uma boneca diferente. Não era sua. Colocou de lado e continuou explorando o conteúdo da pequeno container. Revistava livros, papéis, objetos que ela não conhecia, possivelmente do pai, que era auror... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um livro de encadernação veludo vermelho com letras douradas na capa lhe chamou a atenção. &lt;em&gt;"Anuário de Hogwarts - 1978"&lt;/em&gt;. Abriu curiosa. Era a primeira vez que saberia mais sobre a vida escolar de sua mãe. Enquanto folheava o livro, seu queixo caía a cada página. Eram os formandos do ano. E que surpresa ao ver aqueles nomes e fotografias acenando para ela! James Potter, Sirius Black, Peter Pettigrew, Lily Evans... Remus Lupin... Todos na mesma turma! Estudaram com sua mãe e ela jamais mencionara o fato de ter sequer conhecido pessoalmente o pai da melhor amiga e o do ex-namorado! A jovem de olhos violeta da foto do diário também estava ali no livro - Callista Graham. Teria ela algum parentesco com o rapaz sonserino que se tornara amigo dela e das meninas, Daryl Purple? Será que Dani Lupin sabia que seu pai estudara com sua mãe? Se sabia, por que ela nunca disse nada? Não, Dani não sabia de nada com certeza, senão teria contado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"É algo tolo para me preocupar..."&lt;/em&gt; - pensava a menina - &lt;em&gt;"mas ainda assim, intrigante. O professor Lupin conheceu minha mãe e jamais disse uma palavra sobre isso..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guardou aquele livro em sua mochila, decidida a mostrar às amigas na hora do almoço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113335546041718959?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113335546041718959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113335546041718959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/11/herana-parte-2.html' title='A Herança - parte 2'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113138542376249639</id><published>2005-11-07T15:42:00.000-02:00</published><updated>2005-11-07T15:43:43.776-02:00</updated><title type='text'>A herança - parte I</title><content type='html'>A manhã era normal como todas as demais. A mesa da Grifinória estava repleta de alunos que tomavam seu desjejum antes de rumarem para suas aulas. Tão logo o café da manhã foi servido, adentrou o salão a costumeira revoada matinal de corujas que traziam as correspondências dos internos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Galadriel, a pequena coruja branca de olhos azuis repousava no corujal, como bem sabia Arwen. A garota não havia despachado nada, e não esperava receber nenhuma carta nem naquele dia, nem nos seguintes. Ficou surpresa quando uma imponente coruja-das-torres parou solenemente diante dela, esticando-lhe a pata, onde estava preso um pergaminho. Olhou para os lados para verificar se a coruja não havia errado o destinatário. Alexis engolia suas panquecas com mel enquanto lia o Profeta Diário, e nem percebera o olhar da amiga. Como os demais já estavam de posse de suas correspondências, e os que não estavam também não procuravam por algo, decidiu por fim, pegar o que parecia lhe pertencer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão logo começou a desenrolar o pergaminho, a imagem do brasão oficial do Ministério da Magia deixou a grifinória ainda mais curiosa e um tanto intrigada. Mal começou a ler o documento e sua curiosidade transformou-se quase que instantaneamente numa espécie diferente de melancolia e desalento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Comunicamos a Srta. Arwen de Lórien Potter que após o falecimento da Sra. Liv Spellman Potter, os bens de sua família devem ser entregues à sua herdeira legal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estaremos enviando em anexo um formulário a ser preenchido e entregue a um procurador maior de idade, para que sejam retirados bens de menor valor e escrituras de propriedades pertencentes à família. Os pertences mais valiosos serão entregues diretamente no Banco de Gringotes, onde serão guardados no cofre da família, e a chave do mesmo será entregue juntamente com os demais pertences e documentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sra. Nicole Gardner&lt;br /&gt;Secretária do Departamento de Tutela de Bens e Bruxos Menores do Ministério da Magia."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suspirou, enrolando de volta o pergaminho e oferecendo um pedaço de bolo de caldeirão para a coruja, que ainda a observava. Assim que recebeu o agrado, a ave ministerial levantou vôo e seguiu viagem, deixando a menina pensativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as férias não havia pensado nesses trâmites legais e burocráticos. Na realidade, nem tinha conhecimento ao certo do que possuía, mas decerto não era nada milionário. Tinham uma vida tranquila, mas sem luxo. Sabia da casa em Londres, onde estavam os pertences da mãe e algumas recordações do saudoso pai e da caixa que lhe fora entregue nas férias. Não possuíam elfos domésticos, nem grandes propriedades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Um procurador..."&lt;/em&gt; - pensava a jovem - &lt;em&gt;"mas quem poderia ser um procurador da minha ilustríssima pessoa que desde que chegou a Hogwarts esse ano só fez chorar, grunhir e servir de ponto de referência por causa das minhas orelhas pouco... convencionais?"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto mentalizava um possível procurador, assustou-se com os olhos amarelados e cristalinos de Alexis lendo o documento novamente aberto nas mãos da amiga. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No que tanto pensas, Orelhudinha? Isso aconteceria mais cedo ou mais tarde... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sei. Mas preciso de um procurador. O Ministério não deu brecha para que eu mesma fosse retirar meus pertences, e tal. Não faço idéia de quem seria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num passe de mágica (como se magia fosse a coisa mais extraordinária em Hogwarts), uma belíssima jovem loira de olhos muito azuis, porte altivo e que deixava todos os seres do sexo masculino embasbacados enquanto ela caminhava (praticamente desfilava) pelo salão, parou mesa da Grifinória dando um sorriso caloroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá garotas! Que bom revê-las! Estava com saudades! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As meninas responderam muito satisfeitas o sorriso de Marjorie McGonagall, sobrinha da professora e diretora de sua casa, &lt;em&gt;Inominável&lt;/em&gt;, membro da Ordem de Fênix, inteligentíssima, inigualavelmente bela e guardiã das meninas em sua viagem até a Cidade dos Galadhrim durante as férias de verão. Arwen pressentiu o que a levara até ali. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então você é a minha procuradora... - disparou a garota - Começo a crer que talvez você seja uma espécie de fada madrinha! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A loira sorriu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quase isso... se eu fosse uma fada. Digamos que eu seja uma pessoa designada a zelar pelo seu bem-estar e segurança. Algo que todos vocês aqui em Hogwarts têm. Embora a grande maioria não saiba disso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morena de orelhas pontudas riu prazeirosamente. Era bom sentir-se amparada depois de tudo o que lhe havia acontecido. Lembrou-se de relance da irmã da "guardiã" que lhe designaram e o ocorrido dias antes do retorno à Hogwarts. Só então percebeu que a menina não estava presente na mesa durante aqueles primeiros dias. Talvez estivesse em casa... Misty McGonagall sempre andava se espaventando pelos corredores, rindo e chamando a atenção onde estivesse com seu jeito pouco discreto de ser...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Srta. McGonagall, como está Misty? Não a tenho visto pela escola...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, ela está bem melhor, a fogueteira... Não quis voltar para Hogwarts para não encarar a realidade e as perdas... Mas acho que ela vai acabar mudando de idéia. Está em Beauxbatons. Creio que ela não esteja gostando muito da "frescurada française", como ela mesma diz...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen sorriu de novo. Apesar das desavenças, não a queria mal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Pelo menos se ela voltar, o caminho agora está livre pra ela..."&lt;/em&gt; - pensava, enquanto olhava de esgueira para um jovem de cabelos negros desgrenhados, olhos verde-intenso, óculos e a famosa cicatriz em forma de raio na testa, que tomava silenciosamente o seu café.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113138542376249639?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113138542376249639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113138542376249639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/11/herana-parte-i.html' title='A herança - parte I'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113129657300365813</id><published>2005-11-06T15:02:00.000-02:00</published><updated>2005-11-06T15:02:53.016-02:00</updated><title type='text'>Guess That's Why They Call It The Blues</title><content type='html'>Uma sonserina andava meio perdida pelos corredores de Hogwarts procurando a sala da aula de feitiços. Selina olhava em volta tentando saber onde estava quando reparou em uma grifinória andando no sentido contrário ao seu. O que chamou sua atenção no início foram as orelhas pontudas, mas quando Arwen passou mais perto a jovem de olhos cinzas sentiu um arrepio, sentiu muito frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na dúvida sobre o que deveria fazer, se ignorava isso ou iria atrás dela, Selina decidiu pela segunda opção. Viu que a garota decidiu sair do castelo, andava em direção ao lago. Observou a distância a grifinória que se abaixava e pegava uma pedra para atirar no lago. Ela continuou a fazer isso até que a lula gigante respondeu jogando uma de volta que por pouco não a atingiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Er... Oi... - Selina decidiu se aproximar e falar com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pega de surpresa, Arwen olha para a garota na sua frente e os olhos foram direto para o símbolo da sonserina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi... Olha... Desculpa, mas eu estava querendo ficar sozinha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu imaginei, mas eu não tive como não vir... É difícil explicar, mas sei que você tá muito triste e queria saber se poderia fazer alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selina se aproximou da grifinória que a olhava com interrogação e sem ação. Ela foi andando devagar, nunca tinha sentindo tão forte a emoção de alguém. A jovem a sua frente estava praticamente azul de tanta tristeza e ela sentia o frio que vinha disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen ficou olhando a sonserina se aproximar e deu um passo para trás. Curiosa com a situação ela olhou a garota de cabelos azuis esticar a mão e levá-la ao ombro da grifnória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente as duas jovens levaram um choque tão forte que caíram afastadas. Elas olharam uma para outra espantadas com o que aconteceu e cada uma esperando a outra falar sobre o que houve. Como se as duas entendessem ao mesmo tempo, elas caíram na gargalhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Foi mal, acho que entramos em curto. A propósito, me chamo Selina Grant.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen Potter. Você tem algum poder mental, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selina assentiu, e levantou-se num salto. Ia ajudar a grifinória a se erguer, mas a cena vista de quem vinha ao longe insinuava que a garota iria atacar Arwen. Mais que depressa, as duas meninas que vinham caminhando procurando pela amiga, desembestaram a correr e pararam no local, com varinhas a postos, apontando para a garota de cabelos azuis, enquanto olhavam para a grifinória de orelhas pontudas ainda no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meninas, calma! Podem ficar tranquilas! Abaixem essas varinhas! Que mania de perseguição! - dizia Arwen enquanto se levantava e ajeitava as vestes, retirando as folhas secas de grama que ficaram presas na roupa - foi um acidente, só isso. Grant, essas são Alexis Dumbledore e Daniela Lupin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As marotas baixaram as varinhas, ainda desconfiadas. Olhavam com cara de interrogação para a amiga. Esta sorriu, apresentando a sonserina e contou em poucas palavras o ocorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então é melhor vocês darem um pulinho na Ala Hospitalar - dizia Lupin - pode ser que o estrago tenha sido maior do que vocês imaginam...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As garotas concordaram e dirigiram-se as quatro, em direção à enfermaria de madame Pompom, enquanto conversavam e riam um pouco. Afinal, a Sonserina estava se mostrando uma caixinha de surpresas agradáveis naquele início de ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* Escrito à quatro mãos por Arwen Potter e Selina Grant&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113129657300365813?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113129657300365813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113129657300365813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/11/guess-thats-why-they-call-it-blues.html' title='Guess That&apos;s Why They Call It The Blues'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113103012519378440</id><published>2005-11-03T12:26:00.000-02:00</published><updated>2005-11-03T13:02:05.206-02:00</updated><title type='text'>Brumas do passado</title><content type='html'>Arwen voltara para o dormitório feminino da Grifinória após o término das aulas daquele dia disposta a procurar entre seus pertences o livro dado a ela por Anna Brightbelt no início dos estudos de Literatura Mágica. Era Romeo and Juliet, de William Shakespeare, um autor trouxa. A grifinória de orelhas pontudas havia, num lampejo na beira do lago, associado os pombinhos Alexis Dumbledore e Daryl Purple ao casal da história lida há tanto tempo - o amor impossível por causa das famílias inimigas. No nosso caso, por causa da rivalidade entre as casas. Ainda não sabia bem como iria bancar o cupido, mas era algo já decidido na sua cabecinha de elfo. E contava com o apoio da marota Lupin. Era isso, seria agora que desencalhariam a dona Irritadinha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combinou com a amiga e colega de dormitório de encontrá-la após jantar, sob pretexto de faxinar o malão. Estava sem fome e iria adiantando as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrou na sala comunal da Grifinória, vazia. Subiu as escadas em passos apressados. Estava eufórica! Alexis sempre dizia ser muito nova para namorar e não achar graça nos meninos que conhecia. No entanto, a manifestação evidenciada pela amiga naquela tarde acontecera em momentos raríssimos. E dessa vez valia à pena investir, afinal não se acha um sujeito daqueles em qualquer lugar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez no dormitório, abriu o seu malão, encontrando a caixa que ganhou nas férias antes de qualquer outra coisa. A caixa de madeira, com runas élficas gravadas na tampa. Só então percebeu que não havia analisado nenhum dos livros contidos ali. Com o evento Felisberta no último dia de estadia em Lothlórien e todos os acontecimentos seguintes, acabara esquecendo-se de parte do presente. A outra parte estava em seu dedo anular direito - o anel de pedra clara de luz azul-intensa. Esquecendo-se por instantes do propósito de estar revirando o malão ao invés de jantar, abriu a tampa da caixa e retirou o livro de encadernação em veludo vermelho, com letras douradas. Examinou as páginas manuscritas, com caligrafia extremamente familiar. Era a letra de Liv Potter, sua mãe. Algumas páginas estavam em branco, outras escritas, outras com fotografias... Uma espécie de diário informal. Possivelmente, as páginas em branco traziam algo que não deveria ser lido por qualquer um... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fechou o malão, acomodando-se em sua cama. E começou a ler algumas passagens do livro. Eram relatos de acontecimentos simples em Hogwarts... Falava de amigas... Uma foto lhe chamou a atenção: um casal junto a seus pais lhe acenavam alegremente. Um rapaz de óculos, muito bonito, com vestes da Lufa-Lufa... Uma garota de olhos extremamente violeta, grifinória como sua mãe... E seu pai, com vestes corvinais. O pai Arwen sabia que não havia estudado em Hogwarts, mas fizera um ano de intercâmbio, e foi quando conheceu Liv, a responsável por ele se mudar da Irlanda para Londres assim que terminou seus estudos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lágrimas brotavam de seus olhos involuntariamente. Estava ainda tudo muito recente. A saudade da mãe era imensa, e encontrar coisas tão pessoais a fez recordar todos os bons momentos ao lado dela, e com eles, também os mais dolorosos - a morte do pai um ano antes de Arwen receber a convocação para Hogwarts, e a de sua mãe - dois meses atrás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pequena elfa guardou o diário de Liv em sua caixa novamente. Leria quando estivesse mais serena. A dor era demasiadamente grande para continuar lendo tudo aquilo. Trocou-se, ainda entre soluços silenciosos, e aninhou-se em sua cama de colunas. Ao perceber a movimentação dos alunos que chegavam no dormitório, cobriu a cabeça e fingiu dormir. Queria estar sozinha. Era filha única e via em sua genitora sua melhor amiga. Embora conversassem muito, Arwen sabia muito pouco do passado da mãe. E apesar daquele diário ser capaz de lhe informar muito, definitivamente aquele não era o momento para isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Tudo ao mesmo tempo..."&lt;/em&gt; - pensava entre um souço e outro - &lt;em&gt;"tenho que ser forte, tenho que viver, tenho que esquecer... Droga! De um minuto para o outro sem família... Mamãe morta, agora sem Harry... só me falta perder as amigas também."&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anel queimou de leve em seu dedo de novo, aquecendo-lhe o corpo e serenando os soluços. A imagem das amigas a confortou. Ela não estava sozinha. E jamais perderia as amigas. Esboçou um sorriso debaixo dos cobertores, e dormiu sem perceber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* Para saber melhor sobre o presente dado nas férias e a origem da caixa, clique &lt;a href="http://arwenpotter.blogspot.com/2005/09/na-cidade-dos-galadhrim-final.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113103012519378440?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113103012519378440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113103012519378440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/11/brumas-do-passado.html' title='Brumas do passado'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113085649687426450</id><published>2005-11-01T12:47:00.000-02:00</published><updated>2005-11-01T12:48:16.886-02:00</updated><title type='text'>Em prol do desencalhe, digo, final feliz!</title><content type='html'>Arwen estava sentada naquele começo de tarde no seu recanto favorito: na sombra da árvore próxima ao lago, onde ficava horas observando os movimentos oscilatórios da água lisa e límpida, enquanto a lula gigante se movia. Estava com um exemplar do livro de poções, folheando-o. Tentava se concentrar no conteúdo escrito, mas estava dispersa. Tiveram sua primeira aula com o professor Slughorn naquela manhã e a jovem grifinória de orelhas pontudas estava realmente surpresa. Não lhe agradava a idéia de um professor que "puxa-saco" de alunos filhos de gente importante, mas o homem realmente lecionava bem. Quem diria que fosse elogiar algum dia uma aula de Poções! Estar longe do morcegão super Batman recém-saído do tonel de óleo diesel enquanto mexia sistematicamente o caldeirão e adicionava os ingredientes cuidadosamente um a um no seu preparado era-lhe extremamente confortável. Não que Arwen fosse uma má-aluna em Poções. Ao contrário, sempre se saíra muito bem, aliás, muito melhor do que esperava, dada a implicância do antigo mestre com a garota pelo simples fato de ela carregar um sobrenome abominado por ele. Mas estar longe da pressão de Snape a deixava mais segura, o que a fez executar todas as tarefas solicitadas em aula com perfeição. Estava ligeiramente orgulhosa de si mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis ficara na sala de aula tirando algumas de suas dúvidas com o professor e combinaram de encontrar-se ali, para esperarem a marota Avoada. Aproveitariam o breve intervalo entre o fim das aulas da manhã e o almoço para esboçar um calendário de estudos para os NOMs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tardou muito para que as duas amigas aparecessem ao longe, saltitantes,  alegres... e acompanhadas de um ser do sexo masculino... Arwen apertava os olhos tentando enxergar ao longe quem seria. Mas não tardou a perceber. Com aquele porte e desenvoltura, só poderia ser... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi Dona Marota Maga Patalógika, esperou muito por nós? - Alexis interrogava com um sorriso de orelha a orelha no meio do rosto pálido - Vocês precisavam ver essa mocinha na aula de poções! Arrasou! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá Potter, como vai? - disse o rapaz que acompanhava as meninas, estendendo o braço, pegando a mão da grifinória e pousando-lhe cavalheirescamente um beijo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Pausa para os suspiros das meninas... Que gentleman!!!*&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá, Purple... Como tem passado? - respondeu, enquanto as meninas se esparramavam no gramado verde sob o céu nublado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tentando me adaptar... Sonserina é uma casa legal. Mas minha turma tem umas pessoas muito... Bizarras. Aquele Malfoy... e os dois projetos de gorilas que andam com ele... A patricinha da Parkinson... Um horror! Salvo algumas exceções, acho que não poderia ter caído em local tão hostil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Lupin meneou a cabeça, concordando. Afinal, dividir dormitório e todas as aulas com Malfoy e seus comparsas definitivamente era uma das definições mais realistas do que deveria ser o inferno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas deve ter alguém legal na sua turma... A gente conhece pouco, porque você já percebeu né... - dizia Alexis, enquanto abria a mochila e tirava um pacote de sapos de chocolate e oferecia aos amigos - existe uma pequena e insignificante rivalidade entre nossas casas... Vai ficar ainda mais imperceptível durante o campeonato de quadribol, você vai ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, de fato - concordou o rapaz - a jovem romena transferida e selecionada na mesma ocasião que eu me parece bem confiável e simpática. Talvez porque ela também esteja tão deslocada quanto eu... Enfim... Mas fiquei longe das meninas mais bonitas da escola... Trágico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis corou com o comentário de Daryl Purple. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen observou o discreto sinal inesperado da amiga. Lembrou-se de um livro trouxa que havia ganhado de Anna. Shakespeare. Romeo and Juliet. Somente olhou para Dani Lupin, que também a encarava com o mesmo ar de cumplicidade entre os pensamentos. Era isso! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo sentiram os estômagos se queixando da ausência um tanto prolongada de alimento e perceberam que era hora de almoçar. Enquanto caminhavam de volta ao castelo, Arwen puxou Dani Lupin para um canto discretamente, cochichando... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar no dormitório, a primeira coisa que ela faria seria procurar o livro. Para inspirar um pouco mais sua função nunca antes exercida de... cupido. &lt;br /&gt;Essa seria uma boa maneira de desviar seus pensamentos de seus próprios problemas afetivos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113085649687426450?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113085649687426450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113085649687426450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/11/em-prol-do-desencalhe-digo-final-feliz.html' title='Em prol do desencalhe, digo, final feliz!'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-113102796712591217</id><published>2005-10-19T12:25:00.000-02:00</published><updated>2005-11-03T12:26:07.140-02:00</updated><title type='text'>Where you going to?</title><content type='html'>O dia nasceu e Arwen mal dormira. Alexis também compartilhara com a amiga a noite de insônia. Afinal, colos são extremamente bem-vindos (e necessários) após um fim de romance. Mesmo que esse não fosse o mais feliz e meloso de todos os romances vividos nos contos de fadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas grifinórias desceram para o café da manhã. Arwen mal tocou no suco de abóbora. Alexis olhava penalizada para a amiga e com fúria para o ser dono do raio que rachou a amiga em mil pedacinhos élficos. Ele que fosse para o raio que o parta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos, orelhudinha! Coma alguma coisa! Olha só, tem bolo de caldeirão, que você adora... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No, thanks, estou sem fome, vou só tomar um suco e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu te dou um pedaço das minhas panquecas com mel!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo começou a maravilhosa apresentação dos Corvinais na mesa principal. E enquanto eles emanavam boa música pelo salão para acalmar os coraçõezinhos tensos dos estudantes naquele ano peculiarmente difícil, chegaram até as meninas os famigerados horários escolares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dois tempos de Poções logo de cara. Mas temos o primeiro horário vago - murmurou Arwen, com os olhos fixos no pergaminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aconteceu de novo. A pedra azul do anel na mão da quintanista reluziu mais intensamente e queimou de leve o dedo da garota. Ela sentiu outra vez o calor brando no corpo, que vinha da jóia... E levantou-se depressa, largando seu intocado café da manhã, arrastando pelas vestes uma Alexis de boca cheia, mastigando, tentando recolher sua mochila e reclamando palavras que não poderiam ser compreendidas, graças às panquecas ainda em sua cavidade oral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Couma aêê, ba ondche a xente fai? Ucha fida, eu aindha tho cumendu! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen não respondeu, só andava quase correndo, puxando a amiga para fora do castelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na beira do lago estava a corvinal que se considerava o ser mais infeliz do mundo. Ela sabia que havia pessoas com problemas e dores muito maiores que o seu, mas costumava acreditar que cada um tem o seu respectivo dilema, e que para esse, o seu próprio fardo sempre seria o maior de todos e insuportável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não conseguia acreditar. Ou melhor, não queria. Queria fechar os olhos e pensar que tudo aquilo não passara de um enorme pesadelo. Ou de uma brincadeira sem graça, como as almofadas de pum que ela colocava escondidas nas cadeiras do salão comunal corvinal. Ruim no modo de ver das pessoas que sentavam lá e se sentiam constrangidas ao ouvir o som de gazes saindo exatamente de onde estavam seu traseiros. Talvez seja isso. Tudo não passa de uma questão de ponto de vista. Será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa que Dani Lupin sabia era que a dor era enorme. Tanto que suas lágrimas teimavam em deslizar pelo seu rosto. Parecia que nunca teria fim. E o que ela faria agora? Como olharia para seu namorado (se é que ele ainda era seu namorado), para sua companheira de dormitório (por um momento refletiu... talvez ela pudesse estar falando a verdade ontem) e para tantos outros corvinais que presenciaram tão lamentável cena?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dramáticas. Solteironas. E irritadinhas. Olhem, este papel é meu, caso alguém não tenha avisado vocês, minhas pequenas... Errr... Ok, então! Agora também vou me juntar ao conjunto "cara no chão" de vocês. Esse clima no começo do ano me deixa rabugenta, francamente! - disparou Alexis ao ver as caras de enterro das duas marotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Rabugenta você sempre foi, Dumbledore. E realmente foi um péssimo começo de ano para nós... - retrucou a grifinória de orelhas pontudas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani olhou para as amigas ainda sem entender direito o que estava acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim, solteironas? Arwen, você e o Harry...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim - fez uma pequena pausa e continuou - ele tem suas prioridades... Era inevitável, iria acontecer mais cedo ou mais tarde... - parou de falar por alguns segundos, e dando um suspiro, prosseguiu - Mas e você Avoadinha, como está? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aposto que sou o assunto principal do café da manhã. Devo estar mais popular que as panquecas com mel. Estou péssima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, então somos duas... Eu devo estar sendo a pessoa mais festejada pelo fã-clube do "Escolhido".  Todo mundo me olhando atravessado, fora aqueles risinhos idiotas abafados, desde o dormitório até a hora em que saímos do castelo. Hunf!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas, mudando um pouco de assunto... Como vocês me acharam aqui?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Muito simples - começou com um risinho irônico a marota Irritadinha - nossa elfa orelhudinha aqui é praticamente um clone da libélula Sibila! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Pausa para o olhar fuzilante e estuporante da Potter para a Srta. Dumbledore* &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meus anéis - continuou Alexis - geralmente servem só de enfeite para a caixinha de jóias. Mas o dela é muito mais potente! Nós estávamos tomando o café da manhã quando o "Anel do Olho que Tudo Vê e Também Ouve" a fez sair correndo, me arrastando pelos cabelos saguão afora e cá estamos. Tudo muito simples, rápido, prático, clean.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen olhou com carinho para a garota de cabelos ondulados e olhos castanhos brilhando mais que o habitual por causa das lágrimas. Sentou-se ao lado da amiga corvinal, abraçando-a e murmurando um &lt;em&gt;"sinto muito, Avoadinha..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu também, Lobinha... - disse Alexis juntando-se ao abraço das amigas - Mas então, o que fazeremos depois dessa? Perna-presa no Tom? Furúnculus na Pettigrew? A gente ajuda no que for preciso, eu encontrei outro dia um feitiço muito bom mesmo, ele peg...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não será preciso, marotinha! Eu nunca teria coragem de fazer nada contra o Tom. Eu o amo demais, mesmo estando magoada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando um vulto saiu de trás da árvore. Era Tomas, que havia escutado o final da conversa das meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis e Arwen se levantaram num salto e ficaram a postos com as varinhas apontadas para ele. Mas parecia que ele não estava se importando com isso, porque mesmo assim continuava seguindo em direção a elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei! Pare aí mesmo onde está! Não vamos deixar você magoar ainda mais a nossa amiga! Pegue seu traseiro e dê meia volta daqui, já chega o que você fez! - gritava Alexis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na medida que ele ia se aproximando, elas puderam perceber que os olhos o corvinal estavam muito vermelhos e úmidos. Então Arwen se interpôs entre Dumbledore e Tomas Bittes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Talvez seja melhor que eles fiquem a sós... Eles precisam conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas se formos não vai dar para ouvir a conv... Digo, como vamos defender a Lobinha desse filhote de trasgo? Temos que ajudá-la!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Obrigada meninas, mas acho que eu e o Tom precisamos ter uma conversa definitiva. Eu encontro vocês na hora do almoço, fiquem sossegadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas hesitaram por um segundo, mas depois de um sorriso sem graça da amiga (&lt;em&gt;"Está tudo bem, sério."&lt;/em&gt;), seguiram para o castelo, olhando para trás e sentidas em deixá-la ali, naquela situação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;* Por Dani Lupin, Arwen Potter e Alexis Dumbledore.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-113102796712591217?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113102796712591217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/113102796712591217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/10/where-you-going-to.html' title='Where you going to?'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112869978648929721</id><published>2005-10-07T12:42:00.000-03:00</published><updated>2005-10-07T12:43:06.496-03:00</updated><title type='text'>Game Over</title><content type='html'>Os alunos entraram na sala comunal da Grifinória. Cansados, todos se dirigiam em direção aos seus aposentos. Menos Arwen, que se sentou na poltrona fofa defronte a lareira, enquanto Alexis subia as escadas, dizendo &lt;em&gt;"vou esperar você acordada, ok?".&lt;/em&gt; A garota, enquanto observava as labaredas dançando diante de si, pensava no que faria. Havia prometido à sua mãe minutos antes de ela morrer em seus braços que deixaria Harry, pelo seu bem e segurança. Por outro lado, sua mãe sempre lhe disse para fazer o possível e o impossível para ser feliz. E então, havia tomado sua decisão. Conversaria com Harry, estava disposta a passar por cima da promessa da mãe, se assim fosse preciso. Mas antes queria saber o que acontecia... O porquê de ele a ter evitado, não a ter procurado ou de ter sido tão seco em suas cartas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos a sala foi se esvaziando e Harry, seguido por Rony e Hermione, atravessou a entrada pelo quadro da Mulher Gorda. Harry parou, dando um sorriso sem graça para a menina, e Hermione subiu as escadas, puxando Rony pelas vestes, já que queria ficar na sala fazendo companhia para os amigos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menina estava séria. Havia um ar de amadurecimento nela que surpreendera Harry. Ela estava diferente. Ele novamente sorriu, meio tímido, perguntando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem, Arwen? Como foram as férias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizendo isso, aproximou-se da menina, beijando-lhe a fronte. Ela continuava olhando profundamente os olhos verdes escondidos atrás das lentes de grau. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dizem que os olhos são o espelho da alma, Harry... E de fato, o são. As férias foram boas o suficiente para que eu me tornasse mais forte do que era antes delas. Precisamos conversar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen, eu... Bom, nem sei como começar... - fez uma pausa, engoliu seco e continuou - mas estive pensando... Coloquei sua vida em risco. Sua mãe morreu por minha causa. Sirius morreu por minha causa. Não quero que nada de mal te aconteça. Não sabia como te dizer isso, ainda mais depois de você ter perdido sua mãe assim, tão bruscamente... Mas acho melhor eu me afastar de você... Para te proteger... Você me entende?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Maybe I didn't treat you&lt;br /&gt;Quite as good as I should&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não. Não entendo. E se eu disser que não aceito esse tipo de imposição egoísta? Eu tenho o direito de escolher se eu quero correr o risco ou não. E o mesmo risco correm seus amigos. Vai se afastar deles também?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele permaneceu calado. Olhava a menina diante de si como se nunca a tivesse visto antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Maybe I didn't love you&lt;br /&gt;Quite as often as I could&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sei disso... Mas entenda, eu não quero perder alguém outra vez. Chega, não posso te expor mais, preciso renunciar certas coisas para proteger as pessoas que são importantes pra mim, entende?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso não é renúncia, Harry, isso é covardia. Você está com medo de sofrer mais uma perda. O que você acha que vai mudar com isso? Se não for eu o alvo, será Mione, Rony, ou qualquer outra pessoa ligada a você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Little things I should have said and done&lt;br /&gt;I never took the time&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizendo essas palavras, Arwen compreendeu. Há quanto tempo estava ali, naquela posição passiva, esperando que seu namorado super-herói tivesse um tempo para ela? Quantas vezes ela havia se queixado disso? Não se recordava de nenhuma. Ele continuava calado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você faz idéia do que foram esses meses pra mim, Harry? - continuou a menina, falando pausada e suavemente - Você sempre ocupado, salvando o mundo de todas as suas mazelas. Eu sempre calada. Sou eternamente grata pelo que você fez por mim no final do ano... Mas preciso de mais, entende? Preciso de carinho, de alguém que me dê suporte e que esteja ao meu lado. Preciso de alguém que confie em mim. Quantas vezes você foi capaz de confiar em mim, Harry?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;You were always on my mind&lt;br /&gt;You were always on my mind&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele enfiou as mãos nos bolsos do jeans trouxa que vestia. Como pudera ser tão tolo? A vida já lhe havia tirado boa parte do que ele julgava que o faria feliz. E quando tem a chance de encontrar alguém e reinventar sua história, mesmo sendo marcado como "O Escolhido", ele atira pela janela. Quase perdeu os amigos no ano anterior por causa de seus impulsos. Perdeu Sirius. Agora estava perdendo alguém que ele nunca havia enxergado como ela realmente era. Uma garota que ele sempre viu como frágil, e que se mostrava agora diante dele determinada. Uma verdadeira guerreira.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Maybe I didn't hold you&lt;br /&gt;All those lonely, lonely times&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen eu... Me desculpa, eu nunca quis magoar você. Você tem razão, eu tenho sido um idiota. Esquece isso, vamos deixar isso pra lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;And I guess I never told you&lt;br /&gt;I'm so happy that you're mine&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, Harry - disse a grifinória baixando a cabeça - não lhe contei por falta de oportunidade... mas minha mãe me pediu para deixá-lo antes de morrer. Lutei comigo mesma durante esses dois meses, pensando no que faria. E lembrei de uma promessa mais importante que essa, uma que eu fiz a ela a minha vida inteira: que eu seria feliz, custasse o que custasse. Por isso, hoje quis conversar com você. Minha idéia era dizer que o que eu prometi à minha mãe na hora em que ela morria, me faria contrariar tudo o que ela me ensinou em vida. E que eu estava disposta a seguir o meu caminho em busca do que eu entendo por felicidade. Você estava incluído nesses planos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;If I make you feel second best&lt;br /&gt;I'm so sorry I was blind&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas agora vejo que eu estava equivocada - continuou falando a menina - Eu não sei se seria feliz ao seu lado. Acho que eu nunca conseguiria ser tão desprendida, não sei quanto tempo mais eu suportaria. Não acho que conseguiria ser a mesma pessoa passiva depois do que passei nas férias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;You were always on my mind&lt;br /&gt;You were always on my mind&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele a olhava, agora com ternura e percebia o tempo que havia perdido... Se pelo menos pudesse voltar atrás... Quem sabe seria diferente?&lt;br /&gt;Ela ouviu esses últimos pensamentos dele. Afinal, era audiomente e nunca havia aprendido a controlar de maneira adequada o seu talento. Não tivera muito sucesso nas aulas com Quim Shacklebolt...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Talvez, se você pudesse voltar no tempo... Mas acredito que ainda assim, seria exatamente como foi. Isso é você, está em você Harry. E não tenho a pretensão de mudar alguém, mas aceitar as pessoas como são. E escolher o que é o melhor pra mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tell me, tell me that your sweet love hasn't died&lt;br /&gt;Give me, one more chance to keep you satisfied, satisfied&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então... Nenhuma chance? - perguntou o rapaz, ainda meio perdido em seus sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nenhuma. Vai ser melhor assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Little things I should have said and done&lt;br /&gt;I just never took the time&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então... ok. Amigos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Talvez... preciso de tempo, não pense que está sendo fácil pra mim tomar essa decisão, Harry - dizia a garota enquanto seus olhos brilhavam mais que o habitual e uma lágrima escorria pelo lado direito da face - Ah, e parabéns por ser o novo capitão do time de quadribol...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;You were always on my mind&lt;br /&gt;You are always on my mind&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Obrigado - respondeu ele enquanto olhava a mão da menina - e este anel? Outro daqueles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, eu havia lhe escrito uma carta contando tudo o que aconteceu nas minhas férias, mas resolvi deixar para contar pessoalmente... Mas agora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen retirou do bolso um pedaço de pergaminho e o entregou. Era a carta que havia escrito. Ele leu, meio sorrindo, todo o conteúdo do manuscrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tell me, tell me that your sweet love hasn't died&lt;br /&gt;Give me, one more chance to keep you satisfied&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então eu namorava uma princesa e não sabia? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela apenas sorriu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, já está tarde, você deve estar precisando descansar... Acredito que o que você passou no trem tenha te deixado bem exausto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como você sabe o que se passou no trem??? - perguntou ele, assustado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esqueceu o que eu fui fazer nas férias? - respondeu Arwen sorrindo marotamente - Voltei muito pior do que fui, se quer saber...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;You are always on my mind&lt;br /&gt;You are always on my mind&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deu um beijo no rosto do menino, que a abraçou. Ela se desvencilhou do abraço, ainda meio sem querer, e subiu as escadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Boa noite, Harry. Seja feliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112869978648929721?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112869978648929721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112869978648929721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/10/game-over.html' title='Game Over'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112869821672016598</id><published>2005-10-07T12:16:00.000-03:00</published><updated>2005-10-07T12:44:18.536-03:00</updated><title type='text'>Something wicked this way comes - Final (Tradução do título:"Vem merda por aí")</title><content type='html'>Alguns minutos após o início do banquete chegou Hagrid, tomando seu lugar na mesa dos professores. O tal Slughorn estava lá também. E nem sinal de Harry.&lt;br /&gt;Arwen observava a mesa dos professores quando Snape se levantou elegantemente e saiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Double, double toil and trouble&lt;br /&gt;Fire burn, and cauldron bubble&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aonde será que o morcego ensebado foi? - perguntou Dani Lupin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconteceu de novo. O anel queimou no dedo de Arwen e a resposta veio quase que simultaneamente na sua cabeça - &lt;em&gt;"Ele foi buscar Harry".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cuma? - Alexis arregalou os olhos, tentava não engasgar com o suco de abóbora.&lt;br /&gt;- Ele foi buscar o Harry - disse a amiga numa convicção que ela mesma estranhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Double, double toil and trouble&lt;br /&gt;Something wicked this way comes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas permaneceram quietas por um tempo, cada uma procurando o próprio rosto no fundo dourado de seus pratos, até que a grande porta de carvalho do Salão Principal se abriu. Por ela entrou Severus Snape, seguido por ninguém menos que o sumido Harry Potter. Com vestes trouxas. Com o rosto e a roupa cobertos de sangue. O burburinho se espalhou pelo salão e ele andava tão rápido que mal dava tempo de enxergá-lo. Passou pelas mesas, chegando à da Grifinória e sentou-se ao lado de Rony e Mione. Arwen notou o ar de desgosto estampado no rosto do menino, além das manchas de sangue, que logo Mione deu um jeito de removê-las. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;In the cauldron boil and bake&lt;br /&gt;Fillet of a fenny snake&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apareceram então as sobremesas diante dos alunos. E depois de fartos, Dumbledore começou o discurso anual. Ao levantar-se, Arwen notou a mão escura e morta do diretor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Psiu! O que houve com seu avô, Alexis? Ele não me parece muito bem...&lt;br /&gt;- Realmente, ele não esteve bem as férias inteiras. Não me mandou muitas corujas, nem respondeu alegremente as minhas, como fazia antes.&lt;br /&gt;- Mas e as corujas que enviou pra ele, Irritadinha? - Dani havia levantado de sua mesa para roubar algumas panquecas a mais das meninas.&lt;br /&gt;- Por isso! (larga a panqueca! Ai ai ai lobinha feia!) Ele parecia sério nas cartas, foi evasivo na maioria das respostas. Ainda não tivemos oportunidade de conversar, mas assim que possível, vamos bater um papinho de homem pra homem. Meu avô não me engana, "no Sir"! Algo está acontecendo com ele, e vou ter que investigar se eu quiser saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Scale of dragon, tooth of wolf&lt;br /&gt;Witches mummy, maw and gulf&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor deu as boas vindas, avisou da proibição dos artigos Weasley na escola &lt;em&gt;("aaaaaaaaaaahhh, que meleca de trasgo!"),&lt;/em&gt; pediu que os que tivessem interesse em participar dos times de quadribol, que dessem os nomes para os diretores de suas respectivas casas e também comunicou que estavam a procura de comentarista para os jogos. E finalmente, anunciou a chegada do professor Horace Slughorn, o novo professor de...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- POÇÕES??? - falaram alto Arwen, Alexis e Dani Lupin, ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Double, double toil and trouble&lt;br /&gt;Fire burn, and cauldron bubble&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela palavra - "poções" - parecia ecoar pelo salão inteiro. O diretor aguardou os alunos se acalmarem e prosseguiu, com a notícia mais bombástica de todos os tempos - Severus Snape, assumiria finalmente, seu almejado cargo de professor de Defesa Contra Arte das Trevas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Double, double toil and trouble&lt;br /&gt;Something wicked this way comes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen abaixou a cabeça, sem acreditar no que ouvia. Dani Lupin, ao contrário, dava pulinhos na cadeira, atrás das meninas, e dando-lhes um cutucão, sugeriu: "Isso merece uma festaaaa! E vai rolar a festa, vai rolaaarrr..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dani, ficou louca? Severo "Morcego Gigante" Snape vai dar aula de DCAT! Você acha que isso merece festa? - Alexis chamou a atenção da amiga.&lt;br /&gt;- Ah, mas vocês são amigas da onça mesmo! E euzinha, ninguém pensa em mim? Eu estou livre do morcego engordurado na monitoria! Ahá-Uhu! Isso merece uma festa! E vai rolar a festaaaaa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sendo assim, que venha a festa... - concordou Arwen - e Anna que não me escute, mas provavelmente, ano que vem estaremos livres dele, não é assim? Professores de DCAT ocupam um cargo amaldiçoado e ninguém pára nele mais que um ano... Talvez volte para poções, talvez vá esquiar no Caribe, catar coquinho na Nova Zelândia ou morar de vez no Canadá com Tia Anna...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deram gostosas risadas, e após ouvirem ainda as recomendações sobre a volta do Lord das Trevas e seus seguidores, o banquete se encerrou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Double, double toil and trouble&lt;br /&gt;Fire burn, and cauldron bubble&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alunos agora rumavam para suas respectivas casas. Arwen notou que Harry, Rony e Mione caminhavam em direção à porta do Salão Principal acompanhando Hagrid. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Não faz mal", &lt;/em&gt;pensou a garota. &lt;em&gt;"Na sala comunal ele não me escapa."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Lupin se despediu das amigas e imediatamente correu para o seu quarto Corvinal, para colocar os pensamentos em ordem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas estranhas estavam acontecendo. E parece que não foi um começo com o pé direito para as marotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Double, double toil and trouble&lt;br /&gt;Fire burn, and cauldron bubble&lt;br /&gt;Something wicked this way comes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;* Por Dani Lupin, Alexis Dumbledore e Arwen Potter.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;********************************************&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* Música por John Barry para a trilha sonora de "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban". A letra é uma parte da peça Macbeth, de William Shakespeare. Para quem quiser ver a tradução, é só clicar &lt;a href="http://www.danimayumi.com.br/accio/double-trouble-traducao.gif" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112869821672016598?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112869821672016598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112869821672016598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/10/something-wicked-this-way-comes-final.html' title='Something wicked this way comes - Final &lt;br&gt;&lt;i&gt;(Tradução do título:&quot;Vem merda por aí&quot;)&lt;/i&gt;'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112869810732409293</id><published>2005-10-07T12:14:00.000-03:00</published><updated>2005-10-07T12:43:51.636-03:00</updated><title type='text'>Something wicked this way comes - Parte 1   (Tradução do título: "Vem merda por aí")</title><content type='html'>Aparentemente nada havia mudado no interior das enormes paredes de pedra de Hogwarts. Os mesmo castiçais iluminados por velas flutuando, o mesmo céu enfeitiçado, as mesmas mesas dispostas paralelamente, e diante delas, a mesa dos professores.&lt;br /&gt;Os alunos entravam inicialmente aos atropelos, mas foram se acomodando nas suas respectivas mesas até a muvuca inicial diminuir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Double, double toil and trouble&lt;br /&gt;Fire burn, and cauldron bubble&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daryl Purple se despediu das meninas, pois ele deveria seguir juntamente com os demais transferidos e alunos do primeiro ano, para o processo de seleção das casas. Arwen e Alexis se instalaram na mesa da Grifinória. Ao lado, estava a mesa da Corvinal, e Dani Lupin sentou-se bem atrás delas, de maneira que pudessem trocar informações de maior relevância durante o banquete...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Double, double toil and trouble&lt;br /&gt;Something wicked this way comes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen olhava atenta para os lados. Levantou-se um pouquinho de seu assento e avistou Hermione e Rony. Eles acenaram para ela, que correspondeu o cumprimento, sentando-se novamente. Com pulgas e besouros atrás das orelhas pontudas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Onde será que ele se enfiou?"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eye of newt, and toe of frog,&lt;br /&gt;Wool of rat, and tongue of dog&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis olhou para a amiga e antes que pudessem falar alguma coisa, deu-se início à cerimônia de seleção dos primeiro-anistas. Daryl já havia saído da sala e dirigia-se à mesa da Sonserina Ele fora selecionado juntamente com outros três alunos, dois dos quais rumavam para a mesa da Lufa-Lufa - uma menina muito alva, de cabelos dourados e porte altivo, e um rapaz. Acompanhando Daryl, seguia uma garota morena muito bonita, também para juntar-se aos sonserinos. Deu-se a escolha das casas para os recém-chegados e logo após a Seleção, as enormes coxas de peru, tortas de frango e abóbora, batatas assadas e todo o tipo de tentações gustativas preparadas pelos elfos da cozinha surgiram diante das meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Adder's fork, and blind-worm's sting&lt;br /&gt;Lizard's leg, and owlet's wing.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Lupin estava muito pensativa em sua mesa naquele instante. Não conseguia acreditar na cena que estava presenciado bem a sua frente. Tomas Bittes estava bem atento a uma calorosa conversa com ninguém menos que Suzanne Pettigrew.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Peraí, onde foi que eu pisquei? Essa atitude é muito da estranha"&lt;/em&gt; - pensava Dani - e ela, obviamente, não se contentou com pensamentos repetidos de &lt;em&gt;"Acalme-se, não é nada de mais".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tom, preciso falar com você - exclamou com um olhar muito do irritado para o namorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Depois, Dani, agora estou ocupado. Estou conversando com minha amiga. Se der, mais tarde nos falamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Double, double toil and trouble&lt;br /&gt;Fire burn, and cauldron bubble&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Pausa para a cara de tacho da Avoada*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente suas amigas não perceberam esse episódio. Haviam outras coisas estranhas que elas observavam. Mas continuaram em silêncio e começaram a comer. Alexis cutucou Arwen discretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Onde está o Harry?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen só encarou a amiga com cara de &lt;em&gt;"se eu soubesse não estaria procurando". &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá bom, tá bom, não tá mais aqui quem falou. Eu não disse nada! Quem foi que falou? Que pergunta besta! Agora quero saber quem foi que disse isso! Hunf! - e sorriu, desfazendo a cara de azeda da amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Double, double toil and trouble&lt;br /&gt;Something wicked this way comes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouviu-se então um gritinho atrás delas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- AHÁÁÁÁ! PANQUECAS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen e Alexis viraram-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Avoada, sai pra lá que as panquecas são MI-NHAAAAA-AAAA-ASSSS!&lt;br /&gt;- Sai fora você, Irritadinha, faz tempo que tomei posse do reino panquecóide! Huahuahuahuahua!&lt;br /&gt;- Isso não é justo, são minhas, minhas, todas minhas!&lt;br /&gt;- Hey, eu também quero panquecas! - exigiu Arwen, entrando na bagunça.&lt;br /&gt;- Ah você também quer panquecas? - disse Lupin - Então toma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim voou uma panqueca da mesa da Corvinal diretamente para a da Grifinória, acertando infelizmente, o prato de Julie Granger, ao invés do de Arwen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Opa! Valeu meninas! Eu estava mesmo com fome de panquecas - Agradeceu Julie achando o pequeno acidente muito engraçado. As meninas pediram desculpas à amiga e voltaram à discussão panquecolítica cultural proprietária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(continua amanhã)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;**************************&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título da música de John Barry - Trilha sonora de "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban". Tradução: &lt;a href="http://www.danimayumi.com.br/accio/double-trouble-traducao.gif" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;*** Post escrito a seis mãos marotas: Por Dani Lupin, Alexis Dumbledore e Arwen Potter&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112869810732409293?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112869810732409293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112869810732409293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/10/something-wicked-this-way-comes-parte.html' title='Something wicked this way comes - Parte 1 &lt;br&gt; &lt;i&gt; (Tradução do título: &quot;Vem merda por aí&quot;)&lt;/i&gt;'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112755980883412213</id><published>2005-09-24T08:03:00.000-03:00</published><updated>2005-09-24T08:03:28.836-03:00</updated><title type='text'>Changes</title><content type='html'>A noite estava muito mais escura que o habitual e não haviam estrelas no céu. Uma fina névoa encobria parcialmente a visão dos alunos que desciam, aos empurrões, do Expresso de Hogwarts, na estação de Hogsmeade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen saltou da locomotiva, logo após Dani Lupin. Alexis, Dani, Joseph e Daryl caminhavam entre o tumulto de jovens se dirigindo às carruagens que os levariam até o castelo. Arwen ficou para trás, parada, na porta do trem, esperando que Harry descesse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As amigas e os rapazes notaram a ausência da garota e voltaram até a porta do Expresso, onde ela estava parada, olhando para dentro. O trem agora estava aparentemente vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Arwen, ehhrr...&lt;/em&gt; - começou Alexis, meio sem jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Tudo bem, ele não apareceu... &lt;/em&gt;- respondeu a menina, adivinhando a pergunta da amiga e dando mais uma esticada de pescoço para olhar dentro da locomotiva - &lt;em&gt;Vamos indo...&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto caminhavam aos tropeços rumo às carruagens, Arwen quis saber do que tratava os bilhetinhos que conseguiram tirar o humor das duas marotas durante alguns segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Convite para almoçar na cabine do novo professor de DCAT, Horace Slughorn&lt;/em&gt; - respondeu Alexis, fazendo cara de deboche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;É, pelo tipo de convite e pelo movimento que percebi no trem, parecia mais uma reunião de puxa-sacos do que qualquer outra coisa &lt;/em&gt;- resmungou Dani Lupin - &lt;em&gt;Detesto essas panelinhas, papis já me falou desse professor... Ele gosta de reunir os que ele considera "os melhores" em reuniõezinhas festivas, principalmente os filhos, netos, sobrinhos ou parentes de alguém de nome ou influente... Eca!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen deu os ombros. Afinal, ela de fato não era alguém importante... Nem considerada digna de merecer um convite para almoçar na cabine do professor. Mas mordeu os lábios discretamente, ela sabia que Harry estava nesse almoço. Se ao menos ela tivesse sido convidada, talvez poderia ter convencido às meninas a irem até lá, só para ver qual era...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto ruminava seus pensamentos, trombou nas costas de Joseph, que havia parado de caminhar. Arwen corou, pedindo mil desculpas. O rapaz, sem graça, acenou que estava tudo bem... Mais uma vez, sua distração causara um pequeno acidente... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Às vezes acho que a Avoada aqui sou eu..."&lt;/em&gt; - pensava alto, quando viu as carruagens e as pessoas embarcando. Parou atônita e ficou boquiaberta olhando para adiante do veículo que os levaria à Hogwarts. Mas afinal, aquilo então eram...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;TRESTÁLIOS!&lt;/em&gt; - gritou a menina, um tanto pálida, ao ver os animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;E o que tem demais nisso? Todo mundo vê os trestálios... &lt;/em&gt;- dizia Alexis, num tom displicente - &lt;em&gt;eu sempre os vi, não sabia que você nunca havia reparado neles e...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Pois eu continuo não enxergando nada além das carrocinhas...&lt;/em&gt; - interrompeu Dani Lupin - &lt;em&gt;e nem tenho motivos para isso, nunca vi alguém morrer debaixo dos meus belos olhos castanhos...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis olhou para a amiga com uma interrogação estampada na testa - &lt;em&gt;Mas eu também não lembro de ter visto algo assim e sempre vi os bichos!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen continuava parada, olhando os animais, inicialmente fantasmagóricos. Mas encantadores num segundo momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Pois eu tenho motivos de sobra para vê-los agora, não é?&lt;/em&gt; - disse a menina, com a voz meio embargada, como se estivesse prendendo o choro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que seria bom para a pequena elfa voltar para a escola, ela tinha noção de que também seria difícil e sofrível. Afinal, perdera sua mãe, toda a família que ela possuía na vida ali, nos arredores do castelo de Hogwarts. Talvez pudesse ter escolhido ficar em Lothlórien e nunca mais ter que encarar essa realidade. Talvez pudesse ter pedido para mudar de escola. E enquanto as minhocas consumiam os neurônios da menina, uma vozinha lá dentro da sua cabecinha conturbada dizia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Você é uma grifinória, mocinha. Seja forte! Enfrente-se!"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentiu um calor abrandando os seus temores. Olhou para o anel de pedra azul clara em seu dedo anular direito. Ergueu a cabeça e entrou na carruagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enquanto seguiam em direção ao porto seguro que Hogwarts representava, ela permanecia calada, mais uma vez perdida em si mesma, confabulando com seus botões, enquanto os colegas de carruagem continuavam conversando...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112755980883412213?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112755980883412213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112755980883412213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/09/changes.html' title='Changes'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112755976660990182</id><published>2005-09-24T08:02:00.000-03:00</published><updated>2005-09-24T08:02:46.613-03:00</updated><title type='text'>Encontros e Desencontros</title><content type='html'>Para variar, uma confusão dos quintos na hora de ir à estação ferroviária de King's Cross. Se quando Arwen ia somente acompanhada da mãe já era um horror, imagine este ano - Arwen, Dani Lupin e Alexis, acompanhadas dos Lupin e dos Dumbledore... Mais os malões, as corujas, as bolsas-extra de coisinhas supérfluas da Dani Lupin, mais o tumulto das pessoas que iam e vinham na estação...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, atravessaram todos em segurança e imperceptivelmente a barreira interposta entre as plataformas nove e dez. O ar estava pesado, o clima era tenso e Arwen provavelmente os sentia mais que os outros... Por razões óbvias, dada a sua sensibilidade exagerada de perceber e ouvir pensamentos alheios e pressentir... Já havia presenciado em si mesma um sentimento semelhante ao que ela sentia na atmosfera naquele momento... No primeiro embarque, no primeiro ano... No dia que os dementadores fizeram uma vistoria no Expresso de Hogwarts à caça de Sirius Black.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As meninas não paravam de falar. Alexis soltava Felisbertas esporadicamente, seguidas de fogos filibusteiros da Dani Lupin. Paravam ao observar o olhar repreensivo dos pais. Arwen ria, mas preocupava-se em procurar por Harry no meio do povo. Olhava de um lado a outro na plataforma, mas não o encontrara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor (Arwen nunca iria deixar de chamá-lo assim) Lupin estava com a aparência mais abatida que nunca. Apesar de todos estarem aparentemente cansados, o antigo professor de Defesa Contra a Arte das Trevas estava de fato mais afetado que os demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Melhor entrarmos logo, ou não vamos conseguir uma cabine para nós! - disparou Alexis, já beijando os pais e indo voluntariosamente em direção à porta do trem - Vocês vão ficar aí paradas???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despediram-se do pessoal e embarcaram. Como prevera Alexis, não havia cabine vazia. Mas ela parou estatalada na porta de uma delas e abriu um largo sorriso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Josh!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumprimentou efusivamente o rapaz de cabelos cinzentos. Ele respondeu ao cumprimento da amiga e sorriu muito timidamente, quando avistou e acenou para as meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis foi acomodando sua bagagem no compartimento acima das poltronas. As meninas fizeram o mesmo. O rapaz havia sido transferido para Hogwarts há 1 ano, era amigo de infância de Alexis e estava na mesma sala da Lupin, e embora se conhecessem de vista, nunca haviam conversado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início, só Alexis falava. Logo Dani Lupin e Arwen dispararam a matraca e o pobre Joseph ficou quieto, observando a tagarelice das meninas. Às vezes fazia um ou outro comentário perdido no tempo e no espaço. Percebia-se que o rapaz estava um tanto tímido na presença de pessoas que ele mal conhecia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando abriu-se a porta da cabine. Um rapaz LINDO, de olhos cor de violeta, cabelos castanho-claro, aparência de modelo, altura e porte de príncipe e educação indiscutível surgiu diante do trio de garotas e do rapaz corvinal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen, fecha a boca ou procura o queixo no chão - sussurou Dani Lupin no ouvido da amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá, perdoem-me o incômodo... Cheguei um pouco atrasado e não encontro um lugar para me acomodar... - e sorriu, derretendo as meninas - Oh, desculpem, meu nome é Purple, Daryl Purple, acabo de ser transferido para Hogwarts... Será que eu poderia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, mas claaaaaaaaaaro! - disse Dani Lupin, já se arrastando para mais próximo da janela para caber o moço no banco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dali em diante a viagem foi o que há de mais bizarro. E divertido também. Daryl Purple é um rapaz que entende de assuntos dos quais as meninas gostam de falar. E simpatizaram logo de cara com ele. Muito alegre, conversava animadamente com as garotas, e Joseph, eventualmente, dirigia-lhes a palavra, quando o comentário se referia a ele. Daryl entendia de moda, de cores, de música, de jogos, de diversão, de danças de salão e outras coisas que as garotas em geral reclamam que seus namorados não têm sensibilidade para notar. Dani Lupin tirou da sua bolsa-extra um conjunto maravilhoso de sombras para olhos purpurinado, mostrando às amigas e o rapaz sugeriu algumas ocasiões em que ela poderia aproveitar essa ou aquela cor, combinadas com acessórios que ele viu na bolsa e o brasão da Corvinal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém abriu a porta, entregando um bilhete à Alexis e outro à Dani Lupin. Alexis leu, embolou o pedaço de pergaminho entre os dedos e o atirou pela janela do trem. Seja lá o que era aquilo, ela não havia gostado. E pela cara da Lupin, ela também não. Só se limitaram a dizer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Diga-lhe que agradecemos o convite, mas estamos com convidados aqui também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen e Daryl iam interrogar as moçoilas sobre o que se tratava, mas carrinho de doces passou bem na hora. Encheram-se de guloseimas. Arwen entupiu-se de bolos de caldeirão, um de seus doces favoritos... Dani Lupin reclamava porque não vendiam cerveja amanteigada no Expresso... Daryl Purple limitou-se a uns poucos sapos de chocolate, não queria perder a forma... Joseph por instantes esqueceu a timidez e comprou MUITOS sapos de chocolate. Alexis mal falava, pois sua mãe ensinara que era feio falar de boca cheia... Fora a chance dos sapos de chocolate fugirem de sua boca...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima festivo continuou e Arwen saiu da cabine em busca de Harry. Até chegou a encontrar a cabine onde ele estaria, onde estavam Neville e Luna, mas ele havia saído e ainda não havia retornado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela voltou para a cabine e olhou o relógio... Era quase hora do desembarque. Colocaram as vestes da escola e finalmente, o trem começou a perder a velocidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estavam em Hogsmeade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112755976660990182?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112755976660990182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112755976660990182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/09/encontros-e-desencontros.html' title='Encontros e Desencontros'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112755971170087574</id><published>2005-09-24T08:01:00.000-03:00</published><updated>2005-09-24T08:01:51.710-03:00</updated><title type='text'>Felisberta no Beco Diagonal</title><content type='html'>O Beco Diagonal nas vésperas do início das aulas é sempre um pandemônio. Com aqueles zilhões de cartazes com instruções de defesa espalhados por todos os lados, placas, e aqueles insuportáveis panfleteiros a serviço do Ministério da Magia entregando regras normativas de conduta para segurança pessoal e familiar, estava simplesmente a cópia do que deve ser o inferno. Peguei um daqueles e parei para ler, no meio do povaréu. Só senti o puxão no cotovelo direito me jogando para frente e quase tropecei e caí de fuças no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dona Tonta, dá pra ler isso outra hora? Estamos atrasadas, ainda temos que ir na Floreios e Borrões e essas sacolas estão pesadas! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Lupin falava com as mãos na cintura e duas sacolinhas mixas contendo alguns ingredientes para poções em uma das mãos, batendo o pé no chão, impaciente, enquanto Alexis se acabava de rir da cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guardei o papel no bolso das minhas vestes. Olhava para os lados, ansiosa, procurando encontrar algum rosto conhecido no meio da multidão... Um rosto marcado por uma cicatriz em forma de raio na testa, moldurado por cabelos muito negros e desgrenhados, olhos verdes muito intensos e os óculos que eu amava. Mas não avistei nada semelhante... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos nossas compras de livros. Passamos em frente à sorveteria, mas estava fechada. Assim como outras tantas lojas. Inclusive a... Loja do Senhor Olivaras???&lt;br /&gt;Definitivamente, o Beco Diagonal não era mais o mesmo... A bem da verdade, nada mais era igual ao passado (se é que algum dia já foi). Nem eu mesma. Em tão pouco tempo tudo mudou tão drasticamente que eu mesma mal me reconhecia. Mas as minhas amigas... Bom, essas nunca mudam e nem precisam mudar. São perfeitas como são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Preciso passar na Madame Malkin, pra fazer vestes novas... - avisei às meninas e ao professor Lupin, que nos acompanhava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hum, a marotinha comeu tanto lá na terra dela que até engordou! Hahahahaha! - Zoava Alexis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz cara de zangada para ela, que baixou a cabeça fazendo bico, dizendo &lt;em&gt;"eu num fiz nada demais..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos na loja de vestes, e a senhora me fez subir num banquinho. Tive que ouvir o feliz comentário &lt;em&gt;"nossa, como você cresceu, e está mais fortinha também!"&lt;/em&gt;. Affe! A mulher me mediu de cima embaixo, com uma fita métrica e saiu, nos deixando a sós. O professor Lupin ordenou que não saíssemos dali, ele iria na loja ao lado e já voltava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas papai, ande logo, queremos ir à loja dos Weasley!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor fez cara de poucos amigos para a filha e saiu. &lt;br /&gt;Ele saiu e Pansy Parkinson entrou. Automaticamente. Assim, como um presente dos Deuses para nós, sedentas de marotices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sonserina nojentinha torceu o nariz para nós e fez aquela cara habitual de "estou sentindo cheiro de bosta". Empinou-se toda e foi atrás da dona da loja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, querida, aguarde só um minutinho, estou atendendo essas mocinhas aqui... Pode se sentar ali, naquele sofá, já estou terminando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sonserina enrubresceu e esbravejou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- EU EXIJO SER ATENDIDA AGORA. Não vou esperar por causa de uma semi-humana, uma sangue-ruim e uma filha de lobisomem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dona da loja contraiu os lábios e saiu em seguida, para buscar mais vestes. Era a nossa vez de agir. Pisquei para a Dani Lupin, que olhou para Alexis, que olhou para a sua bolsa. Madame Malkin voltou entregando-me as sacolas, paguei-lhe o que devia e já íamos saindo quando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ai, esqueci minha sacola com a comida para Nix! - falou Alexis num tom teatral, dando um tapinha na testa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrou, pegou a sacola com a ração da coruja e deixou bem atrás da metidinha sonserina uma... Felisberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal acabamos de sair e ouvimos a explosão e sentimos o fedor. Olhamos pelo vidro e a mocréia estava coberta de instrume dos cabelos à ponta dos pés. Quase morríamos de rir do lado de fora, quando o senhor Lupão voltou... E nos olhando de canto de olho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bombas de bosta outra vez? Mas quantas vezes eu preciso falar que...&lt;br /&gt;- Ah papis, ela bem que merecia vai? E você nem pode falar muito não... Seu curriculum escolar é bem pior que o nosso... Dá um desconto pra gente, aquela menina é um pooooorreeee!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Lupin apenas se dignou a menear a cabeça negativamente, com um sorriso esboçado nos cantos dos lábios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E seguimos, felizes, para a Loja dos Weasley! Afinal, precisávamos abastecer nosso arsenal de guerra... Este ano que se inicia promete... E que venham os NOMs.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112755971170087574?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112755971170087574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112755971170087574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/09/felisberta-no-beco-diagonal.html' title='Felisberta no Beco Diagonal'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112687471809848264</id><published>2005-09-16T09:45:00.000-03:00</published><updated>2005-09-16T09:45:18.106-03:00</updated><title type='text'>Almost Unreal</title><content type='html'>Estávamos já na casa dos Lupin, em Hogsmeade, e Marjorie foi bastante piedosa conosco. Não contou nada sobre a Felisberta, para a o bem e felicidade geral das Marotas de plantão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Alexis e Dani Lupin se divertiam no andar de baixo da casa, retirei-me para tomar um banho e descansar. Estava de volta ao mundo real. Sentia o peso do ar, como se fosse chumbo em minhas costas. O clima no Reino Unido realmente estava péssimo. Catástrofes, mortes, desaparecimentos acontecendo por todos os lados, tanto no mundo bruxo quanto no trouxa. E, cá no meu mundinho, inevitavelmente eu viajava, lembrando das minhas mazelas pessoais e tão relacionadas ao novo estado de ânimo que invadia a Inglaterra... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joguei-me em cima da cama conjurada pelo professor Lupin e pus-me a pensar em Harry. Fazia tempo que eu não tinha notícias dele. Onde estaria agora? Estaria bem? Vivo? Além dessas preocupações, ainda tinha a promessa de minha mãe... Algo que eu deveria cumprir, mas não queria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando ouvi batidas leves na janela. Vislumbrei uma coruja branca, que reconheci na hora: Edwiges. Abri correndo a vidraça, para que ela entrasse, peguei a carta em seu bico e dei-lhe umas coçadinhas no cocoruto da cabeça, agradecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carta era um tanto longa, mas seca. Dizia que estava na Toca, em companhia dos Weasley e que e que Fleur Delacour estava lá. Contava que andara ocupado, e observando movimentos estranhos de pessoas próximas. Que soubera de coisas terríveis que aconteceram com pessoas conhecidas. Desaparecimentos. Mortes. E que ele estava sendo vigiado 24 horas por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Babe, Come in from the cold&lt;br /&gt;And put that coat to rest&lt;br /&gt;Step inside&lt;br /&gt;Take a deep breath&lt;br /&gt;And do what you do best&lt;br /&gt;Yea&lt;br /&gt;Kick off them shoes&lt;br /&gt;And leave those city streets&lt;br /&gt;I do belive&lt;br /&gt;Love came our way&lt;br /&gt;Fate did arrange&lt;br /&gt;For us to meet"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntou como eu estava e como haviam sido as férias. Dizia que ele estava preocupado com o que poderia acontecer comigo, e também que o perigo poderia estar mais próximo do que pensávamos. Mas que não podia contar nada além daquilo, pois corujas podem ser interceptadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"I love when you do&lt;br /&gt;That hocus pocus to me&lt;br /&gt;The way that you touch&lt;br /&gt;You've got the power to heal&lt;br /&gt;You give me that look&lt;br /&gt;It's almost unreal&lt;br /&gt;It's almost unreal"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminou a carta dizendo &lt;em&gt;"nos vemos em Hogwarts, então. Afetuosamente, Harry."&lt;/em&gt; Perdi-me de novo em meus pensamentos. Ele não era o exemplo de namorado atencioso e apaixonado. Mas me dera uma prova dos seus sentimentos no final do último semestre... Mesmo assim, ele me parecia distante. E eu, ainda sem saber o que fazer. Afinal, prometi à minha mãe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Hey&lt;br /&gt;We can't stop the rain&lt;br /&gt;Let's find a place by the fire&lt;br /&gt;Sometimes I feel&lt;br /&gt;Strange as it seems&lt;br /&gt;You've been in my dreams&lt;br /&gt;All my life"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decididamente, eu estava num dilema. Sabia o que deveria fazer, mas não podia. Não iria conseguir. Alexis já havia conversado comigo sobre o assunto. Ela concorda que uma promessa que se faz à sua mãe enquanto ela morre em seus braços não pode deixar de ser cumprida, por mais que isso venha a doer. Mas deixá-lo ir assim... Depois de tudo... E depois de todo esforço que ele fez para me livrar daquele pesadelo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"I love when you do&lt;br /&gt;That hocus pocus to me&lt;br /&gt;The way that you touch&lt;br /&gt;You've got the power to heal&lt;br /&gt;You give me that look&lt;br /&gt;It's almost unreal&lt;br /&gt;It's almost unreal"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peguei uma pena e me pus a escrever-lhe uma resposta. Tentei parecer feliz, dizia que tinha novidades interessantes para contar a ele quando nos encontrássemos. Mas acho que nas entrelinhas das minhas frases aparentemente sorridentes, estava explícita toda a minha agonia. E eu sinto, eu sei que tem algo errado. Além de promessas. Além de tudo. Além do que os olhos humanos podem perceber. Algo que talvez só o coração de uma pessoa com o sangue de Galadriel correndo em suas veias possa sentir. Ou algo que qualquer garota com um sexto sentido aguçado possa perceber...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"It's a crazy world out there&lt;br /&gt;Let's hope our prayers&lt;br /&gt;Are in good hands tonight"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloquei a carta no bico de Edwiges e pousei um beijo em sua cabecinha. Ela voou pela janela alcançando rapidamente a imensidão do céu até desaparecer de vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;* Música: Almost Unreal, de Roxette.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112687471809848264?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112687471809848264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112687471809848264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/09/almost-unreal.html' title='Almost Unreal'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112575555788315069</id><published>2005-09-03T10:51:00.000-03:00</published><updated>2005-09-03T10:54:27.496-03:00</updated><title type='text'>Don't cry for me Galadhrim</title><content type='html'>&lt;em&gt;Escrito por Dani Lupin&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava tudo tão calmo em Lorien.... calmo até demais se vocês querem saber minha opinião.&lt;br /&gt;Os pássaros cantam, os rios fluem numa harmonia serena e embriagante. Os elfos são as criaturas mais tranquilas que eu já vi em toda a minha vida bruxa. Não são ambiciosos como os gnomos, nem agressivos como os sereianos, tão pouco burros como trasgos. Possuem leveza e sabedoria dosadas de maneira adequada. Realmente deveríamos ter pelo menos uma matéria em Hogwarts com elfos, sei lá talvez literatura élfica, ou história élfica. Não...nada de história, seria mais uma aula para dormir. Então deixa pra lá.&lt;br /&gt;Desde minha vinda, ocupamos nosso tempo meditando, dormindo, brincando,, dormindo, tomando banho de rio, dormindo, comendo frutas na árvore, eu já falei que nós também dormimos muito? Nossa....que sono ultra mega doido é esse que dá na gente do nada! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse é o nosso último dia de "hospedagem élfica". Geralmente as coisas tem um lado ruim e outro bom. O lado ruim é que vamos ter que ir embora desse lugar lindo. O lado bom...&lt;br /&gt;-outro lado ruim é que as férias estão terminando, já que temos que ir embora - &lt;br /&gt;O lado bom eu ainda não descobri, mas se vocês souberem por favor conta pra gente, tá?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marjorie e Arwen chegaram de um passeio super saltitantes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marjorie: Meninas, temos boas notícias pra vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: As aulas foram adiadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: Vocês trouxeram cerveja amanteigada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Muito melhor. Faremos uma apresentação de despedida para os elfos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis e Dani se entreolharam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Qual é orelhudinha. A águinha mágica te deixou bêbada ao invés de Tonta? Como assim uma apresentação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Lembra que tínhamos combinado de que você iria tocar harpa? Você tava até treinando..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Tonta, o que isso tem a ver? Eu tava só distraindo a cuca. Não tinha nada mais interessante pra fazer. o.O&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Pois então, a Marjorie andou conversando com o povo élfico e eles disseram que seria uma excelente forma de agradecermos nossa estadia aqui fazendo uma apresentação simbólica, para mostrar nossa felicidade e gratidão por eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: Ai ai ai... isso não vai dar certo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Claro que vai Avoada. Imagina só. Alexis vai tocar harpa. Eu vou tocar flauta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: E desde quando você toca flauta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Ah, parece ser fácil. Na hora você vai ver, ou melhor...vai ouvir. E você...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: Eu vou ficar de expectadora. No quadribol faço isso como ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Nada disso. Você não vai querer fazer desfeita com o povo élfico. Você vai cantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Num tõ falando Dani. Aquela aguinha tem alguma coisa. Qual é a sua intenção, marota? Desbancar as Esquisitonas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: Podemos dizer não? Num seria mais fácil chegar e apertar a mão deles e dizer que ficamos muito felizes e que pretendemos voltar outras vezes e que recomendaremos o SPA deles para o resto do mundo bruxo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Isso já está decidido. E eles já estão nos esperando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: O QUÊ? AGORA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: Mas pelo menos para encerrarmos com chave de diamante, podemos no final jogar a Felisberta? Tava guardando ela para um momento especial...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Cabeça dura voce mesmo heim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: Confessa que você tá louquinha pra ver a Bertinha em ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marjorie: Sim meninas, vamos logo. Assim que se apresentarem iremos embora, e já estamos atrasadas. Mas o que é uma Felisberta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Aguarde e verá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando ao local da apresentação, um local onde algumas árvores pareciam ter sido removidas, para que parecesse mais espaçoso, um grande número de elfos aguardavam nossa chegada. No centro, os instrumentos já nos esperavam. Ficamos em nossos postos, e o início seria dado com a primeira nota musical da Alexis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;" Neste lugar,neste lugar&lt;br /&gt;encontramos coisas que sem esperar&lt;br /&gt;estávamos perdidas, perdidas&lt;br /&gt;e nos deram o que acreditar&lt;br /&gt;Mesmo com tantas dormidas&lt;br /&gt;aprendemos a nos comportar"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis estava tomando uma verdadeira surra daquela maldita harpa. Se não fosse tão pesada, acho que ela teria tentado carregar no colo e tocar como uma guitarra. Numa dessas tentativas de levantá-la, a harpa escapou de sua mão e lascou um pedacinho no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Ups. Faiô!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen que antes estava tão animada, parecia que também não estava tendo muito sucesso com a flauta. Já tava ficando roxa de tanto assoprar aquele tubo esquisito, e nada de bom tava saindo dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;" E mesmo assim,e mesmo assim&lt;br /&gt;Nossa história está longe de um fim&lt;br /&gt;E com razão, e com razão&lt;br /&gt;Vocês se lembrarão de mim&lt;br /&gt;porque do fundo do meu coração&lt;br /&gt;sentiremos falta daqui sim"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este foi o pico de nossa apresentação. As cordas da harpa da Alexis arrebentaram e Arwen ficou tonta de tanto soprar. Achei que esse deveria ser o fim, então a Felisberta entrou em ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bum!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o fedor ecoou pela floresta. Muitos elfos saíram correndo com a fumaça e o cheiro. Marjorie olhava zangada para a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marjorie: Meninas, o que foi isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: (recuperando o fôlego) Poxa, que gente mal educada, nem ficaram pra se despedir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marjorie: Dani, pensei que seu pai tinha te alertado sobre não fazer marotices por aqui. Ainda por cima com bombas de bosta. Então isso era a Felisberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Sim. Felisberta é só um código para bombas de bosta. Vem de "feliz quando aberta". Show dani. Adorei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: Já que nosso showzinho acabou, que tal irmos andando? Tô cansadona, louca pra chegar em casa e tomar um bom gole de suco de abóbora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Falou e disse. Vamos Marjorie, você mesma disse que estávamos atrasadas.&lt;br /&gt;Professor Lupin deve estar roendo as unhas de ansiedade por notícias. Vamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Vamos antes que ele termine de roer as unhas e passe a roer os bichinhos da floresta....hã....ah marotinha Avoada, tava blincando cum ocê, fofinha. Não fica bravinha não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src=http://www.danimayumi.com.br/accio/lorien.gif border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;OBS: Fic escrita pela minha grande amiga marota Avoada Dani Lupin, para fechar com chave de ouro nossas férias em Lothlórien.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112575555788315069?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112575555788315069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112575555788315069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/09/dont-cry-for-me-galadhrim.html' title='Don&apos;t cry for me Galadhrim'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112574662802417840</id><published>2005-09-03T08:23:00.000-03:00</published><updated>2005-09-03T11:28:27.200-03:00</updated><title type='text'>Se eu tenho certeza?</title><content type='html'>&lt;em&gt;Fic escrita por Alexis Dumbledore&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Um pouco mais tarde, de volta à casa na árvore...*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marjorie: Arwen, esta é uma decisão muito difícil. Assim como em Hogwarts você estaria perto de família e amigos, e seguiria o futuro que sempre buscou, aqui poderia viver em harmonia, aprender muito mais sobre suas origens e reinar junto aos seus. Tem certeza da sua decisão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen, que observava o mundo todo pela janela da casa, ouviu as palavras de Marjorie e olhou para o outro lado do quarto, onde Dani e Alexis cochichavam e davam cutucões uma na outra, sentadas em meio a um mar de almofadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: Ôôôô! Deixe de ser toda irritadinha, Irritadinha. Qual o problema de ter trazido a Felisberta? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Não dá! É que... ah, não dá! Não podemos brincar com o povo orelhudinho desse jeito! *joga uma almofada em Dani* Acho que não estão acostumados com coisas assim, vai que se enfurecem conosco e nos dão de alimento para aquelas árvores anciãs as quais a Orelhudinha nos contou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: *olhinhos pidões, devolve uma almofadada voadora em Alexis* Eu sei, não foi por maldade, você sabe. Mas ela estava tão sozinha lá. A Bertinha TINHA que vir conhecer esse lugar! E além do mais, ela está segura nas minhas mãos, não há porque se preocup... hummm... panquecas! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Hey! Ow! Essa fala é minha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: Era! As panquecas me pertencem a partir de agora *risada malígna*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: MINHAS PANQUECAS NÃO! Devolva as... minhas... *atira várias almofadas* ... panquecas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: Ai! Não faz isso... ai! As panquecas são minhas, minhas, MIIIIINHAS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Você pediu, então agora terá guerra pelas panquecas!&lt;br /&gt;*pula em cima da amiga com uma armadura feita de almofadas* Yááááááááá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani: UAAAAAAAAH! Guerreiros do meu reino de cervejas amanteigadas: ao ataque! Que as terras panquecóides sejam conquistadas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Sim, Marjorie. Tenho certeza... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Escrito por Alexis Dumbledore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**********************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma continuação improvisada do post "Na Cidade dos Galadhrim - Parte III - A Renúncia", e foi escrita e postada pela marota Alexis Dumbledore em um comentário. Achei que merecia um post e tomei a liberdade de colocá-lo aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112574662802417840?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112574662802417840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112574662802417840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/09/se-eu-tenho-certeza.html' title='Se eu tenho certeza?'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112569059506516921</id><published>2005-09-02T16:49:00.000-03:00</published><updated>2005-09-02T19:59:52.583-03:00</updated><title type='text'>Na Cidade dos Galadhrim - Final</title><content type='html'>Os dias que seguiram o meu último encontro com a Senhora de Lórien transcorreram de maneira tranquila. Caminhávamos, comíamos, dormíamos e desfrutávamos da paz dos nossos últimos dias naquelas terras. Paz que era perturbada somente por Alexis dedilhando a bendita harpa, fazendo a população élfica desaparecer das proximidades de onde estávamos sempre que ela resolvia se arriscar um pouco mais. Nessas horas, eu lembrava de Felisberta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuei estudando e compreendendo muitos dos dons que percebia em mim, mas nunca havia dado a devida importância. Acreditava que era pelo simples fato de eu ser bruxa, e que outros alunos e bruxos certamente também o possuiam. Ledo engano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nosso último dia em Lórien, a Senhora nos chamou até o jardim cercado, onde ela guarda seu instrumento precioso, o Espelho. Entregou-me uma caixa de madeira, com runas élficas gravadas em dourado na tampa. Abri-a. Era forrada por dentro com um tecido acetinado verde e continha dois livros, um maior e outro menor, uma espécie de diário, um pequenino feixe de cabelos amarrados numa fita e... um anel. Um anel dourado, adornado com uma pedra azul clara muito brilhante, gravado na sua face interior também em élfico. Dani Lupin e Alexis também ganharam caixas semelhantes à minha, mas a de Alexis continha um broche, um punhal e uma pena. A de Dani Lupin, um pingente prateado e livros. Antes que pudéssemos agradecer, Galadriel se pôs a falar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen, esse anel foi encontrado junto de sua mãe, na Floresta Proibida, nos terrenos de Hogwarts. Foi dada a mim a sua guarda para que o entregasse a você, sua legítima dona. Ele foi confeccionado a meu pedido para presentear minha filha, mãe da Estrela Vespertina de quem você tem o nome. Vêm passando através das gerações, de mãe para filha. Este anel possui alguns poderes que você descobrirá com o tempo. Use-o bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retirei o anel da caixa e coloquei-o em meu dedo. Senti um ligeiro tremor na espinha e um calor brando na alma. Galadriel prosseguiu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Herdando o Anel de Lórien, você deverá devolver o Anel dos Sonhos de Elrond, que voltará para Valfenda. Você não irá mais precisar dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já não o usava desde que comecei a ter pesadelos, antes do ocorrido na Floresta Proibida. Retirei uma sacolinha de veludo vermelho das vestes com o anel dentro e entreguei à Senhora. Então de fato, era um anel que provocava pesadelos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não pense assim, pequena Arwen. O Anel dos Sonhos foi de grande valia. Ele auxiliou a ampliar a sua visão para muito além do que os olhos humanos são capazes de alcançar... Agora a sua herança cumprirá também este papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuei olhando para o inteirior da caixa. Um feixe de cabelos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Senhora, e esses fios...&lt;br /&gt;- São meus. Pode ser que você precise de mais alguns. Nunca se sabe até quando a varinha mágica de uma feiticeira vai estar intacta. Se for danificada, você já possui o cerne. Bastará encontrar um bom artesão e confeccioná-la. &lt;br /&gt;- Mas o cabelo da minha varinha é...&lt;br /&gt;- É meu, Arwen. Você tem o meu dom em sua alma e também em sua varinha. Mesmo escolhendo outro caminho, esta terra faz parte de você e estará sempre contigo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorri, agradecida. Ela ainda nos entregou, a cada uma de nós, vestes cinzentas feitas de um tecido macio, sedoso, quase aquoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- São capas élficas de camuflagem. Também pedi para que separassem lembas e água purificada do Nimrodel. Acho que será o suficiente para que vocês viagem em paz. Também será útil quando voltarem ao seu mundo, vão ajudar a suportarem os dias escuros que enfrentarão. Agora vocês devem se adiantar. Logo começará a festa de despedida das jovens aprendizes de Dumbledore, o sábio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos do jardim e Marjorie nos esperava do lado de fora. Voltamos para a nossa árvore e preparamos nossa bagagem. Convidei minhas duas amigas para darmos mais uma volta pelas proximidades, para me despedir. Faltavam ainda alguns minutos para o jantar de despedida. No entanto, minhas fiéis escudeiras preferiram ficar embasbacadas, olhando os presentes (principalmente as capas) a me acompanhar no passeio. Novamente, pensei em Felisberta. Posso imaginar o que já estão tramando para as vestes. Marjorie então me acompanhou no passeio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos para que eu desse uma última olhada e adeus para a bela terra que descobri ser minha segunda casa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112569059506516921?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112569059506516921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112569059506516921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/09/na-cidade-dos-galadhrim-final.html' title='Na Cidade dos Galadhrim - Final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112568305895112188</id><published>2005-09-02T14:44:00.000-03:00</published><updated>2005-09-02T15:22:48.360-03:00</updated><title type='text'>Na Cidade dos Galadhrim - Parte III - A Renúncia</title><content type='html'>Ainda atônita, depois das revelações da Senhora Galadriel de Lórien, cheguei à sombra da árvore onde Alexis dormira estranhamente. E qual não foi minha surpresa ao encontrar lá, muito antes do que eu esperava, de trólóló com a dona Irritadinha, a minha amiga Dani Lupin! Abri um sorriso do tamanho do mundo! Aquelas meninas eram minhas amigas, minhas companheiras e minha família! Lupin, marotíssima, levantou-se num salto e pulou no meu pescoço, com seus cabelos ondulados me sufocando. Alexis, que já estava (muito) bem acordada, viu aquilo e não se conteve:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aeeeeeeeeeeeee! Montinho na orelhudaaaaaaaaaaaaaaaaaa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pulou em cima de nós. Caímos as três no chão, ainda rindo. Meu traseiro doía, elas são magrinhas, mas pesadas. Vai ver são como Madame Maxime, têm ossos graúdos. Mas quem se importa com a dor nas ancas quando a felicidade de reencontrar as pessoas mais importantes da sua vida está mais presente que nunca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado o primeiro arroubo, olhei para os lados e não vi mais Galadriel (a Senhora, não a minha coruja). Dani me olhou séria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen, tá tudo bem? Você está com uma cara!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encarei meus pés descalços sobre a relva verde como se eles pudessem responder algo que eu não poderia. Levei minhas amigas para um lugar mais reservado, próximo ao pé da colina. Contei a elas o que a Senhora dos Galadhrim me havia revelado. Eu estava com um nó na garganta. Era maravilhoso saber que eu fazia parte daquele mundo lindo que acabava de conhecer, e que ao mesmo tempo, vivia nele como se nunca tivesse saído dali. Por outro lado, isso significava uma dor sem precedentes, talvez a mais próxima da que senti quando perdi minha mãe - eu teria que renunciar a Hogwarts. Minha vida bruxa. Minhas amigas. Só de pensar nisso, sentia o peito lacerando. O silêncio após minhas palavras foi profundo e nós evitávamos nos olhar. Alexis quebrou o gelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Minha amiga, isso tudo é seu. É maravilhoso. Vai ser bom. É claro que não queríamos ter que nos separar, mas se achar que isso é o melhor para você, então pode confiar e contar com a gente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É, estaremos do seu lado seja qual for a sua decisão, mesmo que não possamos estar mais juntas - completou, quase chorando, Dani Lupin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus olhos se encheram de lágrimas. Eu tive uma vida conturbada, não tinha mais família, perdi minha mãe a pouco menos de dois meses... Mas eu não estava sozinha. Não tinha pais, avós e tios, nem irmãos, nem primos. Porém, eu tinha sim uma família, sem laços de consanguinidade, mas outros, sem dúvida muito mais fortes e poderosos do que os laços de sangue: os elos do amor e da amizade. Aquelas criaturas marotas diante de mim eram minha família. E eu jamais trocaria a oportunidade de viver e crescer ao lado delas por nenhum reino, nem por nenhum tesouro, nem por nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a voz embargada, disse por fim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Minha decisão já está tomada. Eu volto para Hogwarts. Não posso ficar aqui, esse mundo faz parte de mim, mas existe muito mais além dessas terras... Toda a minha vida, meus sentimentos, meus planos... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As meninas me olharam sérias, mas com os olhos sorrindo. &lt;em&gt;"Tem certeza que é isso o que deseja?"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ouvir essas palavras, girei a cabeça sobre o ombro e ali estava, de novo, a Senhora. Marjorie vinha caminhando com Haldir logo atrás.&lt;br /&gt;Abaixei a cabeça novamente encarando as unhas do pé. Respondi com a voz sumida, meio envergonhada, se é que saiu alguma coisa da minha boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, senhora. Me perdoe, não posso aceitar. Meu lugar é em Hogwarts, junto das minhas amigas, junto de tudo o que já vivi e dos sonhos que construí. Sinto muito, muito mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Galadriel apenas sorriu, mas um sorriso radiante. Sei que ela compreendeu. &lt;em&gt;"Se é esse seu desejo, seja feita sua vontade."&lt;/em&gt;. E retirou-se em seguida.&lt;br /&gt;Marjorie e Haldir a acompanharam e nos deixaram a sós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Lupin, muito séria, olhou para os lados para certificar-se de que ninguém poderia nos ouvir e sussurrou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tenho uma coisa pra contar para vocês - verificou novamente se não havia ninguém à espreita e desembuchou - eu trouxe &lt;em&gt;Felisberta&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arregalei os olhos, Alexis também. Entreolhamo-nos. Encarei séria a minha amiga. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olha lá o que ela vai fazer hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caímos na risada e decidimos aproveitar os últimos dias naquela paz e sossego do recanto mágico chamado Cidade dos Galadhrim. O mundo lá fora devia estar fervilhando com a volta Daquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado e logo teríamos que encarar a dura realidade que se escancarava no Reino Unido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.danimayumi.com.br/accio/lothlorien.gif" target="_blank"&gt; &lt;img src="http://www.danimayumi.com.br/accio/lothlorienthumb.gif" border="0"&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Clique na imagem para ampliá-la.&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112568305895112188?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112568305895112188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112568305895112188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/09/na-cidade-dos-galadhrim-parte-iii.html' title='Na Cidade dos Galadhrim - Parte III - A Renúncia'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112531460366703167</id><published>2005-08-29T08:23:00.000-03:00</published><updated>2005-08-29T08:38:36.883-03:00</updated><title type='text'>O Espelho de Galadriel</title><content type='html'>Estava parada, deitada na relva verde das terras de Lothlórien, ao lado de Alexis, que cochilava quando a Senhora apareceu. Ela parecia ainda mais pálida e bela. Estendeu-me a mão, dizendo &lt;em&gt;"Venha comigo, quero te mostrar uma coisa"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas Alexis está aqui dormindo e... &lt;br /&gt;- Não se preocupe, ela não vai acordar agora. Venha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhamos lado a lado em silêncio. Ela observava a paisagem com a alma embevecida. Eu, cheia de dúvidas, o que havia afinal de tão misterioso naquele lugar? O que eu deveria saber quando chegasse a hora? Por que Dumbledore havia me mandado para Lothlórien? Pesquisei por dias a fio as características do povo daquele lugar, suas histórias, lendas, geografia... Mas exatamente, o que eu fui buscar? Essas perguntas me consumiam os neurônios enquanto caminhava ao lado da Senhora, que me conduziu até um jardim fechado. Nele havia uma depressão côncava no centro e, no meio, uma fonte e uma bacia de prata. Ela me encarou com ar sério, mas ao mesmo tempo, quase maternal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen, esse é o meu instrumento precioso. O Espelho de Galadriel pode mostrar o que você quiser, ao observá-lo. Mas outras vezes mostra coisas que sequer imaginamos. Coisas que podem ser seu passado, ou o presente aqui ou em outro lugar distante. Ou ainda o futuro. Cabe a nós a sabedoria para discernirmos o que enxergarmos nele. E bom senso para não agir de maneira impensada ou precipitada. Muitos dos fatos mostrados neste espelho jamais teriam acontecido se quem os viu não tivesse tentado impedí-los. Gostaria de olhar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei por alguns segundos. Eu tinha um turbilhão de pensamentos, sentimentos diferentes, emoções que eu nunca havia sentido na vida e tudo estava mudando tão rápido! Olhar aquele espelho poderia ser algo de grande valia, mas e se ele estivesse apenas mostrando uma ilusão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele pode sim, mostrar ilusões, ou desfechos que você gostaria de ver para determinadas situações. Cabe a você decidir. &lt;br /&gt;- O que a senhora aconselha?&lt;br /&gt;- Galadriel não dá conselhos, jovem menina. Mas se a trouxe aqui, é porque considero que tenha capacidade de discernir o que vier a assistir ao penetrar nas águas do espelho. A decisão é sua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi olhar. Não iria me arrancar nenhum pedaço. Ela encheu a bacia com a água da fonte e debrucei-me sobre ela, ouvindo a senhora dizer &lt;em&gt;"aconteça o que acontecer, não toque na água".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num primeiro instante a única coisa que enxerguei foi meu próprio reflexo. Mas as imagens foram se modificando e pude me ver cercada de outros elfos. Eu estava sentada numa cadeira como a de Galadriel, no mesmo grande salão onde mora a senhora dos Galadhrim. Olhei para minha mão e havia um anel em meu dedo anular direito, ornamentado com uma pedra azul clara muito brilhante. Olhei rapidamente para os lados em busca da senhora, mas ela não estava lá, nem Celeborn. Comecei a ficar aflita e ela tocou meu ombro de leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não toque na água. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afastei-me sem entender que visão era aquela. Ela sentou-se no chão, convidando-me a sentar ao seu lado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que você viu é o que você busca nessas terras, pequena Arwen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendi bem, eu parecia meio atordoada, meio sonhando. Ela prosseguiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Há muito que você precisa saber. Essa será uma longa conversa - fez uma pausa e continuou em seguida - Arwen, há muitos e muitos anos tive uma filha, que se casou com Elrond de Valfenda. Eles tiveram três filhos, entre eles, a estrela vespertina de quem você herdou o nome. Ela casou-se com o rei Aragorn de Gondor e tiveram uma única filha. E esta, por sua vez, também escolheu casar-se com um mortal. E também teve uma única filha. E assim isso vem se sucedendo por gerações e gerações. Liv, sua mãe, era uma dessas sucessoras. E você também é. Todas partiram, optaram por amor à renúncia dos gozos da vida élfica, e tiveram seu tempo na terra. Assim como sua mãe. Agora, neste momento, se eu partir ou me ferir ou ainda desistir de viver nessa condição de imortalidade, meu reino deverá ter um sucessor, que continuará a guiar este povo e zelar pela paz nesta floresta. E minha única sucessora viva é você. Você faz parte dessas terras como fez sua mãe, sua avó, e todas as outras ancestrais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei atônita. Boquiaberta. Não sabia o que dizer. Tudo o que eu queria saber era o que eu estava fazendo ali. Agora, aquilo se escancarava como uma porta se abrindo na minha frente. Eu, herdeira de tudo aquilo? Simplesmente não dava para acreditar. Ela continuou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, uma prova disso é seu dom. Você tem o dom da "vidência" como chamam os magos, mas não exatamente como eles definem e esperam que se manifestem. Você tem o dom natural de um dos elfos de Lórien, que se manifesta de outras inúmeras formas. Ouvir pensamentos, interferir no que as pessoas pensam, conversar sem usar as palavras, mas o olhar. Sensações, intuições e a certeza de acontecimentos futuros... Ora, soube que você andou buscando a origem disso tudo em você quando esteve em Valfenda. Agora você encontrou o que buscava. Esse é o meu dom, Arwen. O dom que você herdou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuei estatalada, olhando para os meus joelhos, ainda tentando digerir toda aquela enxurrada de novidades assustadoras. Estava perdida em minhas conjecturas quando Galadriel me chamou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está na hora de voltarmos, a pequena Alexis deve acordar a qualquer momento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos em silêncio e não ousei dizer sequer uma palavra. Nem questionar. Nada. Estava pasma demais para pensar em perguntar qualquer coisa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112531460366703167?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112531460366703167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112531460366703167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/08/o-espelho-de-galadriel.html' title='O Espelho de Galadriel'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112507573577927726</id><published>2005-08-26T14:01:00.000-03:00</published><updated>2005-08-26T14:08:04.906-03:00</updated><title type='text'>Na cidade dos Galadhrim - parte II</title><content type='html'>Estávamos no enorme salão sobre o grande mallorn na cidade dos Galadrim. A Senhora Galadriel de Lórien agora nos observava com um sorriso nos lábios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sejam bem-vindas à bela Lothlórien, jovens feiticeiras do velho mundo. Sou Galadriel, senhora dessas terras e governadora deste reino élfico. Este é Celeborn, o Senhor de Lórien.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bela elfa fitou-me com um brilho diferente nos olhos. Mas desta vez, não me senti triste, mas confortada. Que dom seria esse, de mexer com as emoções mais profundas das pessoas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você deve ser a pequena jovem filha de Liv, de Valfenda. Estava esperando por você. Temos muito o que conversar. Dumbledore, o sábio, pediu-me para que a ajudasse. Não temos nós, elfos de Lórien, o hábito de receber visitas. Desde que o senhor das montanhas escuras foi derrotado, estamos aqui, reclusos. Poucos humanos fora desta floresta ainda têm conhecimento dessa cidade. Menos ainda do que nos dias antigos...&lt;br /&gt;Agora vocês serão levadas ao seu acampamento e irão descansar. Aproveitem a estada em Lothlórien para curar as chagas da alma e descansar o espírito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senhora fez uma pausa e depois, prosseguiu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não tenha pressa, pequena jovem elfa. Na hora certa todas as suas dúvidas serão sanadas e todas as questões respondidas. Há muito o que aprender nas terras onde reina Galadriel. Espero que aproveitem. No entanto... Dumbledore, o sábio, disse-me que viriam 3 jovens aprendizes. Só vejo aqui duas e a terceira, ausente, me parece deveras infeliz por isso. Bela guardiã das jovens, creio que deverá buscá-la. Pedirei a Haldir que a ajude a trazer a pequena bruxa. Agora vão em paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizendo isso, nós a reverenciamos curvando o corpo, num gesto automático e impensado. Eu não sabia que lugar era aquele, nem que mistérios haviam ali, mas sentia que estava à vontade e em casa. Há muitos dias não me sentia tão bem disposta como naquele momento. Nos retiramos e fomos conduzidas a uma aconchegante tenda sobre um outro mallorn, onde já estava nos esperando, uma deliciosa refeição, almofadas macias e cobertores quentes e agradáveis. Estávamos muito eufóricas para conseguir descansar e pensar em dormir. Ficamos debruçadas, Alexis e eu, numa das cercas da tenda, olhando o movimento nos terrenos abaixo. Os elfos caminhavam descalços na terra coberta de grama macia, por entre as árvores, tocavam harpas e faziam pequenas reuniões festivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dias se passaram, e eu estudava mapas, plantas e hábitos da população local. Alexis no início achou aquilo tudo interessante, mas ao notar que nada mais impactante havia acontecido desde a nossa chegada, estava começando a achar aquilo tudo muito chato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se pelo menos Dani Lupin estivesse aqui... Podíamos fazer uma música, ou algo assim para alegrar uma dessas festas onde só se tocam harpas. Guitarra, sabe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marjorie riu e nos explicou que ali não existiam esse tipo de instrumento musical. Alexis parecia indignada, e embora eu saiba que ela estava de brincadeira, não sei se McGonagall também percebeu isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sem guitarra? No more rock'n'roll? E eu que havia pensado que eles curtiam um som maneiro! Com esses cabelões e tudo, perfeitos para a gente sacudir... mas só harpas e flautas? Affe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caímos na risada. Foi quando Haldir se aproximou do jardim onde estávamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A guardiã das aprendizes deve me seguir agora. Temos a empreitada de resgatar a terceira jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, Haldir, não é bem um resgate. Ela está em casa e em segurança, só precisamos ir buscá-la - explicou sorrindo para o elfo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizendo isso, a nossa guia se despediu dizendo que estaria de volta tão cedo quanto possível. Recomendou-nos que nos comportássemos na sua ausência e partiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis se jogou no chão, à sombra de uma bela árvore e cochilou. Fiz o mesmo, mas não consegui dormir. Por onde andaria a Senhora? Não a havia visto em nenhum lugar desde a nossa chegada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como se lesse meus pensamentos, lá estava ela, parada diante de mim, sorrido, bela e pálida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112507573577927726?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112507573577927726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112507573577927726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/08/na-cidade-dos-galadhrim-parte-ii.html' title='Na cidade dos Galadhrim - parte II'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112450081268560483</id><published>2005-08-19T22:19:00.000-03:00</published><updated>2005-08-19T22:20:12.696-03:00</updated><title type='text'>Na cidade dos Galadhrim</title><content type='html'>Caminhamos de olhos vendados durante toda a noite. E, nem de longe, parecíamos cansadas. Foi quando ouvimos a bela voz do elfo que nos acompanhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Podemos parar agora. Chegamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elfo tirou as vendas de nossos olhos. Meu queixo caiu e tive que respirar bem pausadamente para não perder o fôlego. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estávamos em um enorme campo muito verde. Podíamos vislumbrar dali um monte coberto de grama fresca. No alto, árvores coroavam a colina. As mais externas eram de troncos brancos e sem nenhuma folhagem, mas ainda assim, magníficas. As mais internas eram os mallorns, as árvores altas, esguias e cobertas de folhas douradas.&lt;br /&gt;No gramado piscavam pequenas estrelas. Abaixei-me para ver melhor e percebi que eram flores. Umas douradas em forma de estrelas, os elanor. Outras brancas e de aparência nebulosa - os ninphadil. Acima de tudo um céu tão azul que ofuscava a vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei para Alexis e vi que ela esfregava os olhos e depois os arregalava. Tive certeza de que minha amiga estava se certificando de que estava, de fato, acordada. Eu, por mim, tinha cada vez mais certeza de que havia adentrado um sonho maravilhoso. Não pude deixar de pensar em Dani Lupin e Harry. Seria tão perfeito se estivéssemos todos ali!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando dei por mim já estávamos subindo a encosta. Logo alcançamos a coroa de árvores. Mais adiante, pudemos ver uma cidade verde, alta, iluminada pelo sol da manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aqui está o coração do reino élfico - disse o elfo que nos guiara - esta é a cidade dos Galadhrim, onde reina a Senhora Galadriel de Lórien.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atravessamos uma ponte branca e chegamos nos portões da cidade. O elfo bateu um sino, o que fez com que os portões se abrisses sozinhos. Entramos e eles se fecharam atrás de nós. A cidade era construída em cima das árvores. Continuamos por escadas e trilhas até nos depararmos com a maior de todos os mallorns. Ao seu lado havia uma grande escada branca e 3 elfos montavam guarda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Senhora de Lórien espera por vocês. Por hora, despeço-me aqui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elfo conversou com os guardas em sua própria língua e acenou com a cabeça para nós, se retirando. Subimos as escadas até uma grande altura acima do solo. Entramos numa casa sobre a árvore tão grande como eu nunca conseguiria imaginar se não estivesse ali. Era iluminada por uma luz suave. Numa cadeira que mais parecia um trono, mais adiante, estava uma mulher alta, magra, de cabelos muito longos, dourados, de pele muito pálida. Fomos conduzidas até a sua presença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Senhora inicialmente nada falou. Apenas nos fitou, uma a uma, demoradamente. De repente todas as emoções dos últimos dias vieram à tona em minha mente como um turbilhão. Ela interrompeu o contato visual e meu coração serenou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112450081268560483?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112450081268560483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112450081268560483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/08/na-cidade-dos-galadhrim.html' title='Na cidade dos Galadhrim'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112367912786869383</id><published>2005-08-10T10:04:00.000-03:00</published><updated>2005-08-10T10:05:27.876-03:00</updated><title type='text'>De partida para Lothlórien</title><content type='html'>Estávamos Alexis, Marjorie e eu paradas olhando boquiabertas para as altas e esguias árvores de folhagem dourada e brilhante. Era começo de noite e uma brisa fria invadia-nos a alma. Ouvimos um ruído de água caindo como numa cascata e nos voltamos para a direita. Lá estava um rio, correndo alegremente. Marjorie arriscou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aquele deve ser o Nimrodel. Existem muitas lendas e muitas canções élficas sobre ele e dizem que suas águas têm poder curativo. Vamos, vamos tocá-lo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos a loira e depois de caminhar por alguns minutos, chegamos à margem do riacho. Marjorie encostou de leve as mãos na água cristalina do leito e ficou em silêncio por alguns instantes. Estava analisando algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom meninas, acho que poderemos atravessá-lo à pé, não é fundo... e então aguardaremos nossos amigos elfos do outro lado. Acredito que ainda teremos de andar um bocado, o povo de Lórien deve morar bem no coração da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Srta. McGonagall, por que não podemos usar chave de portal para chegarmos até lá?, perguntei curiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, Arwen, você sinceramente acredita que seria tão fácil assim encontrar os elfos e suas moradas? Não há nem mesmo como aparatar dentro dos terrenos da floresta de Lothlórien e o caminho para a morada é desconhecido. Os visitantes só lá chegam se assim os elfos o quiserem e eles mesmo os vêm buscar aqui nas margens do Nimrodel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assenti, fazia muito sentido a explicação da moça. E como é que ela sabia disso tudo? Dumbledore havia me dito que muito pouco se sabe sobre os elfos nos dias de hoje...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, srta. Potter, eu sou Inominada, lembra-se? Talvez eu conheça algumas coisas que meninas da idade de vocês não saibam ainda - respondeu, sorrindo, à minha pergunta silenciosa, como se tivesse lido meus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis mal se lembrava de respirar. Parecia não ouvir nem mesmo uma única palavra do que havíamos dito. Caminhava a passos leves, em profundo silêncio, observando atentamente as copas das árvores, as flores douradas, ouvindo a canção da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atravessamos o Nimrodel caminhando lentamente. Marjorie nos orientava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Andem bem devagar e sintam as águas curativas percorrerem através da pele. Vai fazer vocês se sentirem melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, enquanto atravessávamos o estreito riacho, eu sentia a água fria lavando minha alma e toda a tristeza, a angústia e a dúvida dos últimos dias pareciam estar sendo arrancadas de mim e ficando ali, dentro do rio. Eu me sentia mais leve e com vontade de cantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegarmos na margem oposta, olhamos ao redor e não encontramos viva alma. Não tardou mais que cinco minutos e ouvimos passos. Dois vultos altos e esguios aproximavam-se de onde estávamos, com passos tão leves que quase flutuavam. Eram dois elfos da floresta dourada, nossos guias naquele momento. Marjorie os cumprimentou com um aceno de cabeça. Eles responderam e falaram algo numa língua que nem eu, nem Alexis, entendemos patavinas. Mas Marjorie parece ter entendido, porque ela os respondeu - na mesma língua estranha. Enfim eles olharam para nós e ela nos esclareceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eles estão dizendo que estavam esperando 4 pessoas, e não 3. Saberemos melhor sobre isso quando chegarmos. Vamos ter que colocar vendas nos olhos e confiar neles como nossos guias até que estejamos dentro da cidade dos Galadhrim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordamos desconfiadas. Alexis parecia indignada pela primeira vez na vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ow, alto lá, alto lá! E eu vou perder tudo isso? Vou ter que andar de olhos vendados? E se eu cair?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marjorie riu, depois apazigou os ânimos. &lt;br /&gt;- Calma Alexis, logo logo o que você verá vai recompensá-la pelas  horas de escuridão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, partimos de olhos fechados rumo à tal "cidade dos Galadhrim". Mas no íntimo eu não me importava. Estava feliz demais ali para questionar alguma coisa. Talvez fosse o efeito da água do Nimrodel...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112367912786869383?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112367912786869383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112367912786869383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/08/de-partida-para-lothlrien.html' title='De partida para Lothlórien'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112343396975007923</id><published>2005-08-07T13:58:00.000-03:00</published><updated>2005-08-07T13:59:29.753-03:00</updated><title type='text'>Lothlórien, aí vamos nós!</title><content type='html'>As férias estavam divertidas, na medida do possível, tendo em vista os acontecimentos recentes. Era estranho não ir para casa nas férias, não ter mais dona Liv Potter para me receber na estação de King's Cross e passar a noite toda acordada conversando com ela, contando as últimas novidades. Fora que a tensão era visível em todos os cantos do Reino Unido. Não podíamos sair sozinhas, nem ficar no quintal sem a companhia de algum adulto, de preferência aurores ou membros da Ordem de Fênix.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava na casa dos Dumbledore, pais da Alexis. Eles me acolheram como se fosse também filha deles, o que me fez sentir muito mais confortável. Os primeiros dias foram bem estranhos, talvez por serem dias de adaptação. Jogávamos quadribol (ou pelo menos, tentávamos) nos arredores da casa de Alexis. Dormíamos tarde, fuxicando em nossas camas e escrevíamos quase que diariamente para Dani Lupin. Recebi algumas corujas trazendo notícias de Harry. Contei a Alexis o pedido da minha mãe, de deixar-lo. E a minha aflição por achar que eu não podia fazer aquilo, simplesmente não podia. Ou talvez, eu não quisesse. Era simplesmente impossível imaginar ter que deixá-lo depois de ele ter salvado a minha vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu também estava aguardando um sinal. Aquele que me faria arrumar as malas e partir para uma viagem diferente. Eu iria para Lothlórien. &lt;br /&gt;Estava curiosa para descobrir o que me esperava. Mas também estava um tanto desanimada. Não queria ir sozinha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que num fim de tarde, ouvimos um estampido alto do lado de fora e, em seguida, três batidas vigorosas na porta da sala. O elfo doméstico atendeu a porta e pudemos ver quem chegara. Era uma moça loira, muito bonita, que reconheci na hora - a sobrinha da McGonagall, Marjorie.&lt;br /&gt;Ela estava trazendo uma mensagem de Dumbledore para mim. Abri a carta, que dizia que estava tudo pronto para a minha partida. Que iríamos para a floresta de Lothlórien via chave de portal e que Marjorie me acompanharia.&lt;br /&gt;Baixei os olhos da carta, pensativa. Encarei Alexis, que parece ter compreendido o que eu estava pensando. Não queria ir sozinha, precisava de um amigo ao meu lado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mãe, posso ir também?&lt;br /&gt;- Minha querida, essa viagem é muito importante para a Arwen, não sei se é conveniente que você vá com ela...&lt;br /&gt;- Por favor, sra. Dumbledore, eu gostaria muito de ter companhia da minha amiga nessa viagem. Não sei o que está por vir... Vai me fazer muito bem se ela puder ir comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sra. Dumbledore olhou para a filha e dela para Marjorie. Esta assentiu com a cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não vejo porque não poder levar Alexis, sra. Dumbledore. Acho até que nós 3 podemos nos divertir muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis e eu observávamos com uma certa aflição no olhar a senhora Dumbledore. Enfim, ela e o pai de Alexis cederam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está certo, mocinha, você pode ir. Mas ouça bem, se eu souber que vocês aprontaram alguma coisa por lá, essa vai ser a primeira e a última viagem de vocês sem a nossa companhia até atingirem a maioridade, estão me entendendo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! &lt;br /&gt;Alexis pulou no pescoço dos pais, feliz da vida, e beijava os rostos dos dois, entusiasmadíssima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agora, por favor... Vocês devem arrumar a bagagem. Vamos partir dentro de alguns minutos. Vou só aguardar o sinal de Tonks para partirmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subimos as escadas, correndo, para nos prepararmos para a viagem. Enfiamos tudo o que podíamos rapidamente nos malões e, poucos minutos depois, já estávamos na sala, prontas para partir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- OK, meninas, Tonks já nos deu o sinal. Já podemos ir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos despedimos dos pais de Alexis. Marjorie retirou da bolsa uma coisa que parecia um espelho compacto. Transformou-o numa chave de portal e nos ordenou que segurássemos nas pontas dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Segurem firme quando eu disser 3. Um... dois... três!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senti um puxão pelo meu umbigo e vi tudo rodopiar. Não sei quanto tempo durou, mas terminou com um baque. Olhei ao redor e vi Alexis e Marjorie, um tanto despenteadas. &lt;br /&gt;Estávamos num lugar cheio de árvores de folhas douradas e prateadas, tão lindas como eu jamais vi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom meninas, chegamos. Estamos em Lothlórien.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112343396975007923?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112343396975007923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112343396975007923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/08/lothlrien-vamos-ns.html' title='Lothlórien, aí vamos nós!'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112307817705218766</id><published>2005-08-03T10:26:00.000-03:00</published><updated>2005-08-03T11:25:02.316-03:00</updated><title type='text'>O Expresso de Hogwarts - Final</title><content type='html'>O Expresso de Hogwarts foi de repente, perdendo a velocidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Será que já estamos chegando?, perguntei.&lt;br /&gt;- Não, não, falta um bocado ainda. Por que estamos parando?, disse Alexis.&lt;br /&gt;- Eita, e que frio hein? - Dani Lupin abraçava-se, esfregando as mãos nos braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trem então parou num solavanco. Colamos a cara na vidraça da janela, mas a névoa do lado de fora não nos permitiu ver muita coisa. Foi quando todas as luzes da locomotiva se apagaram, nos deixando a todos num breu só. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Conseguiu ver alguma coisa, Arwen?&lt;br /&gt;- Não muito, Alexis... olha, parece que tem algo ali fora... parece estar embarcando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encostamos as costas nas poltronas e permanecemos em silêncio, embora nas outras cabines, as pessoas falassem alto e gritassem. Pelo visto deviam estar saindo de seus lugares para xeretar as cabines alheias no escuro, na tentativa de se descobrir o que estava acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O frio no interior do trem foi aumentando rapimente. Continuávamos em silêncio. Ninguém dizia nada. Eu não tinha vontade de falar. Nem de sorrir. Na verdade, nem de abrir os olhos. Tinha vontade de nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que a nossa porta foi novamente aberta. Uma coisa enorme, horrenda, com a cabeça coberta por um capuz estava parada diante de nós. Emanava um odor podre e nauseante. O frio que eu sentia era de lascar. Um frio estranho, sórdido, seco, que me fazia tremer de dentro para fora, como se viesse da alma. Por um instante pude ver as mãos da coisa - comprida, ossuda, com a pele macerada, enrugada, cheia de feridas, de aspecto necrótico.  Senti que não havia mais motivos para viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, o monstro de capuz e mãos de zumbi afastou-se de nós e da cabine, em direção à saída do trem. Olhei para baixo e vi que não tinham pés. Simplesmente pairavam no ar e se locomoviam deslizando como se flutuassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos as três largadas durante alguns instantes nos nossos assentos. Pálidas e tontas. As luzes se acenderam e o trem foi novamente ganhando velocidade, o ruído dos pistãos ficando cada fez mais rápidos.  E mais uma vez, a porta da cabine se abriu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta vez estava parado diante de nós um homem pálido, de cabelos castanho-claro, salpicados de fios grisalhos e vestes bastante surradas. Dani Lupin se jogou nos braços do homem, abraçando-o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pai, o que era aquilo? Que sensação horrível! - e desandou a chorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como vocês estão? - ele  alisava-lhe os cabelos agora. Depois a afastou delicadamente, sentando a menina novamente no banco. Enfiou uma das mãos na veste, tirando um grande pacote. Abriu e vimos uma barra de chocolate de tamanho bastante avantajado, que ele partia e nos entregava grandes pedaços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Comam isso, vai fazer vocês se sentirem melhor - é chocolate mesmo, vai melhorar o ânimo de vocês, podem comer - disse ao observar os olhares desconfiados de Alexis e meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele sentou-se ao meu lado, de frente para a filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pai, o que era aquilo?&lt;br /&gt;- Dementadores. Os guardiões de Azkaban.&lt;br /&gt;- Ah! - Dani compreendeu e levou a mão à boca com um bom pedaço do chocolate - e o que eles estavam fazendo aqui? Não deveriam estar caçando aquele maníaco, Sirius Black?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei para Alexis e então olhamos para os dois. Esticamos o mais que pudemos as nossas orelhas para não perder nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, e era o que eles estavam fazendo. Revistaram o trem em busca de Sirius Black.&lt;br /&gt;- Vixe, vovô não vai gostar nadinha disso quando ele souber. Ele não simpatiza muito com esses monstrengos aí não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O moço sorriu olhando-nos, curioso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Filhota, não vai me apresentar suas amigas?&lt;br /&gt;- Ah sim, hehehe, que falta de educação. Esta é Alexis Dumbledore e esta, Arwen Potter. Meninas, Remo Lupin, meu pai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele olhou-me intrigado - &lt;em&gt;"Potter?"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já estava acostumada com isso. Todo mundo me olhava estranho quando ouviam meu nome pela primeira vez. Expliquei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eram todos trouxas os familiares do meu pai. O primeiro bruxo da família foi ele. Brian Potter, ele era auror, morreu ano passado.&lt;br /&gt;- Sim, claro, lembro-me dele - disse sorrindo - Bom meninas, preciso voltar para a cabine aonde eu estava. Dani, você vem comigo ou fica aqui?&lt;br /&gt;- Fico aqui.&lt;br /&gt;- Ok, é melhor vocês se trocarem, vamos chegar dentro de dez minutos, mais ou menos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E saiu fechando a porta atrás de si. Cravejamos Dani de perguntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que seu pai está fazendo aqui?&lt;br /&gt;- O que SIRIUS BLACK estaria fazendo aqui?&lt;br /&gt;- Por que seu pai entupiu a gente de chocolate?&lt;br /&gt;- Calmaê! Calmaê! Devagar que tem Dani Lupin pra todo mundo! Papai está aqui porque ele também está indo para Hogwarts. Ele agora é professor lá, Defesa Contra Arte das Trevas.&lt;br /&gt;- Ah! - exclamamos juntas, Alexis e eu.&lt;br /&gt;- Vô Dumbie disse que todo ano ele quebra a cachola para conseguir um novo professor dessa matéria, que ninguém fica. Tomara que seja diferente esse ano, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos especulando sobre os dementadores, Sirius Black e sua fantástica fuga de Azkaban enquanto trocávamos de roupa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais uma vez o trem foi perdendo velocidade, até parar, mas de modo mais suave dessa vez. E agora, o clima era de expectativa e agitação. Ouviam-se baques surdos de malas socando no chão e o ruido de passos e carrinhos.&lt;br /&gt;Enfim, estação de Hogsmeade. Próxima parada: Castelo de Hogwarts.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112307817705218766?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112307817705218766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112307817705218766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/08/o-expresso-de-hogwarts-final.html' title='O Expresso de Hogwarts - Final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112301023145061299</id><published>2005-08-02T15:37:00.000-03:00</published><updated>2005-08-02T16:23:52.960-03:00</updated><title type='text'>O Expresso de Hogwarts - Parte II</title><content type='html'>O trem foi ganhando mais e mais velocidade... O vento batia com força em meu rosto e o volume de ar era tanto que eu mal conseguia respirar. Minha mãe ficara pequenina lá atrás até desaparecer. Saí então da janela e sentei-me ao lado da minha coruja.&lt;br /&gt;A garota de olhos amarelos agora me olhava com cara de interrogação. Sorri para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ahn... seu nome é Potter? - perguntou bem na lata.&lt;br /&gt;- Sim, Arwen Potter, prazer.&lt;br /&gt;- Alexis Dumbledore - respondeu, estendendo a mão - Você é parente de Harry Potter?&lt;br /&gt;- Oh, não, não sou! Minha família por parte de pai é trouxa, são irlandeses. Não temos nenhum parentesco com os Potter da Inglaterra. E você? É parente do diretor de Hogwarts?&lt;br /&gt;- Sim! Eu sou neta dele! Bom, na verdade, sobrinha-neta, mas meu avô morreu antes de eu nascer e cresci chamando o velho Dumbie de vô. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A viagem seguia e o céu ficava cada vez mais escuro, na medida que nos dirigíamos para o norte. Logo a chuva começou a cair em pingos grossos, o que fazia um barulhão sobre nossas cabeças. Enquanto isso, conversávamos sobre Hogwarts. Minha colega de cabinhe crescera correndo pelos corredores do castelo e contava-me tudo o que sabia sobre ele, as casas, suas lendas e tudo o mais. Sonhadora por natureza, enquanto ela falava eu me imaginava lá dentro, andando pelos campos na área externa do castelo, espiando a Floresta Proibida e jogando quadribol pelo time da minha casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você joga quadribol? - Perguntei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal terminei a frase e a porta da cabine se escancarou. Uma garota de cabelos castanho-escuros, ondulados até os ombros, olhos escuros e os braços carregados de livros estava parada na porta, nos olhando sorridente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, me desculpem! É que eu estou procurando... Vocês viram meu pai?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Pai?", &lt;/em&gt;pensei, &lt;em&gt;"mas eu achei que não houvessem adultos nesse trem, tirando é claro, o maquinista e a mulher do carrinho de comida!".&lt;/em&gt; A menina continuou falando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele não estava muito bem, ele entrou no trem bem antes do embarque e eu acabei me perdendo dele... - a menina olhava para os corredores, e de volta para o interior da nossa cabine. Parou de falar, pensativa. Depois virou para nós e terminou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Posso ficar aqui com vocês? Lá na frente os meninos estão fazendo muita algazarra, eu não consigo prestar atenção no que eu estou lendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você já está estudando??? - Alexis arregalou os olhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, só dando uma olhadinha nos livros novos - disse já se acomodando ao lado de Alexis - mas eu gosto muito de ler e estudar, vocês não? Eu quero ir para a Corvinal, vou ficar realmente chateada se for escolhida para outra casa. Como vocês se chamam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alexis Dumbledore.&lt;br /&gt;- Arwen Potter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota nos olhou com ar de surpresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Noooossa! Só celebridades! Prazer, Daniela Lupin. Vocês também são novatas? - assentimos com a cabeça - Querem ir para qual casa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, eu ainda não sei... - eu dizia - minha mãe foi da Grifinória, mas eu não sei muita coisa sobre as casas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oh, mas você não leu "Hogwarts, Uma História"? Lá tem tudo sobre Hogwarts, suas casas e tudo o mais. É bem interessante - e baixou o volume da voz, quase cochichando - queria ver se encontrava algo sobre passagens secretas para sair do castelo, sacam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menina então começou a nos dar uma verdadeira e divertida aula sobre as quatro casas da Escola. Alexis, por certo já sabia de tudo aquilo. Para mim, a grande maioria das informações era novidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E a Lufa-Lufa é a casa dos que eles chamam de "leais", sabe, casa de gente muito boazinha. Mas a maioria do povo acha mesmo é que os lufa-lufas são um bando de bobos, tipo ingênuos, sabem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota dava a demonstração do que estudara de maneira alegre e divertida, muitas vezes interrompidas por Alexis, que se ocupava de fazer um ou outro comentário pontual, sagaz e hilário. Eu definitivamente, concluí que estava em boa companhia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ai, que fome! - reclamou Alexis.&lt;br /&gt;- Papai disse que servem lanche no caminho... Onde será que a mulher do carrinho de doces se escondeu?&lt;br /&gt;- Não sei, mas com a fome que eu estou, comeria até mesmo uma coruja, com as penas e tudo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Galadriel arregalou os olhos azuis e se encolheu num canto da gaiola, assustada, me olhando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falávamos agora de quadribol. Alexis contara que voava escondido em casa e treinava apanhar alguns objetos. Confessei que eu nunca havia pegado numa vassoura, exceto para varrer alguma coisa. Dani Lupin preferia assitir a jogar - &lt;em&gt;"Não, muito obrigada, não nasci pra isso, nasci para ficar em terra firme"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente ouvimos o barulho das rodas se arrastando e um zum zum crescente. Enfiamos as caras no corredor e vimos a bruxa gorducha empurrando o carrinho lotado de guloseimas. &lt;br /&gt;Por alguns minutos a conversa morreu. Ninguém falava, somente mastigávamos. Eu olhava através do vidro da janela. O tempo estava cada vez mais escuro, a chuva cada vez pior, se estendendo como uma cortina impedindo a visão de mais além.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, eu viajava nos meus pensamentos, agora imaginando como seria a seleção das casas. &lt;em&gt;"Sem dúvida que eu vou pra Lufa-Lufa"&lt;/em&gt;. Olhava para as garotas sentadas a minha frente e sorri, dando mais uma golada no meu suco de abóbora. No íntimo, eu desejava que ficássemos todas juntas na mesma casa, apesar de eu ter certeza de que Dani Lupin iria para a Corvinal e Alexis, para a Grifinória. Era muito bom ter amigas pela primeira vez na vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112301023145061299?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112301023145061299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112301023145061299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/08/o-expresso-de-hogwarts-parte-ii.html' title='O Expresso de Hogwarts - Parte II'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112293375807748983</id><published>2005-08-01T17:50:00.000-03:00</published><updated>2005-08-01T19:12:53.963-03:00</updated><title type='text'>O Expresso de Hogwarts</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.danimayumi.com.br/accio/arwen1a.gif" border="0" align="left"&gt; 10 e meia. Chegamos com trinta minutos de antecedência à estação ferroviária de King's Cross, abarrotada de pessoas apressadas que iam e vinham. Íamos em direção às plataformas 9 e 10. Nosso destino era a plataforma 9 1/2. Minha mãe segurava minha mão enquanto eu empurrava meu carrinho com as malas e a coruja. Atravessamos displicentemente a barreira entre as duas plataformas e aconteceu. Vi a enorme locomotiva a vapor, vermelha e preta, soltando gordas nuvens de fumaça no céu - o Expresso de Hogwarts. Eu olhava para tudo atentamente, não queria perder nenhum detalhe. &lt;br /&gt;No íntimo, um misto de tensão e ansiedade. Era a primeira vez que eu estava ali, naquela plataforma, prestes a embarcar rumo ao meu primeiro ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por todos os lados, a paisagem era quase a mesma: crianças e jovens com bruxos e bruxas, que deveriam ser pais e parentes, carrinhos com bagagem, corujas piando, algumas fazendo muito estardalhaço, sapos coachando. Algumas senhoras estavam visivelmente fazendo recomendações aos filhos antes de embarcar. Alguns se abraçavam, se despedindo, outros reencontrando-se depois das férias. Outros ainda entravam no trem carregados de malas e bagagens de mão e saíam em seguida. Provavelmente haviam encontrado um lugar, acomodado as coisas e voltado para a plataforma para aproveitar os últimos instantes com a família antes do embarque.  &lt;br /&gt;Uma garota que aparentava ter a minha idade, branquinha, com cabelos longos e castanhos que terminavam em gordos cachos e olhos castanho-amarelados estava saltitante e visivelmente mal se continha de ansiedade. Ela agora se despedia de um casal muito simpático, que eu supus serem seus pais. Logo, a garota embarcou e sumiu de vista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era fácil identificar quem estava ali pela primeira vez. Além do óbvio tamanho reduzido e das carinhas de bebê, ainda tinha o agravante de estarmos sempre em companhia dos pais, e não em grupinhos de crianças, tirando, claro, os grupos de irmãos, como aquele enorme de ruivos que acabara de chegar. Minha mãe viu que eu não desgrudava os olhos deles (nossa, eu nunca havia visto tantos ruivos juntos!) e me explicou que eram os Weasley e que eles eram todos irmãos ("nem precisava dizer né mãe?"), exceto pela menina de cabelos fofos e o garoto de óculos e cabelos negros que os acompanhavam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senti um aperto de leve nos meus ombros. &lt;em&gt;"Filha, melhor você entrar e acomodar sua bagagem, já está quase na hora."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abracei já com saudades a minha mãezinha querida. Eu iria sentir muita falta dela. Havia um ano que vivíamos só nós duas em casa, desde que papai se fora. Minha mãe era desde então pai, mãe, amiga, irmã, instrutora. Eu também não tinha amigas, sempre vivi no meio de adultos e as poucas crianças que tive contato foram as de St. Mungus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lembre-se de tudo o que lhe falei. Não deixe de comer, faça suas lições de casa direitinho, preste atenção em tudo, tome cuidado, não desobedeça as ordens que te derem, seja uma boa menina e me mande uma coruja assim que chegar, contando como foi a viagem e a seleção, ok?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe me encaminhou até a porta do trem, pousou um beijo gostoso em minha testa e então, embarcamos, eu, o malão e Galadriel (a coruja). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devia ter demorado tanto para entrar com a bagagem. Agora praticamente todas as cabines estavam ocupadas. Dirigi-me com alguma dificuldade mais para os fundos da locomotiva. Um dos ruivos do grande grupo de irmãos veio até mim, todo empinado, com um jeito pomposo e algo que parecia um distintivo ou um broche, não sei, reluzindo no peito estufado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Caloura? Por aqui, por favor, sou monitor-chefe, siga-me. Vamos encontrar um lugar para acomodá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ajudou-me com a bagagem e encontrou uma cabine mais vazia. Ao abrir a porta, vi que havia apenas uma menina sentada. A garota de olhos amarelados que vi lá fora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá, sou monitor-chefe. Se incomodaria em dividir a cabine com esta jovem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menina balançou a cabeça negativamente. Ajudei o rapaz a acomodar minhas tranqueiras no bagageiro, sentei-me defronte a garota e coloquei a gaiola de Galadriel ao meu lado, no banco. Agradeci ao rapaz, sorrindo. &lt;em&gt;"Como se chama?"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Percy Weasley, monitor-chefe, Grifinória. &lt;br /&gt;- Muito prazer, Arwen Potter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o monitor ruivo quanto a menina arregalaram os olhos pra mim. O ruivo se retirou e a mocinha olhava agora para a janela. Debrucei-me do meu lado da janela para acenar para minha mãe. O Expresso Hogwarts acabava de partir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112293375807748983?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112293375807748983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112293375807748983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/08/o-expresso-de-hogwarts.html' title='O Expresso de Hogwarts'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112289906374154117</id><published>2005-08-01T09:24:00.000-03:00</published><updated>2005-08-01T15:53:23.100-03:00</updated><title type='text'>E que venha a tal vida nova</title><content type='html'>&lt;em&gt;Ai, que bom, orelhudinha querida, que bom que você voltou pra gente!!!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha vista ainda estava embaçada, mas pude enxergar Dani Lupin me agarrando pelos ombros e me abraçando, muito agitada e feliz. Alexis também estava em cima da minha cama e... Harry, sentado ao lado, me olhava sorrindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forcei um sorriso para todos. Não era fácil acordar ali, do que eu considerava um sonho muito malévolo. Como a atmosfera estava mais leve, eu até acreditei por um instante estar saindo de um pesadelo. Mas logo a visão de madame Pomfrey colocando Alexis na cama e a dor que senti nas costas me disseram que talvez não tivesse sido um pesadelo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dani, eu... quer dizer, o que está acontecendo? Onde está a minha mãe? Eu sonhei ou ela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Shhh, descanse, vai ficar tudo bem - foi Harry quem respondeu, suspirando - e você não sonhou... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele continuou me olhando com um ar de tristeza que me fez compreender. As lágrimas voltaram a correr pela minha face. Durante o sono comatoso de dias, eu me via perdida na floresta sozinha, no escuro, procurando por ela... ela havia morrido, mas eu não queria acreditar. Sentia frio, desalento, tristeza, desânimo. E agora, ao acordar para o mundo, constato que é tudo verdade. Eu não tinha mais a minha mãezinha, aquela que me era mais cara no mundo, minha vida, meu ninho. O que eu vou fazer sem ela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas... onde ela está? - perguntei enquanto procurava em volta, como se pudesse localizá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry sentou-se mais perto. Segurou minha mão entre as suas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os elfos da floresta a levaram - respondeu por fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwenzinha, querida, vai ficar tudo bem, olha só, você não está sozinha não, viu? Você tem a mim, à Alexis e ao Harry aqui... - tentava me animar minha grande amiga, Dani Lupin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse instante, um moço de meia-idade, louro, de aparência cansada entrou na enfermaria e caminhou em nossa direção. Remo Lupin sentou-se numa cadeira entre a minha cama e a de Alexis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom ver que a nossa menina está acordada! Seja bem-vinda de volta, Arwen! E essas lágrimas? Ei, fique feliz. Você está viva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, mas minha mãe não... e o que eu vou fazer agora? Professor Lupin, eu não tenho mais ninguém, o senhor sabe, meu pai morreu antes de eu entrar em Hogwarts... não tenho avós, nem tios, nem primos, nem nada. Minha mãe era tudo o que eu tinha nessa vida! Me conforta saber que pelo menos alguém a tirou da floresta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha voz embargava e eu não saberia dizer se eu realmente falei tudo isso ou se pensei e não consegui pronunciar metade das palavras. Lembrei do pedido que ela me fez. Eu não podia. Simplesmente não podia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Professor, alguém pode me contar o que aconteceu? Por que Volde... ahn... Vocês-sabem-quem foi embora e não me matou também?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lupin e Harry entreolharam-se. Lupin limitou-se a dizer que Harry tinha sido responsável por aquilo, que ele havia tentado sair do castelo, mas não conseguiu e que tentou &lt;em&gt;"outros meios, se é que me entende"&lt;/em&gt; para me livrar. Minha consciência pesou ainda mais. Como cumprir o que minha mãe pediu ao morrer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quanto para onde ir... essas férias você iria passar um tempo com os elfos, lembra-se? Ainda pode ir, se quiser. Acho que sua mãe ficaria feliz. E quanto aos demais dias, você pode ficar conosco, em Hogsmeade... embora um outro casal já tenha manifestado desejo de que você fique com eles até atingir sua maioridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei desconfiada para ele. Outro casal? E quem estaria interessado na minha guarda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quem?&lt;br /&gt;- Os Dumbledore... - e olhou sorrindo marotamente para Alexis, encostada num monte de travesseiros. Ouvindo isso, ela sentou num salto, com os olhos arregalados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hã? Arwen vai ficar com a gente? Vai? Diga professor, ela vai ser minha irmã???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele sacudiu a cabeça afirmativamente - &lt;em&gt;Se ela quiser, é claro&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá brincando, professor??? Claro que eu quero!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E vocês estão convidadas a ficar uns dias em nossa casa, não é, Dani? Acho que minha filha marota não vai suportar ficar tanto tempo longe de vocês duas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expresso Hogwarts- a caminho de Kings Cross, Londres, onde o sr. e a sra. Dumbledore nos esperaria. Eu iria para Lothlórien daí alguns dias e até lá, ficaria na casa dos pais da Alexis. Dani Lupin ficou em Hogwarts. &lt;br /&gt;Durante a viagem, minha amiga me contou suas peripécias na batalha, os mortos, os feridos, a história da poção e a escolha dos beneficiados. Fiquei imensamente triste por Anna, que a essas alturas já deve estar bem adiantada no ritual de cura, em Wakantanka. Contou do chilique do Snape, depenando e exsanguinando as harpíonas. Ele agora deve me odiar mais que tudo nesse mundo.&lt;br /&gt;Harry falou pouco. Estava mais sério que de costume. Sem jeito, eu diria.&lt;br /&gt;A par de tudo, comecei a digerir os últimos acontecimentos. &lt;br /&gt;O que se faz com uma dor sem tamanho? Queria poder arrancá-la de mim e jogar no lixo junto com a dúvida que me consome. Tudo o que eu mais queria era um momento de paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://www.danimayumi.com.br/accio/ferias01.gif" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112289906374154117?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112289906374154117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112289906374154117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/08/e-que-venha-tal-vida-nova.html' title='E que venha a tal vida nova'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112259614663117324</id><published>2005-07-28T21:06:00.000-03:00</published><updated>2005-07-28T21:16:46.433-03:00</updated><title type='text'>Brian Sean Potter</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.danimayumi.com.br/accio/papi.gif" border="0"&gt; &lt;strong&gt;Brian Sean Potter:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai de Arwen. Irlandês, filho único, estudou na Escola de Magia de Ballyhara, na Irlanda, e conheceu Liv, sua esposa, durante o intercâmbio que fez em Hogwarts no seu sexto ano. Auror. Carismático, muito inteligente e sagaz, dotado de um senso de humor sarcástico. Marido apaixonado, pai dedicado e muito zeloso com sua família. Nasceu trouxa, de pai e mãe. E como acontece com a maioria, senão todas as crianças bruxas nascidas completamente trouxas, cresceu vendo e fazendo coisas estranhas acontecerem aos olhos desprovidos de magia. Recebeu a carta de convocação para ingressar na escola de magia aos 11 anos, fato que foi recebido com muita surpresa por todos. &lt;br /&gt;Seus pais faleceram de doenças trouxas (o pai ainda durante a escola, a mãe, 1 ano após ele ter se casado). &lt;br /&gt;Apaixonou-se por Liv na escola e namoraram até o término dos estudos da moça. Ele se mudou por isso para a Inglaterra, e após concluir seu treinamento na Academia de Aurores, casou-se. &lt;br /&gt;A filha nasceu 4 anos após o casamento, linda como a mãe, mas com os olhos do pai. &lt;br /&gt;Foi brutalmente assassinado na Pensilvânia por um vampiro comensal da morte. Estava a serviço do Ministério da Magia. A filha tinha 10 anos e ele nunca realizou seu sonho de vê-la ingressando em Hogwarts.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112259614663117324?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112259614663117324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112259614663117324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/brian-sean-potter.html' title='Brian Sean Potter'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112259477979816942</id><published>2005-07-28T20:22:00.000-03:00</published><updated>2005-07-28T21:36:47.216-03:00</updated><title type='text'>Liv Joanne</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.danimayumi.com.br/accio/mamy.gif" border="0"&gt; &lt;strong&gt;Liv Joanne Potter:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe de Arwen. Bruxa. Pais bruxos. Filha única como todas as mulheres de sua família. A sua família materna descende longiquamente de Arwen Undómiel e Aragorn de Gondor. Foi uma criança alegre, determinada, muito independente e dona de si. Recebeu a carta de Hogwarts aos 11 anos. Foi uma aluna dedicada e sempre esteve em busca do seu sonho de se tornar medibruxa. Dona de uma beleza exuberante e de um carisma sem igual, o que fez com que ela fosse uma garota muito popular no seu tempo de colégio. Jogava como artilheira no time de quadribol da sua casa, a Grifinória. No seu 5º ano conheceu Brian, um aluno de intercâmbio, proveniente da Escola de Magia de Ballyhara, a escola mágica irlandesa. Apaixonaram-se e casaram-se um ano após Liv terminar os seus estudos. &lt;br /&gt;Tornou-se medibruxa e foi admitida no Hospital St. Mungus para Acidentes e Ferimentos Mágicos. &lt;br /&gt;Teve uma única filha, a quem deu o nome de um antepassado elfo. Foi senhora de uma linda e pequena família e foram felizes até sua filha completar 10 anos de idade. Seu esposo fora assassinado por vampiros na Pensilvânia. Ela continuou residindo em Londres com a filha até o terceiro ano de Arwen na escola. Depois das férias de verão, partiu para Valfenda em busca de seus antepassados e da sua história (contando, claro, com a ajuda de Dumbledore). &lt;br /&gt;No último verão, foi sequestrada por comensais da morte e torturada até a morte pelo Lord das Trevas, servindo de isca para sua filha e o namorado da menina, Harry Potter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seus pais, avós maternos de Arwen:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Kimberly Spellman:&lt;/strong&gt; Bruxa. Filha única. Dotada de magia élfica. Morreu antes de Arwen nascer, assassinada por comensais da morte no período do império de Lord Voldemort.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Kevin Spellman:&lt;/strong&gt; Bruxo. Auror. Morrera assassinado junto de sua esposa, dentro de sua casa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112259477979816942?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112259477979816942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112259477979816942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/liv-joanne.html' title='Liv Joanne'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112229831296034540</id><published>2005-07-25T10:31:00.000-03:00</published><updated>2005-07-25T10:31:52.966-03:00</updated><title type='text'>Um dia após o outro</title><content type='html'>A ala hospitalar parecia o Beco Diagonal nas vésperas do início das aulas. &lt;br /&gt;Num leito próximo a uma janela, Arwen dormia um sono profundo, mas agitado, lívida. O rosto delicado arranhado, hematomas espalhados pelo corpo, muito sangue ainda nas vestes. Ao seu lado, numa maca e ferida, a amiga inseparável, Alexis Dumbledore. Aos pés da cama, o namorado, Harry Potter e seus amigos Rony Weasley e Neville Longbottom.&lt;br /&gt;Madame Pomfrey andava aqui e ali, inspecionando as meninas que se revelaram fantásticas enfermeiras, entre elas May Parker e Morgan O'Hara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sol da manhã entrava pela janela e aquecia os corações ansiosos que ali estavam. Muita tristeza, muita desolação e desesperança. O cheiro metálico de sangue era forte e nauseante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvo Dumbledore se juntou aos demais presentes na enfermaria. Estavam ali também Pomona Sprout, Flitwick, Remo Lupin, Severo Snape e... Anna Bright, num leito, onde também jazia inconsciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto Arwen quanto Anna padeciam do mesmo mal - foram ferídas pelas gigantescas harpíonas. Além delas, em estado igualmente grave, mais dois alunos do quinto ano da Lufa-Lufa, John Sanders e Charlie McGee. Haviam outros alunos de outras casas que também sofreram ferimentos causados pelo bico adunco da ave, mas em menor gravidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Madame Pomfrey, vão levá-la para St. Mungus? - era Harry quem interrogava o que seria feito dali para frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, Potter, não há necessidade... Sam Braithwaite se encarregou de deixar a receita de um antídoto capaz de curá-los todos com um só gole. A srta. Lupin deve estar preparando-a a essas alturas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isso, Dani Lupin adentrou a enfermaria, carregando um diminuto caldeirão fumegante. A julgar pelo tamanho do recipiente, o conteúdo dele mal daria para uma pessoa se restabelecer. Entregou o caldeirão para madame Pomfrey, junto com 3 copos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que temos só dá para 3 pessoas. Não podemos desperdiçar nada... - disse Dani de olho na amiga desmaiada no leito sob a janela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os professores entreolharam-se. Era óbvia a preocupação deles, havia mais doentes do que poção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se me permitem - dizia Snape, com uma visível ansiedade - acho que deveríamos priorizar Anna, que está obviamente mais grave que todos os outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas Severo... bom, eu... acho que temos alunos feridos também, alguns tão graves quanto ela. Aquela menina, a Potter... Severo... Alvo... devemos priorizar os alunos - disse com um tom triste, olhando longamente para a professora Brightbelt. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, ninguém aqui está mais grave que Anna. A Potter é semi-elfa, não vai morrer por causa disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvindo isso, Harry cerrou os punhos, mas permaneceu calado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Severo... ela corre tanto risco quanto sua esposa ou os outros - disse Dumbledore, num tom apaziguador - E sim, infelizmente, devemos priorizar os alunos. Sendo assim, receberão o antídoto a srta. Potter, o sr. Saunders e o sr. McGee.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dumbledore acenou com a cabeça para Dani Lupin, que prontamente ajudou madame Pomfrey a servir os cálices. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E Anna, Dumbledore? E Anna?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Severo, existem outros métodos alternativos... talvez não sejam tão rápidos quanto este, mas existem. Tenhamos fé, vamos encontrar uma solução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Lupin se encarregou ela mesma de administrar a poção à amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tome isso, Arwen, logo logo você vai voltar a ser a marota de sempre, vamos, beba!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***************************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minutos se passaram sem que nada diferente acontecesse. Quase uma hora depois de beber passivamente a poção, Arwen começou a dar sinais de melhora. A respiração era mais superficial e pausada. O sono mais tranquilo, o semblante mais sereno. &lt;br /&gt;Não se sabe quanto tempo se passou ali. Dani Lupin debruçada na cama da amiga. No leito ao lado, Alexis observava apreensiva. Harry não piscava os olhos. &lt;br /&gt;E aconteceu.&lt;br /&gt;De novo os olhos cor de mel se abriram. E de novo, puderam ver o mundo. &lt;br /&gt;Dani pulou em cima da cama, abraçando a amiga, ainda tonta. Harry fez sinal de quem iria pular ali também e Alexis tentava descer da cama para se juntar às meninas. &lt;br /&gt;Madame Pomfrey pegou a todos bem no flagra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que pensam que estão fazendo? Andem, andem, hora de deixá-la só! Ela precisa descansar e... SRTA. DUMBLEDORE, O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? VOLTE JÁ PRA CAMA!&lt;br /&gt;Hunf!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112229831296034540?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112229831296034540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112229831296034540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/um-dia-aps-o-outro.html' title='Um dia após o outro'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112152916489472187</id><published>2005-07-16T12:52:00.000-03:00</published><updated>2005-08-07T13:54:08.816-03:00</updated><title type='text'>Duelo de Titã - Final</title><content type='html'>&lt;em&gt;Por Harry Potter&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ela está viva ainda... eu sinto isso!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hermione e Neville passaram por mim descabelados, no instante em que eu desencostava da parede fria de pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Harry, o que está acontecendo? Vamos, saia daí!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizendo essas palavras, minha amiga explodiu os pedregulhos que obstruiam nosso caminho. Eu estava exausto, esgotado, infeliz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Hermione, preciso ir à floresta! Se eu não voltar, chamem ajuda, entenderam?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Peraí, você não pode ir sozinho, eu vou com você!&lt;/em&gt;, ofereceu-se Neville, já correndo desembestado para além das ruínas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eita, mas assim fica difícil, eu também vou!&lt;/em&gt;, concluiu Mione um tanto contrariada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto corríamos em direção à saída do castelo, podemos percerber que muitos dos invasores haviam sido exterminados. Havia um quê de sossego nos cercando... Acho que enfim, haviam conseguido controlar a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Harry, o que vamos fazer lá? Por favor, nós devemos ficar aqui&lt;/em&gt;!,  reclamava Hermione, ofegante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Arwen está lá, Voldemort a atraiu para a floresta!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A amiga colocou uma das mãos na boca e Neville soltou um gritinho de pavor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu sabia! Eu sabia que aquela carta tinha alguma coisa muito perigosa! A mãe dela deve ter sido capturada e aí...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ninguém fez menção de responder o ou de concordar com comentário de Hermione, ou ainda pela falta de fôlego, minha amiga resolveu calar-se. Uma decisão  muito oportuna, diga-se de passagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alcançamos finalmente o saguão. Trasgos caídos por todos os lados. Arpéus e furanzões feridos, ensanguentados, dilacerados. Comensais estuporados, outros petrificados, alguns mortos. Muitos deles, com certeza, fugiram. Desolação e destruição para qualquer lado que olhássemos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vamos, andem!&lt;/em&gt;, disse impaciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não vamos precisar ir mais...&lt;/em&gt; - Hermione retrucou, visivelmente abalada ? &lt;em&gt;Olhe.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela apontou em direção ao buraco onde outrora ficava a porta de madeira maciça que selava o hall de entrada do castelo. Por ele emergiam quatro figuras, um rapaz alto e forte, carregando um corpo no colo... &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Paddy O'Connoly entrava pela porta principal, carregando Arwen nos braços, seguido de perto por Marjorie McGonagall e Owen Cadwell. &lt;br /&gt;Corri até eles, ansioso. Hermione e Neville estavam obviamente assombrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela estava ali, desfalecida, pálida, fria. &lt;br /&gt;Hesitei em fazer a pergunta que gritava dentro de mim... por fim, soltei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ela não está...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marjorie respondeu-me delicadamente, enquanto caminhávamos a passos largos e apressados em direção à ala hospitalar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, Harry. Ela não está morta. Ainda. Tem uma pulsação fina e débil, mas tem. Vamos levá-la até Madame Pomfrey. Precisamos aguardar, para ver o que acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas ela não vai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ela ainda corre risco de vida, Harry - disse a moça, bondosamente - isso foi um baita ferimento causado por harpíona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bicada de harpíona não é algo muito simples de se tratar, Harry... se a pessoa sobrevive, pode ficar lesada psiquicamente para o resto da vida, alguns descabam para a loucura e nunca mais voltam ao normal. Isse SE a pessoa consegue... - Hermione ia dizer algo, hesitou e não terminou a frase, mas entendi "SE a pessoa consegue... sobreviver" - Fora o ferimento em si, que aparenta ser muito grave e a fez perder muito sangue... Bom, temos mesmo que esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calei-me. Não tinha como me controlar. Sentia as lágrimas teimarem em fluir pela minha face, emergindo por trás dos meus óculos trincados e empoeirados, embora eu rangesse os dentes tentando impedí-las. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Façam com que ela não morra! Será minha culpa se ela morrer&lt;/em&gt; - eu me torturava, enquanto caminhava até a ala hospitalar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112152916489472187?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112152916489472187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112152916489472187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/duelo-de-tit-final.html' title='Duelo de Titã - Final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147544256301823</id><published>2005-07-15T21:55:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T21:57:22.566-03:00</updated><title type='text'>Duelo de Titã - Parte II</title><content type='html'>&lt;em&gt;Por Harry Potter&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma risada fria e sinistra ecoava na minha cabeça. Ouvi Crucio e a via se contorcendo de dor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pense rápido, Harry, pense rápido! Você PRECISA fazer alguma coisa!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvia agora também a voz dela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Não venha, é uma armadilha! Não venha!"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As visões iam ficando cada vez mais claras, mais nítidas, mais reais. Vi então um monstro voador, gigantesco, algo parecido com uma águia de proporções exageradamente aumentadas se aproximando da menina e seu bico atroz apunhalando as suas costas, derramando o sangue dela na Floresta Proibida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;NÃÃÃO!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvia nitidamente o que Voldemort dizia... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Mate o amor que existe nele..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreendi então qual era o jogo. Eu teria que ir até lá e duelar. Mas eu estava momentaneamente impedido de sair do castelo. Até que eu conseguisse sair daqui, ela já estaria morta. Comecei então uma verdadeira guerra psicológica, instigando uma conversa mental de fritar os miolos. Rebatia os pensamentos externos e malígnos, tentando ganhar tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Riddle, seu sangue-ruim... Com inveja? Claro, você nunca foi amado, não é mesmo?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Afinal, seu pai trouxa sempre lhe odiou e te ignorou a vida toda..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E um bebezinho fraco e indefeso como eu era foi o suficiente para te destruir... Te fez virar uma sombra, um expectro mal acabado!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Você não sabe o que havia na profecia, Riddle... Vai se arriscar? Você precisa de mim até para viver, infeliz. Se não fosse MEU sangue você seria apenas um projeto de espírito."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu podia sentir a minha menina desfalecendo... Eu tinha que pensar em alguma coisa mais efetiva para tirá-lo dali. Lembrei de súbito, das palavras de Dumbledore depois que voltamos do Departamento de Mistérios... Sobre o poder que eu tenho que ele não tem. Lembrei-me imeditatamente da minha visão no Espelho de Ojesed, no primeiro ano, meus pais me abraçando... na felicidade que senti de encontrá-los ali... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele retrucava &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Eles estão mortos, infeliz!"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu respondia instantaneamnete - &lt;em&gt;"Ora, veja só... mesmo mortos eles ainda me amam! Eu os amo e respeito. Sente isso? Sinta o amor que eu tenho por eles, se for capaz! E me diga... Onde estão seus pais, Riddle?"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuei projetando para ele pensamentos da minha felicidade... mostrava a ele como eu fui feliz quando a encontrei... E o quanto ela era importante pra mim... Que independente do que acontecesse, eu a amava e isso ninguém podia tirar de mim! Uma brisa morna começou a circular em minhas veias, aquecendo e confortando a minha alma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Eu a amo, Riddle! Alguma vez você foi capaz de amar alguém? Sempre sozinho! E ninguém nunca sentiu amor por você... Só medo e asco!"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então eu a vi perdendo completamente os sentidos e Voldemort me dizia... &lt;em&gt;"Olhe para ela, insolente. Ela morreu. E você não veio salvá-la... O cadáver dela jazerá aqui até que seja encontrado..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segurei o desespero e me mantive firme. Então eu não vi mais nada.&lt;br /&gt;Sentei no chão, num canto, em meio à balburdia, abaixei a cabeça, pensando no que mais eu podia fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(continua)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147544256301823?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147544256301823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147544256301823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/duelo-de-tit-parte-ii.html' title='Duelo de Titã - Parte II'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147529692853169</id><published>2005-07-15T21:53:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T21:54:56.930-03:00</updated><title type='text'>Duelo de Titã - Parte I</title><content type='html'>&lt;em&gt;Por Harry Potter&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O castelo fora tomado de assalto. Claro que sabíamos que isso estava por acontecer... mas a rapidez com que armaram o bote foi inesperada. &lt;br /&gt;De repente, vi os corredores sendo tomados por pânico e histeria. Sem falar, é claro, nas criaturas que assombravam cada canto de Hogwarts.&lt;br /&gt;Fomos escalados para permanecer no castelo e nosso grupo inicial acabou se desfazendo... Pelo menos, sabia que Arwen estava bem atrás de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vultos escuros surgiam de todos os lados, bloqueando o caminho à direita e à esquerda. Os olhos deles brilhavam debaixo dos capuzes que cobriam as cabeças, como pequenas fendas iluminadas na sombra. Lançaram-me um feitiço de estuporação, que bloqueei com um impedimenta, e em seguida lancei um ricktusempra nos archotes que iluminavam a entrada da biblioteca, fazendo com que caíssem no alvo. O fogo espalhou-se rapidamente nas vestes de um, que pude reconhecer: Avery.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livrei-me desse grupo de comensais, e entrei correndo na biblioteca. Olhei para trás para falar com Arwen e... não a vi ali entre os rostos. Ela já não estava ali junto de mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"A floresta! Caramba, ela foi sozinha para a floresta!"&lt;/em&gt; - pensei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei desesperadamente sair do castelo e seguí-la. Avancei pelos corredores com fúria, mas o cerco havia se fechado demais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto lutava com os furanzões e mais comensais da morte, imagens estranhas e bem definidas se desenhavam na minha mente... &lt;br /&gt;Podia ver claramente Arwen numa clareira, com um corpo inerte de mulher no colo... Ela chorava e sofria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;NÃO!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei correr e sair de novo, sem sucesso. Um trasgo havia interditado a passagem do corredor onde eu me encontrava... Outro comensal avançou em minha direção, lançando-me um cruciatus. Joguei-me no chão, escapando por um triz da rajada de sua varinha, agarrando as pernas do comensal, fazendo com que caísse no chão. Neville Longbottom apareceu, petrificando-o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valeu!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de novo, a maldita imagem aparecia diante de mim... agora constante, límpida, sem interrupções...&lt;br /&gt;Encostei-me num canto próximo à passagem interditada. Eu via nitidamente Arwen no chão... agora com face de dor lacinante... e uma voz intrometida na minha cabeça...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha buscá-la...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reuní forças, berrando &lt;em&gt;PETRUS EVANESCA!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as pedras não moveram-se sequer 1 cm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi então um vulto escuro aproximando-se dela... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLDEMORT!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(continua)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147529692853169?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147529692853169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147529692853169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/duelo-de-tit-parte-i.html' title='Duelo de Titã - Parte I'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147518472277859</id><published>2005-07-15T21:50:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T21:53:04.726-03:00</updated><title type='text'>A sombra e a escuridão</title><content type='html'>Corri até minha mãe estirada no chão e a coloquei no meu colo. Eu chorava convulsivamente. O pânico, mais que nunca, havia me tomado conta. O que seria de mim se o pior acontecesse com ela? Lembrei-me de quando perdi meu pai. Não queria perdê-la, eu não podia perdê-la!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mãe, não se preocupe, vou te tirar daqui!&lt;br /&gt;- Minha filha, vá embora, vá enquanto é tempo...&lt;br /&gt;- NÃO! Eu não posso! Vamos sair daqui juntas, você vai ver!&lt;br /&gt;- Você PRECISA ir, vá, ande, volte rápido...&lt;br /&gt;- Mãe, eu não vou te deixar aqui!&lt;br /&gt;- Volte rápido, não há mais tempo para mim e eles estão atrás de você!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz dela estava fraca. Só então percebi que havia um ferimento em seu abdome. Assustei-me com a quantidade abundante de líquido vermelho que jorrava da lesão. Fitei minha mãe, assombrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que foi isso?&lt;br /&gt;- Filha, não há tempo para explicações. Vá embora. E me prometa... que você... não vai... ficar com... o menino...Harry Potter...&lt;br /&gt;- O que?&lt;br /&gt;- Filha, você está correndo risco... se ficar com ele... vá...&lt;br /&gt;- Mãe!&lt;br /&gt;- Não fique... não case... nem com ele... nem com nenhum mortal...&lt;br /&gt;- Mas mãe! Eu amo o Harry! Não diga isso, você vai ficar boa e vai ver que nós...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi ruídos de passos nas folhas secas no chão... &lt;br /&gt;Um vulto escuro, alto, magro, apareceu entre as árvores que circundavam a clareira.&lt;br /&gt;Apontou algo que parecia uma varinha e disse pausada e friamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Avada kedavra.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe acabou de desfalecer no meu colo. Eu soluçava e gritava tamanha a dor que sentia me corroer. Olhei cheia de ódio e rancor para o ser que estava diante de mim. Antes que eu pudesse dizer alguma coisa para atacá-lo, ele me amaldiçoou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Crucio!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu gritava de dor, meu corpo se contraía involuntariamente. Ele se aproximou, ficando diante de mim. Então pude ver os olhos em fenda, como os de uma cobra, vermelhos como o sangue que jorrava do corpo da minha mãe, que agora jazia inerte nos meus braços... Voldemort.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Menina tola. Você é muito preciosa para ser destruída por um comensal qualquer. Fiz questão de vir eu mesmo pôr as mãos em você... elfa.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não conseguia falar, somente me contorcer, gemer, gritar... Ele conservava a face congelada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Isso mesmo... muito bom... sofra... sinta a dor e o tormento da maldição cruciatus. Enquanto isso, seu herói de fraldas assiste aquela que lhe é mais cara sofrer... Ele virá até você...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reuni forças para gritar, mas tudo o que saiu dos meus lábios foi um gemido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele não vai... cair... de novo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ora, garota tonta, é claro que ele virá... estou apostando nisso. Aposto no prazer que ele tem de bancar o herói sempre que possível... Seja paciente, ele virá.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu continuava me contorcendo no chão. Pedia mentalmente para que Harry não viesse atrás de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Garota imbecil. Não percebe que suas ondas telepáticas não são páreo para a sintonia que tenho com aquele fedelho metido a poderoso? EU controlo a mente dele. EU faço com que ele veja o que EU quero.. E o que ele vê agora é você... sendo torturada. O amor da vida dele sendo trucidada... sofrendo... isso menina... sofra bastante... o idiota virá em seu socorro...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei de onde tirei forças para gritar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- NUNCA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bom, vamos melhorar isso então... Que tal incrementarmos mais a nossa... brincadeira?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voldemort soltou um silvo agudo e uma enorme sombra apareceu no céu, sobrevoando a clareira.&lt;br /&gt;Uma ave gigante e grotesca vinha em nossa direção, perdendo altitude... Cada vez mais próxima...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Harpíonas!&lt;/em&gt; - pensei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pude fazer muita coisa. A ave aproximou-se de mim com brutalidade, enterrando o bico em minhas costas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Boa menina... e agora, elfa? Como se sente? Fraca? Deprimida? Morrendo?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sangue empapava as minhas vestes rasgadas e imundas. Eu me sentia febril, estava tendo alucinações. Podia ver o pânico no rosto de Harry assistindo sabe Merlin como aquela cena. Eu o via tentando sair do castelo sem sucesso... via de novo os últimos momentos de minha mãe... ouvia as palavras dela repetidamente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Não fique com ele"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Isso menina. Você não vai mesmo ficar com ele. Continue sofrendo... faça-o sofrer! Mate o amor que existe nele! Desperte nele todo ódio que ele pode sentir!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui me sentindo cada vez mais fraca... mais febril... Pude ouvir Voldemort dizendo palavras desconexas como se Harry estivesse ali, diante dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Potter, isso não funciona comigo. Vamos, sofra, olhe só, como ela está indo... Venha buscá-la, garoto! Observe a vida dela se esvaindo... indo embora... Vê o sangue, insolente? Venha, venha buscá-la..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Não tenho medo de você... Moleque!"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voldemort parecia torcer os traços eventualmente, apertava os olhos como se uma luz o estivese cegando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha vista se turvava cada vez mais... ouvi-o dizer &lt;em&gt;"Olhe para ela, insolente. Ela morreu. E você não veio salvá-la... O cadáver dela jazerá aqui até que seja encontrado..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pude ver ainda entre brumas o bruxo virar-se de costas e sumir nas sombras...&lt;br /&gt;Pude também ouvir alguns passos que vinham. &lt;br /&gt;Uma silhueta algo avantajada aparecia entre as árvores, soltando um grito de terror.&lt;br /&gt;Aproximou-se mais de mim, seguido de umas duas ou três pessoas... Uma delas de contornos femininos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Paddy O'Connoly!&lt;/em&gt; - pensei em dizer, mas minha voz não saiu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo ficou escuro... turvo... o alívio da dor é uma benção... ainda que sombreada pela morte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147518472277859?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147518472277859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147518472277859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/sombra-e-escurido.html' title='A sombra e a escuridão'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147485148516748</id><published>2005-07-15T21:45:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T21:49:39.400-03:00</updated><title type='text'>Corra Arwen, corra...</title><content type='html'>Poucos minutos após o Chapéu Seletor definir para onde iriam, os corvinais e lufa-lufas, que estariam fora dos limites internos do castelo, partiram para a sua missão. A professora McGonagall nos distribuiu em grupos nas diversas partes do castelo, bem como fez Snape com seus alunos sonserinos. Ficamos juntos Harry, eu, Denis Creevey , Parvati Patil e Nathalie McDonald. Harry me segurava fortemente pelas mãos, como se eu fosse escapar a qualquer momento. Ele cochichou - não saia de perto de mim, ok? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assenti com a cabeça e rumamos para o corredor próximo à bliblioteca. Mal chegamos e o caos já se instalava por todo o castelo. As crianças do primeiro ano, apavoradas, gritavam agudamente, causando um ruído ensurdecedor. Por todos os lados ouviam-se pancadas e baques surdos de enormes pés de trasgo pisando brutamente e destruindo as paredes e o chão. &lt;br /&gt;Estávamos de varinhas empunhadas e Harry estuporou um furanzão obsceno, que nos atacava.&lt;br /&gt;Um grupo de goblins vinha em nossa direção, eram aproximadamente uns 20, e nos cercaram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTUPEFAÇA!, berrei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos lançando rajadas vermelhas das nossas varinhas. Ora estuporando bichos, outras os meninos travavam batalhas corporais com os intrusos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paredes inteiras começaram a desmoronar, e uma enorme pedra atingiu em cheio a perna de Denis Creevey. Harry pediu a Nathalie que tentasse levá-lo para algum lugar seguro, com muito cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os corredores agora estavam tomados por alunos desesperados em fuga, acompanhando alguns alunos mais velhos, que tentavam escondê-los nos armários de vassouras. Alguns comensais começaram a ser vistos circulando com as cabeças cobertas, maltratando as crianças e molestando as jovens. Corremos até o final do corredor, Harry, Parvati e eu, quando fomos interceptados por Macnair, o antigo carrasco de Bicuço. Ele apontou a varinha em nossa direção e antes que ele pudesse dizer qualquer coisa, gritei EXPELIARMUS atrás do Harry, que por sua vez berrou ACCIO VARINHA!, recolhendo-a. &lt;br /&gt;O comensal partiu para cima de nós com as mãos, capturando Parvati. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parvati, não se mexa, PETRIFICUS TOTALUS!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos misturamos no meio do tumulto. Foi quando minha cabeça girou e eu pude ver...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A floresta estava escura, chuvosa, e minha mãe correndo, chamando por mim, em prantos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma fração de segundos, e eu me perdi do grupo no meio do reboliço. Não pensei em mais nada. Corri desesperadamente em direção ao hall de entrada do castelo, escorregando como sabão dos trasgos e furanzões, abaixando-me, esquivando-me para não ser atingida por nenhum feitiço e, de uma maneira incrivelmente fácil e ilesa, consegui sair do castelo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora eu corria nos gramados sombrios, sob o céu escuro e sem estrelas, em direção à floresta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alcancei a orla da mata depois de poucos minutos. Por todos os lados para onde olhava, via jatos de luz entre a folhagem, gritos e mais seres não humanos atacando aqui e ali. Havia também ali trasgos, goblins, smoke makers, sem face e outras tantas criaturas malévolas. Eu corria alucinada, com a visão repetitiva da minha mãe cada vez mais clara em minha mente. Um enorme galho rasgou a pele do meu braço, mas não parei para ver, continuei correndo, correndo, correndo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um comensal que não pude ver o rosto no meio da escuridão pulou na minha frente, tentando me impedir de prosseguir. Gritou "tarantallegra", e num reflexo, berrei PROTEGO, e o feitiço voltou-se contra o comensal, fazendo suas pernas sapatearem freneticamente. E continuei correndo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Boa menina, boa menina...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corra, Arwen, corra... &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma voz ecoava na minha cabeça, dizendo essas palavras.&lt;br /&gt;E eu via de novo a cena da minha mãe caída no chão, chamando-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Corra, Arwen, corra... não há tempo para espera... corra...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escuridão finalmente tomou conta da floresta. Os gritos agora estavam bem longe e umas poucas faíscas podiam ser vistas bem mais aquém de onde eu estava... as árvores ficavam cada vez mais densas, de maneira que era difícil correr, eu apenas conseguia caminhar impaciente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Lumos!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ponta da minha varinha se acendeu e continuei caminhando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Isso menina... venha até mim...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um arrepio de pavor atravessou minha espinha dorsal como um curisco. Eu devia estar chegando no coração da floresta. Por alguma estranha razão, eu sabia para onde devia ir... meus pensamentos me indicavam a direção a seguir... meu coração guiava meus pés...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando eu de fato ouvi a voz de minha mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei correr até alcançar uma pequena clareira. Eu sabia que aquela voz tão querida vinha dali. Afastei a folhagem de algumas árvores mais baixas e então eu pude ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela estava ali, caída no chão, com o rosto sujo e lágrimas nos olhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(continua)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147485148516748?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147485148516748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147485148516748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/corra-arwen-corra.html' title='Corra Arwen, corra...'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147467583418001</id><published>2005-07-15T21:39:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T21:44:35.840-03:00</updated><title type='text'>A primeira tarefa</title><content type='html'>A noite caiu pesada e tensa sobre a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Chovia muito e os alunos e professores estavam agitadíssimos no Salão Principal. O Expresso Hogwarts for a atacado e destruído por goblins, o pânico se estampava nos rostos apreensivos e aterrorizados dos alunos que foram obrigados a voltar. Harry defendeu algumas crianças do primeiro ano no trem em apuros, mas saiu ferido, como a maioria. A cena do goblin matando Grisha Gargarin ainda estava nítida em sua mente e uma forte sensação de urgência crescia dentro de si. Olhava para o tumulto no salão sem focar em nada. &lt;br /&gt;Estava perdido nos seus pensamentos. Na profecia. Na luta que teria que travar algum dia, e que parecia estar cada vez mais próxima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As faces aflitas dos estudantes passavam por ele. E ele viu um rosto familiar. Um rosto alvo, emoldurado por longos cabelos negros, olhos cor de mel, aparência angelical e orelhas pontudas. Sentiu um aperto no peito. O que aconteceria com eles a partir daquele momento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não sabia da profecia que lhe dizia respeito. Nunca teve coragem de lhe contar. E agora, com o desfecho dela desfilando diante dos seus olhos, ele não podia deixar de imaginar o que se passaria na cabecinha da namorada quando ela soubesse. Quando ela descobrisse que para ele sobreviver novamente, teria que se tornar um assassino. Matar ou morrer. E, decididamente, morrer não seria sua primeira opção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela se aproximou correndo e se jogou nos seus braços, angustiada.&lt;br /&gt;- Harry, que bom ver você! Que bom vê-lo inteiro! Eu estava tão preocupada!&lt;br /&gt;- Ei, bom muito bom ver você também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraçaram-se demoradamente. O zum zum no salão foi serenando e eles então prestaram atenção no que acontecia ao redor. Os professores entravam um a um, enfileirados. Dumbledore ia na frente, carregando nos braços o velho Chapéu Seletor. Arwen procurava as amigas com os olhos aflitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se acomodarem como podiam, colocou o Chapéu sobre a mesa defronte as mesas das casas, sobre uma toalha muito branca. O céu enfeitiçado do salão estava chuvoso, sombrio, denso. &lt;br /&gt;Dumbledore então tomou para si a palavra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caros alunos e professores. Estamos aqui reunidos para informar-lhes notícias pouco... animadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor olhou para a mesa dos professores e percebeu que faltavam dois deles. Hagrid e Anna Brightbelt Snape. Ao fazer essa constatação, as portas do saguão se escancararam numa forte pancada e Hagrid entrou enxarcado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpem-me o atraso. Eu estava nos portões da escola fazendo uns últimos... ajustes, se é que me entendem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E a professora Brightbelt, onde está, professor Snape?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ela está se sentindo muito mal com todos esses acontecimentos... Preferiu ficar de repouso nos seus aposentos. Já providenciei medidas para que ela fique em segurança enquanto nos reunimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então podemos começar. Pois bem. Caros alunos e professores. Se havia algum momento que temíamos muito, é esse. Hogwarts está cercada por comensais e criaturas malignas fecham o cerco. A floresta de nossa propriedade está tomada de seres das trevas, o povoado de Hogsmeade dominada por trasgos, goblins e furanzões. O castelo pode não resistir por muito mais tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhinhos na multidão de estudantes brilhavam apavorados. O velho professor olhava penalizado para as cabecinhas nas mesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como isolar nenhum de nós. Se há um momento para lutarmos, esse momento é agora. Os monitores das casas estarão incumbidos de protegerem as crianças. Os mais velhos deverão ser divididos em grupos, que serão compostos por membros de suas casas e liderados por professores, que deverão ficar alertas para a batalha iminente. Um grupo deverá ir à Floresta Proibida, outro a Hogsmeade. Os restantes, deverão ficar e defender o castelo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez uma pausa, pensativo. Depois continuou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que a divisão dos locais a serem cobertos fosse o mais justa possível, resolvemos optar por um juiz imparcial, que nos dirá aonde irmos.&lt;br /&gt;E apontou para o Chapéu Seletor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry olhava atento para o rasgo no Chapéu. Arwen moía-lhe os dedos da mão que segurava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o Chapéu começou a sua música sombria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Há muito tempo se espera&lt;br /&gt;Pelo momento que se aproxima&lt;br /&gt;Serei breve, não temam&lt;br /&gt;Nada de firulas ou muita rima.&lt;br /&gt;O mal através das muralhas se espalha&lt;br /&gt;E toma os arredores sorrateiro&lt;br /&gt;É chegada a hora de lutarmos&lt;br /&gt;E despertar em nós um guerreiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora o Chapéu Seletor aqui está&lt;br /&gt;E todos vocês sabem pra quê&lt;br /&gt;Eu divido vocês entre casas&lt;br /&gt;Pois essa é minha razão de ser&lt;br /&gt;Mas hoje farei mais que escolher&lt;br /&gt;Ouça atentamente a minha canção&lt;br /&gt;Embora condenado a separá-los&lt;br /&gt;Cumprirei diferente essa obrigação&lt;br /&gt;Mostra-nos os sinais que nos rodeiam&lt;br /&gt;Que nossa Hogwarts corre perigo&lt;br /&gt;Que vem de inimigos externos, mortais&lt;br /&gt;E precisamos nos unir em teu seio&lt;br /&gt;E dividirmo-nos de dentro para fora&lt;br /&gt;Avisei a todos, preveni a todos.&lt;br /&gt;Daremos início agora à divisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que à Lufa-lufa pertencem&lt;br /&gt;À floresta proibida devem ir&lt;br /&gt;Os seguidores de Ravenclaw&lt;br /&gt;Para Hosmeade devem partir&lt;br /&gt;A casa do grifo e a da serpente&lt;br /&gt;por uma razão mais que evidente&lt;br /&gt;Deverão ao Castelo servir&lt;br /&gt;Defendendo juntas o patrimônio&lt;br /&gt;Que há mil anos vi construir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa sorte jovens guerreiros&lt;br /&gt;E que Merlin a todos proteja."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após terminada a canção, Dumbledore recolheu o chapéu e ordenou que os diretores das casas se preparassem para rumarem com alguns professores para os seus respectivos destinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry observava tudo atentamente. Era chegada a hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota da autora: Alguns versos da canção do chapéu foram extraídos do livro HP e a OdF, feitas as devidas modificações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147467583418001?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147467583418001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147467583418001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/primeira-tarefa.html' title='A primeira tarefa'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147428810680953</id><published>2005-07-15T21:36:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T21:38:08.110-03:00</updated><title type='text'>O enigma da carta</title><content type='html'>Estávamos defronte a lareira da sala comunal da Grifinória Harry, Ron, Mione, Neville, Gina, Alexis e eu. Alexis lia a carta da minha mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Filha querida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que você esteja bem. E espero que esta carta chegue a tempo...&lt;br /&gt;Infelizmente não estarei em Valfenda nessas férias. Vou estar com os elfos da Floresta Proibida, aí mesmo nos terrenos de Hogwarts. Quando eu chegar, dou um jeito de te avisar. E então você pode ir me visitar e ficar comigo...&lt;br /&gt;Então eu lhe peço: NÃO embarque no Expresso Hogwarts na segunda-feira. Você deve ficar no castelo até eu chegar. Dar-te-ei o sinal e você virá me encontrar na floresta para que eu a leve até os elfos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos com amor,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mamãe."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Arwen, muito estranho... Dumbledore não disse que enviaria um mensageiro a Valfenda para acertar sua estada em Lórien e tudo o mais? Sua mãe saberia disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gina: E, ELFOS NA FLORESTA PROIBIDA? Desde quando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mione: Desde quando eu não sei... mas acho que deveríamos levar essa carta a Dumbledore, Arwen. Concordo com a Alexis, isso está me parecendo bem estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ron: Uai, mas deve ser legal ter elfos na floresta! Quero dizer, eles são muito... interessantes, e eu não duvido que tenha um punhado deles lá. Afinal, tem de tudo naquele matagal mesmo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mione: Nâo discordo de você que deve haver alguns elfos na Floresta Proibida. Mas você não acha estranho o fato de essa carta ter chegado agora, e sugerindo que Arwen vá à Floresta? Arwen, dá pra saber se essa caligrafia é realmente da sua mãe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu: É sim. Gente, eu não estou com bom pressentimento... Acho que minha mãe corre perigo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry: Eu acho é que você quem corre perigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu: E eu acho que VOCÊ corre perigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexis: Gente, gente. Caiam na real! Todos corremos. Putz, vocês não percebem? Frio nas masmorras, Anna sendo atacada por um bando de comensais ninjas na floresta, aquelas aves medonhas sobrevoando a escola... o tal Sorolenko morto... os pesadelos da Arwen, a Trelawney sendo usada por aquele povinho malévolo pra ameaçar o August Longbottom... Tá tudo muito sinistro aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mione: Também acho. Temos que mostrar essa carta a Dumbledore. Vamos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos em comitiva pelo quadro da Mulher Gorda em direção às gárgulas de pedra do escritório do diretor. Encontramos Lupin e Shacklebolt rondando os corredores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lupin: Aonde pensam que vão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mione: Professor, nós precisamos ir até o Prof. Dumbledore mostrar a ele uma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lupin nos olhou desconfiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lupin: Vocês não devem sair à noite das suas casas, fomos bem claros. E que coisa é essa que vocês precisam mostrar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu: Professor... recebi uma carta da minha mãe. O senhor sabe da minha situação, acho que também pode ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele leu a carta e entregou-me, com ar pesaroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lupin: Dumbledore no momento está muito ocupado. E não se encontra em seu escritório. Voltem imediatamente para a casa de vocês. E, Arwen: Não-saia-do-castelo! Sob hipótese alguma! Não vá sozinha atrás da sua mãe! Qualquer coisa estranha, comunique a mim, ou ao Shacklebolt. Estamos entendidos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele fazia um ar extremamente sério e preocupado. Continuou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lupin: E vocês, nada de passear nos corredores durante a noite, seja qual for o motivo. E, se são amigos dela: não a deixem sair do castelo. Agora voltem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry apertou a minha mão que ele segurava, com força. Olhou-me com os olhos ainda mais verdes. Sem dizer nada, entendi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu: Prometo que não saio daqui sem você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147428810680953?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147428810680953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147428810680953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/o-enigma-da-carta.html' title='O enigma da carta'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147417491602456</id><published>2005-07-15T21:35:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T21:36:14.923-03:00</updated><title type='text'>A hora da verdade</title><content type='html'>Lá estávamos o trio parada-dura na beira do lago fuxicando, pra variar. Dani Lupin e Alexis Dumbledore riam às minhas custas, dizendo não saber porquê Dumbledore me pediu para que eu não desobedecesse nenhuma regra nos próximos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hahahahaha, desobedecer as regras! Mas quando é que você faria isso? Alguma vez alguma de nós desobedeceu a UMA única regra sequer??? - zoava Dani, e nós ríamos. Eu amo esses encontros com as minhas amigas. Pelo menos eu tenho um pouco de paz e me esqueço de pesadelos, coisas estranhas e outras sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do que estão rindo? Eu também quero rir! &lt;br /&gt;Harry se aproximava de nós. Sentou-se ao meu lado, passando o braço na minha cintura e deu-me um beijo na testa.&lt;br /&gt;Minhas amigas entreolharam-se, com aquelas caras de "ops, lugar errado, hora errada". Levantaram-se num salto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, já estávamos mesmo de saída. Bye, pombinhos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos então a sós. A vontade de sorrir foi-se embora com as nuvens passageiras no céu. Eu fixava o lago, ruminando meus pensamentos. Resolvi que não poderia esconder mais dele o que vinha acontecendo. Decidi tirar o peso do silêncio das minhas costas e dividir com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry... eu ando tendo pesadelos. Terríveis. Praticamente todas as noites. E eles vêm se tornando cada vez mais nítidos... Um pavor, luzes, escuridão... e acho que alguém morrendo... Não sei se tem a ver com você... mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai começar a dar uma de Sibila agora? Vendo presságios de morte para a minha pessoa também? Acho que essa monitoria de Adivinhação não está te fazendo muito bem... Ora, vamos, deixa disso. Afinal, todo mundo sabe que eu corro esse risco mesmo, natural alguém próximo a mim, como você e meus amigos ficarem mais preocupados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baixei os olhos pensativa. Bem que eu queria acreditar nisso. Que fossem só sonhos ruins e que segunda-feira todos estaríamos a bordo do Expresso, indo embora para as férias, e em setembro voltaríamos a nossa vidinha trivial... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah sim... Dumbledore me pediu para te dizer que você... fechasse sua mente. Pensei que as suas aulas de oculomência tivessem acabado. Você também está me escondendo alguma coisa... Eu posso sentir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a vez de Harry fitar as águas claras do lago como quem olha para coisa alguma. Calou-se por alguns minutos. Tomou fôlego e começou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nâo sei como ainda fico impressionado com Dumbledore. Ele realmente sabe de tudo o que acontece...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo? - perguntei, interessada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, a hora da verdade. Andei conversando comigo mesmo outro dia, aqui nesse mesmo lugar. E uns pensamentos invadiram minha mente, como que vindos de fora mesmo, como se alguém dissesse algo dentro da minha cabeça... - fez uma pausa, apreensivo - e, engraçado, dizia que quem corria risco de vida era você. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito bom, Sr. Trelawney! - e ri - acredito sinceramente que todos nós, sem exceção, corremos risco por esses dias... tudo tão tenso, tão estranho... sinto cheiro de maldade e atrocidades no ar. Você também sente? Mas ainda acho que quem mais corre riscos, sem dúvida, é você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o seguinte: o tal pensamento dizia que você... que você seria usada como isca. Para me atingir. Entende? Me diga que entendeu a gravidade disso e, por favor! Não me faça NADA, eu disse NADA que possa te colocar em risco, ok? Me promete isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As últimas palavras de Dumbledore ecoaram na minha cabeça. Então tudo fez sentido. E meu queixo, eu tive que pegar na grama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não desobedeça nenhuma regra..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma sombra apareceu no meu campo de visão. Olhei para cima e vi uma ave branca... uma coruja...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edwiges? - pensei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ao se aproximar pude reconhecer a coruja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Galadriel! Carta da minha mãe? Agora, quase nas férias???&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147417491602456?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147417491602456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147417491602456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/hora-da-verdade.html' title='A hora da verdade'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147111486543065</id><published>2005-07-15T20:41:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:45:14.866-03:00</updated><title type='text'>As sábias palavras de Dumbledore</title><content type='html'>Alcançamos a gárgula na entrada do escritório do professor Dumbledore, Lupin e eu. Ele murmurou as palavras "torta de baunilha" e as estátuas se moveram, revelando uma escada espiral de pedra escura. Não era a primeira vez que eu estava ali, sem dúvida. Mas sempre o que me levara até aquelas escadas foram problemas. E lá estava eu, mais uma vez, com o estômago contorcendo e as mãos suando frio.&lt;br /&gt;Alcançamos os degraus e as escadas começaram a girar, nos levando para cima. A porta do escritório estava aberta, e Dumbledore sentado em sua mesa, olhando por cima dos óculos de meia lua em nossa direção, com um meio sorriso nos lábios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Entrem, entrem - disse o professor indicando com as mãos duas poltronas defronte sua mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos acomodamos e então professor Lupin começou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Professor Dumbledore, gostaríamos de contar algumas coisas e trocar algumas idéias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claro, claro. Pois não, srta. Potter? O que deseja?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contei resumidamente o que disse ao professor Lupin, que por sua vez, comentou sobre o que havia me dito. Dumbledore ouvia silencioso. Fez uma pequena pausa, e pronunciou-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aceitam chá com bolachas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conjurou um bule fumegando, xícaras e uma cestinha com biscoitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornou a falar, franzindo a testa, pensativo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lupin está certíssimo, Arwen. Você pode e deve aprofundar-se mais no conhecimento da magia dos seus antepassados. No entanto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permaneceu pensativo, fitando-nos como se olhasse através de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No entanto, acho pouco provável que você consiga fazer isso aqui, em Hogwarts. Muito pouco se sabe nesse lado do mundo sobre os elfos do norte. O que temos disponível, em sua maioria, são contos e lendas. Você pode aproveitar esse material, sem dúvida, mas acredito que você necessite de algo mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu permanecia quieta, só ouvindo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De fato, você precisa se conhecer e aprender a lidar com todos os dons que possui. E descobrir mais alguns, se for o caso. Há muita magia em você, muito mais do que imagina. Mas a escolha deve ser sua. Se quiser, poderemos tomar as providências necessárias. Caso contrário, respeitaremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falei, finalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E se eu quiser? O que eu preciso fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você já foi para Valfenda. Aprendeu um bocado, voltou mais madura. Mas não encontrou lá o que buscava primariamente: a origem da sua vidência. Acho que você deve ir para a Floresta de Lothlórien. Mas é uma idéia. Se quiser, posso mandar um mensageiro a Elrond e iniciar os trâmites. Mas veja bem: você só irá nas férias, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, senhor - concordei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E quanto aos seus sonhos... bom, pense neles como pesadelos comuns. Mas que sirvam de alerta. Algo pode estar por acontecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordei com a cabeça. Lupin sorriu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agora vá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acenamos com a cabeça, em silêncio e nos dirigimos de volta à porta. Dumbledore então pronunciou-se mais uma vez:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, srta Potter! Faça-me o favor de dizer ao Harry que tente fechar mais a mente!&lt;br /&gt;E, como diria o velho Moody, vigilância constante! Isso serve para a senhorita também. Ah sim! Ia me esquecendo. Não desobedeça absolutamente regra ou ordem alguma. Estamos entendidos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piscou o olho esquerdo e virou-se de costas, caminhando em direção à sua mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos para o saguão em silêncio. Lupin me olhava de vez em quando como que tentando adivinhar o que se passava na minha cabeça, mas não perguntou nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá vou eu fazer as malas outra vez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147111486543065?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147111486543065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147111486543065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/as-sbias-palavras-de-dumbledore.html' title='As sábias palavras de Dumbledore'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147076065640827</id><published>2005-07-15T20:38:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:39:20.660-03:00</updated><title type='text'>Sou elfa sim, e daí?</title><content type='html'>- Ora, vejam só, o casal Potter fez as pazes! Que lindo!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram Dani Lupin e Alexis. Eu havia combinado durante o café da manhã encontrá-las no lago. Queria contar a Dani o último pesadelo (contei para Alexis cedinho, logo ao acordar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry nos deixou lá relutante. Eu não queria contar a ele o sonho com tantos detalhes, afinal... a pessoa do pesadelo bem que podia ser ele e ele saberia disso, se eu contasse. Não queria preocupá-lo com mais isso. E além de tudo, poderia mesmo ser só um pesadelo e eu estar exagerando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então meninas, o que acham? Pensei em procurar seu pai, Dani. Quem sabe ele não pode me dar alguma luz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Papis? Claaaaaro! E se não puder também, nós só vamos saber perguntando. Vamos lá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corremos até a sala do professor Lupin. Dani abriu a porta, enfiando a cabeça para dentro e deixando o corpo do lado de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pai? Cê tá aí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá meninas! Entrem! Nossa, que carinhas misteriosas! Sentem-se - disse ele estendendo a mão mostrando um sofá e nos olhando com cara de quem estava tentando adivinhar se havíamos aprontado alguma - O que vocês estão arrumando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentamos no sofá Alexis e eu. Dani puxou uma cadeira. Lupin sentou-se na sua escrivaninha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pai, a Arwen precisa te contar uma coisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contamos a ele os pesadelos que vêm me perseguindo há algumas semanas, enfatizando o último. Falei do receio de a pessoa do sonho ser o Harry e a minha relutância em acreditar que esses sonhos possam ser "avisos", os tais "sonhos proféticos" dos quais Trelawney sempre fala. Ou se são somente projeção dos meus temores...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, eu acho - começou a falar o Lupin, e as minhas amigas arregalaram os olhos e esticaram bem as orelhas - eu acho que gostaria de conversar com a srta. Potter à sós. Vão andando, vão andando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas pai, nós...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sem mais, dona Daniela, andando, as duas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As meninas saíram desapontadíssimas. Acabei ficando mais apreensiva, quanto suspense! Lupin voltou da porta, sentando-se ao meu lado na poltrona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen, existem vários pontos a conversarmos. O primeiro é saber se os seus sonhos são reais ou não. Na realidade, o que importa? Quando algo nos é mostrado, veja bem, me refiro a algum acontecimento futuro... pode ser que seja para que façamos algo na tentativa de mudar o que nos está sendo revelado. Mas a experiência nos mostra que são essas tentativas de modificar o futuro é que fazem as coisas acontecerem. Então, o que eu te peço? Estude mais, Arwen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha cabeça deu um nó e eu entendi praticamente, as 3 últimas palavras do professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estudar MAIS AINDA adivinhação, professor Lupin???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, porque só dessa forma você vai ter discernimento para fazer as suas escolhas. Mas não acho que você deva estudar essa Adivinhação que temos aqui em Hogwarts. Acho que você deve buscar suas raízes. Aprofundar-se no que você é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim, professor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen, me diga - o que você é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bruxa, oras. Bom, na verdade... aprendiz, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, você é bruxa. Mas me diga. Você é igualzinha a maioria? O que te difere dos outros alunos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sou elfa? Mas professor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen, você esteve fora durante algum tempo... não notou nada... mágico aonde esteve?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pois então. É desse conhecimento que estou falando - a magia dos elfos. O que acha de conversarmos com o professor Dumbledore? Acho que ele vai gostar de saber de seus pesadelos e tenho algumas sugestões para fazer... Vamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos da sala do professor Lupin. E eu, pensativa.&lt;br /&gt;Lá vem bomba.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147076065640827?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147076065640827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147076065640827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/sou-elfa-sim-e-da.html' title='Sou elfa sim, e daí?'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147056365184118</id><published>2005-07-15T20:33:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:37:09.546-03:00</updated><title type='text'>Uma isca perfeita</title><content type='html'>Harry recebeu de Giovanna Sprout uma lista de dicas de como tratar a namorada e conservar os dentes intactos.&lt;br /&gt;Olhava para o pergaminho e relia, meneando a cabeça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas do jeito que ela fala parece até que eu sou um lerdo, que só falo de quadribol e problemas, que tenho ciúmes da minha própria sombra e vivo de bico 24 horas por dia!, reclamava Harry. &lt;br /&gt;E não é assim? - disse Hemione. E ainda some à essa listinha que você fez de qualidades, cabeça-dura.&lt;br /&gt;- Eu não sou cabeça-dura! Sou só...&lt;br /&gt;- Teimoso e empacado, praticamente uma mula. Agora anda, tome a sua lista e faça alguma coisa antes que perca a namorada.&lt;br /&gt;Harry foi para a área externa do castelo e sentou-se na beira do lago. Era uma manhã bonita e clara de verão. Nenhuma nuvem no céu. As águas do lago moviam-se numa marola de vez em quando, por causa dos movimentos ondulantes da lula gigante. Ele ruminava seus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Por onde eu começo? Pedir desculpas eu já pedi. E para todas as outras coisas eu preciso que ela me desculpe...&lt;br /&gt;...Beijos decentes! O que a Sprout quis insinuar com isso??? Não trato a Arwen como se fosse minha irmã mais nova! &lt;br /&gt;Caraca, aonde eu estou com a cabeça? Tanta coisa esquisita acontecendo, tantos pesadelos, tanta tensão e eu aqui, pensando em como agradar uma menininha de 15 anos! Eu devo ter comido bosta de dragão!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E surgiu uma resposta inesperada em seus pensamentos... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Talvez você realmente goste dela..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele respondeu ao pensamento externo automaticamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se eu gosto dela? É claro que gosto! Não existe outra explicação para o gelo estar me incomodando, existe?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Talvez você tenha medo de perdê-la... afinal, é uma companhia... e você, muito só. Diga-me Harry, e se ela morresse? O que você faria?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Morrer? Que coisa! É mais provável alguém tentar me matar, afinal, quem tentaria e porquê..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que a idéia germinou. "Poderiam usá-la para me atingir... Como fizeram com Sirius... Ela seria uma boa isca..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry sentiu seu estômago virar do avesso. Suas mãos tremiam e suavam frio. Sua cabeça rodopiava e a cicatriz ardia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não, isso não pode acontecer... Não vai acontecer..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Harry? Falando sozinho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele olhou para cima e viu Arwen. Levantou-se num salto, tomou-a nos braços, abraçando-a com força e acariciando os cabelos longos e negros da namorada. &lt;br /&gt;Afastou seu rosto suavemente e olhou-a demoradamente, fitando os olhos cor de mel da garota. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Promete que não vai me deixar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela sorriu, sem entender o que estava acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele a beijou intensamente. Como nunca havia feito antes.&lt;br /&gt;Acho que a lista de Giovanna deu algum resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***************************************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora de Hogwarts, uma voz feminina ria friamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A isca foi lançada. Agora é só esperar o peixinho morder.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147056365184118?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147056365184118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147056365184118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/uma-isca-perfeita.html' title='Uma isca perfeita'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147015092235527</id><published>2005-07-15T20:27:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:29:10.923-03:00</updated><title type='text'>Lições de Giovanna Sprout</title><content type='html'>&lt;em&gt;Por Giovanna Sprout&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hermione aproximou-se correndo, com Rony a tiracolo, empurrando Harry para que sentasse ao meu lado. Olhei pra eles com cara de ponto de interrogação, e então Hermione começou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HG: Gi, é o seguinte: o Harry aqui está com alguns probleminhas. Ele e a Arwen...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ela contou todo o ocorrido. Cada vez mais, Harry se encolhia ao meu lado, e encarava fixamente os cordões dos seus sapatos. Rony olhava para o céu encantado, com as orelhas vermelhas. Ao fim do discurso de Hermione, ela me encarou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HG: E então? Você pode ajudá-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sabia o que dizer. Não poderia falar que o Harry é lerdo demais com a namorada, que eu no lugar dela já teria enfeitiçado a vassoura dele, para voar até a Tasmânia. Então, uma idéia me ocorreu. Peguei um pergaminho e uma pena na mochila, e comecei a escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry olhou para Rony sem entender nada. O garoto ruivo explodiu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RW: Há há, bela ajuda. Ta vendo, Mione, eu falei que ela não entendia nada disso... Você acha o que, só por que o Gui atura ela, não significa que...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantei a sobrancelha direita e lancei um olhar a Rony, que se calou imediatamente. Alguns minutos depois, alcancei o pergaminho a Harry. As cabeças de Rony e Hermione se juntaram à dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Algumas maneiras de tratar sua namorada&lt;br /&gt;Por: Giovanna Sprout&lt;br /&gt;Indicado para: Harry Potter&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Tenha assunto! Não fale só de quadribol!!&lt;br /&gt;2. Nunca, em hipótese alguma, olhe, converse, DANCE ou se insinue para outra garota na frente dela. Ela não responderá por si.&lt;br /&gt;3. Não tenha medo de segurar a mão dela e de beija-la direito. Afinal, ela é sua namorada, não sua irmã mais nova.&lt;br /&gt;4. Convide-a para jantar num lugar legal. Mas só vocês dois, nada de carregar toda a torcida do Chudley Cannons com vocês.&lt;br /&gt;5. Mostre o quanto você a ama: dê presentes, cartinhas, bilhetes. E beijos decentes.&lt;br /&gt;6. Quando estiver com ela e com seus amigos, não deixa a menina falando com os fantasmas. Atenção à ela em primeiro lugar.&lt;br /&gt;7. Não faça bico à toa. Deixe isso para a sua namorada, e aí faça dengos pra ela sorrir.&lt;br /&gt;8. Quando vocês se desentenderem, assuma a culpa. Sempre. Você é o culpado, e implore o perdão dela.&lt;br /&gt;9. Não seja grudento, sufocante. Apenas presente. Namorado chiclete enjoa.&lt;br /&gt;10. Faça surpresas. Invente coisas novas. Não deixe a relação de vocês cair na rotina. E não seja lerdo, é você que tem que surpreende-la, e não o contrário.&lt;br /&gt;11. Seja cavalheiro. Educado, na frente dela e das amigas. E mate as outras garotas de inveja!!&lt;br /&gt;12. Não tenha vergonha de demonstrar para sua namorada que você gosta dela. Só falar e não fazer não adianta.&lt;br /&gt;13. Vista-se decentemente. Lembre-se que você estará com ela. As garotas gostam de namorado arrumadinho e cheiroso.&lt;br /&gt;14. Tenha cuidados com a sua namorada. Coloque a mão na cintura dela quando vocês estiverem em um grupo de amigos. Mas não faça cenas de ciúme. Isso é patético.&lt;br /&gt;15. Não tenha medo de dizer ?eu te amo?. Nem a sós, nem na frente das pessoas.&lt;br /&gt;16. E, por último, mas não menos importante: Nunca, jamais, deixe sua namorada plantada te esperando. Namorado atrasado é namorado abandonado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ainda restarem dúvidas, converse com o Gui. Ele tem dicas secretas. E infalíveis.&lt;br /&gt;Beijos&lt;br /&gt;Giovanna&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O garoto parecia se encolher. Hermione soltava risinhos à medida que lia as "recomendações", e Rony estava cada vez mais corado. Aposto dez sapinhos de chocolate que ele deveria estar pensando que precisava MESMO falar com o Gui sobre essas... aulas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147015092235527?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147015092235527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147015092235527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/lies-de-giovanna-sprout.html' title='Lições de Giovanna Sprout'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112147002899229295</id><published>2005-07-15T20:26:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:27:08.993-03:00</updated><title type='text'>Chega disso!</title><content type='html'>Depois do baile e daquela noite horrorosa, com pesadelos horrendos, eu merecia um bom café da manhã. Levantei-me, disposta a comer alguma coisa, ignorar a existência de Harry Potter e procurar Lupin para conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desci e vi aquele tumulto no mural do salão. Resolvi atentder os apelos da curiosidade e ir lá xeretar. Antes não tivesse ido. Deparei-me com um bilhetinho pregado bem no centro do quadro de avisos. Manuscrito, cheio de coraçõezinhos, rabiscos, iniciais e um revelador "Love 'U Harry Potter! M&amp;M". A gota d'água. Definitivamente eu não precisava daquilo. Malfoy aos risos escandalosos com seus brutamontes de plantão. Então foi isso que ele reteve no dia que Misty trombou em mim no corredor e ele, assustadoramente educado, ajudou a recolher os papéis e material caídos no chão... aquele "você me paga, McGonagall, isso aqui vai ser minha forra" que ouvi ele pensando se referia a isso. Bosta de trasgo, será que nem mexendo com outros Malfoy consegue não me atingir? Se eu não estivesse com tantos problemas e tanta coisa pra fazer, ele bem que merecia ser alvo da fúria de Avoada, Irritadinha e Tonta. Mas na atual conjuntura, não dá. Aguardemos uma boa oportunidade então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentei-me na mesa da Grifinória para o café, distante do ser da cicatriz.&lt;br /&gt;Ele me olhava de longe, com os olhos compridos. Mione cochichou algo no ouvido dele. Ele então murmurou alguma coisa, Rony fez uma careta e balançou a cabeça negativamente olhando para o prato, com a boca cheia. Então ele se levantou. Veio na minha direção. Eu, com a cabeça abaixada, comendo depressa. Alexis me deu um cutucão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei para o lado e lá estava o senhor pé de valsa sentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen, preciso conversar... - Olhava pra Mione e ela fazia sinal com as mãos para ele prosseguir - me desculpa, eu não queria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei, você não tinha a intenção de me fazer de palhaça. Ok, mas fez. Mas também teve uma crise de ciúme bobo, estragou a minha festa mais uma vez, agiu como um garotinho da escolinha primária de Hogsmeade... quer saber? Cansei. Tô com problemas de mais pra ter que aturar suas ranhetices. Tchau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí da mesa carregando um bolinho e coloquei inteiro na boca. Que raiva!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*******************************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele voltou pra mesa da Grifinória. Sentou-se novamente entre Rony e Mione. &lt;br /&gt;Já sei quem pode te ajudar. Conhece Giovanna Sprout, namorada de Gui Weasley?&lt;br /&gt;Rony engasgou com o suco de abóbora e olhou arregalado pra Mione. &lt;br /&gt;Vamos lá, o que estamos esperando? Lá está ela! - e Mione saiu correndo na frente, e os dois, ainda sem entender nada, atrás dela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112147002899229295?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147002899229295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112147002899229295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/chega-disso.html' title='Chega disso!'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112146997500076633</id><published>2005-07-15T20:25:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:26:15.003-03:00</updated><title type='text'>Um grito no escuro</title><content type='html'>Caí na minha cama bufando de raiva!&lt;br /&gt;Cara de pau do Harry, viu! E aquelazinha, não perde por esperar.&lt;br /&gt;Enrolei-me nos meus cobertores e apaguei as velas, mas não conseguia pregar os olhos. Não conseguia pensar noutra coisa, somente ruminar toda aquela situação indigesta. Queria conversar com alguém, mas estava sozinha. Todos ainda estavam na festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando ouvi alguém me chamando desesperadamente do lado de fora. Uma voz familiar.&lt;br /&gt;Vesti meu roupão e saí pelo quadro da mulher gorda, e depois para fora do castelo... em direção à Floresta Proibida, de onde vinham os gritos. Andei tão rápido que logo eu adentrava a floresta. À noite. Sozinha.&lt;br /&gt;Corria por entre as árvores, os galhos arranhando meus braços, minhas pernas, meu rosto.&lt;br /&gt;Eu não sabia de quem se tratava, óbvio, mas eu sabia que conhecia aquela voz. E sabia que tinha que fazer alguma coisa. O que ou como, sozinha, eu não sabia, mas eu precisava encontrá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei a correr o mais rápido que pude. Via muitas luzes entre as árvores e sombras de aves gigantescas sobrevoando a floresta, algumas em vôo rasante. As sombras das garras das aves nas clareiras da mata eram aterrorizantes. As aves faziam bastante barulho. Ouvi muitas outras vozes e outros gritos. &lt;br /&gt;E fui me embrenhando floresta adentro.&lt;br /&gt;Até que alcancei um vulto, que gritava e chorava, deitado no chão sobre gravetos e mato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentei-me no chão e tomei a pessoa nos braços. Estava muito escuro, não dava para ver o rosto, nem coisa alguma.&lt;br /&gt;A pessoa balbuciou algumas palavras indecifráveis. Eu chorava sem saber porquê. E o indivíduo desfaleceu em meus braços, sem que eu nada pudesse fazer.&lt;br /&gt;Uma sensação de desespero crescente tomou conta de mim. E eu não sabia como agir.&lt;br /&gt;Olhava ao redor e não via a menor chance de sair dali e salvar aquela pessoa, quem quer que fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei para o alto e vi algo se aproximando. Cada vez mais...&lt;br /&gt;E mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixei-me o mais que pude, tentando me proteger.&lt;br /&gt;Um buraco abriu-se no chão embaixo de mim, e sem poder fazer nada, afundava em queda livre...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um baque e abri os olhos, assustada, chorando. Estava na minha cama. Alexis dormia ressonando na cama ao lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora outro daqueles pesadelos. Dessa vez, mais rico em detalhes. &lt;br /&gt;Definitivamente, preciso conversar com alguém. Contei dos sonhos para Alexis e Dani, que me sugeriram conversar com o professor Lupin, que além de nos treinar em DCAT no Accio, é pai de uma das minhas duas melhores amigas. &lt;br /&gt;Sim, é isso que farei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitei-me de novo, tentando adormecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112146997500076633?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146997500076633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146997500076633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/um-grito-no-escuro.html' title='Um grito no escuro'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112146991333982688</id><published>2005-07-15T20:23:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:25:13.340-03:00</updated><title type='text'>Uma Noite de cão</title><content type='html'>Recebi Harry de volta no grupinho de amigos. Misty o devolveu lá como quem devolve uma caneta de volta quando alguém pega emprestado. A carinha irritante de superioridade da sobrinha da McGonagall me fez sair do sério. O sangue fervia e borbulhava. Harry me olhava com aquela cara de quem sabia que ouviria um bocado. Ai que raiva dele, por que tem que ser tão cabeçudo? Tudo isso poderia ter sido evitado se ele fosse menos turrão e ciumento e... afe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele baixou a cabeça. Mione, Rony, Gina, Alexis, Neville, Dani Lupin e Tomas Bittes me olhavam e depois para ele, com ar de curiosidade e preocupação. Eu devia estar mais vermelha de ódio que um pimentão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei bem para o Harry... uma comichão nas mãos... uma vontade de dar uma sacudida nele, mas me controlei. Porém, nem tanto.&lt;br /&gt;Enchi a mão e pendurei-me nas orelhas dele e saí o arrastando pelo Salão até o caminho da torre da Grifinória. As meninas olharam a cena assustadas, mas via-se nitidamente que estavam segurando o riso. Afinal, que cena ridícula!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado de fora, soltei os hipogrifos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Harry, o que você pensa que está fazendo?&lt;br /&gt;- O mesmo que você, por quê?&lt;br /&gt;- Como assim?&lt;br /&gt;- Você não foi lá dançar com o negão? Não me deixou plantado aqui?&lt;br /&gt;- Harry, você NÃO quis dançar comigo! Ele é seu amigo, te protege e é meu professor, por Merlin, que mal há nisso?&lt;br /&gt;- Mas você não tinha nada que ir lá dançar com ele.&lt;br /&gt;- E você não quis dançar comigo, emburrou e foi lá fazer graça pra sobrinha da McGonagall? Francamente, Harry, estou muito muito chateada.&lt;br /&gt;- Aquilo foi...&lt;br /&gt;- Aquilo foi falta de consideração, falta de respeito e uma atitude infantil sem medidas. Agora se me dá licença, boa noite, eu quero dormir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí pisando alto, bufando pelos corredores. Ele veio andando rápido atrás de mim, mas eu fingi que não era comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen, podemos pelo menos tomar café juntos amanhã? Podemos conversar depois que você estiver mais calma?&lt;br /&gt;- Ela gosta de você, Harry. Por que não vai chamá-la para tomar café da manhã? Afinal, passou a noite inteira esperando você me fazer de palhaça e convidá-la pra dançar. Boa noite!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112146991333982688?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146991333982688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146991333982688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/uma-noite-de-co.html' title='Uma Noite de cão'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112146980300814490</id><published>2005-07-15T20:21:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:23:23.010-03:00</updated><title type='text'>O Baile de Solstício</title><content type='html'>O baile foi algo assim... inesperado.&lt;br /&gt;O salão estava lindo e as pessoas capricharam no visual.&lt;br /&gt;Embora Adhara não tenha gostado muito do modelito de Harry e Draco... &lt;br /&gt;Quim aproveitou uma música da qual gosto e que Harry não queria dançar e me levou para a pista.&lt;br /&gt;Foi quando eu ouvi as gargalhadas de meio salão (ou seria mais um tantinho assim?)&lt;br /&gt;Boquiaberta, fui lá ver o que havia acontecido de perto e vi os dois de vestidinho rosa com lacinhos!!!&lt;br /&gt;Eu ia puxar minha varinha para tentar desfazer aquilo, mas Mione tomou a frente:&lt;br /&gt;- Deixa comigo!&lt;br /&gt;E fez Harry voltar ao normal.&lt;br /&gt;Draco ficou esperando a vez dele, mas ela guardou a varinha, e eu também.&lt;br /&gt;- E eu???&lt;br /&gt;- Você? - disse Mione - procure o professor Snape para te ajudar a tirar o vestidinho.&lt;br /&gt;Todos riram, menos Harry, que me olhava fuzilando.&lt;br /&gt;- O que foi, Harry?&lt;br /&gt;- Dá licença.&lt;br /&gt;E saiu do grupinho.&lt;br /&gt;Ficou sentado perto da entrada do salão, sozinho. Será possível? Toda festa ele arruma alguma coisa pra fazer um bicão?&lt;br /&gt;Foi quando eu o vi se aproximando... DA McGONAGALL! Não, a professora não, a sobrinha!&lt;br /&gt;Arre, o que ele está fazendo???&lt;br /&gt;Que ódio, ele não quis dançar comigo e agora foi dançar... COM ELA???&lt;br /&gt;Eu não deveria ter vindo nesse baile.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112146980300814490?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146980300814490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146980300814490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/o-baile-de-solstcio.html' title='O Baile de Solstício'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112146969498436600</id><published>2005-07-15T20:19:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:21:34.986-03:00</updated><title type='text'>O Anel dos Pesadelos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Do diário de Arwen Potter&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como era de se esperar, meus estudos de audiomência evoluiram... bem pouco. Continuo ouvindo pensamentos dos outros em horas impróprias. Reclamei disso com Quim, que me pediu paciência... Como se fosse fácil...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda por cima estamos fazendo os exames e, por conta de tanta coisa, eu quase não tenho dormido. E, quando consigo, sou perturbada por aqueles pesadelos que comecei a ter desde que recebi o Anel Élfico na casa de Elrond, em Valfenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São sonhos estranhos, mas muito reais... gritos, desespero, muralhas em queda... estou então noutro local, com alguém que não consigo identificar quem no colo... a pessoa sofre... está morrendo... eu entro em desespero e a dor é grande. Então acordo num sobressalto, assustada e chorando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico pensando quem seria essa pessoa no sonho. Se isso seria mais uma premonição ou o que. Ou só um pesadelo. Mas tem se tornado cada dia mais frequente.Às vezes penso que preciso de ajuda... mas conversar com quem? Recorrer a quem? À professora Trelawney? Grande ajuda! Hunf!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se não fosse suficiente, Harry está insuportavelmente chato. Agora resolveu implicar com o Quim, veja só! Era amigo dele até outro dia e agora... vai entender. Anda arisco e perturbado, mas não me conta o que está acontecendo. Também não tive coragem de contar a ele sobre os sonhos, até mesmo porque eu acho que... oh, por Merlin, que nada de ruim atente contra nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente preciso de ajuda... não pode ser nem das minhas amigas, Dani Lupin e Alexis Dumbledore, preciso de alguém que realmente possa fazer alguma coisa... Mas, quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda me falam de festa amanhã após o fim dos exames...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112146969498436600?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146969498436600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146969498436600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/o-anel-dos-pesadelos.html' title='O Anel dos Pesadelos'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112146956767686980</id><published>2005-07-15T20:17:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:19:27.676-03:00</updated><title type='text'>Audiomência</title><content type='html'>Dumbledore: Então, Srta. Potter, temos algumas coisas importantes para conversarmos... A propósito, como foi sua estada em Valfenda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Muito boa professor. Aprendi muitas coisas, sem dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dumbledore: Não podemos perder o fio da meada e esperarmos as coisas esfriarem na sua cabecinha... então vamos dar prosseguimento ao seu... treinamento, por assim dizer. Seu professor de audiomência deve chegar a Hogwarts dentro de algumas horas. Espero que a srta esteja preparada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen suspira e assente com a cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horas mais tarde, um homem negro, alto, forte e bonito cruza os portões de Hogwarts. Adentra o salão principal com uma capa cinza chumbo e é recebido por Filch e Madame Norrra. Filch o acompanha até a gárgula na entrada dos aposentos do professor Dumbledore, olhando para o visitante com uma cara de quem comeu bolo de caldeirão queimado e solado e bebeu suco de abóbora azedo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundos depois, a gárgula se mexe e aparecem escadas. O homem sobe e é recebido pelo professor Dumbledore com alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dumbledore: Boas vindas, caro amigo! Espero que a viagem tenha sido tranquila... &lt;br /&gt;Fawkes, vá até a torre da Grifinória e traga a srta Arwen Potter, por favor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ave voou através da porta do escritório. Voltou minutos mais tarde com a aluna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dumbledore: Srta Potter... esse é Quim Shaklebolt, seu professor de audiomência. Ele ficará hospedado aqui em Hogwarts. Suas aulas devem começar no mais tardar amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Muito prazer, sr. Shacklebolt... já vi o senhor em Grimmauld Place, eu acho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quim sacudiu a cabeça afirmativamente e deu um sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quim: Bom vê-la novamente, srta. Potter. Como vai Harry?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversaram todos alguns minutos, acertando os horários de estudo extra de Arwen.&lt;br /&gt;Seriam loooongooos dias os seguintes...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112146956767686980?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146956767686980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146956767686980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/audiomncia.html' title='Audiomência'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112146937731434921</id><published>2005-07-15T20:14:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:16:17.316-03:00</updated><title type='text'>De novo, Hogsmeade</title><content type='html'>Mal cheguei nos terrenos de Hogwarts e Harry já me informou que teríamos visita ao povoado vizinho, Hogsmeade, no fim de semana. Achei ótimo, pois cheguei bem tarde e o passeio sendo no dia seguinte, poderia encontrar as pessoas e conversar com Harry.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã da visita, tomamos café da manhã em meio ao burburinho dos alunos ansiosos no Salão Principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry: O que vamos fazer quando chegarmos a Hogsmeade? Qual o roteiro?&lt;br /&gt;Arwen: Podemos ir ao Madame Padfoot, assim podemos conversar um pouco e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry a princípio pareceu não gostar nem um pouco da idéia. Depois, a cara de "urgh, pisei na bosta de dragão" foi suavizando até esboçar um sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: Mas se você achar melhor, podemos ir direto ao 3 Vassouras, eu só sugeri o M. Puddifoot por ser mais sossegado e...&lt;br /&gt;Harry: Sem problemas, vamos ao M. Padfoot. Estou precisando de um pouco de sossego mesmo. Depois podemos nos encontrar com Rony, Mione e o povo da Grifinória lá no 3 Vassouras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calaram-se. Ele permaneceu imóvel, fitando-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arwen: O que foi? - sorrindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele sorriu também. Corou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry: Vamos logo que estamos ficando para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*************************************************************&lt;br /&gt;Chegamos ao M. Puddifoot, um chalézinho simpático lotado de casaizinhos de mãos dadas, beijando-se e conversando. Sentamos próximo à uma janela de cortinas com babadinhos.&lt;br /&gt;E mais uma vez, silêncio.&lt;br /&gt;Harry: Mas então... Como foi lá (em Valfenda)?&lt;br /&gt;Arwen: Muito bom. Bem melhor do que ficar trancafiada naquele sótão com cheiro de fumaça ouvindo as birutices da maluca da Trelawney.&lt;br /&gt;Caíram na risada.&lt;br /&gt;Arwen: Mas a experiência foi muito interessante. Passei um tempo no bosque, aprendendo concentração e meditação, aflorando os cinco sentidos físicos e desenvolvendo mais o sexto sentido.&lt;br /&gt;Harry: Isso parece bom... melhor eu tomar cuidado com você a partir de agora!&lt;br /&gt;Riram mais um pouco.&lt;br /&gt;Arwen: Ah, e ainda ganhei de Elrond um anel élfico, muito parecido com os anéis do poder de séculos atrás... claro que não tem a mesma finalidade, mas são tão bonitos quanto e Elrond disse que vai me ajudar bastante...&lt;br /&gt;Harry: Elrond?&lt;br /&gt;Arwen: Sim, o rei-Elfo de Valfenda.&lt;br /&gt;Harry: Uau, um anel élfico dado pelo rei de Valfenda? Posso ver?&lt;br /&gt;Estiquei a mão por cima da mesa, ostentando o anel dourado e reluzente.&lt;br /&gt;Arwen: Elrond também disse que enviou uma mensagem para Dumbledore dizendo que eu já me encontro em condições de começar a estudar audiomência.&lt;br /&gt;Continuamos conversando até mais tarde, quando fomos nos encontrar com o pessoal no 3 Vassouras. &lt;br /&gt;Mas não tive coragem de contar a ele o que eu vi lá, sobre o futuro. E nem sobre a escolha que terei de fazer quando chegar a hora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112146937731434921?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146937731434921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146937731434921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/de-novo-hogsmeade.html' title='De novo, Hogsmeade'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112146923415309541</id><published>2005-07-15T20:11:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:13:54.156-03:00</updated><title type='text'>O Retorno da Herdeira</title><content type='html'>Eram aproximadamente meia-noite e cinquenta. Harry insistia em permanecer na sala comunal da Grifinória. Esperou os colegas de casa dispersarem e rumarem para seus dormitórios e apoderou-se de uma poltrona defronte a lareira. Mione e Rony fizeram companhia ao amigo até a meia-noite. A partir desse horário, foram dormir e deixaram-no só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HP: Quase uma da manhã e nada. - resmungou e afundou-se na poltrona fofa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, ouviu passos na escada. Era Misty McGonagall, que descia vinda dos dormitórios para fazer sabe Merlin o que aquela hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MM: Posso me sentar aqui? Estou sem sono...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry coçou a cabeça, incomodado. A presença dela ali estragava tudo. E nem havia como avisar! Por outro lado, nem sabia mesmo quando é que Arwen apareceria na lareira da sala comunal para falar com ele. Deu os ombros e tentou disfarçar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HP: Não me importo, pode ficar... eu já estou indo dormir... boa noite!&lt;br /&gt;MM: Boa noite, então - disse cabisbaixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele subiu as escadas lentamente, meio se arrastando, para ver se a intrusa faria o mesmo. Ele queria que fizesse, queria voltar para a frente da lareira. Entrou no dormitório. Aguardou alguns minutos que pareceram horas e pôs a cara para fora outra vez. A sala comunal agora estava iluminada somente por algumas poucas velas.Ninguém à vista.Voltou à sala comunal, pé ante pé. Sentou-se de novo na poltrona. E acabou adormecendo ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma labareda mais forte num fogo de lareira que já deveria estar se extinguindo o fez despertar. As chamas ficaram cada vez maiores. Logo passaram do amarelo e vermelho para esverdeadas...Materializou-se um corpo ali, dentro da lareira. Era uma garota, 14 anos, alva, orelhas um pouco compridas, cabelos muito negros e olhos cor de mel...&lt;br /&gt;Harry, boquiaberto. Não estava esperando aquilo. Quer dizer, estava, mas não assim... achava que fosse somente conversar com ela através da lareira, mas...&lt;br /&gt;Ela saiu da lareira, limpando as vestes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AP: Lar doce lar!!! Então, Harry, feliz com a surpresa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry sorriu, sem acreditar no que via. Sem dizer nada, ele a abraçou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detrás do sofá, dois olhos muito verdes, arregalados assistiam tudo. De repente, sentiu uma pontada no seu cotovelo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MM: Ela voltou! Putz! - resmungou entre os dentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112146923415309541?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146923415309541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146923415309541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/o-retorno-da-herdeira.html' title='O Retorno da Herdeira'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112146903879233232</id><published>2005-07-15T20:07:00.000-03:00</published><updated>2005-07-15T20:10:38.796-03:00</updated><title type='text'>Carta a Harry</title><content type='html'>&lt;em&gt;Prólogo: Depois nas férias de páscoa, fui para Valfenda, onde mora a minha mãe, a pedido de Dumbledore, para buscar a origem do dom que agora se manifesta em minha pessoa: a vidência. Acabei me estendendo mais do que deveria por lá, de maneira que as aulas começaram e eu ainda estava fora. Já nem sabia se voltaria, pois estavam cogitando me mandar para a Academia de Feitiçaria de Elbereth, mas por fim desistiram da idéia. E então, me preparei para regressar a Hogwarts.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Querido Harry,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpe-me a ausência prolongada de notícias. Mas a situação ao redor de Valfenda não está das melhores e achei mais prudente evitar as corujas. Espero sinceramente que você esteja se comportando, em todos os sentidos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estou bem. Minha estada aqui está chegando ao fim. Foi muito bom estar com mamãe durante todo esse tempo, sem dúvida foi muito esclarecedor. Mas sinto muita falta de Hogwarts, das minhas amigas, do quadribol... e, é claro, de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve estarei retornando. A data precisa não posso lhe dizer porque eu também não sei. Estou aguardando um sinal de Dumbledore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que não devia, mas vou tentar usar a lareira de casa para falar com você nos próximos dias... pode ser perigoso, mas acho que uma única vezinha não vai ser nenhum problemão...&lt;br /&gt;Que tal vigiar a lareira da sala comunal a partir da meia-noite???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos saudosos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com amor, &lt;br /&gt;Arwen"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112146903879233232?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146903879233232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112146903879233232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/carta-harry.html' title='Carta a Harry'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112109243704157252</id><published>2005-07-11T11:33:00.000-03:00</published><updated>2005-07-11T11:35:54.483-03:00</updated><title type='text'>O Acerto dos Ponteiros</title><content type='html'>Hoje de manhã no salão principal, encontrei o Harry. Para variar um pouco, só me olhou de longe e acenou a cabeça. &lt;br /&gt;Quer saber? Dane-se a timidez. Enchi a cara de coragem, levantei-me da cadeira dizendo para mim mesma "não vai arrancar nenhum pedaço, Arwen, acabe logo com isso". E fui até ele. Rony e Mione estavam lá e Mione levantou-se puxando o Rony. &lt;br /&gt;Mione: "Oi Arwen! Rony e eu vamos ao corujal levar uma encomenda..."&lt;br /&gt;Rony: "Vamos fazer o que aonde???"&lt;br /&gt;Mione fuzilou-o com os olhos e saiu arrastando o Rony.&lt;br /&gt;Sentei-me ao lado de Harry.&lt;br /&gt;Eu: Tudo bem?&lt;br /&gt;Harry: Tá. &lt;br /&gt;Eu: Não está não.&lt;br /&gt;Harry: Quem disse?&lt;br /&gt;Eu: Eu estou dizendo. Ou você acha que está tudo bem? Só se você realmente não se importa comigo, então eu acredito que esteja tudo bem.&lt;br /&gt;Harry: Se eu não me importasse, eu teria achado graça do que andam dizendo. &lt;br /&gt;Eu: E o que andam dizendo?&lt;br /&gt;Harry: Que você estava mordida de ciúmes do Diggwell no baile!&lt;br /&gt;Eu: Por Merlin, Harry! Eu estava com você o tempo todo, de onde você tira essas idéias? Custa confiar um pouquinho? Até onde eu saiba, eu nunca lhe dei nenhum motivo para desconfiar dos meus sentimentos desse jeito! Quer saber? Tchau.&lt;br /&gt;Saí às pressas da mesa, peguei minhas coisas e caminhei em passos rápidos para o pátio. &lt;br /&gt;Sentei-me embaixo da árvore na beira do lago. &lt;br /&gt;- Arwen?&lt;br /&gt;Olhei para cima. Harry estava ali.&lt;br /&gt;Eu: ...&lt;br /&gt;Harry: Desculpa.&lt;br /&gt;Eu: ...&lt;br /&gt;Harry: Eu não queria magoar você. Me desculpa.&lt;br /&gt;Eu: ...&lt;br /&gt;Harry sentou-se ao meu lado. &lt;br /&gt;Harry: Desculpe, eu sou assim mesmo, eu perco a cabeça, é tanta coisa pra pensar, pra estudar, para me preocupar... &lt;br /&gt;Eu: Ok.&lt;br /&gt;Harry: Ok? Ok o que?&lt;br /&gt;Eu: Desculpo você. Perdôo você. Mas prometa pra mim que você nunca mais vai desconfiar antes de averiguar o que de fato está acontecendo. Promete?&lt;br /&gt;Harry: Juro!&lt;br /&gt;Ele levantou num salto e me deu a mão para me levantar. Me abraçou. Putz, ainda bem que não tinha ninguém por perto!&lt;br /&gt;E fui para a aula de trato das criaturas mágicas. De repente o dia ficou claro, e meu coração mais leve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112109243704157252?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109243704157252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109243704157252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/o-acerto-dos-ponteiros.html' title='O Acerto dos Ponteiros'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112109228978974569</id><published>2005-07-11T11:31:00.000-03:00</published><updated>2005-07-11T11:31:29.790-03:00</updated><title type='text'>...</title><content type='html'>Do diário da Arwen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do baile e daquele barraco, as coisas não ficaram muito boas.&lt;br /&gt;Óbvio, eu não tinha a menor dúvida que os rumores de que acaso eu estaria supostamente com ciúmes do Diggwell chegariam aos ouvidos sensíveis de Harry.&lt;br /&gt;E desde então ele mal fala comigo.&lt;br /&gt;E não dá a menor chance de eu me aproximar para dizer o que quer que seja.&lt;br /&gt;Hoje de manhã, no treino de quadribol, ele foi cordial. E só.&lt;br /&gt;Não sei o que fazer.&lt;br /&gt;Como se já não me bastasse sonhar coisas, ver coisas e agora ouvir coisas, ainda mais essa.&lt;br /&gt;Eu não precisava disso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112109228978974569?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109228978974569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109228978974569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/blog-post.html' title='...'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112109171321947774</id><published>2005-07-11T11:20:00.000-03:00</published><updated>2005-07-11T11:21:53.220-03:00</updated><title type='text'>Barracos no baile</title><content type='html'>Ontem passei o dia tomando suco de abóbora e comendo chocolate.&lt;br /&gt;Quem sabe assim a ressaca passava mais rápido?&lt;br /&gt;O baile... divertido. Muito divertido mesmo. Acabamos bebendo muito mais cerveja amanteigada do que deveríamos...&lt;br /&gt;Acho que Dumbledore vai mandar todo mundo junto com a Winky para a tal clínica de reabilitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando desci do dormitório, Harry já me esperava na sala comunal. Fofíssimo, todo arrumadinho. Estavam lá ele, Rony e Mione. &lt;br /&gt;Saímos para o Salão Principal. Nossa, todo mundo tão bonito e elegante! &lt;br /&gt;Logo na entrada, Rita Skeeter queria uma palavrinha do Harry. Putz!&lt;br /&gt;Insisti um pouco para dançarmos. Eu sei que ele não gosta, mas mesmo assim acabou indo.&lt;br /&gt;- Só essa, Arwen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música era lenta. Dançamos e logo avistei o Diggwell dançando... uai, com a Julie Granger???&lt;br /&gt;o.O&lt;br /&gt;Pensei: "Mas é um cara de pau mesmo, não perde tempo, bem disse a Anna, franco atirador! Hunf!"&lt;br /&gt;Daí a pouco, Harryzinho me beijou. Assustei, ele não tem o hábito de fazer isso em público. Ele sabe que eu MORRO DE VERGONHA. E ele também. Enfim, olhei para frente e vi... e vi... AQUILO! &lt;br /&gt;O crápula do Diggwell lascou um beijo na Julie!!! Tenho certeza que foi à força! Daí a pouco não os vi mais. &lt;br /&gt;Sem noção, cachorro, bandido, sem vergonha!&lt;br /&gt;Continuei dançando. A música acabou e fomos passear pelo salão. Vi de relance a Julie lá fora, sentada conversando com o dito cujo, com uma cara muito brava. Ihhh!&lt;br /&gt;Logo encontramos Dani Lupin e Alexis Dumbledore. Conversamos animadamente e Harry foi buscar umas cervejas amanteigadas para nós.&lt;br /&gt;Alex Black chegou e se juntou à turma. Logo, chegou Julie Granger. Daí uns minutos, Harry voltou. &lt;br /&gt;Conversamos muito. Caí na besteira de perguntar. &lt;br /&gt;- Julie, o que foi aquilo que eu vi lá fora??? Você estava com uma cara de brava!&lt;br /&gt;- Affe, Arwen, não foi nada, já estou bem.&lt;br /&gt;Dani Lupin: "Mas o que aconteceu?"&lt;br /&gt;Julie: "Ai, o Diggwell queria fazer ciúmes na Arwen e me lascou um beijo no salão! Que horrível! Mas já conversamos, já expus minha indignação e já estou melhor."&lt;br /&gt;Alex: "CALMA HARRY!"&lt;br /&gt;O menino ficou MUITO brabo. Puxa vida!&lt;br /&gt;Julie: "Você também hein, Arwen. Nada discreta, você sabe que os dois tem uma richazinha"&lt;br /&gt;Eu: "Ei, você acha que eu iria imaginar uma safadeza dessas? Pra mim ele estava era te atacando mesmo."&lt;br /&gt;Alex saiu para buscar mais cerveja amanteigada para relaxar os ânimos. Enfim o Harry acalmou, mas ficou meio emburrado. &lt;br /&gt;Por Merlin, que menino ciumento!&lt;br /&gt;Mas no fim, os ânimos melhoraram, o Rodrigo e o Bill apareceram (detalhe para uma gravata de mulher pelada que o Bill colocou pra irritar a dona Irritadinha, hihihi), o Rodrigo queria dar um cato na Julie a todo custo e ela foi embora. Aproveitamos a deixa e fomos também.&lt;br /&gt;Dormi com os pés doendo e a cabeça girando...&lt;br /&gt;E sonhei. Mas não foi pesadelo, dessa vez foi um sonho bom...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: O post se refere ao Baile da Cerveja Amanteigada, promovida pelos membros da AD.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112109171321947774?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109171321947774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109171321947774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/barracos-no-baile.html' title='Barracos no baile'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112109159390429766</id><published>2005-07-11T11:17:00.000-03:00</published><updated>2005-07-11T11:19:53.913-03:00</updated><title type='text'>Avoada, Irritadinha e Tonta</title><content type='html'>Pois bem, o treino de quadribol de manhã bem cedinho. À noite temos o baile. Ainda bem que parou de chover...&lt;br /&gt;No fim da manhã, fomos tranquilas para o lago, Alexis, Dani e eu. &lt;br /&gt;Conversávamos indignadas sobre o ataque histérico ensandecido do nosso amado e idolatrado salve salve professor de poções. Alexis, detenta sempre com as mesmas comadres imundas da ala hospitalar. Dani Lupin ganha detenções pelo menos uma vez a cada 15 dias. A de agora, vai ter que ajudar os elfos no jantar de segunda... E eu, nem me fale. Não me lembro nem do Harry ter que pagar uma detenção assim com ele. &lt;br /&gt;Dani: "Sabem o que é pior? Essa não foi a primeira vez, e não será a última. Teremos detenções e detenções até o final da escola. Eu sei que apronto, mas acabo levando muito mais detenções porque sou filha do Lupin."&lt;br /&gt;Alexis: "E eu então??? Affe, nem apronto tanto assim, mas como o capeta do tio Snape tem o hábito de ler os pensamentos da gente sem pedir permissão... só de pensar em alguma coisa, lá vou eu de novo"&lt;br /&gt;Eu: Eu apronto, mas o meu maior problema é que estou sempre no lugar errado, na hora errada e com a PESSOA ERRADA. Puxa vida, tudo isso porque ele me pegou fora da sala comunal quase duas da manhã? Será que ninguém pode avisar a ele que eu estava voltando da sala do diretor?&lt;br /&gt;Alexis: "Ahhhhhhh... hihihi, mas não foi bem por causa de estar fora da sala comunal que você vai passar o resto do ano dando uma de elfo doméstico para o time de quadribol da Sonserina. Hihihi, é porque você estava de namorico com Potter aquela hora e fora da sala comunal. Mesmo assim, não justifica."&lt;br /&gt;Dani: "Nós aprontamos... cada uma com sua traquinice... e sempre nos damos de mal."&lt;br /&gt;Alexis: "Como Sirius, James e Remo estavam quase sempre safos das detenções?"&lt;br /&gt;Dani: "Nunca conversei sobre o assunto com papi."&lt;br /&gt;Eu: "Aluado... Almofadinha... Pontas..."&lt;br /&gt;Alexis: "Hein?"&lt;br /&gt;Eu: "Avoada... Irritadinha... Tonta"&lt;br /&gt;Dani: "???"&lt;br /&gt;Eu: "Se cada uma de nós apronta isoladamente e sempre levamos uma punição daquelas... acho que o jeito é unirmos forças contra Aquele-Que-Acha-Que-Sou-Elfo-Doméstico. Assim, não será uma pequena travessura, mas algo realmente planejado, sem falhas, e a seis mãos... é mais difícil pegar 3 do que 1 de nós, não acham?"&lt;br /&gt;Alexis: "Espera aí, deixa eu ver se eu entendi... você quer fundar uma organização para logros e brincadeiras anti-Seboso? E isso seria uma espécie de Marotos de calcinhas???"&lt;br /&gt;Eu: "Mais ou menos por aí".&lt;br /&gt;Dani abriu um sorrisão... Olhinhos brilhando de felicidade! E depois a cara de dúvida.&lt;br /&gt;Dani: "Mas Arwen... os marotos não eram quatro???"&lt;br /&gt;Alexis: "E quem precisa de um Rabicho pra estragar tudo?"&lt;br /&gt;HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA.&lt;br /&gt;Eu: "Combinado então?"&lt;br /&gt;Alexis e Dani: "Combinado!"&lt;br /&gt;Dani: "Opa, espera aí, espera aí, isso merece um juramento!" - E tirou um pedaço de pergaminho do bolso da calça. "Enquanto dizemos as palavras sagradas do juramento, o pergaminho irá registrando, depois assinamos!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"JURAMOS SOLENEMENTE NÃO FAZER NADA DE BOM, PRINCIPALMENTE QUANDO O ASSUNTO FOR O SEBOSO."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinado: Avoada, Irritadinha e Tonta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim nasceram as Marotas. Agora estamos confeccionando um mapa...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112109159390429766?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109159390429766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109159390429766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/avoada-irritadinha-e-tonta.html' title='Avoada, Irritadinha e Tonta'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112109079401239316</id><published>2005-07-11T11:05:00.000-03:00</published><updated>2005-07-11T11:06:34.016-03:00</updated><title type='text'>Homens! Hunf!</title><content type='html'>&lt;em&gt;Do diário da Arwen &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok. Hogsmeade, a maior farra, milhões de sapos de chocolate, litros e litros de cerveja amanteigada, e enfim, meus amigos fiéis Bill, Alexis, Dani e Anna me convenceram ("por bem ou por mal") a por um fim nas minhas férias da AD.&lt;br /&gt;Então, voltarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passeio em Hogsmeade começou bem. &lt;br /&gt;O dia estava claro, apesar do frio. Nada de chuva.&lt;br /&gt;Encontrei Harry e Rony na Sala Comunal. Mione já havia saído.&lt;br /&gt;Tomamos nosso café da manhã. &lt;br /&gt;Encontramos a Anna Bright na entrada do Salão Principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos para a loja de vestes de festa, para escolhermos os vestidos. Harry começou a olhar pra gente com um ar desconfiado...&lt;br /&gt;- Aonde estamos indo?&lt;br /&gt;- Ah, a Anna vai buscar o vestido de baile dela na Madame Malkin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhamos.&lt;br /&gt;Chegamos na loja, chamamos a vendedora no canto e pedimos para ver os vestidos. &lt;br /&gt;E os meninos esperando lá fora.&lt;br /&gt;Dez minutos. E põe vestido, tira vestido, escolhe cor...&lt;br /&gt;Vinte minutos... Anna já havia escolhido o seu, eu ainda esperando a senhora encontrar um vestido vermelho.&lt;br /&gt;Meia hora. Só ouço a conversa:&lt;br /&gt;- Mas elas não vinham só buscar a encomenda da Anna? &lt;br /&gt;Era a voz do Harry.&lt;br /&gt;- Ah, você sabe como são essas coisas... provam, nunca ficam felizes com nada. Minha mãe e minha irmã juntas são um caos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente escolhi um vestido. &lt;br /&gt;Saímos. E o Harry, com um bico de meio quilômetro.&lt;br /&gt;O Rony, meio sem graça. Eles já estavam meio ressabiados porque eu disse que a Anna iria conosco.&lt;br /&gt;Agora então!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arwen, mas vocês não vieram só buscar a encomenda da Anna? Uma hora pra isso?&lt;br /&gt;- É que aproveitei para comprar meu vestido para o baile e...&lt;br /&gt;Rony: "EU NÃO DISSE?"&lt;br /&gt;- Rony! &lt;br /&gt;*Sem ânimo de reproduzir o bate-boca*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna interviu. E apaziguou os ânimos. Embora eles continuassem meio emburrados com ela.&lt;br /&gt;Por fim, fomos todos ao Três Vassouras nos encontrarmos com o resto do pessoal.&lt;br /&gt;Anna conversou com os meninos. O que foi muito bom, porque eles já mudaram um pouco de cara.&lt;br /&gt;Eles estavam meio chateados com ela por causa do Seboso.&lt;br /&gt;Enfim, todos esqueceram suas mazelas regando-as com muita cerveja amanteigada, pizza de abóbora com creme de carne de grelo, delícias espumantes e, na volta, sapos e sapos de chocolate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora eu vou dormir 5 quilos mais gorda, e provavelmente sem caber no meu vestido!&lt;br /&gt;A Raven me ofereceu uma poção para emagrecer... Melhor do que um feitiço para AUMENTAR (SOCOOOOOROOOO!!!) o tamanho do vestido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112109079401239316?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109079401239316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109079401239316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/homens-hunf.html' title='Homens! Hunf!'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112109046217219615</id><published>2005-07-11T10:43:00.000-03:00</published><updated>2005-07-11T11:01:02.213-03:00</updated><title type='text'>Os pergaminhos do Potions Reviews.</title><content type='html'>Ontem, quinta-feira, na hora marcada, fomos nós para as Masmorras.&lt;br /&gt;Ao chegarmos, o Sapão, ops, digo, Aquele-Que-Deveria-Lavar-O-Cabelo-Em-Vez-De-Pegar-No-Pé-Da-Grifinória nos aguardava com uma expressão de desdém. &lt;br /&gt;Nos deu umas folhas para escrever... Hummm, se a Anna não nos tivesse contado do tal teste de caligrafia, eu iria achar que era uma prova surpresa.&lt;br /&gt;- Escrevam várias vezes nos pergaminhos: "Não devo desobedecer aos professores..."&lt;br /&gt;Dani Lupin: "Mas eu não desobedeci ninguém!"&lt;br /&gt;- "E nem interrompê-los enquanto estiverem ditando a detenção. Menos 10 pontos para a Corvinal."&lt;br /&gt;Silêncio total.&lt;br /&gt;Entregamos os pergaminhos.&lt;br /&gt;Enfim, Snape se pronunciou: &lt;br /&gt;- Srta. Dumbledore, para a ala hospitalar. Vamos, as comadres a esperam.&lt;br /&gt;- Srta .Lupin... Sua detenção não será cumprida hoje. Mas na segunda-feira. Agora vá.&lt;br /&gt;- Harry Potter... Com esse seu garrancho jamais você faria para mim o que necessito. Sendo assim, o senhor ficará responsável pelos cérebros de abutres.&lt;br /&gt;- E... Srta. Potter. Você fica. &lt;br /&gt;o.O&lt;br /&gt;Assim, passei boa parte da noite escrevendo quilômetros e quilômetros de pergaminho, tentando decifrar a letra bacteriana do Snape e passando a limpo o raio do artigo da Potion Reviews. Mas eu estava aliviada. Pelo menos não estava nos cérebros de abutres, coitadinho do Harry!&lt;br /&gt;Quase uma da manhã quando terminei. O Sapão observou TODO o pergaminho.&lt;br /&gt;- Muito bem, nenhuma rasura, letra firme e boa. Pode ir. A senhorita receberá uma notificação pelos seus bons serviços prestados.&lt;br /&gt;o.O&lt;br /&gt;Notificação? O que ele quis dizer com isso?&lt;br /&gt;Ao chegar na Sala Comunal, entendi. &lt;br /&gt;- Nick-Quase-sem-Cabeça, o que você faz aqui?&lt;br /&gt;- Vim entregar uma carta do Professor de Poções para a senhorita. Abra imediatamente, foi o recado que ele me ordenou passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Srta. Arwen Potter.&lt;br /&gt;Acaso achou mesmo que a senhorita iria somente transcrever aqueles pergaminhos?&lt;br /&gt;Tsc, tsc, como és tolinha! Ou achou que pegá-la aos beijos com Potter nos corredores merece punção tão agradável? Sei que a senhorita é uma boa jogadora de quadribol. Acho que ficará feliz em saber a segunda parte de sua detenção:&lt;br /&gt;Você deverá, a partir da próxima semana, a cuidar dos uniformes de quadribol de minha casa... ou seja, da SONSERINA. Você deverá lavar, passar e guardar os uniformes. Durante toda a temporada. E se eu encontrar alguma dobra fora do lugar, ou alguma mancha de sujeira negligenciada pela senhorita, devo informá-la que também passarás a escovar os caldeirões usados em minhas aulas todas as noites. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S. Snape"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112109046217219615?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109046217219615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112109046217219615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/os-pergaminhos-do-potions-reviews.html' title='Os pergaminhos do Potions Reviews.'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112108909575755857</id><published>2005-07-11T10:36:00.000-03:00</published><updated>2005-07-11T10:38:15.760-03:00</updated><title type='text'>DETENÇÕES, POÇÕES E UMA CABEÇA DE GIRINO.</title><content type='html'>De volta para a torre da Grifinória, depois do meu passeio curioso ao Departamento de Mistérios.&lt;br /&gt;Corredores vazios. Eu, com fome (perdi o jantar!). Andava em passos apressados, Filtch iria achar muito interessante me pegar fora da Sala Comunal. &lt;br /&gt;Eu ia pensando. Tanta coisa, que nó na minha cabeça. E de repente, UM PUXÃO NO MEU BRAÇO! Mas ninguém à vista.&lt;br /&gt;- AAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH!&lt;br /&gt;_ Shhhh! Fique quieta, Arwen, vai chamar a atenção do Filtch!&lt;br /&gt;Harry saiu debaixo da capa da invisibilidade.&lt;br /&gt;- Ow, quer me matar de susto??? O que você faz aqui?&lt;br /&gt;- Estava esperando você voltar. &lt;br /&gt;Caminhamos lado a lado em passos mais lentos. Contava a ele o que eu tinha visto. &lt;br /&gt;De repente, ele segura a minha mão. Affe, por que eu AINDA fico corada com essas coisas??? Nunca sei onde enfiar a cara.&lt;br /&gt;Caminhamos ainda mais lentamente. Quase parando. E ele me deu um beijo.&lt;br /&gt;Muito lindo, fofo... se não tivesse aparecido... &lt;br /&gt;- Não me agrada nem um pouco encontrar dois grifinórios fora da respectiva Sala Comunal tão tarde da noite. Ainda mais aos beijos pelo corredor. Vinte pontos a menos para a Grifinória. Para cada um. E detenções. Amanhã, depois do jantar, na minha sala. &lt;br /&gt;E virou-se nos calcanhares com a capa balançando como asas de urubu. E se foi.&lt;br /&gt;- Eu mereço. Não, speak serious... EU MEREÇO ISSO! Tanta coisa pra fazer, um monte de problemas, sonhos estranhos, a poção do Diggwell para entregar e ainda por cima, menos 40 pontos para a Grifinória numa tacada só!&lt;br /&gt;- Poção do Diggwell para entregar? Mas não era a Lupin que havia preparado?&lt;br /&gt;- Sim, mas ela me pediu para administrá-la porque ela não pode entrar na Sala Comunal...&lt;br /&gt;- Mas Diggwell não sai do dormitório há dias! Você não vai entrar no nosso dormitório, vai?&lt;br /&gt;- Ah, eu não tinha pensado nisso.&lt;br /&gt;- Não acredito, você não pode fazer isso, tanta gente naquela casa e justo você tem que levar a poção?&lt;br /&gt;E fomos batendo boca até a Sala Comunal. De novo: Eu mereço. Eu fiz trancinha nas barbas de Merlin e as arrematei com mini-chicletes (daqueles da sacolinha de boquinha). Só pode. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda discutindo. Alexis, Rony, Mione, Gina, Neville e Julie próximos à lareira. &lt;br /&gt;- Até que enfim! - era Rony. &lt;br /&gt;As nossas caras não disfarçavam a revolta. &lt;br /&gt;- Ow, discutindo de novo? O que foi que os Potter aprontaram desta vez? - disse Gina, com um sorriso.&lt;br /&gt;Contamos para eles o episódio da detenção, omitindo algumas partes, of course.&lt;br /&gt;- E ainda por cima, ela vai TER que entregar e administrar a tal poção pro Diggwell.&lt;br /&gt;Agora uma discussão daquelas, em grupo. Todo mundo falando, todo mundo opinando, Mione "Não, mas você não pode entrar no dormitório", e eu "Mas você já entrou, por que eu não posso?", blá, blá, blá...&lt;br /&gt;Resumindo? Vamos todos entregar a tal poção. &lt;br /&gt;Gina: Agora?&lt;br /&gt;Rony: Já. &lt;br /&gt;E subimos as escadas. Entramos em bando, Diggwell escondido dentro do armário.&lt;br /&gt;- Leo, abra esta porta! &lt;br /&gt;- Quem está aí? Que muvuca é essa? É a Arwen?&lt;br /&gt;- Sou, abre logo, nós não podemos ficar muito tempo aqui!&lt;br /&gt;Ele saiu com um pano na cabeça.&lt;br /&gt;- Tira isso! - E Julie puxou o pano.&lt;br /&gt;o.O&lt;br /&gt;HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA&lt;br /&gt;Rony: Desculpe Leo, mas realmente é hilário!&lt;br /&gt;Eu: Tome logo! Antes que eu entorne...&lt;br /&gt;Leo: Que coisa... quanto tempo demora para fazer efeito?&lt;br /&gt;Mione: Uma hora. Agora descanse, vamos indo, meninas?&lt;br /&gt;Leo: Então já estarei de novo belo no baile! Graças a São Griffyndor!&lt;br /&gt;Alexis: Ah, mas Leozinho, não está tão mal assim...&lt;br /&gt;E assim se foi a cabeça de sapo do Diggwell. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Leo Digwell teve a sua cabeça transformada numa cabeça de sapo por obra das Marotas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112108909575755857?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112108909575755857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112108909575755857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/detenes-poes-e-uma-cabea-de-girino.html' title='DETENÇÕES, POÇÕES E UMA CABEÇA DE GIRINO.'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112108873153866489</id><published>2005-07-11T10:23:00.000-03:00</published><updated>2005-07-11T10:32:11.540-03:00</updated><title type='text'>O Departamento de Mistérios - final</title><content type='html'>Passei o dia irritadiça e ansiosa. O anoitecer nunca demorou tanto!&lt;br /&gt;Na hora combinada, lá estava eu na sala do professor Dumbledore.&lt;br /&gt;Entrei em silêncio e cumprimentei ele e... ??? Arthur Weasley???&lt;br /&gt;o.O&lt;br /&gt;- Chegou alguns minutos mais cedo, senhorita Arwen.&lt;br /&gt;- Desculpe, professor.&lt;br /&gt;- Não há porque se desculpar. Este aqui é o Sr. Arthur Weasley, pai de Rony e Gina. Ele trabalha na Sessão de Mau Uso dos Artefatos dos Trouxas, no Ministério da Magia. Conversei ontem com o ministro, que achou que seria perigoso enviá-la até o ministério. Além disso, o Departamento de Mistérios é uma área extremamente restrita.&lt;br /&gt;- ...&lt;br /&gt;- Argumentei que algumas coisas devem ser esclarecidas para evitar adversidades como as do ano passado nesse mesmo setor do ministério. Ele acabou cedendo, mas impôs uma condição. Que eu não a levasse, pois isso poderia levantar algumas suspeitas...&lt;br /&gt;- Sim.&lt;br /&gt;- E por isso, pedi ao Sr Weasley que a acompanhasse. Como funcionário do ministério, é muito mais fácil para ele entrar com a senhorita sem instigar olhares curiosos. Peço-lhe algumas coisas, srta. Seja discreta. Nâo conte a ninguém o que acontecer. Fui claro?&lt;br /&gt;- Sim senhor. &lt;br /&gt;- Então vocês já podem ir. O tempo é curto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E estendeu-nos um livro de capa dourada. Uma chave de portal.&lt;br /&gt;Tudo começou a rodopiar e senti-me como se fosse perder os sentidos. E BUM!&lt;br /&gt;Esparramada no chão do hall de entrada do Ministério da Magia. &lt;br /&gt;- Você está bem, Arwen?&lt;br /&gt;- Sim, estou, obrigada, Sr. Weasley, disse levantando num salto e arrumando as vestes.&lt;br /&gt;Caminhamos em silêncio. Descemos pelo elevador. Saímos num enorme corredor escuro, com várias portas. &lt;br /&gt;Eu olhava tudo, maravilhada. Nossa, imagine, eu no Ministério da Magia!!!&lt;br /&gt;Paramos defronte uma porta e entramos. Haviam várias outras portas dispostas em círculos. Imediatamente a porta de entrada se fechou e a sala começou a rodar. &lt;br /&gt;- Não se assuste. &lt;br /&gt;O senhor Weasley retirou a varinha do bolso e disse "bolinhas de ping-pong" o.O Seria esta a senha dele???&lt;br /&gt;As portas pararam de girar. Ele identificou a porta de entrada com um ponto de luz que ele tinha feito ao entrarmos (como? Eu não vi!!!) e contou 4 para a esquerda.&lt;br /&gt;- É essa, mocinha. &lt;br /&gt;Entramos. Uma sala sem nada especial. Empoeirada. Lotada de estantes até o teto, abarrotadas de bolinhas de vidro.&lt;br /&gt;- Sr. Weasley, essas são as profecias??? &lt;br /&gt;- São Arwen. Agora vamos procurar a sua. NÃO TOQUE EM NADA. Mesmo que você seja a receptora da profecia, somente aquele para quem você profetizou poderá tocá-la. &lt;br /&gt;Observamos as estantes em silêncio por alguns minutos. Encontrei uma bolinha sugestiva...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"D.A.P.para A.P.W.B.D.&lt;br /&gt;Harry Potter e (?)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Senhor Weasley...&lt;br /&gt;Ele se aproximou e olhou a esfera de vidro com atenção.&lt;br /&gt;- Acho que a encontramos, Arwen. Então é verdade. Podemos ir agora. &lt;br /&gt;Saimos da sala em silêncio. Um turbilhão de coisas na minha cabeça. Putz, era verdade. &lt;br /&gt;No hall de entrada, pegamos de novo a chave de portal. Chegamos no escritório de Dumbledore. Saimos em silêncio.&lt;br /&gt;- Foi um prazer conhecê-la, Arwen. Até a próxima.&lt;br /&gt;- Obrigada, sr Weasley. Até a próxima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112108873153866489?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112108873153866489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112108873153866489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/o-departamento-de-mistrios-final.html' title='O Departamento de Mistérios - final'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112108812440859461</id><published>2005-07-11T10:21:00.000-03:00</published><updated>2005-07-11T10:22:04.410-03:00</updated><title type='text'>Gárgulas vorazes!!!</title><content type='html'>Esses últimos dias não têm sido fáceis.&lt;br /&gt;Trabalhos, deveres, intensificação dos treinos de quadribol, preparativos do baile...&lt;br /&gt;AULAS EXTRA DE ADIVINHAÇÃO...&lt;br /&gt;Além disso, Grope anda dando trabalho de novo e estamos nos revezando para ajudar Hagrid a tratar de seus ferimentos. &lt;br /&gt;Coisas muito estranhas andam acontecendo.&lt;br /&gt;A Professora McGonagall me deu um viratempo, mas não me disse ainda como usar.&lt;br /&gt;Dumbledore me deu uma penseira, mas ainda não a usei.&lt;br /&gt;Neli tendo sonhos com pokebolas e pokemons...&lt;br /&gt;E toda essa história de profecia ainda não está certa na minha cabecinha. &lt;br /&gt;Fui outro dia até a sala do professor Dumbledore para tentar saber mais. Mas ele não estava.&lt;br /&gt;Hoje, antes do jantar, tentei de novo. Procurei o professor. Sozinha. &lt;br /&gt;Ao chegar na gárgula, eu simplesmente não sabia o que fazer para entrar. E a gárgula se moveu. &lt;br /&gt;E eu entrei.&lt;br /&gt;O professor me esperava no escritório.&lt;br /&gt;- Sabia que viria, srta Potter. No entanto, confesso que a esperava aqui mais cedo...&lt;br /&gt;- Ehh...&lt;br /&gt;- Então? O que você quer me dizer?&lt;br /&gt;- Ah...&lt;br /&gt;Ele me olhou por cima dos óculos de meia-lua, com uma expressão extremamente paciente e bondosa.&lt;br /&gt;Que raios, meu pai Gryffindor, por que ele não facilita as coisas? Afinal ele sabe BEM porque estava lá. &lt;br /&gt;- É algo sobre seus sonhos, suas visões, suas profecias?&lt;br /&gt;Engoli seco. Criei coragem.&lt;br /&gt;- É.&lt;br /&gt;- Você anda duvidando de si mesma, eu suponho, srta. Arwen.&lt;br /&gt;- Professor Dumbledore, é que tudo isso é tão surreal! &lt;br /&gt;- Surreal, srta? Devo lembrá-la que é uma bruxa. Não há nada surreal.&lt;br /&gt;- Certo, mas videntes têm precedentes familiares... eu não tenho. Pelo menos eu acho... &lt;br /&gt;- E o que você deseja que eu faça?&lt;br /&gt;- Ehhh... estive conversando com Harry...&lt;br /&gt;- Sei... - e coçou a barba.&lt;br /&gt;- Ele disse que no Departamento de Mistérios no Ministério da Magia ficam armazenadas todas as profecias em bolinhas de vidro. Se aquele sonho foi de fato uma profecia, então ela estará lá, certo?&lt;br /&gt;- Sim, senhorita. &lt;br /&gt;- ...&lt;br /&gt;- E você gostaria de ir lá ver... estou certo?&lt;br /&gt;Não era bem o que eu havia pensado, mas a possibilidade de entrar no Departamento de Mistérios me deixou realmente entusiasmada.&lt;br /&gt;- Professor, eu sei que é restrito, mas se houvesse um jeito...&lt;br /&gt;- Creio que há, srta.&lt;br /&gt;- Hein? &lt;br /&gt;- Amanhã, às 20h, esteja aqui. Agora, pode ir. A senhorita deve estar com fome. Pelo menos, eu estou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6904769-112108812440859461?l=arwenpotter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112108812440859461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6904769/posts/default/112108812440859461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arwenpotter.blogspot.com/2005/07/grgulas-vorazes.html' title='Gárgulas vorazes!!!'/><author><name>Arwen Lórien Potter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12974755702662623164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6904769.post-112108806715919557</id><published>2005-07-11T10:18:00.000-03:00</published><updated>2005-07-11T10:21:07.166-03:00</updated><title type='text'>O Departamento de Mistérios - parte 1</title><content type='html'>&lt;em&gt;Do diário de Arwen Potter&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À tarde, não teve aula do Seboso porque aprontaram com ele. A Anna queria saber se fomos nós. Minha resposta lá no íntimo: não, não fomos, infelizmente. Mas que essa dos chocolates fazia parte de um dos planos concebidos pelo trio Dani Lupin, Alexis e Arwen, sim, fazia. Uma pena alguém tê-lo executado antes.&lt;br /&gt;É, eu sei que eu disse que não iria mais chamar o Seboso de Seboso. Nhá, dane-se todo mundo, é Seboso e assunto encerrado!&lt;br /&gt;Aproveitei o horário sem aulas para estudar... Adivinhação. Ainda não estou acreditando que isso tudo está acontecendo.&lt;br /&gt;NInguém diz nada de concreto, ninguém me explica nada direito...&lt;br /&gt;Como pode ser isso?&lt;br /&gt;______________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do jantar, na Sala Comunal, finalmente falei sobre o assunto com Harry.&lt;br /&gt;Não aguentava mais vê-lo com aqueles olhinhos verdes compridos me olhando esticados por trás das lentes esperando eu falar alguma coisa! &lt;br /&gt;E eu sei que ele não perguntaria diretamente... &lt;br /&gt;Contei como foi a visão, o que vi, que ninguém me disse o que falei sobre a suposta profecia. Que a professora Sibila estava me ensinando a ABRIR a terceira visão (putz! ele ficou todo contente! Será que ele está achando que isso é LEGILIMÊNCIA? Porque não é não! Ou será que é? O.O), sobre o vira-tempo que ganhei mas não sei usar, sobre a penseira que está no dormitório... &lt;br /&gt;Contei sobre meu desespero de causa quando soube que ele teria de novo aulas de oclumência... mais ainda quando soube que ele queria aprender legiliência por conta, digamos, própria, e o sermão da montanha foi administrado (Como Harry??? Você nã
